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Tabira sedia a III Conferência Intermunicipal de Educação

Por Nill Júnior

Neste sábado, 14, Tabira foi sede da III Conferência Intermunicipal de Educação, realizada pela equipe da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com os municípios de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Quixaba, Iguaracy, Ingazeira e Solidão. Diversas representações das secretarias de Educação e alguns prefeitos dos referidos municípios, se fizeram presentes.

O encontro iniciou-se por volta das 9h e após ser servido o café da manhã, o prefeito Sebastião Dias e a secretária de Educação, Lúcia Santos, fizeram a abertura oficial. Os músicos Chagas e Edinho, de Afogados da Ingazeira e a Infância Rimada de Tabira, abrilhantaram a abertura.

O objetivo principal da Conferência é reafirmar o compromisso coletivo pela melhoria da qualidade dos serviços e resultados educacionais, buscando por meio da participação coletiva, projetar metas e estratégias alinhadas ao Plano Municipal de Educação, levando em conta as identidades, especificidades socioculturais locais e articulando a política de educação com as demais políticas sociais.

Na ocasião, Israel Silveira, mestre em Gestão Pública e Educação e Doutorando em Ciências da Educação, ministrou uma palestra sobre “Sistema Nacional de Educação e Plano Nacional de Educação: Uma perspectiva de ações convergentes e consolidação de Direitos Educacionais”.

No segundo momento da Conferência, todos se dirigiram para a Escola Prof. José Odano de Góes Pires, onde participaram de salas temáticas.

Outras Notícias

Câmara avalia hoje parecer pesado do TCE que rejeitou contas de 2007 de Carlos Evandro

Um dos recordistas em contas rejeitadas na região de acordo com levantamento do TCE, o ex-prefeito Carlos Evandro tem mais uma batalha hoje, na votação do exercício de 2007 pelos vereadores de Serra Talhada. A sessão acontece às 20h. O TCE à época rejeitou sua prestação de contas e ainda determinou a devolução de mais […]

evandro-2-570x380Um dos recordistas em contas rejeitadas na região de acordo com levantamento do TCE, o ex-prefeito Carlos Evandro tem mais uma batalha hoje, na votação do exercício de 2007 pelos vereadores de Serra Talhada. A sessão acontece às 20h.

O TCE à época rejeitou sua prestação de contas e ainda determinou a devolução de mais de R$ 370 mil aos cofres públicos.

Em junho, o Pleno do TCE manteve a decisão sobre um débito de mais de R$ 370 mil relativas ao exercício financeiro de 2007 em decisão foi publicada no Diário Oficial e divulgada pelo blog.

A defesa de Carlos havia ingressado com  Embargos de Declaração interpostos em 15/12/2014, contra o Acórdão TCE-PE nº 1499/14, proferido nos autos do Recurso Ordinário TC nº 1301903-0, publicado no Diário Eletrônico do TCE/PE em 05/12/2014.

O Pleno do Tribunal, ao analisar o citado Recurso Ordinário, deu-lhe provimento parcial, “modificando para R$ 370.234,07 o débito anteriormente imputado pelo repasse indevido de valores ao INTERSET não só para  Carlos Evandro Pereira de Menezes. O valor era de mais de R$ 500 mil.

Mas manteve os demais termos do Acórdão punindo o ex-prefeito. Inconformado,  Carlos Evandro interpôs os presentes Embargos de Declaração alegando, inicialmente, sua tempestividade, para, no mérito, sustentar omissões e contradições existentes na decisão embargada. O Pleno negou provimento, mantendo a decisão anterior.

Foi mais uma derrota do ex-prefeito. Além de contas rejeitadas por TCE e Câmara, o nome de Carlos apareceu também apareceu na recente lista do TCU e dívida ativa do município, após ofício do MPPE à Prefeitura. A Câmara, pela composição política e pelo parecer pesado do TCE, pode determinar mais uma derrota ao ex-prefeito, ainda assim confiante.

Em julho do mesmo ano, o ex-prefeito conseguiu finalmente uma vitória jurídica, depois de vários revezes no TCE e com contas rejeitadas também pela Câmara de Vereadores. O TCE reformou a decisão e passou a definir como regulares com ressalvas as contas de 2008.

A decisão, porém, não muda a rejeição já votada pela Câmara, com  base no parecer prévio. Mas pode derrubar a multa quase milionária de mais de R$ 829 mil. O relator foi o Conselheiro Luiz Arcoverde Filho.

Oposição acredita na inelegibilidade de Joelson em Calumbi

Adversários do prefeito Joelson,  de Calumbi,  afirmam que o gestor está inapto à disputa pela reeleição. Isso porque o segundo vice-presidente do TJPE,  Desembargador Eduardo Sertório Canto, negou o pedido de agravos e efeito suspensivo impetrado por Joelson pela condenação em segunda instância por ato de improbidade administrativa. O Desembargador diz em suma que, após […]

Adversários do prefeito Joelson,  de Calumbi,  afirmam que o gestor está inapto à disputa pela reeleição.

Isso porque o segundo vice-presidente do TJPE,  Desembargador Eduardo Sertório Canto, negou o pedido de agravos e efeito suspensivo impetrado por Joelson pela condenação em segunda instância por ato de improbidade administrativa.

O Desembargador diz em suma que, após a publicação da decisão de admissibilidade dos recursos excepcionais, apenas e tão somente o respectivo tribunal superior poderá apreciar o pedido de efeito suspensivo formulado pelo ora agravante. “Em face do exposto, não conheço o pedido incidental de efeito suspensivo”, conclui.

A decisão é do último dia 5.

Joelson foi condenado em ação civil pública de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra ele e Maurely Adriana Cordeiro de Lima, ex-secretária de saúde de Calumbi, em razão de alegada ausência repasse das contribuições previdenciárias ao Fundo Previdenciário Municipal (FUNPREV).

A decisão imputou ao réu as condutas previstas nos arts. 10, caput, e art. 11, caput, da Lei de Improbidade (LIA), em sua fundação, porque os atos narrados implicariam violação aos princípios da administração pública. Os atos têm relação com as gestões anteriores de Joelson. O prefeito alega que a culpa seria da herança das gestões anteriores.

Joelson disputa a preferência do eleitorado com Cícero Simões e teria vantagem segundo pesquisa recente.

O que diz a defesa do prefeito: o blog conversou com aliados do gestor que dizem que trata-se de “desespero da oposição pela situação nas pesquisas”.  Também que o prefeito entrou com uma liminar no STJ. “Ele tem o indubio pro-real e direito líquido e certo”, disse o aliado.

Doutor Ismael tem 94% de aprovação, diz Múltipla

Levantamento realizado pelo Instituto Múltipla indica que a gestão do prefeito Dr. Ismael é aprovada por 94% dos moradores de Santa Cruz da Baixa Verde. O resultado coloca o gestor entre os mais bem avaliados de Pernambuco, segundo os dados da pesquisa. De acordo com o instituto, o índice representa crescimento em relação à aferição […]

Levantamento realizado pelo Instituto Múltipla indica que a gestão do prefeito Dr. Ismael é aprovada por 94% dos moradores de Santa Cruz da Baixa Verde. O resultado coloca o gestor entre os mais bem avaliados de Pernambuco, segundo os dados da pesquisa.

De acordo com o instituto, o índice representa crescimento em relação à aferição anterior, quando a aprovação registrada foi de 88%. O estudo avaliou a percepção da população sobre diferentes áreas da administração municipal.

Na área da saúde, o atendimento hospitalar recebeu nota 8,8, enquanto o atendimento médico foi avaliado com 9,1, em uma escala de 0 a 10. A pesquisa também aponta que cerca de 80% dos entrevistados afirmaram ter encontrado medicamentos disponíveis nas farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBS) quando necessitaram.

No setor educacional, a merenda escolar obteve média 8,7, e o kit de material escolar foi avaliado com 8,6. O transporte escolar registrou a maior nota entre os itens avaliados, com 9,4, segundo os entrevistados.

A limpeza urbana também foi citada na pesquisa. A coleta de lixo domiciliar recebeu nota 9,0, conforme a avaliação dos participantes do levantamento.

A pesquisa do Instituto Múltipla foi realizada nos dias 20 e 21 de janeiro de 2026, com 220 entrevistas aplicadas nas zonas urbana e rural do município. O estudo tem nível de confiança de 95% e margem de erro de ±6,5%.

Afogados: Câmara discute situação do HR

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira voltou a se reunir na noite desta 6ª feira (20) após o período carnavalesco. Foi uma sessão proveitosa com projetos e requerimentos de interesse da população. O Vereador Augusto Martins apresentou requerimento solicitando melhorias na biblioteca pública do município visando oferecer mais condições para estudantes e pesquisadores […]

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A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira voltou a se reunir na noite desta 6ª feira (20) após o período carnavalesco. Foi uma sessão proveitosa com projetos e requerimentos de interesse da população.

O Vereador Augusto Martins apresentou requerimento solicitando melhorias na biblioteca pública do município visando oferecer mais condições para estudantes e pesquisadores que precisam daquele espaço, enquanto o Vereador Luís Bizourão solicitou a construção de calçamento no Povoado da Varzinha.

Ainda na sessão, teve o Projeto de Lei de autoria do Poder Legislativo dando nome do Sargento Paulo que prestou serviços a Afogados durante muito tempo a uma rua no Bairro São Braz.

O Presidente da Câmara, Franklin Nazário, falando a Rádio Pajeú disse que na terceira e última parte foi discutida entre os Vereadores a situação do Hospital Regional Emília Câmara. Segundo ele, já foram encaminhados requerimentos ao governo do estado na época de João Lyra e agora com Paulo Câmara e nenhuma medida foi tomada para melhorar a unidade de saúde.

Franklin disse que mesmo sendo da bancada governista é preciso cobrar por que o povo não pode pagar pela situação que se encontra o Regional.

A próxima sessão está marcada para o próximo dia 25 às 20:00h.

Conselho Deliberativo da Sudene analisará inclusão de novos eixos produtivos no FNE a partir de 2026

Com orçamento estimado em R$ 52,6 bilhões para 2026, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) pode ampliar seu alcance e incorporar novos segmentos produtivos. A indicação foi feita nesta terça-feira (25) pelo comitê técnico que assessora o Conselho Deliberativo da Sudene, responsável por definir as diretrizes de aplicação dos fundos regionais. A pauta […]

Com orçamento estimado em R$ 52,6 bilhões para 2026, o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) pode ampliar seu alcance e incorporar novos segmentos produtivos. A indicação foi feita nesta terça-feira (25) pelo comitê técnico que assessora o Conselho Deliberativo da Sudene, responsável por definir as diretrizes de aplicação dos fundos regionais. A pauta será analisada pelo colegiado no dia 9 de dezembro e inclui também  aspectos relacionados a execução orçamentária do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), previsto em R$ 1,1 bilhão para o próximo exercício.

O superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, destacou que os fundos regionais desempenham papel estratégico na dinamização econômica do Nordeste. “Os fundos ampliam as possibilidades de investimento para empresários e agricultores, do micro ao grande porte. São recursos essenciais para estimular inovação, novas tecnologias e atividades que sustentam uma economia mais robusta e sustentável em nossa região”, afirmou o gestor, que coordenou a reunião na Secretaria de Planejamento do estado da Bahia, onde participou, em agenda anterior, do III Fórum Bahia – China.

Pelas projeções orçamentárias, R$ 32,5 bilhões, equivalente a 62% do FNE, serão destinados a empreendimentos classificados como mini, micro, pequeno e pequeno-médio no exercício do ano que vem. Do total, R$ 25 bilhões devem atender negócios instalados no Semiárido, área prioritária de atuação da Sudene.

Entre as novidades, o comitê técnico sugeriu a inclusão dos empreendedores da economia criativa na programação dos recursos do FNE. A proposta abrange atividades de cultura e artes; mídia e conteúdo; tecnologia criativa; turismo criativo e experiências culturais. Também recebeu parecer favorável a incorporação da Amazônia Azul como eixo estratégico, medida que beneficia diretamente empreendedores de 446 municípios da área da Sudene. O objetivo é fortalecer iniciativas de baixo impacto ambiental e fomentar cadeias científicas, tecnológicas e econômicas relacionadas ao mar, especialmente em regiões costeiras e ribeirinhas da Amazônia Legal e do Nordeste.

Além das diretrizes de financiamento, o colegiado avaliará o novo marco regulatório do FDNE, que atualiza normas operacionais com foco em agilidade, simplificação e governança. Entre os avanços estão a redução de prazos de análise e contratação, maior flexibilidade para apresentação de documentos e exigência de contrapartidas sociais e territoriais mais claras das empresas beneficiadas.

A reunião do Conselho Deliberativo da Sudene também deverá apreciar o Relatório Circunstanciado do FNE 2024 e as propostas de reprogramação de recursos do FNE para o exercício de 2025.