Tabira começou oficialmente os preparativos para o Carnaval 2025, um dos eventos mais aguardados do Pajeú. Na manhã desta segunda-feira (13), o prefeito Flávio Marques se reuniu com a equipe da Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Juventude para definir os primeiros detalhes da folia de Momo.
Durante a reunião, ficou decido que o Carnaval será realizado entre os dias 28 de fevereiro e 5 de março de 2025, com a Secretaria de Cultura encarregada de planejar e coordenar toda a programação.
Estiveram presentes a secretária de Cultura, Neide Nascimento, o coordenador de Eventos, Wilton Confecções, e o produtor Thiago da Net, que irão trabalhar juntos para garantir uma programação animada, envolvendo toda a cidade na folia que é uma das festas mais tradicionais do calendário cultural da cidade.
A prefeita Márcia Conrado e o ex-prefeito e pré candidato a Deputado Estadual, Luciano Duque, ambos do PT, estarão juntos neste sábado na Revista da Cultura, que começa às 11h. Eles falam das principais demandas para Serra Talhada e prometem anúncios de novos investimentos para a cidade, fruto da parceria da dupla. Luciano e Márcia […]
A prefeita Márcia Conrado e o ex-prefeito e pré candidato a Deputado Estadual, Luciano Duque, ambos do PT, estarão juntos neste sábado na Revista da Cultura, que começa às 11h.
Eles falam das principais demandas para Serra Talhada e prometem anúncios de novos investimentos para a cidade, fruto da parceria da dupla.
Luciano e Márcia respondem a dúvidas da equipe de jornalistas da Cultura FM. Participam Karen Diniz, Tony Alencar, Orlando Santos e Ranilson Clebson.
A pauta política também estará na pauta. Duque e Márcia falam das perspectivas para 2022 no cenário estadual e nacional. A candidatura de Luciano Duque a estadual e outros temas relativos à pauta também estarão em debate.
Participe, pelo (87) 3831-1314 ou (87) 9-8874-1314. Acompanhe também pelas redes sociais da Cultura FM.
Em Cortês, a Secretaria de Saúde anunciou esta tarde a vacinação para o público a partir de 16 anos. Isso mesmo, 16 anos sem comorbidades. Lá a prefeita Fátima Borba (Republicanos) anunciou a façanha. Cortês é a terra natal do médico Edson Moura. A relação com o Pajeú não pára por aí. Fátima morou muitos […]
Em Cortês, a Secretaria de Saúde anunciou esta tarde a vacinação para o público a partir de 16 anos.
Isso mesmo, 16 anos sem comorbidades. Lá a prefeita Fátima Borba (Republicanos) anunciou a façanha. Cortês é a terra natal do médico Edson Moura.
A relação com o Pajeú não pára por aí. Fátima morou muitos anos em São José do Egito. Em Cortês foi vereadora por cinco mandatos até se credenciar para disputar a prefeitura.
E tem mais: a Secretária de Saúde de Cortês, Flaviana Marques de Sousa Melo Sampaio é serra-talhadense, nora da prefeita. Cortês é uma das primeiras cidades do Brasil a vacinar o público alvo a partir dos 16 anos.
O prefeito eleito de Iguaraci Zeinha Torres é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, que passa a ouvir prefeitos da região eleitos durante esta semana. A vitória de de Zeinha contra Dessoles em Iguaraci foi uma das mais comentadas no Pajeú. Virou candidato aos 46 do segundo tempo depois da desistência […]
O prefeito eleito de Iguaraci Zeinha Torres é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, que passa a ouvir prefeitos da região eleitos durante esta semana.
A vitória de de Zeinha contra Dessoles em Iguaraci foi uma das mais comentadas no Pajeú. Virou candidato aos 46 do segundo tempo depois da desistência de Pedro Alves. E venceu um prefeito de três mandatos que não era mal avaliado.
Zeinha teve 54,72% dos votos válidos, contra 45,28% de Dessoles.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando AM 1500 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9658-0554.
Em 2 de junho de 2022: Entre a lama e a desesperança, mais de uma centena de vidas foram perdidas em Pernambuco desde a última quarta-feira (25). Vítimas de deslizamentos de barreiras e de enxurradas provocadas pelas chuvas torrenciais, 126 pessoas morreram, segundo as últimas informações oficiais. Essa já é a maior catástrofe natural do século 21 no Estado e a maior de uma […]
Em 2 de junho de 2022: Entre a lama e a desesperança, mais de uma centena de vidas foram perdidas em Pernambuco desde a última quarta-feira (25). Vítimas de deslizamentos de barreiras e de enxurradas provocadas pelas chuvas torrenciais, 126 pessoas morreram, segundo as últimas informações oficiais. Essa já é a maior catástrofe natural do século 21 no Estado e a maior de uma geração inteira.
Em 1966, uma grande cheia tomou conta do Recife. Era 30 de maio daquele ano quando diversas partes da cidade ficaram submersas devido ao transbordamento do rio Capibaribe. Imagens de acervos históricos mostram até mesmo a avenida Caxangá tomada por água.
O caos no Recife ganhou repercussão nacional. À época, a Folha de S.Paulo anunciava: “Calamidade pública no Recife inundado por chuvas”. A água chegou a mais de dois metros de altura em diversos bairros da cidade. Os registros indicam 175 mortos, naquela que é a maior catástrofe natural do Estado em números.
Já em 1975, a cheia ficou marcada pelo boato do rompimento da barragem de Tapacurá e teve até registro de mortes por ataques cardíacos diante do susto causado pela notícia falsa.
Cerca de 80% do território habitado do Recife ficou debaixo d’água. O transbordamento do Capibaribe, em 17 de julho, paralisou a capital pernambucana e diversos municípios por ele banhados. Ao todo, 107 pessoas morreram naquele ano.
A historiadora Gizelly Medeiros recorda que as duas grandes enchentes na capital pernambucana ocorreram durante o período da ditadura militar (1964-1985).
“A cheia de 1966 teve mais mortes, mais pessoas foram atingidas. No entanto, a de 1975 foi mais caótica, causou mais danos, deixou o Recife completamente alagado”, cita. Os dois presidentes militares que estavam ocupando o cargo na época – Castelo Branco e Ernesto Geisel, respectivamente – vieram ao Recife. “Tentaram fazer alguma coisa, mas nada foi feito naquele período”, completa Gizelly.
O problema de cheias no Recife é histórico e remonta aos períodos colonial e da invasão holandesa. “A primeira enchente que se tem notícia no Recife foi no século 17, lá pelos anos 1600. Maurício de Nassau governava o Recife quando aconteceu a segunda grande enchente e ele foi uma das primeiras pessoas que mandou construir nas margens do Capibaribe, na região que seria mais ou menos Afogados [bairro da Zona Oeste do Recife]”, acrescenta a historiadora.
Cortada por dezenas de rios, a cidade não é conhecida como “Veneza Brasileira” à toa. E as chuvas intensas, que, de tempos em tempos, vêm “maiores do que o esperado”, intensificam o drama, especialmente, de quem mora nos morros e barreiras, diante da falta de infraestrutura e de moradia digna.
O professor e pesquisador do programa de pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Osvaldo Girão lembra que as mortes das cheias do século passado e das chuvas deste ano têm características diferentes.
“As cheias de 66 e 75 eram em um momento em que a população recifense era menor. Hoje temos 1,6 milhão de habitantes, mas naqueles anos tínhamos uma população certamente menor que 1 milhão, mas que habitava na área de planície. Por conta disso, os casos de óbitos eram majoritariamente ligados à questão de afogamento. Comparando com o momento atual, tivemos muitos mortos por movimentos de massa que são esses deslizamentos”, explica Girão.
O maior adensamento populacional em direção aos morros e encostas da cidade contribuíram para esta problemática. As soluções passam por planejamentos de médio e longo prazo, defende o professor. “Talvez, de imediato resolver problemas de drenagem nessa área de encosta. A água cai e muitas vezes não há direcionamento dessa água. É preciso fazer com que essa água chegue rapidamente no sopé da encosta”, completa Osvaldo Girão.
O poder público, completa o professor, tem a responsabilidade de fazer com que essas áreas não sejam ocupadas, mas que a população seja realocada. Essa, inclusive, não é uma demanda de apenas uma gestão, mas de duas ou três, segundo o professor.
“A tendência pelo que a gente vê por conta do aquecimento global é que esses eventos se tornem mais frequentes. Essas ondas de leste [fenômeno que causou as chuvas torrenciais deste ano] têm intensidade maior desde a década passada”, frisa.
Também chamado de Distúrbio Ondulatório de Leste, o fenômeno é uma configuração dos ventos que favorece a elevação da umidade de baixos níveis para altos níveis. Quando a umidade encontra certa altura, transforma-se em nuvens e, dependendo da quantidade de umidade, em nuvens de tempestade. Aliada ao sistema, a temperatura do oceano até três graus mais quente do que o normal para esta época do ano intensificou as chuvas.
É preciso também investir em prevenção, acrescenta o professor. Ele defende, por exemplo, mais investimentos em prevenção por parte da Defesa Civil: “A Defesa Civil no Brasil é muito de ação no pós-evento. O que acontece antes do evento? As populações devem interagir e reconhecer os riscos, deve conhecer seu ambiente, os dispositivos de alerta, a possibilidade de evacuação”, fecha Girão.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro foi contaminada pelo novo coronavírus, informou hoje a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência). O teste realizado por ela apresentou resultado positivo menos de uma semana depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciar que estava curado da doença. “Michelle Bolsonaro testou positivo para covid-19 nesta quinta-feira, 30. […]
A primeira-dama Michelle Bolsonaro foi contaminada pelo novo coronavírus, informou hoje a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência). O teste realizado por ela apresentou resultado positivo menos de uma semana depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciar que estava curado da doença.
“Michelle Bolsonaro testou positivo para covid-19 nesta quinta-feira, 30. Ela apresenta bom estado de saúde e seguirá todos os protocolos estabelecidos. A primeira-dama está sendo acompanhada pela equipe médica da Presidência da República”, informou a Secom, em nota.
Este não é o primeiro teste realizado por Michelle. Em 11 de julho, ela havia feito o exame, e o resultado foi negativo. As duas filhas (Laura e Letícia) também estavam livres da doença, na ocasião.
Além do marido, cujo diagnóstico positivo para covid ocorreu em 7 de julho, Michelle teve outra pessoa da família infectada: a avó, Maria Aparecida Firmo Ferreira, está internada desde 1º de julho em estado grave no HRSM (Hospital Regional de Santa Maria), no Distrito Federal.
Você precisa fazer login para comentar.