ST: Prefeitura e 14º BPM inauguram Posto da Polícia Militar em Varzinha
Por Nill Júnior
A Prefeitura Municipal de Serra Talhada e o 14º Batalhão de Polícia Militar inauguram nesta quinta-feira (08), a partir das 16h, o Posto Policial do Distrito de Varzinha.
O equipamento funcionará no prédio do antigo posto de saúde do distrito, que foi cedido pelo município ao comando da Polícia Militar de Pernambuco – PMPE, através de parceria com o governo estadual.
“O posto policial era um anseio da população de Varzinha, e nós fizemos o possível para contribuir, cedemos o espaço do antigo posto de saúde, reformamos e adquirimos o mobiliário, agora estamos entregando ao comando da Polícia Militar, que terá um ponto de apoio para o efetivo responsável pela segurança naquela região”, comentou o prefeito Luciano Duque.
De acordo com informações do Tenente-Coronel Girley Figueiredo, comandante do 14º BPM, o posto contará com guarnição diária formada por três policiais militares e viatura para atender a população de Varzinha e dos demais distritos e comunidades adjacentes.
“Essa parceria entre o município e a Polícia Militar vem servindo de exemplo para outras cidades da nossa Área Integrada de Segurança, por ser um modelo que vem dando certo, como no bairro Vila Bela”, destacou o coronel, se referindo ao Posto Avançado da Polícia Militar inaugurado pela Prefeitura em dezembro de 2017.
Moradores de Santa Rosa, município de Carnaíba, voltaram a dizer participando do Repórter Popular, da Rádio Pajeú, que nada mudou na luta para que deixem o local após processo justo, em virtude da instalação da fábrica de cimentos do Grupo Petribu. Todo aquele movimento de um ano atrás buscando rapidez nas indenizações para que os […]
Com apoio da Fetape, protesto foi feito ano passado. Comunidade reclama de lentidão no processo de avaliação das terras pelo Iterpe
Moradores de Santa Rosa, município de Carnaíba, voltaram a dizer participando do Repórter Popular, da Rádio Pajeú, que nada mudou na luta para que deixem o local após processo justo, em virtude da instalação da fábrica de cimentos do Grupo Petribu. Todo aquele movimento de um ano atrás buscando rapidez nas indenizações para que os moradores pudesse ao menos deixar o local após uma avaliação justa ainda não saiu da promessa, afirmam.
Noite passada, segundo Mayara Silva, representante da comunidade, moradores tiveram que se mobilizar para conseguir dormir. “Meia noite as pessoas foram até a fábrica para pedir para parar de quebrar pedra. Como se não bastasse a poeira, o mal cheiro e poluição, nem a noite podemos dormir mais. Como representantes do poder público podem dormir sossegados, sabendo que as pessoas estão passando por isso ?” – questionou.
Outra reclamação é a de que, após o protesto do ano passado, o processo de indenização das famílias de Santa Rosa não andou. “Tivemos a reunião fruto do protesto há praticamente um ano e aguardamos parecer da Prefeitura. Iniciaram a avaliação pelo Iterpe, mas aí teve a campanha política”. Ela disse ter mantido contato com Doriel Barros, Presidente da Fetape, cobrando pressão para andamento do processo. “Liguei pra Doriel da Fetape e ele disse que a transição de governo atrapalhou o processo, prometendo lutar para acelerar uma avaliação”.
Segundo ela, não são poucas as pessoas da comunidade com crises respiratória, de garganta pela fuligem fruto da ação da fábrica. “Parece que querem nos vencer pelo cansaço. Que a gente saia de lá e vá morar de aluguel sem receber um centavo. O mal cheiro é horrível, fruto dos produtos químicos usados, além da poeira e do barulho”, denuncia.
do G1 Mais restos mortais foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros, na madrugada desta quinta-feira (14), durante o trabalho de busca realizado no local do acidente que matou o candidato a presidência da República Eduardo Campos (PSB), em Santos, no litoral de São Paulo. O avião onde estava o ex-governador de Pernambuco e mais seis […]
Mais restos mortais foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros, na madrugada desta quinta-feira (14), durante o trabalho de busca realizado no local do acidente que matou o candidato a presidência da República Eduardo Campos (PSB), em Santos, no litoral de São Paulo. O avião onde estava o ex-governador de Pernambuco e mais seis pessoas caiu na manhã da última quarta-feira (13).
As equipes localizaram pedaços da fuselagem da aeronave. Os bombeiros retiraram uma laje de uma das casas atingidas no acidente e, com ajuda de uma retroescavadeira, tentam desenterrar a frente do avião. “Não encontramos um corpo, mas pedaços de carne humana. A estratégia e estamos avançando. Vamos conseguir alcançar objetivo de localizar o restante dos corpos. Encontramos um ponto. Agora, estamos realizando a escavação para localizar outras vítimas que acabaram perdendo a vida no acidente”, falou Marcos Palumbo, capitão do Corpo de Bombeiros.
Por volta das 3 horas, a imprensa teve acesso a uma área próxima ao local. Um carro do Instituto Médico Legal (IML) chegou ao local para levar os restos mortais encontrados. Palumbo não acredita que a cabine tenha explodido junto com a aeronave. “Não acredito que houve explosão da cabine, mas sim que ela se enterrou, acabou prensada e as pessoas lá dentro também”, disse o capitão, que explicou que toda vez que a retroescavadeira para, é para verificar se encontrou mais alguma coisa.
A área onde os bombeiros realizam o trabalho é a única que ainda não havia sido explorada pelas equipes de busca. De acordo com o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, os trabalhos prosseguirão ininterruptamente até que a área seja liberada para os moradores. Cerca de 50 pessoas tiveram imóveis interditados para a realização das atividades. A expectativa é que elas possas retornar para casa na manhã desta quinta (14).
JC Online com agências O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do governo no Senado, e o deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM) estão sendo cotados para ocupar ministérios. Colocar FBC para comandar a articulação política na Casa Civil é o plano B do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para tentar solucionar a crise que […]
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e o filho dele, deputado Fernando Bezerra Coelho Filho (DEM-PE)
JC Online com agências
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), líder do governo no Senado, e o deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM) estão sendo cotados para ocupar ministérios.
Colocar FBC para comandar a articulação política na Casa Civil é o plano B do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para tentar solucionar a crise que tem como protagonista o atual ministro da pasta, Onyx Lorenzoni (DEM). O filho do senador, Fernando Coelho, pode assumir o Ministério de Minas e Energia em maio.
O esvaziamento das funções da Casa Civil e a demissão de assessores da pasta, anunciados na quinta-feira (30.01) pelo presidente foram vistos por integrantes do governo como o “fim da linha” para Onyx Lorenzoni.
De acordo com apuração da Folha de S. Paulo, buscando um nome para o comando da Casa Civil, Bolsonaro tem como favorito Jorge Oliveira, atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, que estaria demonstrando resistência. O plano estudado é o de fundir a Casa Civil com a Secretaria-Geral da Presidência.
Outra opção para a Casa Civil seria a nomeação de um dos líderes do governo como Fernando Bezerra Coelho, do Senado, ou Eduardo Gomes (MDB-TO), do Congresso. No entanto, a indicação de FBC tem um obstáculo.
A nomeação pode inviabilizar que Fernando Coelho assuma Minas e Energia no mês de maio, quando o atual ministro, Bento Albuquerque, deverá ser indicado para vaga destinada à Marinha no Superior Tribunal Militar (STM).
Além disso, articuladores políticos do presidente consideram, neste momento, que prestigiar o MDB poderia desencadear um movimento de partidos que votam com o governo Bolsonaro por mais espaço na Esplanada.
A prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino, vai coordenar o programa de governo do pré-candidato Miguel Coelho. Após reunião com a equipe da pré-campanha, ela explicou que, além das lideranças políticas e da população, economistas, especialistas em políticas públicas e membros da Academia foram convidados a contribuir para o programa de governo, que será dividido em […]
A prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino, vai coordenar o programa de governo do pré-candidato Miguel Coelho. Após reunião com a equipe da pré-campanha, ela explicou que, além das lideranças políticas e da população, economistas, especialistas em políticas públicas e membros da Academia foram convidados a contribuir para o programa de governo, que será dividido em quatro pilares.
“Queremos saber que Pernambuco é esse que pretendemos transformar e que seja o melhor lugar para se viver e se empreender. Ninguém transforma nada sozinho. Miguel está fazendo uma série de reuniões com entidades renomadas e parceiros que nos ajudaram em nossos governos em Bezerros e Petrolina e que vão colaborar para a construção do plano definitivo, que traduza o sentimento da população, para ser lançado até julho”, afirmou a prefeita.
Filha de agricultores, Lucielle cresceu no Distrito de Serra Negra, zona rural de Bezerros, e percorreu um longo caminho antes de entrar na vida pública. Frequentou a escola pública até se graduar em Geografia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Além de integrar grupos de pesquisa científica no Brasil e na Espanha em tecnologia e meio ambiente, sua trajetória inclui a atuação junto a instituições voltadas para educação e segurança pública e posições de liderança em organizações como Renova BR e Fundação Lemann.
PorPernambuco – O programa de governo tem sido construído por Miguel Coelho desde o ano passado em reuniões com segmentos da sociedade e por meio de eventos em diversas cidades. Nesta semana, o pré-candidato lançou o site www.PorPernambuco.com.br para a população enviar sugestões sobre as demandas do estado de forma rápida e digital.
A fala foi durante sua apresentação na assembleia extraordinária da Amupe, na última terça. A presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), Marilia Bezerra, apresentou durante a assembleia extraordinária da Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, na última terça-feira (27/08), as ações que o Governo do Estado está tomando para conter os efeitos de […]
A fala foi durante sua apresentação na assembleia extraordinária da Amupe, na última terça.
A presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), Marilia Bezerra, apresentou durante a assembleia extraordinária da Associação Municipalista de Pernambuco – Amupe, na última terça-feira (27/08), as ações que o Governo do Estado está tomando para conter os efeitos de uma Lei de autoria do deputado Daniel Coelho que dificulta o serviço dos trabalhadores de transporte complementar no Estado.
Trata-se da Lei n. 13.855/19, antiga PL n. 5.446/16, que modificou o Art. 231 da Lei do Código de Trânsito Brasileiro, e instaurou infração gravíssima, com 7 pontos na carteira, multa de R$ 1.467,35 e imediata retenção do veículo, para quem efetuar transporte remunerado de pessoas ou bens, quando não for licenciado para esse fim. A medida passa a vigorar a partir do dia 09 de outubro.
A presidente da EPTI classificou a Lei como “presente de grego” e disse que logo após de saber do ocorrido “o Governador Paulo Câmara prontamente baixou um decreto que instaurou uma comissão especial para discutir a elaboração de um plano de ação, com o objetivo de produzir estudos, propostas e encaminhamentos sobre o tema. Pois entende a quantidade de empregos gerados direta e indiretamente com o serviço”, completou.
Durante sua apresentação, Marília trouxe uma proposta de pré-credenciamento para os trabalhadores, com o intuito de mapear a que estará disponível em breve no site da EPTI (epti.pe.gov.br). “Logo estará disponível o cadastro que pode ser feito através de um CPF válido e todo o cadastro é bem simples, para que possamos ter uma dimensão, ainda mais precisa, de todos os dados”, concluiu.
Para o representante das Associações e Cooperativas do Estado de Pernambuco, João Chaves, “é importante que os prefeitos estejam cientes da importância das lotações para a economia do município e a quantidade de pessoas que podem perder os seus empregos com o fim da atividade”. O prefeito de Brejo da Madre de Deus, Hilário Paulo, em fala perante a EPTI, destacou que o transporte complementar de bens e passageiros é parte importante da economia do município. “Em nome da economia de nosso município estudem esse tema. Se esses trabalhadores forem vetados, podem colocar uma porteira e um cadeado na entrada da nossa cidade, por que vocês fecharam o município de ponta a ponta”, destacou.
“A realidade de Brejo da Madre de Deus é a mesma de dezenas de municípios pernambucanos, devemos discutir isso ativamente”, disse o presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota. Segundo ele, “esse é um problema antigo, mas aqui a gente criou encaminhamentos e a Amupe vai ter diálogo constante com o Estado para monitorar o tema”, frisou.
Participaram da mesa o secretário de Desenvolvimento Social, Sileno Guedes, que fez as honras da mesa e discutiu o atual cenário do transporte complementar no Estado na perspectiva de pensar um modelo de transporte complementar satisfatório para passageiro e para as associações e cooperações do serviço. Os representantes das associações e cooperativas de transporte complementar do Estado, João Chaves, o deputado estadual Antônio Fernando, o presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota e demais autoridades.
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