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Solidão: Cida Oliveira acusa grupo adversário de perseguição e hostilização

Por André Luis

Em nota enviada ao blog, a coligação da candidata a prefeita de Solidão, Cida Oliveira, relatou que na noite desta quarta-feira (11), foi perseguida e hostilizada por pessoas ligadas a candidatura adversária. Leia abaixo a íntegra do relato.

Na noite de ontem, dia 11 de novembro de 2020, a candidata a prefeita de Solidão, Cida Oliveira, juntamente com o seu marido José de Jesus Oliveira e o candidato a vice Dionisio Inácio, enquanto realizavam visitas aos seus eleitores, foram perseguidos por motoqueiros ligados ao grupo politico do candidato a prefeito adversário, dentre eles, dois funcionários da prefeitura que de forma irresponsável, faziam manobras perigosas trancando a passagem do veículo da candidata, direcionando gestos hostis e xingamentos, e assumindo o risco de lhe causar grave acidente. 

Trata-se de um ato inconsequente praticado no momento em que há relevante aumento no número de assaltos e assassinatos na região. Diante desse cenário e das ameaças a sua integridade física e psíquica, a candidata lavrou Boletim de Ocorrência policial, para fins de tomar as medidas judiciais pertinentes ao caso. Leia aqui, o boletim.

Outras Notícias

Rogério Lins confirma apoio de Dessoles à chapa governista em Iguaracy

O ex-candidato a prefeito de Iguaracy em 2020, Rogério Lins (MDB), oficializou o apoio do ex-prefeito Francisco Dessoles à chapa governista do candidato a prefeito Dr. Pedro Alves e do candidato a vice-prefeito Marquinhos Melo, ambos do PSDB. O anúncio foi feito durante a convenção partidária que homologou os nomes de Pedro e Marquinhos na […]

O ex-candidato a prefeito de Iguaracy em 2020, Rogério Lins (MDB), oficializou o apoio do ex-prefeito Francisco Dessoles à chapa governista do candidato a prefeito Dr. Pedro Alves e do candidato a vice-prefeito Marquinhos Melo, ambos do PSDB.

O anúncio foi feito durante a convenção partidária que homologou os nomes de Pedro e Marquinhos na disputa eleitoral deste ano.

Durante a convenção, Rogério Lins destacou a importância da aliança com Dessoles.

“A colaboração de Francisco Dessoles é um ativo valioso para nosso projeto político. Sua experiência e conhecimento são fundamentais para enfrentar os desafios”, afirmou Lins.

Zeinha Torres e Dr. Pedro Alves em suas falas agradeceram ao apoio de Dessoles.

Magno Martins admite disputar vaga no Senado

Convidado do Debate das Dez da Rádio Pajeú o jornalista Magno Martins admitiu que pensa na possibilidade de disputar uma vaga ao Senado. “Falta a renovação de lideranças. Se você pergunta quem seria candidato natural ao Senado, o governador Paulo Câmara não vai. Outro seria Fernando Bezerra Coelho mas o filho é candidato a governador. […]

Convidado do Debate das Dez da Rádio Pajeú o jornalista Magno Martins admitiu que pensa na possibilidade de disputar uma vaga ao Senado.

“Falta a renovação de lideranças. Se você pergunta quem seria candidato natural ao Senado, o governador Paulo Câmara não vai. Outro seria Fernando Bezerra Coelho mas o filho é candidato a governador. Quem então tem? Existe esse vácuo”.

O jornalista afirmou que já chegou a ter seu nome ventilado no passado,  mas nunca admitiu disputar. E explicou porque quer entrar no debate.  “Pernambuco virou a República dos Campos. Foi assim com João Campos,  agora com Pedro candidato. É um ‘governo familial’. Pernambuco não aguenta mais”, disse, para afirmar que o Estado sempre teve grandes lideranças nacionais,  ao contrário de hoje.

“Vamos ficar dependendo de uma família, oligarquia, de uma república dos Campos? Eu não tenho medo dessa gente”.

Magno disse ser alvo de 12 processos de socialistas contra ele. “Vou vencer eles”, afirmou antes de voltar a chamar Geraldo Júlio de “Covidão”, fazendo alusão às operações da PF.

Perguntado se teria estrutura para um campanha desse tamanho,  citou a eleição de Carlos Wilson na terceira via em 1994.  “As pessoas tem como separar joio do trigo”.

Magno garante que, se candidato,  não será nem pelo palanque de Bolsonaro muito menos pelo de Lula. E disse ser simpatizante de nomes como Eduardo Leite e Rodrigo Pacheco. “Precisamos do enfrentamento ao status quo”, acrescentou.

Leitores cobram prefeitura de Tabira por “cuscuz da Pedro Pires”

Leitores tabirenses questionam a gestão Nicinha Melo pelo padrão de qualidade adotado para esse serviço em um poste na Praça Pedro Pires Ferreira. Como o poste do semáforo estava com a base corroída por ferrugem, a solução encontrada foi essa mostrada na imagem: um cuscuz de cimento para manter a base. O receio é de […]

Leitores tabirenses questionam a gestão Nicinha Melo pelo padrão de qualidade adotado para esse serviço em um poste na Praça Pedro Pires Ferreira.

Como o poste do semáforo estava com a base corroída por ferrugem, a solução encontrada foi essa mostrada na imagem: um cuscuz de cimento para manter a base.

O receio é de que o cimento, mesmo com esse “padrão estético”, não segure a estrutura. “Ideal era substituir a estrutura pra não ficar essa pintura”, disse o leitor.

As imagens mostram uma simples intervenção da equipe da prefeitura no poste do semáforo da Praça Pedro Pires que estava com a base corroída pela ferrugem e correndo risco de cair. O blog se coloca a disposição da gestão para publicar seu posicionamento.

Teresa lidera para o Senado

Na pesquisa do mesmo instituto Atlas/Arko ao Senado,  a petista Teresa Leitão surge com 25,1% das intenções de voto. Pontuando em segundo lugar, surge o postulante bolsonarista, Gilson Machado (PL), com 16,5%. Em terceiro, surge o candidato de Marília Arraes (SD) à Casa Alta, André de Paula (PSD), 10,6%. Com 95% de confiança, o levantamento […]

Na pesquisa do mesmo instituto Atlas/Arko ao Senado,  a petista Teresa Leitão surge com 25,1% das intenções de voto.

Pontuando em segundo lugar, surge o postulante bolsonarista, Gilson Machado (PL), com 16,5%.

Em terceiro, surge o candidato de Marília Arraes (SD) à Casa Alta, André de Paula (PSD), 10,6%. Com 95% de confiança, o levantamento foi realizado entre os dias 22 e 27 de agosto e possui uma margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Dando sequência ao ranking, o candidato de Raquel Lyra a senador, Guilherme Coelho (PSDB), tem 4.4%, pontuando em 4º lugar. Em seguida, aparecem Eugênia Lima (Psol), 3,2%, Esteves Jacinto (PRTB),2,4%, e Carlos Andrade (UB), 1,4%.

Dayse Medeiros (PSTU) não conseguiu alcançar 1% dos votos, ficando com 0,4% das intenções. Roberta Rita (PCO) não pontuou. 12,5% dos/as entrevistados/as afirmaram que pretendem votar em branco ou nulo; 23,6% não souberam responder.

A pesquisa, registrada com o código PE-010455/2022 no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), entrevistou 1600 eleitores/as por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR).

A matemática eleitoral, os desempenhos de candidatos e partidos em Afogados da Ingazeira

Por Alexandre Morais, especial para o Blog A chamada matemática eleitoral é uma “ciência” entendida por poucos. Daí ser tão questionados os casos de candidatos a vereador com alta votação não serem eleitos, enquanto outros vencem mesmo com menor número de votos. Este ano em Afogados da Ingazeira chamou atenção a eleição de Toinho da […]

Por Alexandre Morais, especial para o Blog

A chamada matemática eleitoral é uma “ciência” entendida por poucos. Daí ser tão questionados os casos de candidatos a vereador com alta votação não serem eleitos, enquanto outros vencem mesmo com menor número de votos.

Este ano em Afogados da Ingazeira chamou atenção a eleição de Toinho da Ponte (Podemos). Toinho obteve 260 votos e deixa de fora dez candidatos mais votados que ele. Estão nessa lista nomes como os atuais vereadores Rivelton Veterinário, com 781 votos, Luiz Bizorão, com 760, e Augusto Martins, com 474.

O que explica estes resultados é o chamado quociente eleitoral, que é definido a partir da divisão do total de votos válidos para vereador pela quantidade de vagas na Câmara. Como geralmente esta conta não alcança o total do número de vagas, existe ainda o cálculo das médias ou sobras eleitorais.

Eleitos diretos e pela sobra : o quociente eleitoral é antigo, mas as eleições 2020 trouxeram como novidade o fim das coligações partidárias para vereador. Com isso, para o alcance do quociente os votos são somados apenas entre os candidatos de um mesmo partido.

Com 20.020 votos válidos para vereador e havendo 13 vagas na Câmara, o quociente eleitoral foi de 1.540. Para a chamada eleição direta (sem o cálculo das sobras) o partido elege um vereador (o mais votado), a cada vez que a soma das votações dos candidatos filiados alcance o quociente.

Aplicadas as contas, oito candidatos tiveram eleição direta e cinco foram eleitos pelas sobras. Direto foram eleitos Rubinho do São João, Sargento Argemiro e Douglas Eletricista, pelo PSD, e Reinaldo Lima, Vicentinho e Cícero Miguel, pelo PSB, mais Gal Mariano, pelo PDT, e Cancão, pelo MDB. Nas sobras, pela ordem, foram eleitos César Tenório (PDT), Raimundo do Foto (PSB), Erickson Torres (PSD), Édson de Zé Negão (PTB) e Toinho da Ponte (Podemos).

Outra novidade é que os partidos que não alcançaram o quociente eleitoral ganharam o direito de concorrer às sobras. Foi o que aconteceu com PTB e Podemos, que elegeram vereadores mesmo ficando abaixo de 1.540. O PTB somou 1.276 e o Podemos, 1.273 votos.

Suplentes: a definição dos eleitos define, automaticamente, os suplentes. Em regra, todo candidato não eleito é um suplente, obedecendo-se claro a ordem de votação e desde que o partido ao qual é filiado tenha eleito pelo menos um vereador.

E aí novamente não importa a quantidade de votos. Os não eleitos são suplentes apenas de seus partidos. Assim, ficaram como primeiros suplentes: Cafú (Podemos), Adriana de Renon (PTB), Subtenente Gleidson (MDB), Auxiliadora da Saúde (PDT), Rivelton Veterinário (PSB) e Augusto Martins (PSD).

PT, PV e PSC sem votação mínima: além de todas as outras, foi aplicada este ano a regra da votação nominal mínima. Determina que para se eleger o candidato precisa alcançar o número mínimo de votos equivalente a 10% do quociente eleitoral. Não alcançando, fica fora de todos os cálculos, inclusive das sobras.

Foi o que aconteceu com PT, PV e PSC. Com o quociente em 1.540, a exigência era de votação nominal mínima de 154 votos. O PT apresentou três candidatos. A mais votada foi Mônica Souto, com 152 votos. No PV, com 13 candidatos, o mais votado foi o ex-vereador Zé Carlos, com 149 votos. No PSC, com 09 candidatos, a mais votada foi Rejane Lima, com 57 votos. Os números colocam os três como os piores desempenhos partidários dessas eleições.

PSB e PSD confirmam força: o PSB, do prefeito eleito Sandrinho Palmeira, e o aliado PSD confirmaram as previsões e saem fortalecidos. Cada um elegeu quatro vereadores e juntos somam 10.968 votos, equivalente a 89,5% dos votos obtidos por Sandrinho.

O PSD teve os dois vereadores mais votados, os reeleitos Rubinho do São João, com 1.121 votos, e Sargento Argemiro, com 954. Os outros eleitos pelo partido foram Douglas Eletricista, um dos estreantes, com 896 votos, e Erickson Torres, que volta à Câmara, com 497.

Pelo PSB foram reeleitos os vereadores Reinaldo Lima, 947 votos, Cícero Miguel, 856 votos, e Raimundo do Foto, com 831. O quarto é o ex-vereador Vicentinho, com 857 votos.

PDT renova: sem nenhum vereador na atual legislatura, o PDT figura como a terceira maior votação partidária, o terceiro partido em número de eleitos, elegeu dois novatos e entres estes uma mulher, também não existente na atual composição da Câmara. A sigla reuniu 13 candidatos e somou 3.010 votos. Foram eleitos Gal Mariano, com 672 votos, e César Tenório, com 488.

Voto descasado : o efeito pandemia levou muita gente a acreditar no aumento das abstenções, que é o não comparecimento dos eleitores às urnas. Previsão não confirmada. Os votos válidos para prefeito mantiveram o mesmo percentual (69% do eleitorado), mas numericamente subiram de 18.785 em 2016 para 19.097 em 2020. Para vereador os válidos foram ainda maiores que os para prefeito: 20.020.

Além destas divergências, os números mostram os chamados votos descasados, quando o eleitor vota no candidato a prefeito de uma coligação e no candidato a vereador de outra. No total, 97 candidatos foram votados: 74 pela coligação de apoio a Sandrinho Palmeira, 14 de Zé Negão e nove de Capitão Sidney.

Enquanto Sandrinho teve 12.251 votos, a soma dos candidatos da própria coligação foi maior: 17.222. Inversamente Zé Negão teve mais que o dobro da votação de seus candidatos a vereador: 6.258 e 2.549, respectivamente. Parecido aconteceu com o Capitão Sidney, que teve 588 votos e os candidatos de sua base tiverem menos que a metade: 239.

Justifica ainda esta divergência o maior número de votos brancos e nulos. Para prefeito foram 2.215. Para vereador, 1.292.