Afogados: Socorro Martins confirmada como Secretária Executiva de Assistência Social
Por Nill Júnior
Socorro, quando comandava a Assistência Social em Iguaracy: função executiva em Afogados
Socorro, quando comandava a Assistência Social em Iguaracy: função executiva em Afogados
Sem alarde, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai preenchendo as lacunas no primeiro e segundo escalões.
Sem nota à imprensa ou qualquer comunicado, foi confirmado o nome de Socorro Martins para a Secretaria Executiva de Assistência Social.
A confirmação já foi formalizada pelo prefeito José Patriota e Socorro já participou ontem de uma avaliação da pasta, além do planejamento para o ano de 2017. A Secretária Joana Darck Freitas e a Coordenadora do Programa Bolsa Família, Zulene Alves, permanecem no governo.
Socorro foi Secretária de Assistência Social em Iguaracy, na gestão do ex-prefeito Francisco Dessoles. É esposa do vereador, ex-presidente da Câmara e ex-vice Prefeito Augusto Martins. Com o tempo, colecionou experiência na área, tendo no passado também ocupado funções executivas em Afogados.
É o segundo cargo do qual se tem conhecimento preenchido no time dos Secretários Executivos, antes denominados Adjuntos. O primeiro foi César Tenório, confirmado como Secretário Executivo de Cultura e Esportes.
A vice-governadora de Pernambuco Luciana Santos foi reconduzida à presidência nacional de seu partido, o PCdoB. Ela continuará a comandar a sigla pelos próximos quatro anos. A reeleição aconteceu durante o Congresso da legenda, que se encerrou no último domingo (17), após três dias de deliberações. No evento, foi aprovada também uma resolução política com […]
A vice-governadora de Pernambuco Luciana Santos foi reconduzida à presidência nacional de seu partido, o PCdoB. Ela continuará a comandar a sigla pelos próximos quatro anos.
A reeleição aconteceu durante o Congresso da legenda, que se encerrou no último domingo (17), após três dias de deliberações.
No evento, foi aprovada também uma resolução política com foco no fortalecimento da agremiação e na luta para isolar e derrotar o governo Bolsonaro. Caso o governador Paulo Câmara (PSB) vá concorrer às eleições de 2022, Luciana será a primeira mulher, na história recente do Estado, a ocupar o cargo de governadora.
Luciana chegou à presidência nacional do seu partido, em maio de 2015. Foi a primeira mulher a ocupar tal posição. Em 2017, teve o mandato renovado. A dirigente assumiu a liderança dos comunistas em um momento difícil para as forças progressistas, que incluiu o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) e a ascensão da extrema-direita no governo federal.
Sob sua condução, o PCdoB oficializou, em 2019, a incorporação do Partido Pátria Livre, o que lhe permitiu superar a cláusula de barreira e manter seu pleno funcionamento institucional. A dirigente também liderou o movimento pela aprovação das federações partidárias no Congresso Nacional.
O 15° Congresso Nacional do PCdoB aconteceu de forma virtual, com a participação de mais de 600 delegados.
No sábado, ocorreu o ato político da atividade, com a participação de personalidades de diversos partidos, a exemplo do ex-presidente Lula; o ex-ministro Ciro Gomes; os senadores à frente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD/AM) e Renan Calheiros (MDB-AL) e o ex-candidato à Presidência Nacional Guilherme Boulos (Psol).
Há exatos 8 anos falecia o porta-voz do povo sertanejo, o bispo emérito da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, aos 82 anos. Ele faleceu no sábado, 7 de outubro de 2006, por volta das 12h30, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do hospital Santa Joana, em Recife. Faleceu após […]
Há exatos 8 anos falecia o porta-voz do povo sertanejo, o bispo emérito da diocese de Afogados da Ingazeira, dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, aos 82 anos. Ele faleceu no sábado, 7 de outubro de 2006, por volta das 12h30, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do hospital Santa Joana, em Recife. Faleceu após novo quadro de infecção respiratória de rápida e grave evolução para sepse e choque séptico com parada cárdio-respiratória.
Dom Francisco nasceu no dia 3 de abril de 1924, em Reriutaba, a 309 km de Fortaleza, Ceará. Filho de Francisco Austregésilo de Mesquita e Maria Clausídia Macedo de Mesquita, foi ordenado padre em 8 de dezembro de 1951, na cidade cearense de Sobral.
Em 25 de maio de 1961 foi nomeado bispo, sendo ordenado no dia 24 de agosto do mesmo ano, também em Sobral (CE). Durante 40 anos (1961-2001), esteve à frente da Diocese de Afogados da Ingazeira, quando renunciou em 13 de junho de 2001, tendo como sucessor dom Luís Gonzaga Silva Pepeu, OFMCap (Ordem dos Frades Menores Capuchinhos). Tinha como lema episcopal a expressão “Ut Vitam Habeant” (Para que tenham vida).
Dom Austregésilo estudou Filosofia em Fortaleza(CE), no período de 1946-1947. Também na capital cearense, cursou Teologia, de 1948 a 1951. Na sua formação acadêmica, constam também os cursos de Filosofia e Direito, realizados em Recife (1970-1974) e é jornalista profissional.
Antes de assumir missão como bispo, Dom Francisco foi professor e reitor do Seminário, professor do Colégio Diocesano e Assistente de Ação Católica, em Sobral (de 1952-1961). Entre as várias atividades como bispo, esteve à frente da diocese de Afogados da Ingazeira (PE), de 1961 a 2001. Dom Francisco tomou posse como segundo bispo da diocese de Afogados da Ingazeira no dia 16 de setembro de 1961. Ele chegou num avião, em companhia do Secretário do Interior e Justiça do Estado de Pernambuco, que representou o governador Cid Sampaio.
Foi bispo conciliar do Vaticano II (1962-1965). Responsável pelo Setor da Pastoral Rural do Regional Nordeste 2 da CNBB, Secretário do mesmo Regional e acompanhante da CRC do Nordeste 2. Foi produtor e apresentador do Programa “A Nossa Palavra”, na Rádio Pajeú.
Em 2001, quando celebrou 40 anos de sagração episcopal, dom Francisco foi homenageado na Assembléia Legislativa de Pernambuco, pelo então deputado estadual Orisvaldo Inácio (PMDB).
Na ocasião, o parlamentar o definiu como “figura ímpar com papel e significado para o Sertão do Pajeú”. “Sua palavra firme e forte incomoda os poderosos que o temem, mas constitui uma convocação para o povo que o respeita e ama”, disse, na época, o deputado, que citou inúmeros serviços prestados por Dom Francisco àquela região, entre os quais: mobilização da sociedade e das lideranças políticas em favor da implantação da energia elétrica; instalação da agência do Banco do Brasil; criação da Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira. Dom Francisco é conhecido como porta-voz do povo sertanejo, denunciando, em nível nacional, a falta de políticas públicas para convivência do homem com o semi-árido.
Ao completar 75 anos em 1999, Dom Francisco apresentou solicitação de renúncia ao Governo Diocesano à autoridade eclesiástica, passando a Bispo Emérito da Diocese, permanecendo na cidade, “terra que o acolheu como filho e a quem esta Assembléia Legislativa concedeu a cidadania pernambucana”.
Dom Francisco encontra-se sepultado na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados da Ingazeira. As informações são do Afogados Online.
A presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco gerou uma variedade de reações durante a reunião plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta quinta-feira (4). O deputado Diogo Moraes, do PSB, elogiou o chefe do Executivo Federal pela inauguração de uma estação elevatória da Adutora do Agreste em Arcoverde, no Sertão […]
A presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco gerou uma variedade de reações durante a reunião plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta quinta-feira (4). O deputado Diogo Moraes, do PSB, elogiou o chefe do Executivo Federal pela inauguração de uma estação elevatória da Adutora do Agreste em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, destacando-a como um marco importante para a região.
Já o líder do Governo, deputado Izaías Régis, do PSDB, fez um apelo ao presidente Lula para o início efetivo das obras de duplicação da BR-423, ressaltando a importância desse trecho para o desenvolvimento das regiões de São Caetano, no Agreste Central, e Garanhuns, no Agreste Meridional. Régis expressou sua preocupação com a falta de avanço nas obras, evidenciada pela ausência de máquinas trabalhando no local.
Por sua vez, o deputado João Paulo, do PT, abordou a questão da luta contra a fome, destacando as políticas implementadas durante os governos de Lula e Dilma que retiraram o Brasil do mapa da fome em 2014. Ele mencionou programas como o Bolsa Família e o Programa de Aquisição de Alimentos, além dos aumentos no salário mínimo, como medidas importantes para reduzir a insegurança alimentar no país. No entanto, João Paulo ressaltou que esses avanços foram interrompidos durante o governo Bolsonaro, resultando no aumento da miséria e da insegurança alimentar.
As discussões na Assembleia refletem a diversidade de opiniões e preocupações dos parlamentares pernambucanos em relação às políticas públicas implementadas pelo governo federal, mostrando a importância do debate democrático e plural no cenário político atual.
As eleições de 1989 eram um marco para a política brasileira. Com a economia fortemente abalada e com o povo ainda se recuperando de anos de censura e repreensão, o próximo presidente da república tinha como responsabilidade recuperar o Brasil da crise, tanto econômica, quanto ideológica. A quantidade recorde de candidatos refletia a vontade da […]
As eleições de 1989 eram um marco para a política brasileira. Com a economia fortemente abalada e com o povo ainda se recuperando de anos de censura e repreensão, o próximo presidente da república tinha como responsabilidade recuperar o Brasil da crise, tanto econômica, quanto ideológica.
A quantidade recorde de candidatos refletia a vontade da classe política de voltar ao poder, ao todo 22 se candidataram na disputa pela presidência, número que perdura até hoje como o maior.
No primeiro turno das eleições destacaram-se Fernando Collor de Mello (PRN), Leonel Brizola (PDT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mário Covas (PSDB) e Paulo Salim Maluf (PDS), com o segundo turno tendo a disputa entre Collor e Lula. Tanto a direita, quanto a esquerda tinham um representante com grandes chances de vitória, o que resultou em uma eleição extremamente disputada.
Cada um dos candidatos construiu sua imagem na mídia, através de entrevistas e debates transmitidos pelas grandes redes de televisão. Lula ainda se atrelava aos seus ideais sindicalistas que pararam o bairro do ABC paulista na década de 70, trazendo para si uma imagem de “líder socialista”, apesar do mesmo afirmar que essa não era a sua intenção. Porém Lula tinha o apoio de candidatos como Leonel Brizola (PDT) e Mário Covas (PSDB), o que lhe trouxe uma grande força para a disputa do segundo turno.
Collor, por outro lado, era um candidato que se baseava muito mais na imagem para atrair os votos. Apelidado como Caçador de Marajás, por suas políticas de moralização do serviço público, usava de frases de efeito e boa estampa nas televisões para conquistar o eleitorado. “Com boa aparência, um discurso carismático e o apoio financeiro do empresariado brasileiro, Collor se transformou na grande aposta da direita” (SOUSA, 2017, p.1). Na reta final das eleições, os debates passaram a ter um peso massivo para os ambos. Os brasileiros consideraram Collor superior nos últimos debates, e esse fator foi decisivo para ser empossado como presidente do Brasil.
Muitos afirmam que a vitória de Collor se deu pela manipulação e edição da Rede Globo no debate. As suspeitas poderiam ser confirmadas com a vitória de Collor nas urnas.
Dados mais concretos também podem ser observados: “Um relatório da DENTEL (Departamento Nacional de Telecomunicações), divulgado em 08/12/89, aponta o favoritismo da Rede Globo para Fernando Collor de Mello: ele teria 78,55% mais tempo de divulgação no noticiário político, se comparado ao do seu concorrente Lula, no período de 27/11 a 06/12/89.” (AVELAR, 1992, p. 9).
Em 2011, em entrevista ao Globo News, Boni, então diretor da emissora, afirmou: “Todo aquele debate foi produzido. Não o conteúdo, o conteúdo era do Collor mesmo, mas a parte formal nós é que fizemos”. Boni sugeriu e Collor não aceitou simular gotas de suor no candidato.
Até mesmo o ex-presidente Fernando Collor admitiu ter tido uma vantagem sobre Lula. Provando então a teoria que a televisão teria poder suficiente para moldar uma nova realidade, e influenciar o povo que pela falta de acesso a outros meios, se informam apenas pela mídia televisiva.
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