SJE: prefeitura monta estrutura para organizar filas em bancos
Por Nill Júnior
Levando em consideração a grande quantidade de pessoas que precisam passar pelas agências bancarias nesse período de pandemia, a prefeitura de São José do Egito está montando estrutura com tendas e disciplinadores, para organizar e manter a distância mínima entre as pessoas, em frente aos bancos de nossa cidade.
A iniciativa é mais uma medida do Executivo Municipal, para tentar evitar a disseminação do coronavirus em São José do Egito.
Medidas similares foram tomadas em Serra Talhada e São José do Egito para tentar ir de encontro à difícil organização de filas nessas cidades. Mais uma notícia foi anunciada hoje pelo blog sobre o tema.
A Superintendência da Caixa Econômica Federal em Pernambuco acaba de confirmar algumas medidas para evitar maior fluxo e filas em cidades onde há registro de problemas no acesso aos serviços, como o recebimento do auxílio emergencial.
De segunda a sexta, nas cidades onde houve identificação de maior fluxo, haverá duas horas a mais de expediente, com abertura às 8h da manhã. Também haverá abertura aos sábados. Outra medida é a contratação de vigilância externa para organizar as filas nas agências com maior dificuldade.
Por conta do feriado do dia 12 de Outubro, a prefeitura de Arcoverde antecipou através de decreto a feira livre que acontece no Bairro São Cristóvão para sábado (11). Normalmente a feira funciona somente aos domingos, mas por causa do Feriado Nacional da Padroeira do Brasil, a feira vai funcionar excepcionalmente neste sábado.
Por conta do feriado do dia 12 de Outubro, a prefeitura de Arcoverde antecipou através de decreto a feira livre que acontece no Bairro São Cristóvão para sábado (11).
Normalmente a feira funciona somente aos domingos, mas por causa do Feriado Nacional da Padroeira do Brasil, a feira vai funcionar excepcionalmente neste sábado.
Afogados da Ingazeira sediou nesta terça-feira (27) a primeira Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, com o tema “Fome, vozes, direito e democracia: diálogo necessário para efetivação da segurança alimentar e nutricional”. O lema da conferência foi retirado de uma canção de Caetano Veloso: Gente é para brilhar e não para morrer de fome. […]
Afogados da Ingazeira sediou nesta terça-feira (27) a primeira Conferência Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, com o tema “Fome, vozes, direito e democracia: diálogo necessário para efetivação da segurança alimentar e nutricional”. O lema da conferência foi retirado de uma canção de Caetano Veloso: Gente é para brilhar e não para morrer de fome.
O encontro aconteceu no auditório do Centro Tecnológico, e foi fruto de uma parceria firmada entre a Prefeitura de Afogados e o Conselho Municipal de Segurança Alimentar.
“Esse é um momento de muita alegria, quero agradecer a todos que atenderam ao nosso convite. Hoje tivemos a oportunidade de ouvir as propostas e debater sobre Segurança Alimentar, como isso nos afeta, qual o impacto desse tema para a nossa vida em sociedade. É importante discutir quais os desafios do município e quais estratégias conjuntas podemos traçar para que a população tenha acesso a uma alimentação adequada”, destacou a Presidente do CONSEA Afogados, Apolônia Gomes.
A conferência teve como objetivo ampliar e fortalecer o controle social sobre os mecanismos de segurança alimentar, garantindo a preservação e ampliação das políticas públicas nessa área.
“Esse momento aqui é de escuta e de debate para que a gente construa propostas conjuntas, que ajam, especialmente, no fortalecimento da nossa agricultura familiar, na aquisição da produção dos nossos agricultores, para que possamos levar segurança alimentar para as famílias mais vulneráveis em Afogados,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira, que esteve acompanhado do vice-prefeito Daniel Valadares.
Os trabalhos da conferência foram divididos em três eixos temáticos: contexto da soberania e segurança alimentar e nutricional; políticas públicas de segurança alimentar; sistema de segurança alimentar e nutricional.
Após os debates em grupo foram apresentadas e votadas as propostas que serão apresentadas pelo município na conferência estadual.
Além da Prefeitura e do Conselho municipal, a Conferência contou com a participação de representantes do sindicato dos trabalhadores rurais, Diaconia, Sisar, gestores municipais, associações e conselhos rurais e conselho municipal da merenda escolar.
O Decisão Sertânia anunciou oficialmente nesta quinta-feira (4) que não permanecerá mais na cidade de Sertânia, no interior de Pernambuco. A decisão foi motivada pelo rompimento da parceria com a Prefeitura Municipal de Sertânia, principal apoiadora do projeto esportivo que levou o nome da cidade ao cenário estadual. Em nota oficial divulgada pelo clube, a […]
O Decisão Sertânia anunciou oficialmente nesta quinta-feira (4) que não permanecerá mais na cidade de Sertânia, no interior de Pernambuco. A decisão foi motivada pelo rompimento da parceria com a Prefeitura Municipal de Sertânia, principal apoiadora do projeto esportivo que levou o nome da cidade ao cenário estadual.
Em nota oficial divulgada pelo clube, a diretoria destacou que houve um “distanciamento na relação com o principal parceiro, a Prefeitura Municipal de Sertânia”, o que dificultou o diálogo necessário para a manutenção do projeto. Segundo o comunicado, essa situação impossibilitou a continuidade das atividades do clube na cidade.
O Decisão Sertânia desempenhou papel importante no fomento do turismo e da economia local durante sua participação no Campeonato Pernambucano. A presença do clube na competição estadual atraiu visitantes à cidade, movimentou o comércio local e colocou Sertânia em evidência no cenário esportivo pernambucano.
A participação no estadual representou uma vitrine importante para a cidade, que passou a receber maior atenção da mídia esportiva e dos torcedores de todo o estado. Os jogos realizados em Sertânia movimentavam hotéis, restaurantes e o comércio em geral, gerando renda e oportunidades de trabalho para a população local.
Na nota de despedida, o clube ressaltou os momentos históricos vividos e agradeceu o apoio da população sertaniense. “Construímos momentos que jamais serão esquecidos e as lembranças sempre estarão em nossas memórias”, destacou a diretoria.
O Decisão Sertânia enfatizou que um clube de futebol “se constrói com planejamento, honra aos compromissos e um caminho pautado pela transparência e pela verdade”, princípios que nortearam a gestão durante o período em que esteve sediado na cidade.
A saída do Decisão Sertânia representa uma perda significativa para o município, que perde não apenas um clube de futebol, mas também uma importante ferramenta de projeção e desenvolvimento econômico. A decisão evidencia a importância do apoio do poder público para a manutenção de projetos esportivos que beneficiam toda a comunidade.
O clube encerrou a nota agradecendo “a todos os apoiadores desse projeto, em especial a cada cidadão sertaniense”, reafirmando que “o amor pelo futebol é maior que qualquer fronteira”. As informações são do Corujão do Pepeu.
Foto: United Nations / Unsplash Por Leandro Tessler e Luís Fernando Tófoli O Conselho Federal de Medicina (CFM) tem como função fiscalizar e normatizar a prática médica no Brasil. Em outras palavras, proteger a população de más práticas e de charlatanismo. Foi por isso uma surpresa ler as opiniões de seu presidente, Dr. Mauro Luiz de Britto Ribeiro, […]
O Conselho Federal de Medicina (CFM) tem como função fiscalizar e normatizar a prática médica no Brasil. Em outras palavras, proteger a população de más práticas e de charlatanismo. Foi por isso uma surpresa ler as opiniões de seu presidente, Dr. Mauro Luiz de Britto Ribeiro, no Tendências/Debates da Folha de S. Paulo da segunda (25/1). Em lugar de defender a medicina baseada em evidências em favor dos pacientes, o texto ataca cientistas para defender a autonomia médica.
Tal autonomia, desde que embasada no consenso científico, nunca foi contestada. Por outro lado, parece óbvio que o CFM tomaria medidas enérgicas se os médicos, dentro de sua autonomia, prescrevessem chá de boldo, sanguessugas ou cannabis para tratar Covid-19. A autonomia tem limites, e o CFM deveria determinar esses limites para proteger a sociedade.
O texto demonstra pouco contato com a prática científica. Ele desqualifica cientistas não-médicos como se só os médicos fossem capazes de entender evidência científica. Médicos não são cientistas. Como afirmou em entrevista recente na Folha de S. Paulo o presidente da Associação Médica Brasileira, Dr. César Fernandes, médicos que prescrevem tratamento precoce agem movidos por suas convicções pessoais, ignorando os melhores estudos e o consenso da área. Em respeito aos pacientes, a formação do médico deveria sempre ser norteada pela ciência.
Ao apontar uma suposta controvérsia científica sobre o tratamento precoce, o artigo usa a mesma tática dos negacionistas da mudança climática ou da evolução. Isso pode causar dúvida no público leigo, mas entre os pesquisadores não existe controvérsia alguma.
A melhor evidência científica disponível não indica que tratamentos precoces baseados em cloroquina, ivermectina ou nitazoxanida sejam eficazes para o tratamento da Covid-19. Por isso eles não estão aprovados ou indicados por agências reguladoras e sociedades médicas de vários países, inclusive o Brasil.
Isso não significa que tratamentos experimentais não possam ser usados em condições especiais, mas, uma vez estabelecida a ausência de efeito, eles precisam ser abandonados. Por outro lado, se evidências convincentes de efetividade vierem a surgir, os consensos podem mudar. Assim é a ciência, sempre pronta para absorver conhecimento novo.
O próprio proponente da cloroquina contra Covid-19, Prof. Didier Raoult, recentemente admitiu falhas metodológicas graves em seu estudo. Mas ele só o fez porque foi contestado pelo conselho médico local.
O artigo do presidente do CFM ainda acusa os opositores de serem ‘ideológicos’. Este argumento é também falacioso e negacionista. Ao se calar diante dos desatinos do governo federal na gestão de uma pandemia sem precedentes, o conselho assume um silêncio ideologicamente gritante. Um CFM interessado em proteger a população já teria se manifestado em relação ao presidente Bolsonaro e o ministro Pazuello (que não são médicos) recomendarem tratamento precoce e gastar recursos públicos para promovê-lo.
A boa medicina deve sempre estar baseada no melhor conhecimento científico. Um órgão regulador da classe médica primariamente interessado em cumprir suas funções já teria revogado – ou, ao menos, atualizado – o parecer de abril de 2020 que dá autonomia ao tratamento precoce. Insistir em tratamento sem evidência científica poderá custar ainda mais vidas de muitos brasileiros.
Leandro Tessler é professor do Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Luís Fernando Tófoli é professor da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
O Coronel Meira, presidente Estadual do PTB/PE, encaminhou, nesta quinta-feira (6), à Executiva Nacional da legenda, O pedido de abertura de processo disciplinar contra os deputados federais, Wilson Santiago Filho (PTB/PB) e Maurício Dziedricki (PTB/RS). “A nossa solicitação vem a tona por entender que ambos os parlamentares têm defendido bandeiras escusas às orientações Estatutárias do […]
O Coronel Meira, presidente Estadual do PTB/PE, encaminhou, nesta quinta-feira (6), à Executiva Nacional da legenda, O pedido de abertura de processo disciplinar contra os deputados federais, Wilson Santiago Filho (PTB/PB) e Maurício Dziedricki (PTB/RS).
“A nossa solicitação vem a tona por entender que ambos os parlamentares têm defendido bandeiras escusas às orientações Estatutárias do PTB Nacional. Somos um partido conservador que vem travando grandes batalhas em favor da moralização política no Brasil; não dá para manter nos quadros do PTB, pessoas que jogam contra as nossas bandeiras!”, Exclamou Coronel Meira.
O pedido de afastamento se deu pelo fato ocorrido no último dia 05 de maio, quando na CCJC foi apresentado o substitutivo ao PL. 4754/16, que tipifica
como crime de responsabilidade, a usurpação de poderes do Congresso Nacional.
“É um absurdo, um projeto de tamanha importância para o Brasil e em especial para nosso presidente Roberto Jefferson que vem travando uma guerra para combater ações ditatoriais dos membros do STF, era dever dos deputados agirem com total empenho para a aprovação do pleito”, disse Meira.
“Para completar, os deputados Wilson Santiago Filho registrou presença na CCJC e não votou, enquanto que o deputado Maurício Dzedricki não foi à comissão, mas estava no plenário da Câmara Federal: com as ausências, o PTB não teve voto e o substitutivo foi rejeitado”, concluiu.
O pedido foi aceito por Roberto Jefferson que prontamente destituiu o deputado Wilson Filho da presidência do PTB Paraibano.
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