SJE: Em Canto e Poesia neste sábado na Festa de Louro
Por Nill Júnior
Comemorando os 104 anos do Poeta Louro, São José do Egito vive o melhor da arte e da Cultura.
Hoje, dia 5 de Janeiro a programação indica às 9h Mamulengo Jurubeba na feira Livre; Espaço SEBRAE/João Macambira.
Às 14h Mesa “Educação livre e libertadora. Poesia ensina”, com Gilmar Leite, lançando o livro e tese de doutorado (UFRN) O Sertão educa, Aparecida Izídio, Mestra em letras pela UPE e Jáder Vângelis, poeta e professor da cadeira de poesia popular de São José do Egito.
Às 15h30 Mesa: Job Patriota com presenças de Maciel Correia, Antônio José de Lima, Zelito Nunes, Graça Nascimento e Nõe de Job.
Na Bodega Job Patriota, 17h, lançamentos dos livros Poeta Albino, de Albino Pereira, Inspiração, de Lenelson Piancó e Minha Herança de Matuto, de Leonardo Bastião. Recital com Lenelson Piancó e Izabela Moraes com homenagem a Zé Adalberto e a Itapetim.
No Palco Zá Marinho 20hA tem Alysson Islan, Val Patriota e seresta dedicada a Maura Marinho, Encantaria e Em Canto e Poesia.
As principais áreas de alargamento em Afogados da Ingazeira foram vistoriadas nesta terça (03), visando a elaboração de um plano de ações duradouras. O Secretário municipal de Infraestrutura, Odílio Lopes, vistoriou áreas sujeiras à alagamento nas ruas Nelson Alves de Souza, Euclides Torres Nunes, Diomedes Gomes, dentre outras áreas da cidade. A vistoria contou com […]
As principais áreas de alargamento em Afogados da Ingazeira foram vistoriadas nesta terça (03), visando a elaboração de um plano de ações duradouras.
O Secretário municipal de Infraestrutura, Odílio Lopes, vistoriou áreas sujeiras à alagamento nas ruas Nelson Alves de Souza, Euclides Torres Nunes, Diomedes Gomes, dentre outras áreas da cidade. A vistoria contou com a presença do Engenheiro Moisés Freitas, especialista em obras de macrodrenagem.
“Estamos realizando serviços emergenciais nessas áreas de maior acúmulo de água, mas também já estamos fazendo o levantamento do que será necessário para as ações de macrodrenagem, que trarão um impacto mais duradouro no escoamento das águas,” afirmou Odílio Lopes.
Por Heitor Scalambrini* A reestruturação do setor elétrico brasileiro completará 27 anos em 2022. Teve início em 1995 com a lei no 8987 de 13 de fevereiro, que tratou do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. Um dos objetivos desta reforma, como diziam na época, era a criação de um mercado competitivo, […]
A reestruturação do setor elétrico brasileiro completará 27 anos em 2022. Teve início em 1995 com a lei no 8987 de 13 de fevereiro, que tratou do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos.
Um dos objetivos desta reforma, como diziam na época, era a criação de um mercado competitivo, através de investimentos privados, que resultaria no aumento da eficiência dos serviços elétricos oferecidos à população, e a diminuição do preço da energia para o consumidor.
Promessa enganosa, mentirosa, pois hoje pagamos, segundo a Agência Internacional de Energia, a terceira maior tarifa de energia elétrica do mundo, e os serviços prestados são de qualidade questionável.
Hoje é evidente uma deterioração dos serviços elétricos prestados por falta de gestão, planejamento, investimentos e de organização. O que tem resultado nos preços das tarifas, pago principalmente pelo consumidor cativo (pequeno e médio consumidor industrial e residencial e serviços públicos), literalmente nas nuvens. O espírito da privatização e do neoliberalismo dos anos de 1990 foi mantido inteiramente, com suas mentirosas e enganosas justificativas de sempre.
Segundo os “especialistas (?)”, transvestidos de lobistas, aqueles mesmos que, ora estão no balcão da iniciativa privada, ora no balcão do setor público; o que impactam nas tarifas para o consumidor são: os impostos, subsídios, cobrança de outorgas em licitações, não autorização e demora de liberação para os empreendimentos energéticos, entre outros pontos. Lembrando também as acusações recorrentes feitas a São Pedro, pela falta de chuvas. Todavia tais posições devem ser refutadas, pois geralmente defendem seus próprios interesses, e de seus “patrões”, agindo como lobistas, e contra o interesse da grande maioria da população. Não vão ao ponto central da questão, obviamente.
E o ponto central são os contratos de concessão realizados na privatização. Tais contratos têm pontos extremamente favoráveis às empresas, ao concessionário, pois transferem à população todos os riscos do negócio, criando uma situação excepcional e de privilégios para as concessionárias que deveriam prestar o serviço com continuidade, qualidade e modicidade tarifária, por sua própria conta e risco.
Mas porque as distribuidoras ganham tanto dinheiro, cobrando tarifas que fogem da realidade econômica do país? Se tem dúvida, nobre leitor, veja os balancetes anuais das empresas. Cito como exemplo o grupo Neoenergia, cujo lucro líquido em 2020 foi de 2,8 bilhões de reais. A Companhia Energética de Pernambuco-Celpe, uma de suas distribuidoras, teve crescimentos de lucro líquido extraordinários. Saltou em 2018, 98,4% em relação a 2017, 62% em relação a 2019, e 20% a mais em 2020.
A resposta a esta enorme transferência de recursos para as empresas está nos contratos draconianos de privatização (contratos de concessão), reconhecidos como “juridicamente perfeitos”, garantindo que não haja a diminuição de lucros das empresas.
A noção de equilíbrio econômico-financeiro, introduzida nos contratos, funciona como mecanismo de proteção ao capital (estrangeiro) investido no setor elétrico, garantindo que tais investimentos sejam sempre muito bem remunerados. Criando no setor elétrico o “capitalismo sem risco”.
Na prática os aumentos nas tarifas das concessionárias, concedidos pela ANEEL, está previsto na lei. As distribuidoras serão ressarcidas desde que ocorra qualquer interferência que afete os preços da energia por elas adquirida. Até interferências divinas são levadas em conta. Assim é o consumidor que sempre paga, via aumento das tarifas, subsidiando a saúde financeira das empresas, e seus ganhos estratosféricos.
Os conhecidos defensores do processo de privatização, se confundem com os mesmos que querem taxar o Sol, instalar novas usinas nucleares, instalar mais e mais termelétricas a combustíveis fósseis, em nome da diversificação da matriz elétrica e da segurança energética. Escondem da população seus reais interesses, que não tem nada a ver com uma política energética sustentável, justa, democrática e de interesse nacional.
Estes mesmos “vendilhões da Pátria” propagavam (propagam) aos “quatro cantos” que com a privatização das empresas estatais, inclusive da Eletrobrás, haveria redução das tarifas e melhoria dos serviços prestados à população. E que os Estados assim poderiam (poderão) investir mais e mais nas áreas sociais, como educação e saúde, deixando para o capital privado a tarefa de ampliar e melhorar o setor. Quem não se lembra deste discurso tão presente? Quem ainda acredita neste blá, blá, blá?
Então, como únicas alternativas aos consumidores restam duas saídas. Reclamar ao Bispo de Itu, ou como cidadãos conscientes, se insurgir contra mais este descalabro que avilta seus interesses e os interesses nacionais (tudo “legal” e com a conivência dos governos).
Que não reste dúvidas. Foi a maracutaia do famigerado equilíbrio econômico-financeiro, introduzida sob encomenda nos contratos de privatização, é quem garante que as distribuidoras sempre ganhem (muito) às custas do consumidor.
Daí a necessidade de reverter esta situação com a modificação destes contratos draconianos.
A consequência desta desastrada e nefasta política no setor elétrico penaliza perversamente os consumidores que estão pagando uma conta abusiva para altos lucros de poucos, em detrimentos do prejuízo de muitos. Revisão já dos contratos de privatização das distribuidoras de energia elétrica. O resto são churumelas.
*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) se manifestou em apoio à repórter Patrícia Campos Mello, alvo de acusações falsas e caluniosas de um dos depoentes na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) das Fake News. Em discurso, o socialista criticou a atitude de Hans River, ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows e do presidente […]
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) se manifestou em apoio à repórter Patrícia Campos Mello, alvo de acusações falsas e caluniosas de um dos depoentes na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) das Fake News. Em discurso, o socialista criticou a atitude de Hans River, ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows e do presidente Jair Bolsonaro.
“Esse nosso pronunciamento é para dizer que como comunicador, advogado e como cidadão, não dá pra você vê o Hans River que disparou fake news através das redes sociais, na CPI, formada por deputados e senadores, fazer um ataque sem limites a repórter da Folha, Patrícia Campos. E aí, não apenas esse Hans River, o senhor presidente da República, Jair Bolsonaro, que tem tanto o que fazer, não dá pra ouvir e registrar o apoio que ele deu a esse Hans River falando mal da repórter”, lamentou Patriota.
O socialista se solidarizou com a repórter e ressaltou a importância da liberdade de imprensa para democracia. “Peço a divulgação desse pronunciamento como apoio a todas as entidades que repudiaram esse comportamento do Hans River e esse ato do presidente. E declaro apoio, obviamente, a nossa repórter Patrícia e peço respeito aos comunicadores que têm um papel fundamental na garantia de um país democrático”, disse.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, ofendeu a repórter da “Folha de São Paulo” Patrícia Campos Mello nesta terça-feira (18). Com insinuações sexuais, o presidente questionou a atuação da jornalista em apurações sobre o disparo em massa de mensagens.
A declaração foi feita na saída do Palácio da Alvorada e cita Hans River do Nascimento, ex-funcionário da empresa de marketing digital Yacows. Segundo reportagem do jornal “Folha de São Paulo”, a empresa teria participado de esquema de disparo de mensagens por meio da rede social durante as eleições.
Na semana passada, Hans River prestou esclarecimentos à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Congresso Nacional que apura a disseminação de conteúdo falso na internet, a CPMI das Fake News.
Vejamos a declaração de Bolsonaro:
“Olha, a jornalista da Folha, tem mais um vídeo dela aí. Eu não vou falar aqui porque tem senhora do meu lado. Ela falando eu sou a ‘tatata’ do PT. Tá certo? E o depoimento do Hans River, foi no final de 2018 para o Ministério Público, ele diz do assédio da jornalista em cima dele. Ela queria um furo. Ela queria dar um furo [pausa, pessoas riem] a qualquer preço contra mim. Lá em 2018, ele já dizia que eles chegavam perguntando ‘o Bolsonaro pagou para você divulgar informações por Whatsapp?”
Por Anchieta Santos Fazendo uso da Tribuna Popular da Câmara de vereadores de Solidão na Sessão de ontem, a Secretária de Administração Cícera Celma (irmã da Prefeita Cida Oliveira) soltou o verbo contra a pessoa ou pessoas que denunciaram os beneficiários irregulares do Bolsa Família na cidade. “Irresponsáveis”. Foi assim que Celma definiu os denunciantes. […]
Fazendo uso da Tribuna Popular da Câmara de vereadores de Solidão na Sessão de ontem, a Secretária de Administração Cícera Celma (irmã da Prefeita Cida Oliveira) soltou o verbo contra a pessoa ou pessoas que denunciaram os beneficiários irregulares do Bolsa Família na cidade.
“Irresponsáveis”. Foi assim que Celma definiu os denunciantes. E disse mais: “A Prefeita (Cida Oliveira), não tem culpa sobre as irregularidades. Pessoas irresponsáveis fizeram as denúncias, ao invés de estarem falando das coisas boas de Solidão. Repudio quem denunciou. Se tinha cinco irregulares, eles prejudicaram todo município”. Ouça abaixo:
Ainda em seu discurso para os vereadores, a Secretária de Administração admitiu que não é só Solidão que tem problemas com o Bolsa.
O Presidente da Câmara Antônio Bujão ao usar palavra disse que quem denunciou as irregularidades deve estar “com a consciência doendo”.
Djalma Alves
Já o vereador e pré-candidato a Prefeito pela ala governista Djalma Alves fez uso da palavra dizendo que agora com o Ministério Público entrando no caso vão sair metade dos atendidos do Bolsa Família e “só vão receber quem for miserável”.
Ele completou dizendo: “Se tinha cinco ou sei lá quantos irregulares, não precisava denunciar e sim resolver aqui mesmo conversando com a Assistência Social e a Coordenação, que resolvia. Alguém denunciou e é irresponsável”, completou.
Ouça Djalma em seu discurso na Câmara :
Detalhe: o vereador Djalma esqueceu que tanto a Coordenadora do Bolsa Família Cida Genú, como a Secretária de Assistência Social Maria de Lurdes, constam na relação irregular. Então denunciar a quem? Perguntar na ofende.
Por Anchieta Santos Ex-Presidente da COPAP, o vereador de Tuparetama Joel Gomes não aceitou o convite para ocupar nenhum cargo na nova diretoria da Comissão Parlamentar do Alto Pajeú. Convidado para compor a direção ao lado do novo Presidente Augusto Martins eleito no último sábado, ele não aceitou. O projeto de Joel é disputar a […]
Ex-Presidente da COPAP, o vereador de Tuparetama Joel Gomes não aceitou o convite para ocupar nenhum cargo na nova diretoria da Comissão Parlamentar do Alto Pajeú.
Convidado para compor a direção ao lado do novo Presidente Augusto Martins eleito no último sábado, ele não aceitou. O projeto de Joel é disputar a Presidência da UVP (União dos vereadores de Pernambuco), desbancando o poderio do vereador Biu Farias.
Depois de cinco mandatos, Biu vai disputar outra vez a Presidência. A eleição da UVP acontece no mês de março e Joel já articula apoios em todo estado.
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