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Situação de PE 292 causou acidente com ônibus da Progresso

Por Nill Júnior
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Foto: Blog do Itamar

Quem esteve no local do acidente com o ônibus da empresa Progresso na madrugada de ontem não tem dúvida: o veículo se envolveu em acidente na PE 292, na altura do Sítio Cachoeira, zona rural de Iguaraci, por conta do péssimo estado da rodovia.

O veículo, de placa JSF 9376-BA, seguia de Sertânia para Afogados, saiu da pista,  bateu em uma árvore e uma cerca de arame farpado depois que o motorista perdeu o controle da direção ao desviar dos buracos.

Alguns passageiros sofreram escoriações leves pelo corpo e foram socorridos para o Hospital Regional de Afogados da Ingazeira. Graças a Deus, a tragédia não tomou proporções maiores.

Outras Notícias

Afogados: Secretária de Educação fala sobre desafios em meio à pandemia

Veratânia Morais informou que relatório mostrou que 78% dos alunos da rede municipal não tem computador em casa. Por André Luis A secretária de Educação de Afogados da Ingazeira, Veratânia Morais, falou, por telefone, em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, na última sexta-feira (15), sobre os desafios da educação no […]

Veratânia Morais informou que relatório mostrou que 78% dos alunos da rede municipal não tem computador em casa.

Por André Luis

A secretária de Educação de Afogados da Ingazeira, Veratânia Morais, falou, por telefone, em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, na última sexta-feira (15), sobre os desafios da educação no município diante da pandemia do novo coronavírus, que paralisou as aulas de toda a rede desde o dia 18 de março.

Para ela, os desafios são inúmeros. “Temos mais de 6 mil alunos no município. de zero a setenta anos, visto que temos também a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Muitos destes adultos são analfabetos, então nosso desafio é muito gritante, porque além dessa dificuldade que a gente já encontrava no dia a dia, a gente hoje se depara com a falta de aulas”, destacou.

Veratânia, explicou que uma pesquisa no município apresentou um relatório para direcionar as atividades. “Claro que nem todos as pessoas do município tem internet com qualidade, muitos só possuem um celular pré-pago, onde a internet é mensal com uso diário limitado, então isso já nos dá um certo limite de oferta dessas atividades”, relatou.

Ela informou ainda que 78% dos alunos da rede municipal não possuem computador em casa. “Ficam limitados somente ao celular e muitas casas tem apenas um celular por família pra resolver tudo, muitos pais que continuam trabalhando levam seu celular para o trabalho, só a noite é que chegam em casa com esse equipamento. Enfim os desafios tem sido muito grandes”.

Ela explicou que hoje não existe preocupação em validar aulas como dia letivo, como hora/aula. “A gente quer de certa forma contribuir para que os prejuízos na educação não sejam maiores que a gente sabe que vai existir”.

Questionada sobre a continuidade da distribuição do Kit Merenda, Veratânia disse ser complicado. “A gente já vem nesse planejamento, sabemos que o recurso que recebemos é mínimo por aluno – R$0,39. Para alunos de creche é R$1,07, porque eles consideram que são duas refeições, mas no mês de março nos tínhamos um saldo em nossa conta, e nos tínhamos ai um estoque de merenda, somamos ao estoque de abril que foi adquirido e fizemos a entrega com as doações do IPA e do PAA da Secretaria de Assistência Social. Agora para maio, só contamos com o recurso de maio, do PNAE que é insuficiente para fazer a elaboração dos 4 mil kits que entregamos em Afogados”, explicou.

Veratânia lembrou que a Lei que foi sancionada, não obrigada os municípios fazerem a distribuição, ela autoriza e explicou: “porque não tem uma oferta de recursos extra, é o mesmo recurso que a gente utilizaria para as nossas merendas, então o que a gente precisa também se resguardar, quando voltarmos as aulas, precisamos manter a alimentação com qualidade que a gente tinha para os nossos alunos, garantindo também alimentação para aqueles alunos que tem patologias instaladas, que tem algumas restrições alimentares”.

A secretária lembrou ainda que é preciso “ter o pé no chão, não vamos fazer disso um assistencialismo, porque a gente desde o início deixou claro que não é uma cesta básica para a família, mas é um kit suficiente, como se fosse realmente a merenda do nosso aluno”.

Veratânia lembrou ainda que “seria impossível manter o cronograma de merenda pra essa distribuição, porque é diferente você fazer uma alimentação pra trinta alunos – dou muito o exemplo do arroz: a gente utiliza 30g para fazer arroz de leite, então se tenho arroz de leite quatro vezes ao mês eu teria aí 120g por aluno, mas se eu for entregar esse item pra mãe fazer em casa, vou ter que entregar 1k, assim, meu investimento é maior, então temos que ter o pé no chão, pra não se prejudicar lá na frente quando estas aulas retornarem, estamos no planejamento, mas ainda não temos garantia do segundo kit pra ser entregue”, informou.

A secretária disse não acreditar na perda do ano letivo, “mas prejuízo na educação a gente já conta em muitos casos, principalmente estes alunos que estão finalizando o ensino médio, que estavam de olho no Enem. Mas penso que o mais importante agora é mantermos a nossa saúde mental e física, porque quando tudo isso passar a gente corre atrás do prejuízo. É só uma questão de tempo pra gente tentar minimizar, sabemos que resgatar tudo que perdemos não vai dar, mas se sairmos dessa com vida, penso que já é o suficiente pra gente estar superando todas as dificuldades que ainda vamos enfrentar durante o retorno das aulas”.

Pontuando, Veratânia disse ser a favor do adiamento ou cancelamento do calendário do Enem deste ano, que o Ministro da Educação, Abraham Weintraub, teima em manter. Para ela: “tem muitas avaliações externas que a gente vivencia que diz que não é prudente a manutenção. A gente sabe todas as dificuldades que alunos tem pra estudar e pra acompanhar com aulas presenciais, imagina sem aula. Então o aluno que tem autonomia, que tem equipamento em casa ele vai ter uma facilidade para estudar. A gente precisa pensar nos alunos que não tem acesso ao equipamento para estudar e se o ministro pensar nisso, com certeza ele vai adiar ou cancelar.

Comitê de prevenção ao coronavírus é criado em Tuparetama

Secretários do Governo Municipal de Tuparetama se reuniram na tarde desta terça-feira (17), para definir as estratégias e criação do Comitê de Enfrentamento e Prevenção da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A comissão fornecerá o conteúdo para formulação do decreto municipal que será assinado pelo prefeito Sávio Torres, nesta quarta-feira (18). Algumas medidas preventivas foram […]

Secretários do Governo Municipal de Tuparetama se reuniram na tarde desta terça-feira (17), para definir as estratégias e criação do Comitê de Enfrentamento e Prevenção da pandemia do novo coronavírus (covid-19). A comissão fornecerá o conteúdo para formulação do decreto municipal que será assinado pelo prefeito Sávio Torres, nesta quarta-feira (18).

Algumas medidas preventivas foram definidas para os cuidados que devem ser priorizados, condutas de atendimento, segurança da população e dos servidores municipais.

Ficou decidida pela suspensão das aulas na rede municipal de ensino, orientação aos profissionais de saúde para atendimento de casos suspeitos e cuidados preventivos, recomendações aos servidores municipais, em especial os de atendimento ao público, além de promover reuniões com as populações das comunidades rurais do município.

“Neste momento nossa principal tarefa é reforçar os cuidados preventivos para enfrentarmos o coronavírus. O comitê de enfrentamento está formado e ao longo da semana vamos agir para levar informação e proporcionar à população tuparetamense uma atenção especial.”, destacou Elizabeth Gomes, secretária de Saúde.

O comitê é formado por gestores das secretarias municipais de Saúde, Educação, Assistência Social, Administração e Cultura.

Prefeito de Salgueiro diz que ministro é da “turma do Pinóquio”

Numa conversa, há pouco, com o Blog do Magno, o prefeito de Salgueiro, Marcones Libório (PSB), disse que o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, mentiu quando afirmou, ontem, em discurso no ato de inauguração de mais uma etapa do projeto de Transposição do São Francisco, que o Governo de Pernambuco recebeu R$ 17 milhões do […]

Numa conversa, há pouco, com o Blog do Magno, o prefeito de Salgueiro, Marcones Libório (PSB), disse que o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, mentiu quando afirmou, ontem, em discurso no ato de inauguração de mais uma etapa do projeto de Transposição do São Francisco, que o Governo de Pernambuco recebeu R$ 17 milhões do Governo Federal, via convênio com a sua pasta, e não construiu as pequenas adutoras para salvar Salgueiro da grave crise hídrica que vive.

“O ministro é da turma do Pinóquio. Essas adutoras, dez ao todo, não são obra do Governo Bolsonaro. Isso vem desde o projeto nascente da Transposição. Das dez, o Estado já fez quatro”, afirmou. Libório disse que Salgueiro está passando dificuldades em abastecimento de água, mas com solução a médio e curto prazos. “A cidade só ficará livre de racionamento de água quando for feita uma adutora que custa R$ 70 milhões”, observou.

Por enquanto, segundo ele, essas dez pequenas adutoras ajudarão na minimização do problema. Para Libório, o vice-prefeito Edilton Carvalho não foi feliz quando afirmou, ontem na solenidade, que Salgueiro está sem água nas torneiras já tem mais de 18 dias. “O que existe é um rodízio no sistema da Compesa. Edilton não soube se expressar e gerou uma polêmica”, afirmou.

Libório disse que escalou o vice para o evento por ele ser bolsonarista. “Eu não me sentiria bem ao lado de Bolsonaro, até porque estaria indo de encontro ao sentimento de Salgueiro. Aqui, Lula tem 82% das intenções de voto para presidente e os 18% restantes não são de Bolsonaro. São divididos entre todos os outros candidatos”, disse.

Libório, por fim, condenou o vice-prefeito por não ter aproveitado a presença do presidente da República no município para fazer reivindicações mais urgentes para Salgueiro, como obras de saneamento e mais investimentos na Univasf, a Universidade do Vale do São Francisco.

Morre Bruno Covas, aos 41 anos

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu às 8h20 deste domingo (16) aos 41 anos, em São Paulo. Desde 2019, ele lutava contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado. Covas estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou da […]

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu às 8h20 deste domingo (16) aos 41 anos, em São Paulo. Desde 2019, ele lutava contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado.

Covas estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou da prefeitura. Na sexta-feira (14), ele teve uma piora no quadro de saúde e a equipe médica informou que seu quadro havia se tornado irreversível.

“O Prefeito de São Paulo Bruno Covas faleceu hoje às 08:20 em decorrência de um câncer da transição esôfago gástrica, com metástase ao diagnóstico, e suas complicações após longo período de tratamento”.

Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 2 de maio, sob os cuidados das equipes médicas coordenadas pelo Prof. Dr. David Uip, Dr. Artur Katz, Dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, Prof. Dr. Raul Cutait e Prof. Dr. Roberto Kalil”, diz a nota divulgada pela Prefeitura de São Paulo.

Nas últimas horas de vida, o prefeito recebeu sedativos e analgésicos para não sentir dores.

Covas teve o câncer diagnosticado em outubro de 2019, após ser internado com uma infeção na pele chamada erisipela. O tumor regrediu, mas, neste ano, novos nódulos foram encontrados no fígado, na coluna e na bacia.

O prefeito deixa o filho, Tomás, de 15 anos.

Covas é o primeiro prefeito da cidade de São Paulo a morrer durante o mandato. Ricardo Nunes (MDB), o vice que hoje é prefeito em exercício, irá assumir definitivamente o cargo.

São José do Egito: Roseane Borja reforça marketing da campanha

A candidata à Prefeitura de São José do Egito, Roseane Borja (MDB), reforçou o time de marketing da sua campanha. Roseane aposta em um profissional com experiência internacional. Joaquim Leite Neto, veio de Washington, Estados Unidos, onde trabalha para uma TV americana em cobertura política. Com a chegada da reta final da campanha, Roseane busca […]

A candidata à Prefeitura de São José do Egito, Roseane Borja (MDB), reforçou o time de marketing da sua campanha.

Roseane aposta em um profissional com experiência internacional. Joaquim Leite Neto, veio de Washington, Estados Unidos, onde trabalha para uma TV americana em cobertura política.

Com a chegada da reta final da campanha, Roseane busca ocupar espaço e promete levar a “briga” até o último instante. Ela diz ter pesquisas internas animadoras.

Roseane acredita no “sentimento de mudança que parece tomar conta da cidade. Joaquim Neto chega para ser o capitão do time de marketing e aposta numa rápida ascensão da candidata”.

“Eu acredito no momento. Este nos diz que é hora de uma mudança e que a mudança virá com uma mulher, professora, guerreira, combativa e que já tem sua competência reconhecida pelos eleitores”, afirmou Joaquim.