Sindicato dos Jornalistas critica demissões no Sistema Jornal do Commércio
Por Nill Júnior
O Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), do Grupo JCPM, recorreu à estratégia de “enxugar gastos e ajuste financeiro” que penaliza os profissionais do jornalismo.
Na manhã desta quarta-feira (26/12), a empresa anunciou a demissão em massa de profissionais que atuavam na Rádio Jornal, no Jornal do Commercio e na TV Jornal, alguns com mais de 20 anos de dedicação exclusiva ao SJCC.
Repudiamos a decisão do SJCC de abrir mão de profissionais de reconhecida experiência e que muito contribuíram para o crescimento do sistema e do jornalismo, quando poderia buscar soluções para dinamizar suas empresas diante dos novos tempos e das novas tecnologias.
O discurso da “reestruturação e ajuste de planejamento” escondem, na verdade, um processo de precarização das relações de trabalho que inclui, principalmente, achatamento salarial, acúmulo de funções e sobrecarga de trabalho no SJJC.
Merecem todo o apoio, respeito e solidariedade os profissionais que, ao longo dos últimos anos, foram muito além do seu papel de funcionários, fizeram concessões e não mediram sacrifícios por compreender a importância de manter os veículos do SJCC funcionando ativamente.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Pernambuco (Sinjope) e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) se solidarizam com os colegas e se colocam à disposição para oferecer o suporte jurídico necessário aos demitidos.
Vereador disse que “nem que a vaca tussa” irá apoiar o gestor Com informações do blog do Itamar França O vereador José Edson Ferreira, Zé Negão (PTB) disse na tarde desta terça-feira (12) que não vota de forma alguma no prefeito José Patriota (PSB), pré-candidato a reeleição, “nem que a vaca tussa”. O petebista afirmou […]
Vereador disse que “nem que a vaca tussa” irá apoiar o gestor
Com informações do blog do Itamar França
O vereador José Edson Ferreira, Zé Negão (PTB) disse na tarde desta terça-feira (12) que não vota de forma alguma no prefeito José Patriota (PSB), pré-candidato a reeleição, “nem que a vaca tussa”.
O petebista afirmou que o sangue pode dar na canela, mas vai continuar no grupo de oposição. Patriota tem sido alvo de críticas por parte do próprio vereador e recentemente foi taxado de “traidor e golpista” Pelo coordenador do MST estadual Jaime Amorim, durante a Caravana da Democracia, que passou por Afogados da Ingazeira no último sábado (09).
Foto: imagem ilustrativa Seis pessoas foram assassinadas na Rua Primavera, no bairro Palhinhas, em Petrolina, Sertão de Pernambuco. A chacina aconteceu no final da noite de ontem. As vítimas eram quatro homens e duas mulheres. Umas das vítimas morreu no hospital. Entre os mortos estão pai e filha. As informações são do G1/Petrolina. De acordo […]
Seis pessoas foram assassinadas na Rua Primavera, no bairro Palhinhas, em Petrolina, Sertão de Pernambuco. A chacina aconteceu no final da noite de ontem.
As vítimas eram quatro homens e duas mulheres. Umas das vítimas morreu no hospital. Entre os mortos estão pai e filha. As informações são do G1/Petrolina.
De acordo com vizinhos, a primeira vítima da chacina foi um homem. Ele foi morto ainda na porta de casa. Em seguida, os criminosos entraram na residência e começaram a atirar nas outras pessoas. Os corpos de quatro vítimas foram encontrados em dois quartos. Uma mulher foi socorrida, mas morreu no hospital.
Ainda segundo os vizinhos, entre as vítimas estava Bartolomeu Vieira da Silva, 71 anos, conhecido como Bastor. Ele era dono da casa e pai de Fabiana Vieira da Silva, que também morreu. Os outros mortos eram amigos da família, eles eram conhecidos como: Bigdu, Marquinhos, Clecinho. Não há informações sobre a identificação da outra mulher.
Vizinhos relataram que no momento do crime tinha cerca de 14 pessoas na casa. Uma morada, que não quis se identificar, disse que “O bairro está em choque. Nunca teve isso nas Palhinhas”.
Em entrevista à Rádio Jornal de Petrolina, a irmã de uma das pessoas que ficaram feridas falou sobre como ficou sabendo do crime.
Fiquei sabendo através dos meus parentes que mandaram mensagem avisando. Liguei para uma pessoa e ela me disse que [o irmão] estava no Traumas [Hospital Universitário]”, afirmou a mulher. O irmão dela foi atingido no braço.
Os corpos das vítimas foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Petrolina. O caso está sendo investigado pela DHPP de Petrolina.
O Tribunal Pleno do TJPE prestou uma bela homenagem ao desembargador Bartolomeu Bueno de Freitas Morais. Decano da Corte, o ingazeirense atuou por 42 anos na magistratura pernambucana e decidiu antecipar sua saída do cargo, embora ainda tivesse cinco anos de exercício como desembargador, com todas as prerrogativas do posto. A solenidade reuniu colegas de […]
O Tribunal Pleno do TJPE prestou uma bela homenagem ao desembargador Bartolomeu Bueno de Freitas Morais.
Decano da Corte, o ingazeirense atuou por 42 anos na magistratura pernambucana e decidiu antecipar sua saída do cargo, embora ainda tivesse cinco anos de exercício como desembargador, com todas as prerrogativas do posto.
A solenidade reuniu colegas de toga, servidores, advogados e representantes da sociedade para celebrar sua trajetória.
A despedida contou com a entrega de uma placa comemorativa pelos serviços prestados aos judiciário, entregue pelo Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Desembargador Ricardo Paes Barreto.
Bartolomeu fez um grande e histórico discurso e foi aplaudido de pé pelos seus colegas e o público em geral.
Segundo o advogado e irmão do Desembargador, Roberto Moraes, ao blog, o Sertão do Pajeú tem agora quatro desembargadores: Alberto e Cláudio Nogueira, Djalma Andrelino Nogueira que entra na vaga de Bartolomeu Moraes, e Mozart Pires Valadares.
“Fui Juiz por 45 anos. Aposentei-me em 10 de março de 2025. Agora sou um homem do povo, como aliás sempre fui, mesmo nos cargos que ocupei. Agora serei ainda mais um homem da cultura, da música, da poesia, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinhos e todas as manifestações culturais de Pernambuco. Sigo defensor dos Direitos Humanos, do Estado Social e Democrático de Direito. Vou estar sempre ao lado dos mais humildes, mais sofridos e sem oportunidades de ter uma vida digna”, disse em sua rede social.
G1 Com referência ao afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirmou nesta quarta-feira (27) que, “se a Constituição foi ferida” por uma decisão, “cabe ao Senado tomar a decisão baseado na Constituição”. A declaração foi dada após Eunício ser questionado por jornalistas sobre se, na avaliação do peemedebista, […]
Com referência ao afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirmou nesta quarta-feira (27) que, “se a Constituição foi ferida” por uma decisão, “cabe ao Senado tomar a decisão baseado na Constituição”.
A declaração foi dada após Eunício ser questionado por jornalistas sobre se, na avaliação do peemedebista, é uma prerrogativa do Senado analisar a decisão desta terça-feira (26) do Supremo Tribunal Federal de afastar Aécio Neves (PSDB-MG) do cargo e determinar o recolhimento noturno do tucano.
“Se a Constituição foi ferida pela decisão e cabe ao Senado tomar a decisão, baseado na Constituição, obviamente que o Senado vai tomar as providências. Agora, sobre hipóteses, eu não tenho como me manifestar”, declarou o presidente do Senado.
Eunício acrescentou que o Senado ainda não foi notificado da decisão do STF e que a Constituição não fala em afastamento de mandato.
“Primeiro, o Senado precisa ser notificado sobre o teor da decisão tomada pela Suprema Corte, para saber de que forma o Senado vai agir. Ou se vai, ou se não vai agir. Não sei qual o teor da decisão e tenho o hábito de dizer aqui que eu não falo sobre hipótese”, declarou.
A defesa do senador Aécio Neves informou que buscará que o STF reconsidere a decisão. Afirmou ainda que entende que as novas gravações divulgadas de Joesley Batista mostram que o senador foi injustamente acusado por um crime não cometeu.
Nesta terça, em entrevista a jornalistas, senadores do PSDB afirmaram que, na opinião deles, a decisão do Supremo cerceia a liberdade de Aécio e que, por isso, haveria a necessidade de uma manifestação do plenário.
De acordo com a Constituição Federal, “desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisão”.
Isso quer dizer que, nos casos de prisão em flagrante de senadores, por exemplo, o Senado deve, em um prazo de 24 horas, autorizar ou não a manutenção da prisão. O artigo da Constituição, porém, não prevê a manifestação da Casa no caso de recolhimento domiciliar de parlamentares.
Segundo a colunista do G1 e da GloboNews Cristiana Lôbo, nos bastidores, senadores têm conversado sobre a possibilidade de a comunicação do STF ser submetida à votação e, daí, ser rejeitada pelo plenário do Senado.
De acordo com a colunista, para alguns parlamentares, ao incluir o recolhimento noturno para Aécio Neves, a Primeira Turma do STF acabou por criar uma situação análoga à prisão domiciliar. Esta é a discussão que deverá ser travada no plenário do Senado quando a notificação por lá chegar.
Pelo Twitter, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) criticou uma possível articulação do Senado para analisar a decisão do Supremo.
“O Senado não tem que ‘votar’ o afastamento de Aécio: decisão judicial se cumpre ou se recorre, jamais se ‘vota’. Como lembra o ministro [do STF Luís Roberto] Barroso, só há duas hipóteses de descumprimento de ordem judicial: ou é crime de desobediência, ou é golpe de Estado”, postou Randolfe.
“Senado só pode deliberar sobre prisão em flagrante de crime inafiançável, e não em ‘medidas cautelares diversas da prisão’, como diz a lei”, opinou o parlamentar do Amapá.
Por André Luis A Câmara de Vereadores de Camaragibe decide no próximo dia 14 de novembro, se o prefeito afastado Demóstenes Meira (PDT) sofrerá impeachment. Segundo informações de bastidores, dos 13 vereadores do munícipio, 11 votariam a favor da cassação do mandato. Meira foi preso na Operação Harpalo II da Polícia Civil, que investiga a […]
A Câmara de Vereadores de Camaragibe decide no próximo dia 14 de novembro, se o prefeito afastado Demóstenes Meira (PDT) sofrerá impeachment. Segundo informações de bastidores, dos 13 vereadores do munícipio, 11 votariam a favor da cassação do mandato.
Meira foi preso na Operação Harpalo II da Polícia Civil, que investiga a prática de crimes de fraude em licitação, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. No período da prisão foram apreendidos carros de luxo e diversos documentos.
Desde a sua prisão, a então vice-prefeita Nadegi Queiroz (SD) assumiu o cargo.
Ele também foi peça central de polêmica em fevereiro após vazamento de áudio onde aparece convocando comissionados para prestigiar show da sua noiva a cantora e ex-secretária de Assistência Social do município Taty Dantas durante o carnaval deste ano.
Em tom de ameaça, Meira disse que mandou filmar o evento de abertura do Carnaval da cidade para conferir, depois, quem estaria ou não presente.
No mês de abril, Meira voltou aos holofotes após o vazamento de um novo áudio atribuído a ele. A mensagem teria revelado pagamento para que a eleição para presidência da câmara de vereadores fosse anulada.
Em julho, o ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), indeferiu o pedido da defesa de Demóstenes Meira, para decretar “segredo de justiça” no processo que pedia a liberdade do gestor.
Os advogados de Meira alegaram que “o processo contém documentos relacionados ao seu estado de saúde e que atingem diretamente a sua intimidade, razão pela qual deveria ser decretado o seu sigilo”.
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