Sílvio Costa Filho diz que estará em ato com Sandrinho por sua reeleição
Por Nill Júnior
Na intensa movimentação política da pré-campanha de Afogados da Ingazeira, o Ministro dos Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, anunciou que estará no ato de lançamento da pré-campanha a reeleição, Sandrinho Palmeira, do PSB.
Ele elogiou a gestão e disse que Sandrinho merece um segundo mandato. Foi em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
“Nós estamos com Sandrinho. “A gente tem trabalhado a seu lado por entender que tem feito um excelente trabalho. Pegou momentos difíceis, da gestão do presidente anterior. E ao lado do Presidente Lula eu não tenho dúvida que vai levar muitas ações para a cidade e região. Vamos participar da campanha respeitando a posição de cada um”.
Sobre 2026 e a possibilidade de concorrer ao Senado, disse ser muito cedo para ventilar essa possibilidade, mas que tem se colocado como um soldado ao lado do presidente Lula. “Na hora certa amos conversar com o presidente e discurtir o cenário. Mas não tenho dúvida que vamos estar em 2026 disputando um projeto majoritário para o nosso estado, discutindo Pernambuco e podendo representá-lo ainda mais”.
Cidade chegou a 131 casos A prefeitura de Afogados da Ingazeira passou a divulgar os nomes das ruas onde há pessoas que foram infectadas por Covid-19. A Rua Sete de Setembro, extenso corredor do Bairro São Francisco é a rua com maior número de casos: sete ao todo. Com seis casos cada estão as ruas […]
A prefeitura de Afogados da Ingazeira passou a divulgar os nomes das ruas onde há pessoas que foram infectadas por Covid-19.
A Rua Sete de Setembro, extenso corredor do Bairro São Francisco é a rua com maior número de casos: sete ao todo.
Com seis casos cada estão as ruas Francisco Martins, no Bairro Manoela Valadares e Odon José da Silva, no Sobreira. Também no Bairro Manoela Valadares a Rua João Domingos Sobrinho tem cinco casos.
Com quatro casos Rua Virgínio Nunes (Brotas), Rua Pedro Pires (centro) e Rua Everson Mariano (São Braz). Com três casos as ruas Av. Arthur Padilha (centro), Rua Inês Almeida (Costa), Rua Padre Luis de Góes (Manoela Valadares), Rua Mons. Antônio de Pádua (São Braz), Rua Diomedes Gomes (São Braz), Rua Miguel Carlos de Queiroz (São Braz), Rua Maria Leopoldina (São Francisco), Rua José de Sá Maranhão (São Francisco), Rua Pedro Batista Tavares (São Sebastião) e Trav. José Queiroz (São Sebastião).
Com dois casos as ruas Rua Alzira Rosa (Brotas), Aparício Veras, Júlio Câmara, Joaquim Nazário, Abílio Estevão Barbosa e Santo Antônio no centro, Rua Sônia Ricardo no Bairro Costa, Residencial Miguel Arraes no Padre Pedro Pereira, Rua da felicidade , Rua poeta João Paraibano, Rua Maria Isabel, Rua Dinamérico Lopes, Resid. Laura Ramos e Rua Severino Rodrigues no São Braz,
Rua Miguel Carlos de Queiroz, Rua Rita Maria de Almeida no São Cristóvão, Rua da Felicidade e Rua Odon José da Silva no Sobreira.
Com um caso cada Rua bom Jesus, Rua sargento Paulo, Rua possidônio Gomes , Rua mecânico Domingos Ferreira, Rua Helvécio de Lima, Rua da Macambira, Rua Possidônio Gomes, Rua Elesbão Pires, Praça Paulo Nelson de Oliveira, Rua Henrique Dias, Rua Marechal Castelo Branco, Rua Virgílio Amaral, Rua Augusto Cerquinha, Travessa João da Cruz, Rua Antônio Vidal, Rua Luiz Quidute S. Ferraz, Rua Décio Amaral Padilha, Av. Severino Pedro Carvalho, Rua José Cavalcante, Rua Padre Cícero, Rua José de Alencar, Rua Olavo Bilac, Rua Décio Mariano, Rua Bom Jesus, Rua Sargento Paulo, Rua São José, Rua Antônio Ramos de Sousa, Rua 04 (Cohab), Resid. Dom Francisco, Sítio Gangorra e Sitio Poço de Pedra.
Ao todo, 131 casos: a Prefeitura informou que hoje foram registrados seis casos positivos, 12 em investigação e oito curas para covid-19 em nosso município. A cidade chegou a 131 casos confirmados de Covid-19.
Casos Positivos: quatro pacientes do sexo feminino (01, 08, 33 e 62 anos) e dois pacientes do sexo masculino (35 e 41 anos). Entre as mulheres: uma menor; uma do lar; uma funcionária pública e uma assistente social. Já entre os homens, um professor e um agricultor.
Novos em Investigação: são nove pacientes do sexo feminino (17, 17, 27, 28, 30, 34, 40, 42 e 54 anos) e três pacientes do sexo masculino (21, 28 e 36 anos).
Entre as mulheres: três são agricultoras; duas estudantes; duas recepcionistas; uma profissional de saúde e uma do lar. Já entre os homens, um professor; um vendedor e um autônomo.
Um dos casos que entrou em investigação ontem, infelizmente veio à óbito nessa madrugada. Trata-se de um homem de 92 anos, aposentado, que havia dado entrada no Hospital Emília Câmara com quadro de broncoaspiração. Seguindo os protocolos para esses casos, foi realizada a coleta de swab. Aguardamos o resultado.
No dia de hoje, oito pacientes apresentaram alta por cura após avaliação clínica e epidemiológica.
Foram descartados 38 casos após os pacientes apresentarem resultados negativos – um SWAB e 37 TR – na Unidade de Campanha Dia.
Todos os casos confirmados e em investigação seguem monitorados pelas nossas equipes de atenção básica e de vigilância em saúde.
No lançamento da pré-candidatura de Danilo Simões e Edson Henrique, um fato que chamou a atenção foi a presença de um irmão de Daniel Valadares, vice-prefeito de Afogados, Carlinhos Valadares, no palanque oposicionista. Filho do prefeito Totonho Valadares, Carlinhos e Daniel tem conhecida divergência política. O Ministro André de Paula esteve no ato. Também o […]
No lançamento da pré-candidatura de Danilo Simões e Edson Henrique, um fato que chamou a atenção foi a presença de um irmão de Daniel Valadares, vice-prefeito de Afogados, Carlinhos Valadares, no palanque oposicionista.
Filho do prefeito Totonho Valadares, Carlinhos e Daniel tem conhecida divergência política.
O Ministro André de Paula esteve no ato. Também o Deputado Romero Sales Filho. A governadora Raquel Lyra se comprometeu em mandar um vídeo declarando seu apoio a Danilo e pedindo desculpas pela ausência.
André de Paula fez seu discurso falando em nome da governadora, de quem é aliado de primeira ordem. O evento aconteceu no Kabbanas Recepções.
Juntamente com os demais países da Região das Américas, o Brasil foi certificado, pela Organização Mundial da Saúde, como livre da poliomielite no ano de 1994. Contudo, a doença, também chamada de pólio ou paralisia infantil, corre grande risco de ser reintroduzida no país. A avaliação é do pesquisador Fernando Verani, epidemiologista da Escola Nacional […]
Juntamente com os demais países da Região das Américas, o Brasil foi certificado, pela Organização Mundial da Saúde, como livre da poliomielite no ano de 1994. Contudo, a doença, também chamada de pólio ou paralisia infantil, corre grande risco de ser reintroduzida no país. A avaliação é do pesquisador Fernando Verani, epidemiologista da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz). A reportagem é de Luana Dandara/ Portal Fiocruz.
Os motivos para o alerta são vários. O principal deles é a baixa cobertura vacinal. Apesar da gravidade das sequelas provocadas pela pólio, o Brasil não cumpre, desde 2015, a meta de 95% do público-alvo vacinado, patamar necessário para que a população seja considerada protegida contra a doença.
A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa aguda causada pelo poliovírus selvagem responsável por diversas epidemias no Brasil e no mundo. Ela pode provocar desde sintomas como os de um resfriado comum a problemas graves no sistema nervoso, como paralisia irreversível, principalmente em crianças com menos de cinco anos de idade.
No país, duas vacinas diferentes são oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para a imunização da pólio: a inativada e a atenuada. A vacina inativada deve ser aplicada nos bebês aos 2, 4 e 6 meses de idade. Já o reforço da proteção contra a doença é feito com a vacina atenuada, aquela administrada em gotas por via oral entre os 15 e 18 meses e depois, mais uma vez, entre os 4 e 5 anos de idade.
Segundo o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), a cobertura vacinal com as três doses iniciais da vacina está muito baixa: 67% em 2021. A cobertura das doses de reforço (a de gotinha) é ainda menor, e apenas 52% das crianças foram imunizadas. Nas regiões Nordeste e Norte, a situação é ainda pior, com percentuais de 42% e 44%, respectivamente, para a imunização completa com as cinco doses.
Risco de reintrodução
Uma cobertura vacinal baixa aumenta em muito as chances do retorno do vírus ao país. Por exemplo, em fevereiro de 2022, as autoridades do Malawi, na África, declararam um surto de poliovírus selvagem tipo 1, após a doença infecto-contagiosa ser detectada em uma criança de 3 anos. A menina sofreu paralisia flácida aguda, uma das sequelas mais graves da enfermidade, a qual, muitas vezes, não pode ser revertida.
O último caso de poliomielite no país africano havia sido notificado em 1992, e a África toda declarada livre da doença em 2020. A cepa do vírus responsável por esse caso está geneticamente relacionada à cepa circulante no Paquistão, um dos dois países do mundo, junto com o Afeganistão, onde a pólio continua endêmica.
“Enquanto a poliomielite existir em qualquer lugar do planeta, há o risco de importação da doença. É um vírus perigoso e de alta transmissibilidade, mais transmissível do que o Sars-CoV-2, por exemplo. Estamos com sinal vermelho no Brasil por conta da baixa cobertura vacinal, e é urgente se fazer algo. Não podemos esperar acontecer a tragédia da reintrodução do vírus para tomar providências”, afirmou Fernando Verani.
A opinião é compartilhada pela pesquisadora Dilene Raimundo do Nascimento, da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
“A pandemia veio acentuar ainda mais a vulnerabilidade das populações em relação às doenças infecciosas. Hoje, o deslocamento de pessoas é muito mais fácil e rápido, logo, a possibilidade de circulação do vírus aumenta. Há uma grave possibilidade de a pólio ressurgir no Brasil, como foi com o sarampo, em 2018. Por isso, precisamos chamar a atenção para o risco e para a necessidade de vacinação”.
O virologista Edson Elias, chefe do Laboratório de Enterovírus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), explicou que a vacinação adequada evita, ainda, o perigo de mutação do vírus atenuado da pólio. “Quando a população está com baixa cobertura vacinal, há o risco de mutação do vírus, ao ser transmitido de pessoa para pessoa, tornando-se uma cepa agressiva”, ressaltou.
Sistema de vigilância também é fundamental
De acordo com Fernando Verani, também é motivo de preocupação a pouca eficiência nas estratégias de vigilância da doença para a contenção de possíveis surtos, como foi feito no Malawi. No país africano, o caso da menina infectada foi rapidamente identificado e a população local foi revacinada contra a poliomielite, impedindo uma epidemia viral.
“Há cerca de três anos, os protocolos de vigilância epidemiológica ficaram enfraquecidos no Brasil. Eles têm a finalidade de detectar e prevenir as doenças transmissíveis. As amostras de esgoto das cidades não têm sido recolhidas com a frequência esperada, e não há a notificação e investigação constante de possíveis casos de paralisia flácida aguda. O país possui os recursos e a expertise para manter a polio erradicada, mas não está tomando as ações necessárias”, disse o pesquisador da ENSP/Fiocruz.
O especialista teme que, caso haja uma importação da doença, o sistema de saúde talvez não consiga agir com a rapidez necessária para reprimir sua disseminação.
“Se o vírus for reintroduzido e não houver uma notificação rápida do caso, podemos ter uma epidemia. Com as baixas coberturas vacinais que temos hoje, as crianças estão desprotegidas. Podemos ter centenas ou milhares de crianças paralíticas como consequência”, advertiu o pesquisador da ENSP/Fiocruz.
Projeto de Reconquista das Altas Coberturas Vacinais
Em dezembro de 2021, o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Secretaria de Vigilância e Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) assinaram um protocolo de intenções para implementar um programa de Reconquista das Altas Coberturas Vacinais.
O projeto estabelecerá uma rede de colaboração interinstitucional, envolvendo atores nacionais e internacionais dos setores governamental, não governamental e privado, em torno da melhoria da cobertura vacinal brasileira.
O objetivo é implementar ações de apoio estratégico ao PNI para reverter a trajetória de queda nas coberturas vacinais dos Calendários Nacionais de Vacinação – da Criança, do Adolescente, do Adulto e ldoso, da Gestante e dos Povos Indígenas e, assim, assegurar o controle de doenças transmissíveis que podem ser controladas com o uso de vacinas, como a poliomielite.
Terrenos ociosos da União poderão ser usados por famílias de baixa renda para o plantio de hortas comunitárias. O Senado aprovou nesta semana o projeto de lei que autoriza a cessão, por cinco anos, desses imóveis que não estão sendo utilizados pela União. O PL 2100/2019 é de autoria do deputado Luiz Couto (PT-PB). Relatora […]
Terrenos ociosos da União poderão ser usados por famílias de baixa renda para o plantio de hortas comunitárias. O Senado aprovou nesta semana o projeto de lei que autoriza a cessão, por cinco anos, desses imóveis que não estão sendo utilizados pela União.
O PL 2100/2019 é de autoria do deputado Luiz Couto (PT-PB). Relatora do projeto na Comissão de Constituição e Justiça, a senadora pernambucana Teresa Leitão destaca que os terrenos serão cedidos apenas para famílias de baixa renda organizadas em associações, cooperativas ou sindicatos. A produção permitida será de alimentos orgânicos e mudas destinadas ao paisagismo urbano.
“Essas hortas comunitárias não só servem de objeto de estudo quando são próximas a entidades educacionais, como também preservam aquele ambiente, que não seria alvo de qualquer vandalismo. Acho que é um projeto importante”, avalia a senadora.
A cessão vai acontecer por meio da Secretaria do Patrimônio da União (SPU). A União poderá retomar o terreno a qualquer momento, por necessidade de uso, ou por irregularidade ou mau uso da parte dos beneficiados.
Aprovado nas comissões e no Plenário do Senado, o projeto seguiu para análise na Câmara dos Deputados.
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente de Tuparetama, juntamente com a comissão de eleição para Conselheiro Tutelar informam que já foi lançado o edital Nº01/2015 que trata do processo de escolha em data unificada dos novos membros do Conselho Tutelar de Tuparetama. O edital está disponível para consulta nos órgãos públicos do […]
O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente de Tuparetama, juntamente com a comissão de eleição para Conselheiro Tutelar informam que já foi lançado o edital Nº01/2015 que trata do processo de escolha em data unificada dos novos membros do Conselho Tutelar de Tuparetama.
O edital está disponível para consulta nos órgãos públicos do município e os candidatos interessados devem procurar a sede do CRAS, de 06/04 até 04/05/2015, das 8:00 às 12:00 horas, para fazer suas inscrições, caso se enquadrem nas normas do edital.
A eleição será realizada no dia 04 de outubro de 2015. A votação será em turno único, das 08h às 17h. A apuração dos votos acontecerá logo após todas as urnas terem sido recolhidas ao local de apuração, e procedida pela própria Mesa receptora em local determinado pela Comissão.
A posse dos eleitos será feita no dia 10 de janeiro de 2016 pelo Prefeito Municipal Dêva Pessoa em sessão solene do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Você precisa fazer login para comentar.