Sicoob PE implanta programa Cooperativa Mirim em escola de São José do Egito
Por André Luis
O Sicoob Pernambuco assinou um termo de parceria com a Secretaria Municipal de São José do Egito – PE e o Instituto Sicoob para implantar o programa Cooperativa Mirim na Escola Municipal Mundo Novo. A ideia foi recebida com entusiasmo por toda a comunidade escolar e contou com o apoio dos pais dos alunos.
No dia 19 de outubro em comemoração ao dia Internacional do Cooperativismo de crédito, Cleiry Michelle, especialista em Investimento Social e Estratégico do Sicoob Pernambuco em conjunto com o Sr. Adalberto Teixeira, conselheiro da OCB-PE, e Jane Erica, representante da Agência Sede do Sicoob Pernambuco em São José do Egito realizaram um bate papo sobre Cooperativismo e sua importância para a transformação da comunidade.
DESENVOLVENDO VALORES DE COOPERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA EDUCAÇÃO
Com finalidade educacional e amparada no Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, e na Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional de Cooperativismo, o Programa Cooperativa Mirim incentiva e apoia, sob a orientação de um Professor Orientador, a formação de cooperativas em escolas públicas, privadas, cooperativas educacionais e demais instituições de atendimento a crianças e jovens, entre a faixa etária de 8 a 17 anos.
O Programa Cooperativa Mirim
Cooperativa mirim é uma associação de alunos que, sob a orientação de um Professor Orientador, se unem voluntariamente visando satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio da vivência e prática do cooperativismo.
O Programa, cujo objetivo é desenvolver uma educação comprometida com valores de cooperação e participação, promotores de cidadania, promove, a partir de pressupostos cooperativistas, aprendizagens que favoreçam a iniciativa, a comunicação, a sociabilidade, a liderança e a reflexão dos estudantes sobre a sua prática.
Com 10 anos de execução e com uma metodologia apoiada em práticas pedagógicas que disseminam os princípios do cooperativismo, as Cooperativas Mirins preparam uma nova geração e geram transformação.
Quando falamos em mulheres e Política, logo nos vem à mente a dificuldade que nós mulheres enfrentamos em chegar a ocupar cargos do poder publico, dificuldade esta que não se acaba quando uma candidata é eleita, pelo contrário, estas sofrem além do peso do cargo, o machismo da política, construída historicamente no masculino e para […]
Quando falamos em mulheres e Política, logo nos vem à mente a dificuldade que nós mulheres enfrentamos em chegar a ocupar cargos do poder publico, dificuldade esta que não se acaba quando uma candidata é eleita, pelo contrário, estas sofrem além do peso do cargo, o machismo da política, construída historicamente no masculino e para o masculino.
No Pajeú, sobretudo, nos municípios de Afogados da Ingazeira e Carnaíba, esse machismo foi muito mais descarado e voltou muito mais forte na última eleição municipal, de 02 de outubro de 2016. Com um número de 20 candidatas a vereadora, nenhuma obteve êxito, e ainda pior é constatar que algumas candidatas não tiveram nem os próprios votos, no município de Afogados.
Nós que formamos o Fórum de Mulheres do Pajeú, e compomos o Fórum de Mulheres de Pernambuco e a Articulação de Mulheres Brasileiras, estamos no Pajeú há mais de 10 anos como Fórum, mas enquanto entidades que buscam construir uma equidade de gênero, desde a década de 1980 e vemos este fato com muita tristeza e indignação, mas também enxergamos esse momento histórico como uma oportunidade de reflexão social e politica, não apenas como movimento, mas enquanto cidadãs.
Reflexão esta que já iniciamos nas últimas eleições municipais, quando na ocasião desenvolvemos a pesquisa “Mulheres construindo Poder”, através da escuta de mulheres sobre o poder e suas relações, suas funções. Essa pesquisa demonstrou que no cotidiano as mulheres se vêem construindo e transformando relações de poder na sua comunidade (sítio, bairro), os seus depoimentos eram repletos de ações de liderança, transformações delas próprias através de trabalhos de entidades feministas e/ou de mulheres empoderadas nessa região. Porém quando indagadas sobre a ocupação dos cargos públicos estas os vinham como algo muito distante de suas realidades. Quase impossíveis.
Esse sentimento de distanciamento das mulheres com relação à política, já evidenciada na pesquisa e comprovada no pleito deste ano, trás a tona a ausência de representatividade da maior parcela da população, as mulheres, nos lugares de maior decisão política municipal, estadual e nacional, o que só evidencia a falência desse sistema político. Embora a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) oriente o percentual máximo de vagas de 70% e mínimo de 30% de candidaturas de um mesmo gênero, esta se tornou obrigatória apenas em 2009.
No entanto esta legislação vem se mostrando insuficiente para aproximar as mulheres da política eleitoral. Ao passo que partidos entendem a participação das mulheres apenas como uma obrigatoriedade legal e não trabalham essas candidaturas continuamente, perpetuando o vício em reservar para as mulheres, candidaturas de última hora, que não garantem fundos partidários para sua campanha e não reservam horários nas propagandas eleitorais nos meios de comunicação.
Tais partidos ao contrário de seguir a orientação do Tribunal Superior Eleitoral de que na impossibilidade de registro de candidaturas femininas no percentual mínimo de 30%, deve-se reduzir o número de candidatos do gênero masculino para se adequar às cotas de gênero, usam a tática de caçar candidatas “laranjas”.
Assim, podemos nos perguntar: Por que homens se interessam mais por política do que Mulheres? Por que mesmo com candidaturas e campanhas femininas, foram eleitos apenas homens em muitos municípios Brasileiros?
O movimento de mulheres do Pajeú acredita que o desafio urgente para nós e de toda a sociedade é não apenas responder a essas perguntas, mas, sobretudo, mudar essa realidade. Mudança essa que acreditamos ser uma luta contra o machismo e contra a estrutura política que está posta baseada no poder econômico.
Avançamos na conquista da legislação eleitoral, embora não seja suficiente, mas ainda precisamos manter a luta pelo empoderamento das mulheres para que possamos chegar a uma representatividade legítima nos partidos políticos e consequentemente nas candidaturas e nos cargos eletivos.
A desigualdade de gênero na política nada mais é do que a representação do conjunto de desigualdades vivenciadas pelas mulheres no seu cotidiano e que se reflete na reprodução do pensamento machista também representado nas urnas.
É preciso um trabalho educativo constante com a população no sentido de construção da equidade que devem estar expressa no currículo escolar e em outros processos educativos na vida de crianças e jovens: em casa, na escola, na sociedade…
Para além das urnas, a igualdade entre homens e mulheres ainda é uma luta cotidiana das mulheres na busca da equidade na política e em outras dimensões da sociedade.
Nesse sentido, o Fórum de Mulheres do Pajeú, reafirma sua luta pela igualdade de gênero no Sertão do Pajeú, pela erradicação da violência doméstica, da exclusão econômica das mulheres e da equidade na política. Seguiremos em debate e reflexões no sentido de ampliar nossas forças e alcançarmos cada vez mais mulheres de toda a região para a luta pela consciência da importância da igualdade entre homens e mulheres e que não nos calemos diante de qualquer violência e exclusão.
No dia em que completa 113 anos, São José do Egito ganha hoje a UPA 24 Horas. A solenidade de entrega acontece às 18h no espaço da unidade, no mesmo complexo onde funciona o Hospital Maria Rafael de Siqueira. A entrega terá as presenças do prefeito Evandro Valadares, do vice Eclérinston Ramos, do Secretário de […]
No dia em que completa 113 anos, São José do Egito ganha hoje a UPA 24 Horas. A solenidade de entrega acontece às 18h no espaço da unidade, no mesmo complexo onde funciona o Hospital Maria Rafael de Siqueira.
A entrega terá as presenças do prefeito Evandro Valadares, do vice Eclérinston Ramos, do Secretário de Saúde Paulo Jucá, de vereadores e equipe de governo. Segundo Paulo Jucá, a UPA 24 horas começará atendendo somente os pacientes de São José do Egito, mais, assim que houver a habilitação por parte do Ministério da Saúde, o atendimento também será feito as pessoas de toda região. No entanto, assim que for ativado a emergência odontológica, que vai funcionar 24 horas por dia na UPA, esse serviço já estará disponível para qualquer pessoa, de qualquer cidade do entorno de São José do Egito.
A principal função da unidade será para abrigar urgências e emergências. “No primeiro momento vamos instalar e solicitar habilitação ao Ministério da Saúde. A unidade abrigará urgência médica e urgência odontológica”. O município está licitando equipamentos para urgência odontológica depois que a empresa anterior deixou a obra alegando incapacidade de conclusão.
Serão 13 especialidades médicas: ginecologia, mastologia, ortopedia, pediatria, neurologia, dermatologia, otorrinolaringologia, ultrassonografia, proctogia, cirurgia geral, urologia, obstetrícia e psicologia. O Secretário espera que com a marcação através da Central de Regulação zerar a fila de espera em 60 dias.
História: No ano de 1838, um fazendeiro de nome Inácio do Nascimento de Souza, cedeu um terreno e em 1839, um missionário capuchinho iniciou uma campanha para a construção de uma nova e maior igreja na comunidade, essa só veio ser concluída 26 depois, no ano de 1865, a partir dai o povoado ganhou o nome de São José das Queimadas. Depois de São José das Queimadas, veio o nome de São José da Ingazeira, isso porque a vila pertencia à época a comarca de Ingazeira. O nome de São José do Egito só veio com a lei provincial nº 1.516, de 11 de Abril de 1881.
Existem duas explicações para o nome São José do Egito: uma tem haver com a parte da história religiosa do lugar e a outra com a riqueza cultural dessa terra. Na religiosidade, quando da capela dedica a São José foi construída à aproximadamente 200 anos, uma imagem de São José veio de Portugal para cá, quando a imagem chegou em solo egipciense, foi reparado nela, que os pés eram cobertos por uma bota.
Segundo historiadores, em Israel, por onde Jesus andou, à milhares de anos, não se usava botas e a região que esse tipo de indumentária era usada era o Egito, logo começaram a chamar a imagem de José do Egito, dai a origem do nome São José do Egito.
Já na parte cultural, veia poética é tão forte, que os poetas antigamente eram tidos como verdadeiros faraós de tão importantes que eram para a sociedade da época e até hoje. O poeta representava a cultura de uma forma tão magistral que foram criadas até dinastias de faraós em São José, como no Egito, com os reis e faraós de lá, essa é a explicação poética para o nome São José do Egito.
Segundo estudiosos, existiram três dinastias de poetas em São José do Egito, a primeira representada pelo grande poeta Antônio Marinho, a segunda pelo magistral Rogaciano Leite e a terceira pelo rei dos trocadilhos Lourival Batista. Esses homens, com seu lirismo, ajudaram a disseminar as sementes da poesia pelo mundo.
O município de Buíque deverá receber em 2020 três (03) novos veículos que deverão ser integrados ao sistema de segurança através da Guarda Municipal. Para isso, a prefeitura está confirmando interesse no recebimento dos veículos oriundos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, através de emenda impositiva da bancada pernambucana que irá beneficiar outros 67 […]
O município de Buíque deverá receber em 2020 três (03) novos veículos que deverão ser integrados ao sistema de segurança através da Guarda Municipal. Para isso, a prefeitura está confirmando interesse no recebimento dos veículos oriundos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, através de emenda impositiva da bancada pernambucana que irá beneficiar outros 67 municípios do Estado.
Para o recebimento das viaturas, a prefeitura de Buíque terá que oferecer como contra-partida a plotagem (identificação do veículo), equipamentos luminosos e sonoros, bem como o compromisso com a manutenção, combustível, motorista habilitado e uso exclusivo na segurança pública do município.
Entre as especificações dos veículos que deverão ser adquiridos e enviados as Guardas Municipais dos municípios contemplados, estão: a capacidade para 05 lugares, Ano 2019/2020, zero quilometro, 5 portas, motor flex, câmbio manual, cor branca, Ar-condicionado de fábrica, vidros e travas elétricas.
Somente os municípios que possuem a Guarda e o Conselho Municipal de Segurança tiveram direito as viaturas e Buíque saiu bem na frente. Em 2005, durante gestão do atual prefeito, Arquimedes Valença, foi criada através da Lei nº 149/2005, a Guarda Municipal de Buíque, portanto há mais de 14 anos. Já em marco de 2018, o atua gestor sancionou a lei nº 390/2018 que criou o Conselho Municipal de Segurança Pública do município de Buíque. Graças a essas duas ações, Buíque está sendo hoje contemplado com as novas viaturas para a segurança pública do município.
No próximo dia 17 de setembro de 2024, o Blog do Finfa promoverá um importante debate entre os candidatos a prefeito de São José do Egito, George Borja (PSB) e Fredson Brito (Republicanos). O evento ocorrerá no Cine Teatro São José, em Afogados da Ingazeira, às 20h, com transmissão ao vivo pelos canais do YouTube […]
No próximo dia 17 de setembro de 2024, o Blog do Finfa promoverá um importante debate entre os candidatos a prefeito de São José do Egito, George Borja (PSB) e Fredson Brito (Republicanos).
O evento ocorrerá no Cine Teatro São José, em Afogados da Ingazeira, às 20h, com transmissão ao vivo pelos canais do YouTube e Facebook do @BlogdoFinfa, além do site www.blogdofinfa.com.br.
O debate será dividido em seis blocos, oferecendo aos candidatos a oportunidade de apresentar suas propostas e discutir temas relevantes para a cidade.
O formato inclui desde apresentações iniciais, passando por temas sorteados com réplicas, até perguntas dos jornalistas e da população, garantindo um debate dinâmico e aprofundado.
Um destaque do debate será a participação do público, que poderá enviar suas perguntas para os candidatos.
Essas perguntas podem ser enviadas previamente através do link www.blogdofinfa.com.br/debatesaojose. Dez perguntas serão selecionadas e sorteadas ao vivo durante o evento, com cada candidato respondendo a duas delas.
G1 O ex-motorista e ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício José Carlos Queiroz, faltou pela segunda vez a um depoimento marcado na sede do Ministério Público Estadual do Rio (MP-RJ). O depoimento estava programado para a tarde desta sexta-feira (21). A apresentação de Queiroz estava prevista para última quarta-feira (19), mas, […]
O ex-motorista e ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício José Carlos Queiroz, faltou pela segunda vez a um depoimento marcado na sede do Ministério Público Estadual do Rio (MP-RJ). O depoimento estava programado para a tarde desta sexta-feira (21).
A apresentação de Queiroz estava prevista para última quarta-feira (19), mas, segundo os advogados, o ex-assessor teve uma “inesperada crise de saúde”. Segundo a defesa de Queiroz, não houve tempo hábil para analisar os autos da investigação. Eles solicitaram cópias dos documentos.
Nesta sexta, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, o advogado do investigado compareceu à sede do MP, às 14h, para informar que seu cliente “precisou ser internado na data de hoje, para realização de um procedimento invasivo com anestesia, o que será devidamente comprovado, posteriormente, através dos respectivos laudos médicos”.
A defesa se comprometeu a apresentar os laudos médicos até a próxima sexta-feira (28).
O MP-RJ afirmou ainda que dando prosseguimento às investigações será enviado ofício ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) sugerindo o comparecimento do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro, no dia 10 de janeiro, para que ele preste esclarecimentos sobre os fatos.
Desde que o relatório foi divulgado, Flávio Bolsonaro afirma em entrevistas e nas suas redes sociais que não tinha o que comentar sobre o assunto e que quem deveria responder é seu ex-motorista e ex-assessor.
Outras diligências, segundo o MP, serão realizadas, incluindo o depoimento dos familiares do investigado Fabrício Queiroz, no dia 8 de janeiro, e dos assessores da Alerj, em data a ser marcada ainda.
Ainda segundo nota do MP, alguns parlamentares citados no mesmo relatório do Coaf procuraram, voluntariamente, a instituição para manifestar interesse em apresentar seus esclarecimentos.
O nome de Fabrício Queiroz aparece em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) anexado à investigação que resultou na Operação Furna da Onça, um desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.
Segundo as informações do documento, o ex-motorista movimentou R$ 1,2 milhão em uma conta bancária durante um ano. Na época, o então assessor, que também é policial militar, recebia salário de R$ 23 mil por mês. As transações foram consideradas atípicas e por isso aparecem no relatório.
Queiroz recebia da Assembleia Legislativa um salário de R$ 8.517 e acumulava rendimentos mensais de R$ 12,6 mil da Polícia Militar. Ele foi exonerado do gabinete de Flávio na Alerj em outubro.
O documento também aponta que Queiroz repassou R$ 24 mil para Michelle Bolsonaro, futura primeira-dama. Sobre este pagamento, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que era a quitação de um empréstimo de R$ 40 mil feito por ele ao ex-motorista.
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