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Maia alerta Temer que governo corre risco de derrota até em MPs

Por André Luis
Foto: Beto Barata / PR

Do blog do Camarotti/G1

Em conversa reservada na última quinta-feira (27), no Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), alertou o presidente Michel Temer de que o cenário é de muita dificuldade na base aliada. E que o governo corre risco de ser derrotado em plenário até mesmo em votações de medidas provisórias.

De forma reservada, Maia tem dito de forma clara que é um erro o governo pensar que o placar da vitória na votação que arquivou a segunda denúncia contra Temer na quarta-feira (25) reflete a força do governo.

Articuladores políticos chegaram a dizer que, além dos 251 votos, Temer também teria o apoio dos ausentes. “Isso não reflete a realidade da base”, confidenciou Maia a interlocutores.

O presidente da Câmara tem defendido uma reforma ministerial que contemple o novo mapa de forças políticas que resultou da votação da segunda denúncia. E chegou a falar para integrantes do núcleo do Palácio do Planalto que seria um grande erro deixar para março de 2018 a reforma ministerial.

Para mais de um interlocutor, Maia defendeu uma mudança imediata no primeiro escalão para contemplar aliados e diminuir as insatisfações.

“Tudo agora vai depender de Temer. A insatisfação é enorme. Se quiser aprovar uma agenda mínima, terá que atuar”, desabafou o presidente da Câmara numa conversa pouco antes de embarcar para a viagem de uma semana ao exterior, na noite desta sexta-feira (27).

E foi além: disse que o governo pode ser surpreendido já na votação das medidas provisórias do ajuste fiscal. Segundo ele, o cenário é de derrota do Palácio do Planalto. Ele sugeriu ao governo enviar todas as matérias do pacote de ajuste fiscal por meio de projeto de lei. Mas a equipe econômica resiste.

Outras Notícias

Prefeitura convoca mais 50 concursados em Arcoverde‏. Veja lista:

A Prefeita do Município de Arcoverde, Madalena Britto, convoca os aprovados no concurso público nº 001/2014 com nomeação através da portaria nº 274/2015 (Diário Oficial do Estado 18/03/2015), a comparecerem a Secretaria Municipal de Administração para a entrega de documentos e agendamento de posse. Estão sendo chamadas 50 pessoas (lista abaixo relacionada) nas funções de Procurador […]

ImageProxyA Prefeita do Município de Arcoverde, Madalena Britto, convoca os aprovados no concurso público nº 001/2014 com nomeação através da portaria nº 274/2015 (Diário Oficial do Estado 18/03/2015), a comparecerem a Secretaria Municipal de Administração para a entrega de documentos e agendamento de posse.

Estão sendo chamadas 50 pessoas (lista abaixo relacionada) nas funções de Procurador da Fazenda Municipal, Professores, Enfermeiros, Cirurgiões Dentistas, Fisioterapeutas, Psicólogos, Nutricionistas, Técnico de Enfermagem, Auxiliar Bucal, Agente de Desenvolvimento, Assistente Social, educador Social, Veterinário e Agrônomo.

A lista de documentos exigidos para a posse no cargo público, mais três anexos (ficha cadastral, declaração de acumulação de cargo público, emprego ou função pública, declaração de bens e valores) e dos primeiros convocados, está disponível no site da prefeitura.

O certame foi realizado em julho de 2014 e homologado em dezembro. Desde janeiro de 2015, os candidatos começaram a ser convocados de acordo coma necessidade de cada secretaria.

Vale lembrar que a data da posse é de, no máximo, 30 dias após o dia da nomeação.

Relação dos convocados:

PROFESSOR I

SHEYLLA NUNES DE ARAÚJO MODESTO

DARIA SIMONE CAVALCANTE GOIS

ANA CAROLINA DE OLIVEIRA MEDEIROS SILVA

MARIA ALDIRA DE ARAUJO SANTOS

NATALIA ROCHA CARVALHO

PATRICIA FERREIRA DE OLIVEIRA SILVA

PROFESSOR II- EDUCAÇÃO FÍSICA

LAYLA LEYLANE BESERRA LUCENA

JOÃO BATISTA FERREIRA FILHO

PROFESSOR II – PORTUGUÊS

ANA LUIZA VALENTIM ROCHA LUCENA

DENILSA CORDEIRO DA SILVA

MÉDICO ORTOPEDISTA

ARTHUR LUIZ CORREIA DE MEDEIROS

ENFERMEIRO DO PSF

ALZENI MARIA PEREIRA

MARCILA NUNES DE FREITAS

ASSISTENTE SOCIAL PARA SECRETARIA DE SAÚDE

RENATA FREIRE DE QUEIROZ SALLES FERREIRA

CIRURGIÃO-DENTISTA ENDODONTISTA

MARCELA MARIA DE ARAUJO MACEDO

GISELE MARIA DE ARAÚJO MACEDO

CIRURGIÃO-DENTISTA DO PSF

IALY CAROLINE BRIANO ALVES

ARNOLDO VASCONCELOS DE ALENCAR FILHO

FISIOTERAPEUTA DO NASF

THIAGO JOSÉ PEREIRA DA SILVA

KARLA NEVES LIMA

FISIOTERAPEUTA

POLLYANNA BRANDÃO BEZERRA

DANILLO NUNES DE OLIVEIRA

LORENA DE FREITAS CHARAMBA

CLESSYO TAVARES DE AMORIN CAVALCANTI

GABRIELY FEITOSA FREIRE DE SOUZA

RAFFAELLA HERMAN OLIVEIRA GOMES

PAULO ROBERTO AUTRAN GURGEL DO AMARAL

KLEBER AZEVEDO FERREIRA

PSICÓLOGO DA SECRETARIA DE SAÚDE

MARCIA GABRIELE NUNES

NUTRICIONISTA

ANGELICA SARAIVA SANTOS

ANA CATARINA PESSOA DE AQUINOANDRADE VIEIRA

JAQUIELE ARAUJO DE LIMA

EDUCADOR FISICO

DIOGO JOSÉ TEIXEIRA DE MIRANDA

MAYELTON MURILO DA SILVA FERRAZ

TÉCNICO EM ENFERMAGEM

ELIZETE CAMPOS DE SIQUEIRA VIEIRA

TÉCNICO EM ENFERMAGEM DO PSF

LIDYANE JESSIKA FEITOSA DE ARAÚJO

AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL

RENATA CABRAL DA SILVA

VALMIRA ARAUJO DA SILVA

RONINEIDE SANTOS

MARIA CLECIANE CAVALCANTI ALBUQUERQUE

AGENTE DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO

JOSÉ FRANKLYN BARBOSA CAMELO

AGUIDA CATOLÉ FARIAS

PSICÓLOGO PARA SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

NAYDE ALBUQUERQUE FERREIRA

NATALIA COSME DE OLIVEIRA

ASSISTENTE SOCIAL PARA SECRETARIA DE ASSISNTÊNCIA SOCIAL

TALITA FREIRE PEDROSA

LARISSA CORDEIRO LIMA

EDUCADOR SOCIAL

PAULO EDUARDO BARBOSA DE ALMEIDA

VETERINÁRIO PARA SECRETARIA DE AGRICULTURA

MARCIO AUGUSTO DA ROCHA LEÃO

AGRÔNOMO

RHUAN JOSÉ GONÇALVES PASTORIZA

PROCURADOR DA FAZENDA MUNICIPAL

EDNA MARIA DA SILVA

Previdência pode ter ‘gatilho’ para idade mínima no longo prazo superar 65 anos

A proposta de reforma da Previdência que o presidente Michel Temer tem em mãos prevê o aumento da idade mínima para além dos 65 anos fixados inicialmente. O texto, elaborado pela equipe técnica do governo, propõe um gatilho que permitirá aumentar o piso da idade à medida que também subir o tempo médio de sobrevida […]

Na aposentadoria por tempo de contribuição, não há idade mínima
Na aposentadoria por tempo de contribuição, não há idade mínima

A proposta de reforma da Previdência que o presidente Michel Temer tem em mãos prevê o aumento da idade mínima para além dos 65 anos fixados inicialmente. O texto, elaborado pela equipe técnica do governo, propõe um gatilho que permitirá aumentar o piso da idade à medida que também subir o tempo médio de sobrevida (a quantidade de anos de vida depois da aposentadoria).

A “calibragem” evitaria a necessidade de discutir novos projetos de reforma previdenciária acompanhando o envelhecimento da população. Caberá a Temer a decisão de deixar ou retirar esse dispositivo. Os técnicos, porém, defendem o instrumento como necessário para que os efeitos da reforma, de alto custo político, sejam de longa duração.

O presidente já decidiu, porém, que a proposta de reforma só será enviada ao Congresso em novembro, após o segundo turno das eleições. A decisão é mais um recuo do governo que, inicialmente, encaminharia o texto ainda este mês.

Em jantar oferecido nesta terça-feira, 27, por Temer a ministros e líderes dos partidos da base aliada, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reafirmou que a prioridade do governo é a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita os gastos públicos. A PEC chegou a ser classificada como “o Plano Real do governo Temer” por parlamentares presentes à reunião.

Mudança – A fórmula para o acionamento do gatilho da idade leva em conta mais de um cenário, mas ainda está sendo definido o intervalo que levará ao aumento. Atualmente, a expectativa de “sobrevida” para quem tem 65 anos é de 18 anos. De um ano para o outro, esse número chega a aumentar dois meses e meio.

Atualmente, no Brasil, é possível se aposentar por idade ou por tempo de contribuição. Pela regra, é possível se aposentar com 65/60 anos (homens/mulheres) se o trabalhador tiver pelo menos 15 anos de contribuição. Na aposentadoria por tempo de contribuição, não há idade mínima. A regra diz que é preciso ter 35/30 anos (homens/mulheres) de contribuição. Neste momento, o único consenso é com a relação aos 65 anos como idade mínima para homens e mulheres, com uma transição mais suave para mulheres e também para professores.

O projeto também eleva o tempo mínimo de contribuição (atualmente de 15 anos para a aposentadoria por idade) e vincula o pagamento integral do benefício a um período maior de contribuições. Uma das hipóteses é aumentar a contribuição mínima para 25 anos, sendo que, para ter direito à aposentadoria integral, serão necessários 50 anos de contribuição.

As novas regras valeriam para homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos. Acima dessa idade, os trabalhadores terão de trabalhar 40% ou 50% a mais no tempo que falta para a aposentadoria integral. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Diretor de Limpeza reclama de frota encontrada em Tabira

Setenta e duas caçambas de lixo retiradas em apenas seis dias. Lixões em terrenos livres, até no centro da cidade e nas imediações do hospital e de postos de saúde – este tem sido o desafio da nova Diretoria de Limpeza Urbana de Tabira, comandada por Júnior Nascimento (Júnior de Zé de Rita).  Falando a […]

Setenta e duas caçambas de lixo retiradas em apenas seis dias. Lixões em terrenos livres, até no centro da cidade e nas imediações do hospital e de postos de saúde – este tem sido o desafio da nova Diretoria de Limpeza Urbana de Tabira, comandada por Júnior Nascimento (Júnior de Zé de Rita). 

Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, o novo diretor disse que encontrou apenas uma caçamba e uma máquina funcionando. E reclamou que existe uma caçamba que ganhou pneus novos em novembro e se encontra sem eles. “Ontem mesmo a limpeza do Canal da Granja foi iniciada”. 

Júnior adiantou que haverá uma campanha de conscientização junto aos moradores da cidade no sentido de evitar espalhar metralha pelas ruas e aguardar a passagem do carro coletor. 

Ele elogiou a equipe de limpeza e garantiu que o governo Nicinha Melo está oferecendo um bom café da manhã antes dos profissionais da limpeza iniciarem os trabalhos na cidade. O diretor não descartou a necessidade de se fazer um mutirão de limpeza contando com a ajuda de prefeituras da região.

Por que prefeito não são reeleitos?

Por Adriano Oliveira Na eleição de 2020, 63% dos prefeitos foram reeleitos. Eleição atípica em razão da pandemia. A estratégia naquele ano foi simples: por conta da pandemia, o prefeito não pôde fazer mais. Portanto, ele precisa de mais quatro para mostrar que pode realizar em ambiente sem crise sanitária. Tal narrativa foi identificada em […]

Por Adriano Oliveira

Na eleição de 2020, 63% dos prefeitos foram reeleitos. Eleição atípica em razão da pandemia. A estratégia naquele ano foi simples: por conta da pandemia, o prefeito não pôde fazer mais. Portanto, ele precisa de mais quatro para mostrar que pode realizar em ambiente sem crise sanitária. Tal narrativa foi identificada em variadas pesquisas qualitativas.

Em 2004, 56% dos gestores foram reeleitos; 2008, 66%; 2012, 55%; 2016, 47%. A média de prefeitos reeleitos em cinco eleições foi de 57,4%. Diante deste resultado, tenho a hipótese de que mais de 50% dos prefeitos serão reeleitos em 2024. Gestores ganham a eleição novamente em virtude de que são bem avaliados. Explicação correta, mas simplista perante a complexidade do eleitor. A indagação relevante é: por que prefeitos não são reeleitos, já que a média de prefeitos reeleitos é de 57,4%?

A prefeitura exerce força centrípeta entre os votantes. Elas têm o poder de atrair eleitores. É comum que em cidades de até 100 mil habitantes existam grupos políticos que polarizam a disputa eleitoral. De um lado, o grupo Z. Do outro, o grupo Y. Não existe 3° via. Os votantes do grupo Z desejam manter o poder e os do Y conquistar. O gestor utiliza a prefeitura para contratar pessoas e, por consequência, manter o poder. A força centrípeta da prefeitura é maior quanto maior for a dependência econômica dos moradores da cidade para com o poder público. Localidades sem atividades econômicas robustas criam indivíduos dependentes da renda pública.

Quando prefeitos não sabem “agradar” as bases, ou seja, distribuir adequadamente os espaços no poder público, eles tendem a perder a eleição. Observo, contudo, que tal possibilidade é remota, pois, mesmo diante das amarras da Lei de Responsabilidade Fiscal, prefeitos criam meios de manterem, em particular com a proximidade da eleição, os contratados da prefeitura recebendo salários. Portanto, uma das razões de gestores não conseguirem a reeleição é a incompetência para utilizar a máquina pública como atração de votos.

O segundo motivo é não cuidar adequadamente da saúde pública. Absolutamente comum as reclamações de moradores para com o estado da saúde pública de variadas cidades. Os votantes reclamam dos postos de saúde, falta de medicamentos e de médicos. Quando as críticas são exacerbadas, a popularidade do prefeito tende a cair. Com isto, ele diminui as chances de conquistar novo mandato. Ao contrário da insegurança pública, a ineficiência do sistema de saúde pública municipal é, para o eleitor, da responsabilidade do prefeito. Governadores e presidente da República são responsabilizados pela insegurança pública. Portanto, o votante sabe, geralmente, apontar os responsáveis pela oferta de serviços públicos.

O atraso de salários é outro motivo. Se os salários dos servidores estão atrasados, os prefeitos estão impopulares. Esta relação é fortemente provável. Lembro o que falei antes: o poder municipal exerce força centrípeta entre os votantes. Portanto, eleitores não desejam salários atrasados por razões excessivamente óbvias. Outro ponto: quando as oportunidades de emprego são escassas, é a renda dos funcionários que movimenta o comércio. Conclusão: salários atrasados paralisa o comércio e gera impopularidade para os gestores.

A ausência do prefeito na cidade é mais um motivo. É rotineiro as pesquisas qualitativas da Cenário mostrarem que prefeitos ausentes são impopulares. Os entrevistados afirmam: “Nem aqui ele está”, “Sumiu”, “Não faz nada. Viaja muito”, “Preguiçoso. Difícil de encontrá-lo”. Independent do tamanho da cidade, a relação ausência e impopularidade é observada. Lembrando que as redes sociais são instrumentos de prestação de contas para os políticos na sua relação com o eleitor. Portanto, muitas fotos e vídeos na capital ou em São Paulo; e poucas fotos na localidade que o prefeito administra; produzem prefeitos impopulares.

Por fim, o imponderável não reelege prefeitos, assim como elege. Prefeitos mal avaliados podem ter a sorte de um imponderável, mas talvez previsível: operação da Polícia Federal prender o seu adversário. Ou a ação da Polícia Federal atingir um prefeito com fama de honesto e popular às vésperas da eleição. Mais um imponderável: o falecimento da esposa do adversário de um prefeito popular pode mudar a escolha do eleitor.

Adriano Oliveira, Doutor em Ciência Política. Professor da UFPR. Fundador da Cenário Inteligência – Pesquisas e Estratégias. Artigo originalmente escrito para o Jornal do Commercio/NE10.

Nota do blog sobre arrendamento de rádios no Pajeú mobiliza Sindicato dos Radialistas

Entretanto, entidade diz que legislação não impede esse tipo de negócio. Ideia é tentar diálogo para evitar O Sindicato dos Radialistas de Pernambuco foi acionado pelo Delegado Regional Celso Brandão após nota do blog sobre a insegurança que vivem os trabalhadores das rádios Líder do Vale e A Voz do Sertão com a notícia de […]

Décio Petrônio, do Sindicato dos Radialistas
Décio Petrônio, do Sindicato dos Radialistas

Entretanto, entidade diz que legislação não impede esse tipo de negócio. Ideia é tentar diálogo para evitar

O Sindicato dos Radialistas de Pernambuco foi acionado pelo Delegado Regional Celso Brandão após nota do blog sobre a insegurança que vivem os trabalhadores das rádios Líder do Vale e A Voz do Sertão com a notícia de que serão arrendadas a uma igreja evangélica, pondo fim a empregos nas duas rádios.

O Sindicato, presidido por Inaldo Salustiano, se propôs a intermediar um diálogo com a gerência do Grupo Inocêncio Oliveira, mas avisou: não pode fazer muita coisa, pois, apesar de concessão pública, os detentores da outorga tem livre arbítrio para esse tipo de negociação.

Não fosse assim, não haveriam emissoras arrendadas em todo o estado a redes católicas ou evangélicas. O episódio tem mobilizado ouvintes das duas emissoras. Após a questão ter sido tornado pública por funcionários, ouvintes contrários tem reclamado.

“Isso ocorre com muita frequência. Há uma briga do Sindicato porque a gente entende que muitos profissionais perdem seus espaços porque passa a ser praticamente uma repetidora. Infelizmente essa legislação de concessões é muito espúria”, diz o advogado do Sindicato Décio Petrônio ao blog.

Ele complementou: “Não tem nada que juridicamente a gente possa fazer. Isso ocorre no país todo até com concessões de TV como vemos direto espaços sendo alugados. Juridicamente não temos muito o que fazer”, lamentou.