Shopping Arcoverde agora sai do papel, diz empresário
Por Nill Júnior
No Jornal Itapuama desta quinta-feira (4), destaco que o projeto do Shopping Arcoverde ganha força e aproxima sua execução.
O empresário Márcio Brito voltou a falar sobre o Shopping Arcoverde — tema que tem movimentado debates e curiosidades na cidade. Segundo ele, o projeto será apresentado nesta sexta-feira (5), às 8h, na ACA, durante o café empresarial que reunirá comerciantes e investidores interessados.
Márcio respondeu novamente à pergunta que mais escuta nas ruas: “o shopping sai do papel desta vez?” Ele afirma que sim, destacando que o cenário atual é totalmente diferente de 2019, quando a pandemia interrompeu os planos. Agora, segundo ele, há investidores de Arcoverde, da região e até de outros estados do Nordeste compondo o grupo de interesse.
O empresário reforçou que seu papel é “fazer a ponte” entre donos do terreno, investidores e lojistas — e não ser o construtor direto. Disse ainda que o empreendimento atenderá um raio de 30 municípios e não vem para concorrer, mas para somar ao comércio local, mantendo um percentual de lojas destinadas a comerciantes de Arcoverde.
Amanhã, a expectativa é que Márcio detalhe pontos muito aguardados: quais serão as lojas âncora, como funcionará a praça de alimentação, o cinema prometido e como será a composição entre redes nacionais e comércio local. Ele tem repetido que o novo atacarejo instalado na cidade deve ampliar o fluxo regional — algo que também favoreceria o shopping.
Pelo que tem sido dito, pelo ritmo das articulações e pela postura mais assertiva do empresário, a sensação é de que, desta vez, o projeto realmente começa a ganhar corpo.
Não há ainda previsão dos funerais do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em acidente aéreo, ontem, em Santos, com mais quatro assessores e dois tripulantes, O dia de ontem foi de recolhimento do que restou dos corpos das vítimas e só a partir de hoje começa o trabalho de reconhecimento pelo DNA. A informação é […]
Não há ainda previsão dos funerais do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em acidente aéreo, ontem, em Santos, com mais quatro assessores e dois tripulantes, O dia de ontem foi de recolhimento do que restou dos corpos das vítimas e só a partir de hoje começa o trabalho de reconhecimento pelo DNA. A informação é do Blog do Magno.
As informações que obtive, há pouco, é que são muito pequenos os pedaços dos corpos encontrados e por isso mesmo os exames de DNA poderão levar até três dias para reconhecimento, porque os fragmentos encontrados pertencem a sete pessoas, daí as dificuldades de analisar um a um.
Os corpos foram carbonizados na explosão da aeronave. O capitão Mário, chefe da Casa Militar do Governo de Pernambuco e o dentista particular de Eduardo, além de um perito da Polícia pernambucana, estão em Brasília acompanhando os trabalhados de identificação no IML de São Paulo.
Enquanto isso, a família de Eduardo, abalada e consternada, aguarda informações em casa, em Dois Irmãos. A mãe de Eduarda, a ministra do Tribunal de Contas da União, Ana Arraes, chegou ontem de Brasília por volta das 19 horas em companhia do também ministro pernambucano José Múcio, seu colega de corte.
E do aeroporto seguiu para a casa de Renata, viúva de Eduardo. Lá, ao lado da nora e dos netos recebeu a visita do bispo Dom Saburido, da Arquidiocese de Olinda e Recife, que fez uma oração para consolar a família, que ainda está sob o efeito do impacto, achando que não é verdade, mas um grande pesadelo.
A recomendação tem o objetivo de cobrar do município providências para que a Controladoria Interna consiga exercer plenamente o seu papel. O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à prefeita do município de Serra Talhada, Márcia Conrado, que adapte a legislação vigente de sistema de controle interno, promovendo uma alteração na lei com o objetivo […]
A recomendação tem o objetivo de cobrar do município providências para que a Controladoria Interna consiga exercer plenamente o seu papel.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à prefeita do município de Serra Talhada, Márcia Conrado, que adapte a legislação vigente de sistema de controle interno, promovendo uma alteração na lei com o objetivo de diferenciar as funções de Secretário Municipal de Transparência, Fiscalização e Controle das funções de Controlador-Geral do município.
A recomendação tem o objetivo de cobrar do município providências para que a Controladoria Interna consiga exercer plenamente o seu papel.
O cargo de Controlador-Geral do Município, conforme a recomendação expedida pela 2ª Promotoria de Justiça de Serra Talhada, deve ser investido somente por um dos servidores nomeados e empossados no cargo de Agente em Controle Interno.
A recomendação orienta o município a respeito das funções de controle, nas Secretarias e órgãos de Administração Indireta, que devem ser atribuídas apenas a servidores efetivos.
Neste caso, o cargo de controlador interno deve ser ocupado somente por servidor concursado, efetivo na área de Controle Interno, de nível superior e graduação compatível com a qualificação e os conhecimentos que o cargo exige. Essa medida tem o objetivo de dar mais independência no desempenho das atribuições do cargo a fim de dar continuidade aos serviços do Órgão Central do Sistema de Controle Interno (OCSCI).
Além disso, o MPPE recomendou que a prefeita promova a extinção dos cargos em comissão que atuem em ações de controle interno no município de Serra Talhada, mantendo na estrutura do OCSCI o cargo efetivo específico de Controlador Interno criado pela Lei Municipal.
O Promotor de Justiça Vandeci Sousa Leite explicou, na recomendação, que a Constituição Federal, em seus artigos 31 e 70, aponta para a necessidade do Poder Público constituir um mecanismo de controle interno, bem como que a controladoria interna serve como ferramenta de apoio ao prefeito de modo a orientá-lo, cobrando resoluções e, em último caso, remetendo notícias de mau uso do erário público ao Ministério Público. Além disso, a controladoria interna tem o objetivo promover instrumentos de transparência na gestão dos recursos públicos, prevenir lesões ao patrimônio público, bem como servir como apoio aos órgãos de controle externo.
A recomendação destaca que cabe ao órgão de controle interno as macrofunções de corregedoria, auditoria e transparência, fiscalização do consumo de combustível na prefeitura, dos processos licitatórios, da gestão pessoal, do patrimônio público e do Portal da Transparência municipal. Dessa forma, a controladoria municipal consegue atuar de forma prioritária na apuração de denúncias e irregularidades.
Por fim, o MPPE ressalta que a inobservância da recomendação por parte do município poderá acarretar na adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis, inclusive o ajuizamento de ação civil pública por ato de improbidade administrativa.
A recomendação foi publicada integralmente no Diário Oficial do MPPE do dia 6 de maio de 2024.
Na tarde desta quinta-feira (04.06), Márcia Conrado se despediu oficialmente do comando da Secretaria Municipal de Saúde de Serra Talhada. Em seu último ato enquanto gestora da saúde serra-talhadense, inaugurou mais um equipamento para melhorar a qualidade do atendimento à população, a Central de Regulação da Secretaria Municipal de Saúde. Bastante emocionada, ela fez um […]
Na tarde desta quinta-feira (04.06), Márcia Conrado se despediu oficialmente do comando da Secretaria Municipal de Saúde de Serra Talhada. Em seu último ato enquanto gestora da saúde serra-talhadense, inaugurou mais um equipamento para melhorar a qualidade do atendimento à população, a Central de Regulação da Secretaria Municipal de Saúde.
Bastante emocionada, ela fez um balanço das dificuldades enfrentadas durante os seis anos em que esteve à frente da secretaria, elencou as principais conquistas implementadas nesse período e fez questão de destacar o papel de todos que integram a equipe da saúde e que trabalharam junto a ela.
“Foram 2.115 dias dedicados aquilo que eu acredito, a força de uma equipe pronta para transformar a realidade de toda uma população, garantindo uma saúde de qualidade e dignidade a todos. Agradeço a Luciano Duque pela confiança de sempre, por acreditar que eu seria capaz de conduzir uma equipe e mudar o rumo de muitas vidas. À Natália, desejo todo sucesso para dar continuidade a essa missão em prol do bem do povo de Serra Talhada”, disse Márcia, desejando boa sorte a sua substituta, Natália Regalatto.
Atual pré-candidata à prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado foi nomeada secretária de Saúde no dia 13 de agosto de 2014, quando tinha apenas 29 anos. Enfrentando muitos obstáculos.
Sob a gestão de Márcia na saúde, Serra Talhada obteve diversas conquistas e avanços, principalmente na ampliação do atendimento à população. Ela aproveitou a despedida para fazer um balanço da sua gestão.
“Foram entregues 23 unidades de saúde da família e mais 07 postos de saúde na zona rural; implantado atendimento médico e odontológico semanalmente nas comunidades rurais mais distantes; implantado o atendimento noturno em diversos bairros, serviço que se tornou referência a nível nacional, com mais de cem mil atendimentos; foi ampliada a frota de veículos e ambulâncias da Secretaria de Saúde, reforçando e melhorando o transporte de profissionais e pacientes do TFD.”
Ainda listou: “Inaugurado o primeiro hospital veterinário municipal de Pernambuco, referência para todo o Nordeste; realizados mais de um milhão de exames e consultas; ampliadas as especialidades do Centro Municipal de Saúde, que hoje conta com 33 especialistas; conquistado um OdontoMóvel, que leva saúde bucal para todas as localidades; inaugurada a Unidade Avançada da Fundação Altino Ventura, atendendo gratuitamente a população; foi inaugurado o CAPS Infantil; entregue a sede própria da Secretaria de Saúde, reunindo diversos setores e serviços em um só local, melhorando a qualidade do atendimento, entre outras conquistas”.
Com sua saída, a Saúde de Serra Talhada ficará sob o comando da nova secretária Natália Regalatto e da secretária-executiva, Alexsandra Novaes. Juntas, elas darão continuidade ao planejamento estratégico de enfrentamento à crise do novo coronavírus que vinha sendo implementado por Márcia e Aron Lourenço.
A sombra de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deputado afastado da presidência da Câmara e do mandato desde o último dia 5, tem despertado críticas e receios entre aliados de Michel Temer e integrantes do PMDB no Senado. O núcleo do governo interino se esforça para minimizar a nomeação de pessoas próximas a Cunha em postos-chave para […]
A sombra de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deputado afastado da presidência da Câmara e do mandato desde o último dia 5, tem despertado críticas e receios entre aliados de Michel Temer e integrantes do PMDB no Senado.
O núcleo do governo interino se esforça para minimizar a nomeação de pessoas próximas a Cunha em postos-chave para a nova administração, mas o deputado demonstra disposição em impor gente de sua confiança como interlocutores inevitáveis de Temer com o Congresso.
Cunha foi afastado do cargo a menos de uma semana da votação do impeachment no Senado. Era um período delicado para Temer, mas o deputado foi à residência oficial do hoje presidente interino no domingo seguinte a sua queda.
Na conversa com Temer, deixou claro que não pretendia recolher as armas. Disse que lutaria na Justiça para reaver o mandato e que se manteria politicamente organizado. A prova de que falava sério veio dias depois.
O afastamento de Cunha alçou Waldir Maranhão (PP-MA) à presidência da Câmara. Deputado de pouca expressão, sempre foi aliado do peemedebista, de quem só se afastou às vésperas do impeachment. Maranhão tentou se firmar no cargo, mas foi alvejado por aliados de Cunha e por PSDB e DEM.
Ameaçado até de expulsão por sua sigla, voltou-se para o peemedebista. Conseguiu uma trégua. Desde o afastamento de Cunha, Maranhão foi pelo menos duas vezes à casa dele. “Mesmo afastado, Cunha continua usando seu poder para comandar a Casa por meio do presidente interino”, avaliou Pauderney Avelino (AM), líder do DEM.
A maior prova da força de Cunha, no entanto, veio à tona esta semana, quando deputados do chamado “centrão” reuniram cerca de 300 assinaturas para impor a escolha de André Moura (PSC-SE) como líder do governo Temer na Casa. O bloco teve participação decisiva na eleição do peemedebista para a presidência da Câmara, em 2015.
O número de apoios a Moura fez Temer ceder. As primeiras críticas vieram pelo currículo de Moura, que já foi acusado até de tentativa de assassinato, o que ele nega.
Senadores criticaram a posição de Temer –Renan Calheiros (PMDB-AL) o fez publicamente–, e, os mais próximos ao interino manifestaram preocupação com que ele se torne “refém” de Cunha.
Numa tentativa de amenizar essa impressão, deputados aliados ao presidente interino afirmam que, uma vez indicado, Moura tende a se afastar de Cunha para formar seu próprio núcleo de influência. “Hoje Cunha não é o mesmo que era ontem. E amanhã já não será mais o mesmo de hoje”, define um deputado do PMDB.
O Planalto, por sua vez, tenta disseminar a versão de que Moura é o sintoma de um movimento mais amplo de todos os partidos pequenos e médios da Câmara para mudar o eixo do poder na Casa e minimizam o poder de Cunha sobre o governo interino.
Nível de ataques entre candidatos baixou o nível do último encontro antes das eleições O candidato Anderson Ferreira, que havia se ausentado dos dois últimos debates, mas tinha sinalizado mudança de estratégia, manteve a linha de não estar nos embates. Ele faltou ao último debate, na TV Jornal SBT. Assim ele e Marília Arraes, que […]
Nível de ataques entre candidatos baixou o nível do último encontro antes das eleições
O candidato Anderson Ferreira, que havia se ausentado dos dois últimos debates, mas tinha sinalizado mudança de estratégia, manteve a linha de não estar nos embates.
Ele faltou ao último debate, na TV Jornal SBT. Assim ele e Marília Arraes, que já vinha adotando essa estratégia, não participaram do encontro.
A estratégia chama a atenção pela briga entre ele e os demais postulantes ao segundo turno, onde há uma disputa voto a voto.
Com dois púlpitos vazios mostrados aos telespectadores e abertura para abrir espaço para perguntas dos ausentes, Danilo Cabral, Miguel Coelho, Raquel Lyra, João Arnaldo e Pastor Wellington participaram do encontro.
Em linhas gerais, ele reproduziu os mesmos mantras dos encontros anteriores.
O primeiro bloco foi de perguntas entre os candidatos. O Pastor Wellington perguntou a Raquel Lyra sobre transporte público. “Sendo sua família detentora de empresa de transporte, não há conflito de interesses?” Raquel: “A empresa é de transporte intemunicipal. O debate aqui é sobre o debate metropolitano. Quem vai cuidar do transporte do Recife sou eu”. Prometeu diálogo com o futuro presidente e disse que sua história não será maculada. “Aqui não existe combinação com ninguém. O governo também trata do transporte intermunicipal. O que não pode haver é conflito de interesses”.
Raquel atacou Miguel. “A licitação do transporte de Petrolina foi cancelada por fraude mos documentos”.
Raquel escolheu perguntar a Danilo Cabral. “O governo de Paulo Câmara deixa um legado muito ruim pra Pernambuco”. Citou fome no estado e a queda no teto da restauração. Danilo: “o governo Paulo Câmara deixou um legado no pior momento de sua história, com crise econômica, política e social. Bolsonaro é inimigo de Pernambuco e mesmo assim o estado ficou equilibrado. Na educação, saiu o Ideb e Pernambuco está entre as melhores escolas públicas do Brasil. Disse que Raquel não abriu leitos. “Você deixou Caruaru quebrada. E Pernambuco está equilibrado”. Prometeu duplicar a BR 232 até Serra.
Raquel: “é feio mentir. Nós cuidamos da saúde de Caruaru, abrimos leitos de UTI durante a Covid. Vamos poder cuidar de Pernambuco, zerar fila, cuidar da Restauração, concluir Mestre Dominguinhos e terminar o Hospital do Sertão. Somos campeões no índice de competitividade de Pernambuco”.
Danilo: “quem tá mantido aqui é você. Deixou rombo de R$ 26 milhões em 2021. Relatório de gestão fiscal. Como Delegada deveria ter honestidade intelectuais. Quem faz segurança é Polícia Militar e Civil. Prometeu entregar creche e não estregou, a Vila Canaã não entregou, deixou Caruaru no chão e tirou Jorge de Altinho do São João”.
Com João Arnaldo, Danilo explorou a ausência de Marília Arraes no debate. Muito triste ver Marília se ausentar, especialmente porque o vice foi aliado de Paulo Câmara, como Miguel foi e se esquivam pelo desgaste do governador. Quem se fizerem sou eu. Danilo disse que Marília faltou em votações importantes. “Marília está ao lado de ex-aliados de Bolsonaro.
João Arnaldo perguntou a Miguel Coelho sobre a queda dos indicadores sociais em sua gestão. “Petrolina tem uma das piores atenções básicas de Pernambuco. Tá provado que você é candidato das fake news”, cutucou. “É um brigando, esculhambando com o outro. Sei que você que me vê está cansado. Vai no Google ou liga pra um posto, uma farmácia. Continua sendo a melhor educação, que mais gera empregos, melhor pra se viver no Nordeste”. João Arnaldo: “às vezes me pergunto se Miguel acredita nessa mentiras. Ele e o pai estiveram com Paulo Câmara aí quando Paulo cai nas pesquisas aparecem como se fossem o novo”.
No embate com Miguel, Pastor Wellington disse que Anderson Ferreira foi o pior prefeito que Jaboatão já teve. “Queria ver onde ele colocou R$ 200 milhões em investimentos”. E chamou Marília de “candidata abortista”. Completou: “agora vejo ela andando nas igrejas”.
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