Garantia Safra começa a ser pago em mais nove municípios de PE. Afogados e Tabira seguem fora
Por Nill Júnior
Garantia safra auxilia agricultores na maior estiagem dos últimos 50 anos
Por Anchieta Santos
O Garantia-Safra ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, começou a ser pago nos municípios de São Jose do Egito, Santa Terezinha, Santa Cruz da Baixa Verde, Serra Talhada, Triunfo, Caruaru, Terra Nova, Pedra e Sairé.
A primeira parcela do total de R$ 850 foi liberada ontem. Na região do Pajeú vários municípios ainda esperam pela liberação do recurso como Afogados da Ingazeira, Tabira, Ingazeira, Solidão e outros.
De acordo com a Secretaria Especial do Desenvolvimento Agrário, os pagamentos serão realizados nas datas definidas pelo calendário de pagamento de benefícios sociais da Caixa Econômica.
Em contato com a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Mauricio Bezerra, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Tabira declarou não ter novidades sobre a reunião do Comitê Gestor do Garantia-Safra que decidiria ontem se o pagamento do benefício do município sairia em março e ou se foi cancelado.
Posição similar passou esta semana o Secretário de Agricultura de Afogados da Ingazeira Ademar Oliveira, dizendo estar aguardando a definição do calendário por parte do Governo Federal. “Nossa parte foi feita”, garante.
Por André Luis Na manhã desta segunda-feira (15) durante reunião na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) sobre a retomada do trecho pernambucano da ferrovia Transnordestina, o deputado federal Carlos Veras (PT), disse haver uma decisão política do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em viabilizar o trecho do ramal Salgueiro/Suape. “A decisão política […]
Na manhã desta segunda-feira (15) durante reunião na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) sobre a retomada do trecho pernambucano da ferrovia Transnordestina, o deputado federal Carlos Veras (PT), disse haver uma decisão política do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em viabilizar o trecho do ramal Salgueiro/Suape.
“A decisão política deste governo é que essa obra seja realizada”, afirmou Veras em vídeo divulgado em suas redes sociais com trecho da sua fala durante a reunião.
Segundo o parlamentar, diante do que a consultoria técnica apresentou, o que precisa ser decidido é o formato da retomada das obras.
“Estamos agora no processo de construir o melhor caminho. Se trazer de volta para obra pública, na parceria com as empresas, ou usando o financiamento pelo BNDES. Qual é o caminho?”, destacou o deputado petista.
Veras disse julgar que a decisão mais importante já foi tomada que é a do presidente Lula retomar as obras. “Ele [Lula] quer que essa obra seja realizada, e ele quer, inclusive, inaugurar essa obra em seu governo”, pontuou Carlos Veras.
O encontro, que reuniu representantes das bancadas estadual e federal no auditório Sérgio Guerra da Alepe, foi convocado pelo deputado João Paulo (PT), para debater a reinserção do trecho Salgueiro/Suape na ferrovia.
Em seu traçado original, a Transnordestina conectaria o município de Eliseu Martins, no interior do Piauí, aos portos de Pecém, no Ceará, e de Suape, em Pernambuco. No entanto, o porto pernambucano foi excluído do projeto por meio de um termo aditivo ao contrato no apagar das luzes do governo Bolsonaro.
O Prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (PT) negou em nota ao blog que esteja articulando dentre os vereadores governistas o apoio a Doido de Zé Vicente para presidir a casa. A informação foi publicada no blog esta manhã, com base em nota do comunicador Anchieta Santos, de acordo com informações recebidas da […]
O Prefeito de São José do Egito, Romério Guimarães (PT) negou em nota ao blog que esteja articulando dentre os vereadores governistas o apoio a Doido de Zé Vicente para presidir a casa.
A informação foi publicada no blog esta manhã, com base em nota do comunicador Anchieta Santos, de acordo com informações recebidas da Terra da Poesia.
Diz ainda a nota que a posição do vereador Ed Ek Dudu de retomar sua cadeira na casa, o que ajudaria ao projeto governista segundo a nota, “foi uma decisão pessoal do vereador”. Ele ocupa o lugar de Bal de Riacho do Meio.
Ao final, diz Romério em nota: “qualquer vereador da base aliada tem o apoio do prefeito, independente de nome ou partido”. Segundo a nota anterior, o candidatura de Doido poderia ameaçar o desejo de David de Deus (PR) para presidir a casa. Romério quis deixar claro que não tem se envolvido no debate.
Em meio à especulação sobre a ida do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para o campo do prefeito do Recife, compondo a chapa ao Senado com o senador Humberto Costa (PT), o prefeito João Campos (PSB) afirmou estar atuando para construir, em nível nacional, uma posição de neutralidade da Federação União Progressista (UP), que […]
Em meio à especulação sobre a ida do deputado federal Eduardo da Fonte (PP) para o campo do prefeito do Recife, compondo a chapa ao Senado com o senador Humberto Costa (PT), o prefeito João Campos (PSB) afirmou estar atuando para construir, em nível nacional, uma posição de neutralidade da Federação União Progressista (UP), que reúne PP e União Brasil.
João ressaltou que, uma vez formada a federação partidária, as decisões deixam de ser exclusivas de cada legenda e passam a ser tomadas de forma conjunta. “Se existe uma federação partidária, a partir do momento que uma federação é feita, o instrumento jurídico passa a ser a federação. Então, a decisão não é individual de um partido, mas de dois partidos.”
O prefeito relatou que esteve reunido com o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e que mantém conversas nacionais com as presidências dos dois partidos que integram a federação, PP e União Brasil. Segundo ele, o objetivo é construir a neutralidade da federação no âmbito nacional, algo que, em sua avaliação, também favorece o presidente da República.“Eu acredito que é fundamental construir um processo de neutralidade da federação no âmbito nacional e, no que eu puder fazer isso, eu vou ajudar a fazer para ajudar inclusive o presidente Lula.”
João Campos frisou que ainda não há decisão definitiva, classificando o cenário como um “processo sendo construído”. Ele destacou que não atua sozinho e citou a participação de vários presidentes nacionais de partidos nas articulações. “Eu não tô fazendo nada de forma isolada. Tô fazendo com outros presidentes nacionais, a exemplo de Carlos Lupi, a exemplo de Edinho, a exemplo de Rueda, a exemplo de Ciro Nogueira. Ontem eu falei com o Marcos Pereira…”
De acordo com o prefeito, toda essa movimentação tem dois objetivos centrais. Formar “a maior frente política em Pernambuco e montar a maior frente política para ajudar o presidente Lula”.
Com o objetivo de universalizar o acesso ao ensino básico, conforme preconizado no Plano Municipal de Educação, a Secretaria de Educação está convocando pais, mães ou responsáveis por crianças com mais de quatro anos, para providenciarem a matrícula de seus filhos em uma das Escolas da rede municipal de ensino. “Uma boa formação educacional é […]
Com o objetivo de universalizar o acesso ao ensino básico, conforme preconizado no Plano Municipal de Educação, a Secretaria de Educação está convocando pais, mães ou responsáveis por crianças com mais de quatro anos, para providenciarem a matrícula de seus filhos em uma das Escolas da rede municipal de ensino.
“Uma boa formação educacional é o maior patrimônio que podemos deixar para as nossas crianças. O conhecimento é uma riqueza que ninguém toma. Por isso estamos sensibilizando os adultos a procurar a escola mais próxima de sua casa e providenciar a matrícula de sua criança para este ano de 2016,” afirmou a Secretária de Educação, Veratânia Morais.
A Prefeitura também lançou uma campanha educativa através de spots veiculados nas emissoras de rádio de Afogados convocando para a matrícula.
Outra decisão importante a ser tomada pelos pais e/ou responsáveis é o cadastramento para a utilização do transporte escolar. Os interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Educação, levando comprovante de matrícula e um documento de identificação do aluno. O atendimento acontece de segunda a sexta, de oito da manhã às cinco da tarde.
A Secretaria de Educação também montou um esquema especial de atendimento aos sábados, de oito ao meio-dia. O prazo final para o cadastramento é 29 de Janeiro.
Vinicius Torres Freire – Folha de S.Paulo Marília Arraes investiu no PT quando o petismo entrava em baixa acelerada. Rompeu com o PSB em 2014, filiou-se ao novo partido em 2016 e em fevereiro deste ano marcava 20% nas pesquisas para o governo de Pernambuco, atrás apenas do governador, Paulo Câmara (PSB). Marília, 34, vereadora […]
Marília Arraes investiu no PT quando o petismo entrava em baixa acelerada. Rompeu com o PSB em 2014, filiou-se ao novo partido em 2016 e em fevereiro deste ano marcava 20% nas pesquisas para o governo de Pernambuco, atrás apenas do governador, Paulo Câmara (PSB).
Marília, 34, vereadora do Recife, é uma rara novidade no Partido dos Trabalhadores. Ainda assim, se fez pré-candidata ao custo de embates duros na cúpula local do partido, que tendia a se aliar ao governador.
O PSB foi o partido do final da vida de Miguel Arraes (1916-2005), avô de Marília, governador de Pernambuco por três vezes, a primeira em 1963-1964, quando foi cassado e preso pela ditadura. Foi o partido de Eduardo Campos, seu primo e também neto de Arraes, morto em acidente de avião quando candidato a presidente, em 2014.
Marília desentendeu-se de vez com o PSB em meados de 2014. Comentaristas da política pernambucana dizem que Campos escanteava a prima, privilegiava seu ramo da família e sabotou candidatura dela a deputada federal. Depois do rompimento, foi vítima de ataques sórdidos.
A vereadora evita citar o nome do primo e atribui sua saída a vários conflitos políticos e ideológicos. “Sou muito uma pessoa de partido”, “socialista”, diz, “e o PSB derivava à direita, entre muitos outros problemas”.
Na carta pública em que comunicava seu desligamento, dizia que o PSB teria aparelhado os três Poderes no Estado, que a cúpula do partido era autoritária e bajulava a família Campos.
Em 2014, o PSB local aliou-se ao que Marília chama de “partidos reacionários” (DEM, PSDB, MDB e PPS) e ao PSDB de Aécio Neves e “à curriola da direita”. No estado, fez campanha pelo candidato apoiado pelo PT, o senador Armando Monteiro (PTB), ex-ministro de Dilma Rousseff, ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria e um seu provável adversário em 2018.
Marília parece petista de raiz. Critica o “linchamento midiático” de Lula da Silva, “condenado sem provas por Sergio Moro”, parte de uma campanha para barrar nova vitória do ex-presidente, promover uma agenda “antipovo” e destruir as “conquistas” dos anos petistas.
O programa antipovo são as reformas da Previdência e trabalhista, o teto de gastos públicos, a privatização da Eletrobras. Marília é contra a venda das companhias estaduais de água e gás, cogitada pelo governo atual, diz.
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