Hoje, a partir das 19 horas, no Cine Teatro São José tem sessão gratuita de cinema com mais uma sessão do Cineclube Alternativo São José, e a sessão de hoje é dedicada à volta as aulas. Os filmes que disputam a sessão de hoje são Lutas.Doc e Educação.Doc ambos produzidos como série pelo diretor e roteirista Luiz Bolognesi.
Lutas.Doc (2010) é uma série de documentários que faz uma reflexão profunda sobre a violência, seus contextos e formas de representação na história do Brasil, A pesquisa histórica feita para a produção da série de documentários também deu origem ao longa-metragem História de amor e fúria.
Na série Educação.doc (2014), os cineastas Luiz Bolognesi e Laís Bodanzky tentam responder a essa pergunta. Para isso, mergulharam no cotidiano de oito escolas públicas que conseguem oferecer um ensino com padrões de primeiro mundo, mesmo estando em áreas pobres.
Lembramos que nas sessões do Cineclube Alternativo São José o público presente na sessão escolhe qual filme será exibido, então venha e se divirta. Para saber mais acesse a fanpage: www.facebook.com/cineclubesaojose
O projeto tem apoio da Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira e incentivo do FUNCULTURA, FUNDARPE, Secretaria de Cultura e Governo do Estado de Pernambuco.
O último sábado (23) a Prefeitura de Afogados inaugurou a pavimentação das Ruas Padre Cícero e José Silveira Ramos, na comunidade Alto da Bela Vista, no bairro Padre Pereira. A obra foi custeada integralmente com recursos do município, no valor de R$ 55 mil. Foram pavimentados os 1.650 metros quadrados das duas ruas. O Prefeito […]
O último sábado (23) a Prefeitura de Afogados inaugurou a pavimentação das Ruas Padre Cícero e José Silveira Ramos, na comunidade Alto da Bela Vista, no bairro Padre Pereira. A obra foi custeada integralmente com recursos do município, no valor de R$ 55 mil. Foram pavimentados os 1.650 metros quadrados das duas ruas.
O Prefeito José Patriota esteve acompanhado na inauguração do vice, Alessandro Palmeira; primeira-dama, Madalena Leite; e dos Vereadores Cícero Miguel, Raimundo Lima, Reinaldo Lima, Luiz Besourão, Cancão, Franklin Nazário, Rubinho do São João; além, é claro, dos moradores das duas ruas pavimentadas.
“Já pavimentamos quase cem ruas em toda Afogados da Ingazeira, incluindo ruas da zona rural. Esse é o maior programa municipal de pavimentação de ruas da história de Afogados da Ingazeira. E vamos continuar trabalhando para levar a dignidade e o conforto de uma rua pavimentada para cada vez mais afogadenses,” destacou o Prefeito José Patriota.
A apresentação cultural ficou por conta do grupo de crianças da comunidade, atendidas pelos programas sociais coordenados pela Secretaria Municipal de Assistência Social.
Apresentação de peça contra a censura foi criticada por chocar parte do público. Organização diz que críticas não refletem evento O evento Sertão Alternativo, realizado sábado e domingo em Afogados da Ingazeira foi marcado pela polêmica envolvendo uma apresentação teatral coordenada pelo ator Edcarlos Rodrigues. Em uma apresentação de cerca de 13 minutos, repercutiu nas […]
Laeiguea (esquerda) e Edcarlos (direita) na encenação que gerou a polêmica: crítica e defesa nas redes sociais
Apresentação de peça contra a censura foi criticada por chocar parte do público. Organização diz que críticas não refletem evento
O evento Sertão Alternativo, realizado sábado e domingo em Afogados da Ingazeira foi marcado pela polêmica envolvendo uma apresentação teatral coordenada pelo ator Edcarlos Rodrigues. Em uma apresentação de cerca de 13 minutos, repercutiu nas redes sociais um momento em que o artista simula um ato sexual com uma cadeira.
O episódio gerou muita repercussão e críticas nas redes sociais. Outras polêmicas foram ligadas às críticas de um dos cantores à Igreja e à PM e um caso ligado a críticas do cantor Antonio Marinho a Bolsonaro. Após, um defensor do presidenciável foi por trás do palco e ficou aguardando o artista até ser convencido de sair do local pela organização. “Não podemos, mesmo que a gente não concorde, impedir um artista de se manifestar”, disse Laeiguea, referindo ao vocalista que criticou Igreja e PM.
O tema acabou vindo ao ar no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Para Laeiguia Souza, as críticas nas redes sociais acabaram por abafar o que o evento teve de mais importante. “Foram oito apresentações, todas belíssimas e estão usando isso para descredenciar o evento”, reclama. Ela afirma que as críticas não mudam a avaliação positiva e a perspectiva de realização em 2018. “Vai acontecer da mesma forma e vai ser na rua”, afirmou.
Já o ator Edcarlos afirmou não entender a polêmica, afirmando que a apresentação tinha por finalidade condenar várias formas de violência, como violência contra a mulher, todas as formas de repressão e preconceito.
“Não entendo porque tudo isso. O nome da apresentação é Não Recomendado, para questionar a repressão política, comportamento, contra a mulher. Aí uma dessas informações de 1, 3 segundos causa essa repercussão. Que ignorância é essa que faz com que as outras cenas fossem ignoradas?”
Na emissora, a maioria dos ouvintes criticou forma e local da performance. ”Respeito às diversidades porém deve haver um limite. Isso está mais para uma prática de anarquismo do que cultura. Que diabos de expressão é essa? Que modernismo é esse que estamos vivenciando? Chocar a sociedade com sarradas no ar em eventos oficiais gritos de guerra com cunho sexual? Vamos repensar esses conceitos”, diz Marcos Antonio.
Imagem que gerou polêmica. Ator diz que imagem isolada tira o foco da apresentação.
“Abrir a visão da sociedade com um cadeira em outro local, fora isso palavrões, etecetera. Havia professores no ambiente. Ainda um secretario adjunto filmando com o pessoal do balé”, falou Júnior Valério.
Mas houve também defesa. “Pessoas cheias pudor, onde na prática no dia a dia não tem a mesma prática. O evento foi show”, disse Mirelle. “Tenho interesse em saber porque não tem ninguém falando sobre a apresentação maravilhosa de Paloma Sales? O bacana ninguém ver”, questionou Misselene Nobre.
O presidente da empreiteira OAS, Leo Pinheiro, condenado a 16 anos de prisão sob acusação de envolvimento no esquema investigado na Lava Jato, aceitou emprestar um jato particular a pedido do presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), uma das principais figuras da oposição. O pedido foi feito em janeiro de 2014 por Agripino. […]
O presidente da empreiteira OAS, Leo Pinheiro, condenado a 16 anos de prisão sob acusação de envolvimento no esquema investigado na Lava Jato, aceitou emprestar um jato particular a pedido do presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), uma das principais figuras da oposição.
O pedido foi feito em janeiro de 2014 por Agripino. Ele solicitou a aeronave não para para uso próprio, mas para seu suplente na época, João Faustino, que precisava ir de Natal para São Paulo.Pinheiro aceitou o pedido e disponibilizou o avião, mas a viagem não aconteceu porque Faustino morreu pouco depois de leucemia.
A troca de mensagens com o pedido do senador foi encontrada em celular de Leo Pinheiro apreendido durante a Operação Lava Jato. Elas fazem parte do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga Agripino Maia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Apesar da viagem não ter se realizado, os investigadores avaliam que está explícita a relação de troca de favores e vantagem indevida entre o empreiteiro e o senador.
As mensagens analisadas pela Polícia Federal que fazem parte da investigação também trazem indícios, segundo os investigadores, de que o senador pode ter recebido propina por ter ajudado na liberação de recursos do BNDES para a construção do estádio Arena Dunas, em Natal, que foi feito pela OAS.
Segundo a Procuradoria, Agripino teria conseguido a liberação de dinheiro junto ao BNDES e, em contrapartida, a empreiteira doou R$ 500 mil ao diretório nacional do DEM nas eleições de 2014.
Como a Folha de São Paulo revelou, o Coaf, órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, também identificou operações suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o senador.
O Coaf detectou depósitos em dinheiro feitos a Agripino Maia de forma fragmentada e sem identificação dos depositantes. O montante total é de R$ 169,4 mil. Foram também feitos depósitos com identificação ao senador.
Entre eles está um de R$ 95 mil, em espécie, feito por um motorista do Senado. Outra servidora fez quatro depósitos fracionados de R$ 9.000, segundo as investigações.
O senador Agripino Maia (DEM-RN) confirmou que pediu emprestado um jato particular ao então presidente da empreiteira OAS Leo Pinheiro para o uso de João Faustino, seu suplente em 2014.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, rejeitou um pedido do deputado Rogério Correia (PT-MG) e do advogado Marco Aurélio Carvalho, do Grupo Prerrogativas, para que fosse proibida a exibição e “exploração eleitoral” do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante o pleito deste ano. Nunes Marques não atendeu o pedido […]
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, rejeitou um pedido do deputado Rogério Correia (PT-MG) e do advogado Marco Aurélio Carvalho, do Grupo Prerrogativas, para que fosse proibida a exibição e “exploração eleitoral” do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, durante o pleito deste ano.
Nunes Marques não atendeu o pedido sob o argumento de que somente candidatos à presidência da República poderiam questionar a propaganda de concorrentes.
A decisão foi assinada nesta sexta e considera a “ilegitimidade” de Carvalho e de Correia para apresentarem o pedido ao TSE.
“Os representantes não disputam eleição na circunscrição nacional, tendo em vista que Rogério Correia de Moura Baptista é deputado federal e pré-candidato ao mesmo cargo apenas no estado de Minas Gerais, ao passo que Marco Aurélio de Carvalho, advogado, sequer alegou pretensão de concorrer nas Eleições 2026”, escreveu Nunes Marques no despacho.
A dupla havia acionado a Corte eleitoral com o objetivo de “impedir” que o filme sobre a história do ex-presidente Jair Bolsonaro seja “utilizado como instrumento de propaganda eleitoral antecipada”.
Na representação, os aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva citaram que o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL na corrida presidencial, admitiu ter feito cobranças ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no centro do escândalo do Banco Master, para o financiamento do filme.
O deputado e o advogado alegaram que o filme tem previsão de lançamento em setembro de 2026, a menos de um mês para o primeiro turno das eleições, e assim haveria risco de que o conteúdo funcionasse como “ativo de campanha” de Flávio. Argumentaram ainda que a disputa presidencial não poderia ser “influenciada por despesas milionárias externas à contabilidade eleitoral”.
Ao analisar o caso, Nunes Marques julgou o processo extinto, sem sequer analisar o teor do pedido para que o TSE reconhecesse o filme como “propaganda eleitoral dissimulada e antecipada”.
Por Magno Martins O Sertão do Pajeú está fazendo a sua parte para manter viva a tradição cultural do seu povo. Um belo exemplo disso se deu com a realização do XXIII Festival da Sanfona, o Fersan, iniciativa do grupo Jovem de Afogados da Ingazeira, realizado no último fim de semana em praça pública naquela […]
O Sertão do Pajeú está fazendo a sua parte para manter viva a tradição cultural do seu povo. Um belo exemplo disso se deu com a realização do XXIII Festival da Sanfona, o Fersan, iniciativa do grupo Jovem de Afogados da Ingazeira, realizado no último fim de semana em praça pública naquela cidade, a 386 km do Recife. Durante três dias, subiram ao palco uma dezena de jovens tocadores do instrumento, o mais original e famoso da musicalidade sertaneja, que Luiz Gonzaga exibia com tanto orgulho em seus shows e tocava com tamanho brilho.
Ao longo dos últimos 22 anos do festival, criado para dar oportunidade aos talentosos sanfoneiros que vivem no anonimato, muitos músicos já ganharam o mundo e a fama, o que serve de estímulo aos organizadores do evento – Augusto e Socorro Martins, Suely Brasil, Risolene Bezerra, Aline Michelle, Madalena Brito, Elias Mendes, Cláudio Estende e Lúcio Luiz. “Ficamos felizes em abrir as cortinas do palco para jovens que fazem um espetáculo de encher os olhos aprumando as sanfonas, mas que vivem num escuro de divulgação”, diz Augusto Martins, vereador e coordenador do grupo.
Segundo ele, o festival começou de forma tímida, mas com o passar dos anos se firmou e hoje já conta com o apoio das prefeituras da região e do Governo do Estado, além da iniciativa privada. “O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), por exemplo, patrocinou o show de Assissão, artista de renome na região e que fez uma apresentação que agradou em cheio o nosso público”, afirmou.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), contribuiu com a infraestrura e prêmios do certame. “Desde o seu primeiro ano de mandato, Patriota não tem nos faltado. Ele sabe da importância de se manter acesa uma tradição tão forte no Sertão”, disse Augusto. Além de Assissão, outros artistas da região se apresentaram no palanque do Fersan, que distribuiu, ao final, prêmios para os classificados do primeiro ao terceiro lugar.
A cada ano, um artista é homenageado. O múltiplo Francisco Chagas, que toca piano, flauta, violão, sanfona e outros instrumentos, foi o escolhido pela coordenação do evento. Chagas, como é conhecido em Afogados da Ingazeira, é um patrimônio vivo da região. Em suas mãos, os instrumentos parecem mágicos, fazendo chegar aos ouvidos da plateia uma sonoridade suave e encantadora, um deleite à alma, que renova corações e mentes.
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