Notícias

Sertão do Pajeú totaliza 376 óbitos por Covid-19

Por André Luis

Foram confirmados mais quatro óbitos pela doença na região.

Por André Luis

Após os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta sexta-feira (02.04), a região totaliza 21.632 casos confirmados de Covid-19. Foram mais 10 novos casos. (Várias cidades não divulgam boletim em feriados e finais de semana).

Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.676; Afogados da Ingazeira, 3.466; Tabira 1.959, São José do Egito, 1.623; Carnaíba,  1.143; Flores, 785; Itapetim, 761; Santa Terezinha, 707; Triunfo, 699; Iguaracy, 543; Brejinho, 384; Calumbi, 383; Solidão, 350; Santa Cruz da Baixa Verde, 343; Quixaba, 317; Tuparetama, 310 e Ingazeira, 183 casos confirmados.

Óbitos – A Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira, confirmou o óbito de um paciente do sexo masculino, 74 anos, aposentado, hipertenso, foi a óbito na quinta-feira (01.04), no Hospital Regional Emília Câmara após complicações da Covid -19. 

Em Iguaracy, a Secretaria de Saúde confirmou no boletim epidemiológico desta sexta-feira mais um óbito por consequência da covid-19. Segundo o boletim: o óbito ocorreu em janeiro e teve o resultado do exame positivo.

Tabira e Santa Cruz da Baixa Verde, também confirmaram novos óbitos, mas não divulgaram detalhes.

A região conta agora com 376 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (117); Afogados da Ingazeira (43); São José do Egito (27); Flores (27); Carnaíba (23); Triunfo (22); Tabira (22); Santa Terezinha (20); Tuparetama (18); Iguaracy (16); Itapetim (14); Quixaba (10); Santa Cruz da Baixa Verde (6); Brejinho (5); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).

Recuperados –  A região tem agora no total 20.796 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 96,13% dos casos confirmados. Foram 17 novas curas clínicas na região.

Outras Notícias

Últimos dias para entrega da Prestação de Contas ao TCE

A cinco dias do fim do prazo da entrega dos documentos de prestação de contas, o Tribunal de Contas recebeu apenas 28,6% do total de PCs previstas para este ano. Das 956 esperadas, até esta quarta-feira (28) 274 tinham sido enviadas. Mas em termos de documentos remetidos, o índice chega a 53,36%, ou seja, 18.860 documentos […]

A cinco dias do fim do prazo da entrega dos documentos de prestação de contas, o Tribunal de Contas recebeu apenas 28,6% do total de PCs previstas para este ano. Das 956 esperadas, até esta quarta-feira (28) 274 tinham sido enviadas. Mas em termos de documentos remetidos, o índice chega a 53,36%, ou seja, 18.860 documentos enviados, dos 35.318 aguardados pelo TCE.

Com a proximidade do feriado da Semana Santa e para evitar imprevistos de última hora, o Tribunal de Contas faz um alerta aos gestores municipais e estaduais para que se antecipem ao prazo final ​de envio ​das Prestações de Contas, que se encerra no próximo dia 02 de abril.

PLANTÃO – O TCE montou este ano um plantão especial para receber as prestações de contas eletrônicas e garantir a alimentação do sistema eletrônico (e-TCEPE) em tempo hábil. O atendimento será feito pelo telefone 0800 281 7717 ou pelo e-mail [email protected]. Nesta quinta-feira, a Central estará disponível das 8h às 17h. Na sexta-feira não haverá atendimento. No sábado (31) e domingo (01/04), a Central vai funcionar das 08 às 13 horas. Confira:

Quinta-feira, 29/03: 8h00 – 17h00

Sexta-feira, 30/03: não haverá atendimento

Sábado, 31/03: 8h00 – 13h00

Domingo, 01/04: 8h00 – 13h00

Segunda, 02/04: 8h00 – 23h59.

Para as empresas públicas e de sociedade de economia mista, estaduais ou municipais, o cronograma de entrega dos documentos se estende até o dia 15 de maio. Já a Prestação de Contas do Governador, de acordo com a Constituição Estadual, deverá ser remetida à Assembleia Legislativa até 60 dias depois da abertura da sessão legislativa, ocorrida no dia 01 de fevereiro. Em função da Semana Santa, esse prazo final também coincide com o dia 02 de abril.

PENALIDADES –  O prazo final de entrega dos documentos não será prorrogado. Os gestores inadimplentes estarão sujeitos ao pagamento de multa e outras penalidades.

Presidente da Câmara de Santa Terezinha requer que vice-prefeito devolva caixas de som do Legislativo

Um imbróglio surge entre a Câmara de Vereadores de Santa Terezinha e o ex-vereador e atual vice-prefeito José Adarivan. Segundo o atual presidente do Poder Legislativo local, Adalberto Gonçalves de Brito Júnior, o Doutor Júnior, o ex-parlamentar havia recebido do então presidente Vanim de Danda (2015-2016), atual prefeito e aliado político, duas caixas de som […]

Júnior quer o som. Adarivan diz ter jogado parte fora. “Não prestava mais”.

Um imbróglio surge entre a Câmara de Vereadores de Santa Terezinha e o ex-vereador e atual vice-prefeito José Adarivan.

Segundo o atual presidente do Poder Legislativo local, Adalberto Gonçalves de Brito Júnior, o Doutor Júnior, o ex-parlamentar havia recebido do então presidente Vanim de Danda (2015-2016), atual prefeito e aliado político, duas caixas de som de propriedade da Casa do Povo em caráter de contrato verbal de comodato e até agora não havia devolvido os bens.

Dr. Júnior, por sua vez, ao assumir a presidência, conferindo nos livros de tombamento todos os bens móveis da edilidade, percebeu que a devolução ainda não havia sido executada. Na realidade, no Regimento Interno não há nenhum artigo que preveja tal cedência.

Através de ofício encaminhado ao vice-prefeito o presidente da Câmara solicita que as caixas sejam devolvidas e cita que a atual gestão está melhorando a sonorização do Legislativo.

Em resposta, via ofício, José Adarivan confirma que realmente está em poder das peças e que fará a devolução. Entretanto alega que ambas “não estavam em perfeitas condições de funcionamento. Ainda que  os MID Range Selenium M 120 “não prestavam mais”, tendo, inclusive, os jogado fora.

O presidente disse não aceitar a devolução das caixas sem funcionar e sem todos seus componentes. “Fazmais de três anos que esses equipamentos estavam com ele. Tenho certeza que as caixas foram entregues em perfeitas condições. Iremos cobrar providências dos órgãos responsáveis e eu estarei comunicando o fato à autoridade policial local”. Veja os ofícios trocados entre Dr Júnior e Adarivan:

 

“Se votar, já sabe, dia 4 não recebe”: TRE-PE condena primeira-dama de Pedra por coação

Recurso de Marineide Bernardo Vaz é negado; Justiça valida áudios de WhatsApp onde ela ameaçava salário de servidora. PRIMEIRA MÃO O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) manteve a condenação criminal de Marineide Bernardo Vaz, atual primeira-dama do município de Pedra e, à época dos fatos (2022), Secretária Municipal de Saúde. O processo revela um […]

Recurso de Marineide Bernardo Vaz é negado; Justiça valida áudios de WhatsApp onde ela ameaçava salário de servidora.

PRIMEIRA MÃO

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) manteve a condenação criminal de Marineide Bernardo Vaz, atual primeira-dama do município de Pedra e, à época dos fatos (2022), Secretária Municipal de Saúde. O processo revela um esquema de pressão política contra servidores da prefeitura gerida por seu marido, o prefeito Gilberto Júnior Wanderley Vaz (conhecido como Júnior Vaz).

A decisão unânime do tribunal, publicada em 22 de janeiro de 2026, confirmou que Marineide utilizou o cargo e o controle da folha de pagamento para chantagear eleitores.

Os áudios do crime: a prova que selou a condenação

A condenação foi baseada em mensagens de voz enviadas pela então secretária a uma servidora contratada. A transcrição dos áudios, obtida pelo Causos & Causas, mostra o tom direto das ameaças:

“Essa daí é a chapinha de Júnior, viu? […] Se votar [em outro candidato], já sabe, dia 4 não recebe.” — Marineide Vaz, em áudio enviado à servidora.

Em outra mensagem, a primeira-dama reforça a coação: “Quem tá pagando a senhora somos nós. Viu? Eu tô sabendo já. Procure ver aí os candidatos de Júnior”.

A Tese Jurídica: WhatsApp não é escudo para crimes

A defesa de Marineide tentou anular as provas alegando que as mensagens seriam privadas. O Desembargador Paulo Machado Cordeiro, relator do caso, rejeitou o argumento e o tribunal fixou uma tese que agora vale para todo o estado:

Fim da privacidade absoluta: Quem envia áudio por WhatsApp assume o risco de que ele seja divulgado. Não há “expectativa de privacidade” quando o conteúdo é compartilhado por um dos interlocutores.

Crime de Coação (Art. 300): Configura crime quando um agente público usa a hierarquia para ameaçar subordinados com represálias funcionais em troca de votos.

A Nova Pena e as consequências

Embora a condenação tenha sido mantida, o tribunal deu provimento parcial ao recurso apenas para ajustar a dosimetria da pena. A sentença final ficou estabelecida em:

15 dias de detenção (em regime aberto);

Multa de 60 dias-multa (com valor unitário de 1/30 do salário-mínimo da época).

Caso Airton Freire: Polícia Civil detalha conclusão de inquéritos

O blog acompanha na sede da Polícia Civil coletiva sobre a investigação que culminou na prisão preventiva do padre Airton Freire e na ordem para mais dois foragidos. A Polícia Civil convocou a coletiva para dar mais detalhes das investigações. Já está confirmado que serão detalhados dois inquéritos concluídos do caso. Também sobre o andamento dos […]

O blog acompanha na sede da Polícia Civil coletiva sobre a investigação que culminou na prisão preventiva do padre Airton Freire e na ordem para mais dois foragidos.

A Polícia Civil convocou a coletiva para dar mais detalhes das investigações.

Já está confirmado que serão detalhados dois inquéritos concluídos do caso. Também sobre o andamento dos demais três inquéritos e possíveis outros casos envolvendo o sacerdote e pessoas próximas.

Falarão na coletiva Morgana Alves, Fabiana Leandro, Diretora do Departamento da Mulher, Andreza Gregório,  Titular da Delegacia de Afogados da Ingazeira e Mauro Cabral, subchefe da Polícia Civil.

Em nota, Cimpajeú desmente Prefeitura de Tabira

Nota de esclarecimento O CIMPAJEÚ, foi surpreendido com uma nota divulgada pelo município de Tabira, sobre sua suposta “rescisão contratual” com o SAMU consorciado. Aqui cabe fazer os seguintes esclarecimentos: Em 18/01/2022, houve  uma assembleia ordinária com os municípios consorciados e conveniados ao SAMU-CIMPAJEÚ, em Carnaíba. Na oportunidade, tivemos algumas definições por parte dos municípios […]

Nota de esclarecimento

O CIMPAJEÚ, foi surpreendido com uma nota divulgada pelo município de Tabira, sobre sua suposta “rescisão contratual” com o SAMU consorciado. Aqui cabe fazer os seguintes esclarecimentos:

Em 18/01/2022, houve  uma assembleia ordinária com os municípios consorciados e conveniados ao SAMU-CIMPAJEÚ, em Carnaíba. Na oportunidade, tivemos algumas definições por parte dos municípios que compareceram, dentre outras foi decidida a per capta  para janeiro/2022; a concessão do prazo de cinco dias para escolher a melhor proposta para 2022; e que para os municípios inadimplentes os serviços seriam suspensos a partir de 31/01/2022;

Passado o prazo assinalado, vários municípios realizaram o pagamento do saldo devedor, ou pagaram parcialmente, e informaram a permanência; já outros oficiaram a saída, e alguns entraram em tratativas com o setor financeiro do consórcio, buscando uma solução viável de pagamento.

TABIRA tinha ciência que teria o serviço suspenso em razão da sua inadimplência, conforme decidido em assembleia, e publicou inverdades em alguns blogs. Nos termos do contrato firmado entre o consórcio e a prefeitura de Tabira, se houver atraso superior a 30 dias (trinta) dias, o serviço já poderá ser suspenso. O consórcio permaneceu prestando o serviço nos meses de novembro, dezembro e janeiro, mesmo a prefeitura estando inadimplente. Com toda boa-fé o consórcio esperou, negociou, conversou, e ainda assim o município não quis resolver sua situação financeira.

Importante salientar que temos  provas de que os responsáveis pelo município de Tabira entraram em contato com o financeiro do CIMPAJEÚ, demonstrando interesse em permanecer com serviço, assim como negociar o saldo em atraso, de R$ 142.371,84 (referente a novembro e dezembro) e R$ 60.565,44 (janeiro de 2022), com um total de R$ 202.937,28; provas que demonstram claramente que eles tinham a ciência que teriam o serviço suspenso.

Tabira teve acesso ao despacho de suspensão, e de pronto tentou se justificar informando em nota que “pela população não ter sido assistida pelo serviço, estaria deixando o SAMU-CIMPAJEÚ”. Outra inverdade. Nos termos do relatório de atendimentos do SAMU DA III MACRO, foram realizados para o município de TABIRA desde o início do serviço, 166 (cento e sessenta e seis atendimentos), fora as ligações de orientação.

Registramos que o prejuízo causado pelo município de Tabira vai além do cunho financeiro, superando R$ 200 mil. Há também a questão estrutural do projeto, haja vista que era um município que possuía base descentralizada.

Cimpajeú