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Sertão do Pajeú registra mais duas mortes por Covid-19 e totaliza 174

Por André Luis

Afogados da Ingazeira e Serra Talhada confirmaram novos óbitos pela doença.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta segunda-feira (09.11), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 10.274 casos confirmados de Covid-19. 

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 4.602 confirmações. Logo em seguida, com 1.277 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, Tabira conta com 941, São José do Egito está com 870, Santa Terezinha tem 360, Triunfo tem 351 e Carnaíba também está com 351.

Itapetim tem 228, Flores está com 201, Calumbi está com 182 casos, Brejinho tem 179, Iguaracy tem 164, Quixaba tem 155, Solidão tem  134, Tuparetama tem 114, Santa Cruz da Baixa Verde está com 96 e Ingazeira está com 69 casos confirmados.

Mortes – Com mais uma morte registrada em Afogados da Ingazeira e outra em Serra Talhada, a região tem no total, 174 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 63, Afogados da Ingazeira tem 16, Triunfo e Tabira tem 12 cada, Carnaíba tem 11 óbitos, São José do Egito tem 10, Iguaracy tem 9. Santa Terezinha e Flores tem 8 cada,  Tuperatema tem 7 óbitos, Itapetim tem 6, Quixaba tem 4, Brejinho tem 3, Calumbi tem 2, Ingazeira e Santa Cruz da Baixa Verde tem 1 óbito cada.

Recuperados – A região conta agora com 9.459 recuperados. O que corresponde a 92,06% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 07h15 desta terça-feira (10.11), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Outras Notícias

Confinamento diminui poluição em SP, Rio e outros centros urbanos

Satélites que monitoram os poluentes na atmosfera registraram uma melhora do ar em grandes centros urbanos brasileiros, afirmam pesquisadores. Com as regras de confinamento impostas pelos governadores estaduais para combater a Covid-19, diminuiu o trânsito de veículos. Um dos poluentes que são emitidos quando há queima de combustíveis fósseis é o dióxido de nitrogênio. O […]

Satélites que monitoram os poluentes na atmosfera registraram uma melhora do ar em grandes centros urbanos brasileiros, afirmam pesquisadores.

Com as regras de confinamento impostas pelos governadores estaduais para combater a Covid-19, diminuiu o trânsito de veículos.

Um dos poluentes que são emitidos quando há queima de combustíveis fósseis é o dióxido de nitrogênio. O satélite Sentinel 5P, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) registrou manchas desse composto químico menores nas regiões metropolitanas do Brasil.

Os dados foram transformados em mapas por Diego Hemkemeier Silva, gerente de informações ambientais e geoprocessamento e Fábio Castagna da Silva, do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA/SC). Visualmente, os maiores impactos são nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

“A principal variável que influencia é a redução do fluxo de veículos”, diz Hemkemeier. Os carros não são os únicos emissores de dióxido de nitrogênio: usinas termelétricas que usam carvão mineral ou óleo pesado para gerar energia também dispersam o composto na atmosfera. Esse tipo de geração é pouco presente no Brasil –na Europa e na China, elas são mais comuns, e, por isso, as manchas nesses outros lugares retrocederam mais, diz ele.

Ainda não há tempo suficiente para fazer uma comparação com números, ele explica. Em um período curto, fatores como vento, chuva, umidade do ar podem influenciar os dados, então é preciso aguardar para poder fazer uma avaliação mais precisa. O pesquisador estima que sejam necessários 30 dias.

Leonardo Hoinaski, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, especializado em poluição atmosférica, diz que é difícil medir os benefícios desse tipo de redução de poluição. O dióxido de nitrogênio causa problemas de respiração, que podem, inclusive, agravar a condição dos pacientes da Covid-19.

“Se essa redução se mantivesse ao longo dos anos, os efeitos seriam nítidos”, diz. Os carros emitem outros poluentes que também diminuíram, ainda que não apareçam no mapa, diz Honiaski.

Política é coisa séria, não lugar para aventureiros

Da Coluna do Domingão  A declaração do cantor sertanejo Gusttavo Lima sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 reacende um debate importante: o que qualifica alguém a ocupar o cargo mais alto do país? Em entrevista ao portal Metrópoles, Lima afirmou que o Brasil precisa de alternativas e que sua candidatura seria […]

Da Coluna do Domingão 

A declaração do cantor sertanejo Gusttavo Lima sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 reacende um debate importante: o que qualifica alguém a ocupar o cargo mais alto do país? Em entrevista ao portal Metrópoles, Lima afirmou que o Brasil precisa de alternativas e que sua candidatura seria um “gesto” para unir a população. No entanto, ao analisar sua trajetória, seu histórico de controvérsias e a falta de qualquer experiência política ou administrativa, a proposta soa mais como oportunismo e aventura pessoal do que como um projeto sério para o país.

Entre polêmicas judiciais e o apoio bolsonarista

Gusttavo Lima não é estranho ao universo político, embora nunca tenha exercido qualquer função pública. Ele foi um entusiasta do governo de Jair Bolsonaro, que atualmente enfrenta acusações relacionadas a tentativas de minar a democracia brasileira. O cantor tenta, agora, se desvincular da polarização política que ajudou a sustentar, ao afirmar que sua candidatura “não é sobre direita ou esquerda”. A contradição é evidente: como alguém pode se apresentar como um símbolo de união ao ignorar os próprios atos que fomentaram divisões?

Além disso, Gusttavo Lima carrega um histórico que pode se tornar um peso em qualquer projeto político. Recentemente, foi associado a investigações envolvendo o patrocínio de casas de apostas, um setor que tem levantado preocupações sobre lavagem de dinheiro e práticas ilegais. Ele também foi acusado de receber valores exorbitantes de prefeituras para realizar shows, o que gerou questionamentos sobre a transparência e o uso do dinheiro público. Esses episódios colocam em dúvida sua ética e comprometimento com uma gestão responsável.

E tem mais: Gusttavo Lima foi indiciado por lavagem de dinheiro e associação criminosa, após a investigação da Polícia Civil de Pernambuco. A Justiça de Pernambuco chegou a expedir um mandado de prisão para o artista no dia 23 de setembro, mas o pedido foi revogado no dia seguinte. Ele é suspeito de estar envolvido com uma organização criminosa que teria movimentado aproximadamente R$ 3 bilhões provenientes de atividades ilícitas.

O “outsider” da vez e a banalização da política

A estratégia de Gusttavo Lima reflete um padrão recente na política brasileira: o uso do discurso de “outsider” como um passaporte para entrar no cenário eleitoral. Essa postura, que também foi utilizada por figuras como Pablo Marçal, demonstra como o oportunismo se aproveita da crise de representatividade política para buscar ganhos pessoais. No entanto, o Brasil já pagou caro por eleger, num passado bem recente, lideranças despreparadas que transformaram o país em um palco de incertezas e retrocessos.

Governo não é lugar para amadores ou celebridades que confundem popularidade com capacidade de liderança. A Presidência exige preparo, conhecimento técnico e experiência para lidar com as complexidades de um país com mais de 212 milhões de habitantes. Narrativas de superação pessoal podem ser inspiradoras, mas não substituem a competência necessária para gerir crises, liderar equipes técnicas e propor políticas públicas eficazes.

O Brasil não pode mais se dar ao luxo de improvisar

A ideia de Gusttavo Lima se lançar como candidato é, na prática, mais uma jogada de marketing pessoal do que um plano concreto para o futuro do país. A política, especialmente em tempos de crise, não pode ser reduzida a um show midiático ou a um experimento de egos.

A candidatura de aventureiros sem preparo desvia o foco dos verdadeiros problemas do Brasil, prejudica o debate público e desrespeita a seriedade que a política exige. Para um país que luta contra desigualdades, corrupção e desafios econômicos, a Presidência não pode ser tratada como um palco para projetos pessoais. O Brasil merece mais do que promessas vazias ou figuras midiáticas em busca de holofotes. Afinal, política é coisa séria, não lugar para aventureiros.

Falece Dona Lourdes, mãe do ex-prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares

Nesta segunda-feira (14), faleceu Dona Lourdes, mãe do ex-prefeito Evandro Valadares. A informação foi confirmada pelo próprio Evandro, por meio de suas redes sociais. Em mensagem, ele se despediu da mãe e agradeceu pelas manifestações de solidariedade recebidas. “Com imenso pesar, comunico o falecimento de minha mãe, Dona Lourdes. Hoje, meu coração se despede de […]

Nesta segunda-feira (14), faleceu Dona Lourdes, mãe do ex-prefeito Evandro Valadares. A informação foi confirmada pelo próprio Evandro, por meio de suas redes sociais.

Em mensagem, ele se despediu da mãe e agradeceu pelas manifestações de solidariedade recebidas.

“Com imenso pesar, comunico o falecimento de minha mãe, Dona Lourdes. Hoje, meu coração se despede de uma das pessoas mais importantes da minha vida. A dor é profunda, mas o amor e os ensinamentos que ela nos deixou permanecerão vivos em cada memória, em cada gesto de carinho, em cada lição de vida”, escreveu.

Evandro também aproveitou para agradecer às mensagens e orações recebidas neste momento difícil para ele e sua família. “Descanse em paz, minha mãe. O céu hoje recebe uma grande mulher”, finalizou.

SJE: Secretário de Meio Ambiente explica proibição de fogueiras em áreas urbanas 

Nesta sexta-feira (21), o secretário de Meio Ambiente de São José do Egito, Marcos Brito, esteve no Jornal da Gazeta FM, e explicou os motivos que levaram a decisão de proibir fogueiras em áreas urbanas do terceiro maior município do Pajeú. Segundo o gestor da pasta de meio ambiente, a medida tem por objetivo evitar […]

Nesta sexta-feira (21), o secretário de Meio Ambiente de São José do Egito, Marcos Brito, esteve no Jornal da Gazeta FM, e explicou os motivos que levaram a decisão de proibir fogueiras em áreas urbanas do terceiro maior município do Pajeú.

Segundo o gestor da pasta de meio ambiente, a medida tem por objetivo evitar o aumento de doenças respiratórias, já que o nosso Estado sofre com os altos números de internação por problemas respiratórios, o que pode agravar com o acendimento das fogueiras no período junino, pois emitem muita fumaça e que prejudica diretamente as pessoas que sofrem de asma, por exemplo.

A medida também tem por objetivo evitar o desmatamento ilegal, já que quem acede fogueiras na rua, geralmente não tem madeira e compra de alguém que desmatou ilegalmente. Assim, a medida pode ser considerada de saúde pública e também de preservação do meio ambiente.

Apesar das fogueiras estarem proibidas em áreas urbanas como a sede do município, distritos e povoados, é permitido fazer nas áreas rurais, cujas quais não tenha aglomerados de casas.

Na entrevista concedida ao jornalista Erbi Andrade, Marcos também lembrou da lei municipal que está em vigor, que proíbe a comercialização e a soltura de fogos de artifício com estampido. O secretário, inclusive, disse que desde o ano passado, o órgão já está autuando pessoas que desrespeitam a legislação municipal e insistem em vender os artefatos explosivos. As informações são do Blog do Erbi.

IFPE lança chamada pública para aquisição de alimentos da agricultura familiar

Diversos campi estão com chamadas abertas para fornecedores de alimentos da agricultura familiar Nove campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco – IFPE (Olinda, Paulista, Vitória de Santo Antão, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Belo Jardim, Barreiros, Caruaru e Pesqueira) lançaram chamadas públicas voltadas para a aquisição de gêneros alimentícios da agricultura […]

Diversos campi estão com chamadas abertas para fornecedores de alimentos da agricultura familiar

Nove campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco – IFPE (Olinda, Paulista, Vitória de Santo Antão, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Belo Jardim, Barreiros, Caruaru e Pesqueira) lançaram chamadas públicas voltadas para a aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar para atendimento ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). 

As chamadas permanecem abertas até 21, 22 ou 23 de dezembro, dependendo do campus. Podem se inscrever fornecedores (individuais, grupos informais ou grupos organizados) detentores de declaração de aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP). Além de auxiliar na garantia da segurança alimentar dos alunos, a ação irá gerar renda e fortalecer a agricultura familiar de Pernambuco. 

Esta ação faz parte da segunda fase da execução do PNAE no IFPE, que já distribuiu alimentos não perecíveis aos estudantes de 14 campi no início do ano de 2020. Gerenciado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o PNAE garante, por meio da transferência de recursos financeiros aos municípios, estados e escolas federais, a alimentação escolar dos alunos, seguindo os princípios do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN).

Por meio do contrato,  serão adquiridos alimentos como batata-doce, cará, macaxeira, banana, jerimum, feijão macassar e ovos de galinha. Ao total deseja-se adquirir mais de 2450 kits de alimentos saudáveis e repassar para os agricultores e agricultoras familiares pernambucanos, com estas aquisições, mais de 223 mil reais. 

No processo seletivo, serão priorizados os assentamentos de reforma agrária e as comunidades tradicionais indígenas ou quilombolas. Os fornecedores locais também terão prioridade, seguidos pelos regionais e, por fim, os nacionais. Caso não se obtenham as quantidades necessárias de produtos oriundos do grupo de projetos de fornecedores locais, os kits deverão ser complementados com produtos dos demais grupos.

Os interessados em participar da seleção devem entregar presencialmente nos campi dois envelopes. No envelope nº 01, a documentação para habilitação no processo e no envelope nº02, um Projeto de Venda. Os envelopes devem estar lacrados e conforme descrito no edital. 

Para os produtos orgânicos, será exigida a respectiva certificação, a qual também deverá constar no envelope, juntamente com os demais documentos exigidos. A relação dos proponentes dos projetos de venda será registrada no site dos campi, até cinco dias após o término do prazo de apresentação dos projetos. O resultado final da seleção será publicado entre os dias 28 e 29 de dezembro e os contratos assinados no dia 30 de dezembro.