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Sertão do Pajeú notifica 481 novos casos de Covid-19 em 24h

Por André Luis

Iguaracy e Serra Talhada confirmaram novos óbitos pela doença

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, nesta quarta-feira (9), foram notificados 481 novos casos de Covid-19, 697 recuperados e 3 novos óbitos na região nas últimas 24h. 

Óbitos

Iguaracy – Paciente do sexo masculino, 60 anos, não tomou vacina, que apresentava diabetes e faleceu em decorrência da Covid e de outras complicações, nesta quarta-feira (9), no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada 

Serra Talhada – Paciente do sexo masculino, 92 anos, morador do bairro Bom Jesus. Além de Covid-19, testou positivo para Influenza H3N2 em 24/01/22. Faleceu no dia 04/02/22, no Hospital Eduardo Campos. 

Paciente do sexo feminino, 65 anos, moradora do bairro Tancredo Neves. Comorbidade: Diabetes. Faleceu no dia 08/02/22, no Hospital Eduardo Campos.

Catorze das dezessete cidades do Pajeú confirmaram novos casos. Foram 82 em Afogados da Ingazeira, 2 em Brejinho, 11 em Calumbi, 10 em Carnaíba, 20 em Iguaracy, 3 em Ingazeira, 29 em Itapetim, 5 em Quixaba, 21 em Santa Cruz da Baixa Verde, 28 em São José do Egito, 222 em Serra Talhada, 11 em Solidão, 22 em Tabira e 15 em Triunfo.

Flores, Santa Terezinha e Tuparetama não divulgaram boletim epidemiológico nesta quarta-feira.

Agora o Sertão do Pajeú conta com 47.501 casos confirmados, 43.468 recuperados (91,50%), 690 óbitos e 3.343 casos ativos da doença.

Outras Notícias

Defesa Social diz que homicídios caíram pelo 11º mês seguido em outubro

O mês de outubro de 2018 foi o 11º seguido com queda de homicídios em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado desde janeiro, o número de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) caiu em 22% em relação ao período correspondente em 2017, saindo de 4.576 vítimas para 3.563 Outubro de 2018 foi o […]

O Secretário Antonio de Pádua

O mês de outubro de 2018 foi o 11º seguido com queda de homicídios em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado desde janeiro, o número de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) caiu em 22% em relação ao período correspondente em 2017, saindo de 4.576 vítimas para 3.563

Outubro de 2018 foi o 11º mês consecutivo em que o número de homicídios reduziu-se em Pernambuco, na comparação com o mês correspondente de 2017. Com isso, desde janeiro foram salvas 1.013 vidas no Estado, uma redução de 22% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) no período. Nesses dez meses em 2017, haviam sido 4.576 vítimas e, em 2018, 3.563 pessoas foram mortas nessas circunstâncias.

Apenas em outubro último, a diminuição nos registros de CVLI foi de 23% com relação a outubro de 2017 (de 432 para 331 casos). Nesse mesmo mês, as operativas da Secretaria de Defesa Social (SDS) efetuaram 195 prisões de acusados de homicídio, das quais 79 ocorreram em flagrante delito e 116 foram por cumprimento de mandado de prisão.

O secretário titular da SDS, Antonio de Pádua, reforça que a ação integrada das forças de segurança que compõem o Pacto pela Vida segue concentrada em progredir no enfrentamento à criminalidade.

“Temos um quadro consolidado de queda de homicídios em comparação com o mesmo período do ano anterior, metodologia que nos permite uma aferição mais precisa dos resultados, considerando a mesma quantidade de dias dos meses, o calendário de feriados e as características de cada período do ano. Estamos motivados, e falo pelas forças de segurança como um todo, a buscar reduções ainda mais significativas. Em 93 cidades pernambucanas (lista completa abaixo), por exemplo, nenhuma pessoa foi vítima desse tipo de crime em outubro passado. Um cenário que deve avançar com novos investimentos previstos em inteligência, infraestrutura e reforço no efetivo policial. Somente para a Polícia Militar, por exemplo, convocaremos mais 500 novos servidores em 2019”, pontuou.

PT de Arcoverde cobra apuração séria e isenta no caso Claudelino

​ O Partido dos Trabalhadores (PT) de Arcoverde se manifestou em nota a respeito da grave denúncia que envolve o vereador Claudelino Costa (PSB), “a qual sugere uma suposta negociação de cargos públicos na Câmara Municipal em troca de quitação de dívidas pessoais, conforme veiculado em vídeos e notícias na internet”. Claudelino foi filmado pelo […]

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O Partido dos Trabalhadores (PT) de Arcoverde se manifestou em nota a respeito da grave denúncia que envolve o vereador Claudelino Costa (PSB), “a qual sugere uma suposta negociação de cargos públicos na Câmara Municipal em troca de quitação de dívidas pessoais, conforme veiculado em vídeos e notícias na internet”.

Claudelino foi filmado pelo empresário Micael Lopes oferecendo cargos em troca de uma dívida pessoal e dando declarações que sugerem a prática de rachadinha em seu gabinete.

​”O PT Arcoverde repudia com veemência a prática da venda, troca ou uso de cargos públicos como moeda de barganha ou favorecimento pessoal. Se comprovado, tal ato constitui um flagrante desrespeito à moralidade pública, à Lei e aos princípios que regem a administração dos recursos e da estrutura que pertencem ao povo de Arcoverde”, diz a nota .

​”No entanto, é fundamental que a apuração dos fatos seja conduzida com o máximo rigor legal e imparcialidade”.

​”Exigimos que a Câmara Municipal de Arcoverde, por meio da Comissão Prévia já instalada, atue com a máxima celeridade e transparência. O caso não pode ser arrastado ou subestimado. Os vídeos, as denúncias e todas as provas relacionadas devem ser analisados de forma objetiva, com o compromisso inegociável de buscar a verdade”, acrescenta.

​O PT Arcoverde cobra que todos os atos da Comissão de Ética e/ou Processante, desde a oitiva de testemunhas até a apresentação do parecer, sejam públicos e transparentes, garantindo que a população tenha acesso ao desenvolvimento da investigação. A credibilidade da Casa Legislativa está em jogo.

A nota acrescenta que é  imprescindível que o Ministério Público e a própria Casa apurem a responsabilidade por esse suposto atraso.

Roberta Arraes retorna para a Alepe

A deputada estadual Roberta Arraes (PP) foi empossada nesta sexta (12) em solenidade na Presidência da Alepe. Esta será a terceira oportunidade em que ela exercerá um mandato na Casa. Desta vez, ocupará provisoriamente a vaga do deputado Pastor Cleiton Collins, do mesmo partido, licenciado para tratamento de saúde pelo prazo de 130 dias. Com […]

A deputada estadual Roberta Arraes (PP) foi empossada nesta sexta (12) em solenidade na Presidência da Alepe. Esta será a terceira oportunidade em que ela exercerá um mandato na Casa. Desta vez, ocupará provisoriamente a vaga do deputado Pastor Cleiton Collins, do mesmo partido, licenciado para tratamento de saúde pelo prazo de 130 dias. Com a presença dela, a bancada feminina cresce de seis para sete parlamentares.

Na cerimônia de posse, o presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto (PSDB), afirmou que a Casa recebe de braços abertos a parlamentar, destacando o perfil atuante e o bom convívio com os pares. No discurso após firmar o compromisso constitucional e assinar o livro de posse, Roberta Arraes lembrou que a cidade de Araripina, no Sertão do Araripe, passa a ter, mesmo que por um breve período, duas representantes no Legislativo estadual.

“Eu gosto muito de cuidar principalmente das pessoas mais invisíveis, e a gente vai continuar com esse trabalho. Defendemos nos dois mandatos a interiorização dos serviços de saúde, principalmente naquele momento mais difícil da pandemia, e, graças a Deus, ficamos com esse legado. Hoje, nós temos realmente um serviço de alta complexidade bem melhor na nossa região”, ressaltou.

O evento teve a participação de parlamentares como os deputados federais Eduardo da Fonte e Lula da Fonte, ambos do PP. Em breve discurso, Lula enfatizou que a justiça está sendo feita no retorno de Roberta à Alepe, que obteve mais de 42 mil votos na eleição passada mas não se elegeu, ficando como suplente. 

Eduardo defende fim dos cargos vitalícios na Justiça

do JC Online Após ser questionado sobre o fato de ter indicado a sua mãe, Ana Arraes, para o cargo de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), o ex-governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos (PSB) falou, na sabatina do Jornal Nacional da TV Globo ontem, em “reforma” no pode judiciário para acabar […]

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do JC Online

Após ser questionado sobre o fato de ter indicado a sua mãe, Ana Arraes, para o cargo de ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), o ex-governador de Pernambuco e presidenciável Eduardo Campos (PSB) falou, na sabatina do Jornal Nacional da TV Globo ontem, em “reforma” no pode judiciário para acabar com os cargos vitalícios.

“Acho que a gente precisa de um comitê de busca, e não indicações, como se faz em várias partes do mundo. Deve fazer uma reforma para acabar com cargos vitalícios na Justiça, de maneira a oxigenar os tribunais”, disse o socialista.

Ao afirmar que não havia qualquer contradição ética em ter se empenhado pessoalmente na eleição da sua mãe para ministra, Eduardo ainda teve que explicar a situação de ter indicado o primo, João Campos, para a vaga de conselheiro reservada ao crivo do Executivo para o Tribunal de Contas de Pernambuco, e o primo da sua esposa, Renata Campos, e chefe de gabinete do seu governo, Marcos Loreto, para outra vaga de conselheiro do TCE.

“Um deles foi indicado pelo Executivo e o outro pela Assembleia. E tinham todos os predicados para fazer esse pleito”, argumentou. Com Eduardo desfrutando de largo apoio entre os deputados estaduais, os dois se elegeram por unanimidade em eleição protocolar. “Não vejo nada de errado”, resumiu Eduardo.

Com quinze minutos no horário nobre, o ex-governador teve também que explicar as divergências de pensamento entre o PSB e a sua companheira de chapa, Marina Silva. “Na verdade, sobre essa questão (a votação do Código Florestal), eu defendi a posição de Marina. Inclusive, houve um racha na bancada. Me solidarizei”, disse, quando foi confrontado pelo âncora Willian Bonner com o dado de que apenas dois votos do PSB foram contra a matéria. Na época, Marina disse que o código significava um “retrocesso de 20 anos”.

O presidenciável disse ainda que é possível cumprir todas as suas promessas de campanha até agora – como escola integral, passe livre, ampliação do bolsa família, aumento do orçamento para segurança –, ao mesmo tempo em que traz até 2019 a inflação para 3%. “Estamos ouvindo técnicos e é possível sim fazer isso. Tem um orçamento, estamos fazendo contas”, garantiu.

TCE rejeita Gestão Fiscal da gestão Adauto Bodegão em Ibimirim

Tribunal aplicou multa de R$ 18 mil ao gestor A Segunda Câmara do TCE julgou irregular, nesta terça-feira (13), o Relatório de Gestão Fiscal da Prefeitura de Ibimirim do exercício financeiro de 2015, cujo responsável foi o atual prefeito José Adauto da Silva, o Adauto Bodegão (PP) aplicando-se uma multa no valor de R$ 18 […]

Tribunal aplicou multa de R$ 18 mil ao gestor

A Segunda Câmara do TCE julgou irregular, nesta terça-feira (13), o Relatório de Gestão Fiscal da Prefeitura de Ibimirim do exercício financeiro de 2015, cujo responsável foi o atual prefeito José Adauto da Silva, o Adauto Bodegão (PP) aplicando-se uma multa no valor de R$ 18 mil, o correspondente a 30% dos seus subsídios auferidos naquele período. O relator do processo foi o conselheiro João Carneiro Campos.

Segundo ele, a prefeitura apresentou no final do segundo quadrimestre um excedente nos gastos com pessoal, comprometendo 57,35% de sua receita corrente líquida com essa despesa, quando o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal é 54%.

Por essa mesma Lei, o gestor deveria eliminar o percentual excedente nos dois quadrimestres seguintes, efetuando corte de cargos em comissão e de funções gratificadas. Mas, em vez disto, permitiu que naquele período o gasto chegasse a 61,11% da RCL.

O prefeito foi notificado para apresentar suas contrarrazões e invocou inicialmente o cenário econômico do país, que se encontrava bastante adverso naquela ocasião. Além disso, alegou que o gasto com a folha de pessoal saiu do controle devido ao reajuste do salário mínimo e do piso salarial dos professores. No entanto, segundo o voto do conselheiro, esses reajustes eram previsíveis e “passíveis de gerenciamento”, não podendo ser motivo para descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O prefeito alegou também que o município se encontrava sob estado de emergência, devido à seca que assolou o sertão pernambucano, gerando impacto negativo na economia local.

“Decerto”, afirmou o conselheiro João Carneiro Campos, “alguns julgados deste Tribunal contemplaram a situação de estiagem para fins de considerar a regularidade, com ressalvas, da gestão fiscal de alguns municípios. Mas não nos parece que tal jurisprudência guarde compatibilidade com o objeto do presente processo porque a documentação nele contida informa que houve crescimento da Receita Corrente Líquida durante os exercícios financeiros de 2014 e 2015”.