Sertânia: em nota Prefeitura diz que pagou atrasados dos efetivos
Por André Luis
A Prefeitura de Sertânia enviou nota ao blog informando que após estudar a situação financeira do município, realizou o pagamento dos funcionários municipais efetivos, que não receberam o salário de dezembro. Leia nota:
Em Sertânia, Sertão do Moxotó, após estudar a situação financeira da cidade, o prefeito, Ângelo Ferreira (PSB), realiza pagamento dos funcionários municipais efetivos, que não receberam o salário de dezembro, na gestão passada.
Na tarde da última quarta-feira (18), o novo gestor entregou a proposta de pagamento da primeira parcela fixada no valor de R$650 à diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais de Sertânia (Sintemuse). O dinheiro, que já está no banco desde quinta (19), estará na conta dos funcionários neste sábado (21).
O ex-deputado estadual garante que o pagamento será realizado em até quatro parcelas para quem tem os salários mais altos. “Na segunda parcela, boa parte da dívida já estará amortizada. Na terceira, quase que a totalidade dos funcionários já terá recebido. Para a quarta, apenas, ficarão os maiores salários”, explica.
Ângelo disse ainda que todos os cargos, dos mais variados salários, desde os médicos até os auxiliares de serviços gerais receberão a primeira parcela no mesmo valor.
O gestor anterior não seguiu a recomendação do Ministério Público de pagar os salários dos servidores municipais efetivos com o dinheiro da Multa da Repatriação, recebido no último dia 30 de dezembro. O valor foi usado por meio de cheques sem empenhos e em gastos de forma duvidosa.
Por André Luis O município de Tabira incluiu mais 5 óbitos ao seu boletim epidemiológico desta sexta-feira (25). A coordenadora da Vigilância Epidemiológica do município, Rosilene Salvador, emitiu nota junto ao boletim explicando que houve a inclusão de cinco óbitos por Covid-19 ao município. Segundo Rosilene, uma investigação realizada pela X GERES detectou estes óbitos, […]
O município de Tabira incluiu mais 5 óbitos ao seu boletim epidemiológico desta sexta-feira (25).
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica do município, Rosilene Salvador, emitiu nota junto ao boletim explicando que houve a inclusão de cinco óbitos por Covid-19 ao município.
Segundo Rosilene, uma investigação realizada pela X GERES detectou estes óbitos, cujas localizações estão atribuídas a Tabira, ou seja, apesar dessas pessoas terem sido notificadas em outros municípios, eram residentes e domiciliadas em Tabira”.
Segundo a coordenadora, “por isso, os óbitos, estão contabilizadas no banco de dados do Governo do Estado como sendo de nossa cidade”, explicou Rosilene Salvador.
No boletim desta sexta-feira, tabira registrou 11 novos casos positivos, 11 recuperados e 5 óbitos.
O município conta, agora, com 2.698 casos confirmados, 2.569 recuperados, 43 óbitos e 86 casos ativos.
Farol de Notícias Em visita a Serra Talhada, nesta sexta-feira (16), o governador Paulo Câmara mandou um recado aos vereadores ligados ao prefeito Luciano Duque, que esta semana em debate no legislativo dispararam duras críticas ao governador, inclusive, classificando a obra do Hospital Geral do Sertão (HGS) como eleitoreira. Indagado no Frequência Democrática sobre como […]
Em visita a Serra Talhada, nesta sexta-feira (16), o governador Paulo Câmara mandou um recado aos vereadores ligados ao prefeito Luciano Duque, que esta semana em debate no legislativo dispararam duras críticas ao governador, inclusive, classificando a obra do Hospital Geral do Sertão (HGS) como eleitoreira.
Indagado no Frequência Democrática sobre como encararia os ataques, Paulo disse que as eleições já passaram e vai entregar a obra como prometeu. Mas não perdeu a oportunidade de lembrar que os parlamentares da cidade deveriam “bater palmas todos o dias” pela construção do HGS no município.
“As eleições passaram e eu estou muito ciente do meu desafio de governar Pernambuco. A obra [do hospital] está muito bem planejada e executada, vai estar pronta em março de 2020. E hospital, os vereadores [de Serra Talhada] deviam se informar melhor… Hospital não se inicia funcionando 100%. Nó vamos iniciar os serviços a partir de março de 2020 até o final de 2020 vão ter 100% executado. Mas em março já vai estar funcionando com pelo menos 30%, dois meses depois vai para 40% ou 50%, isso é o normal do funcionamento de um hospital de grande porte como esse. Então, eles [vereadores] deviam se informar, porque é importante que um vereador que tem uma representatividade junto à população saber como funciona questões do serviço público, importante saber”, aconselhou Câmara, cutucando:
“A obra do Hospital Geral do Sertão, se eu fosse vereador em Serra Talhada, eu estava batendo palmas todos os dias, porque vai ser muito importante e fundamental para saúde da região.”
A prefeita eleita de Serra Talhada, Márcia Conrado, deu mais um passo, nessa sexta-feira (4), para alavancar projetos de infraestrutura na capital do xaxado. Ao lado do prefeito Luciano Duque, a petista se reuniu com a cúpula da Caixa Econômica Federal (CEF) e saiu muito animada. “Hoje tivemos um dia muito produtivo de reunião para […]
A prefeita eleita de Serra Talhada, Márcia Conrado, deu mais um passo, nessa sexta-feira (4), para alavancar projetos de infraestrutura na capital do xaxado.
Ao lado do prefeito Luciano Duque, a petista se reuniu com a cúpula da Caixa Econômica Federal (CEF) e saiu muito animada.
“Hoje tivemos um dia muito produtivo de reunião para discutirmos a parceria da Prefeitura de Serra Talhada com a Caixa Econômica Federal, para investimentos em obras e ações nas áreas de infraestrutura, saneamento, habitação, programas sociais e modernização da gestão”, declarou.
Esta é a segunda reunião esta semana, com integrantes de entidades públicas e privadas, que estão com projetos em curso em Serra Talhada. Márcia Conrado mantém as articulações oriundas do governo Duque.
Hoje, mais uma vez, ouvintes do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, se queixaram do desrespeito às regras de trânsito por entregadores de delivery. Uma vítima procurou a rádio e disse que sua moto foi atingida por um menor fazendo entrega. “Ele atravessou de vez. Ainda me deu o telefone errado e correu. Tive um […]
Hoje, mais uma vez, ouvintes do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, se queixaram do desrespeito às regras de trânsito por entregadores de delivery.
Uma vítima procurou a rádio e disse que sua moto foi atingida por um menor fazendo entrega. “Ele atravessou de vez. Ainda me deu o telefone errado e correu. Tive um prejuízo de R$ 130,00. Essas empresas tem que ter responsabilidade ao contratar esse pessoal”, disse.
A partir daí, dezenas de ouvintes relataram desrespeito às regras de trânsito, alta velocidade, cortar sinais, além de motociclistas não habilitados servindo às empresas fornecedoras de alimentos na cidade.
Até uma empresa nacionalmente conhecida foi alvo de críticas por contratar uma pessoa conhecida por empinar e “dar o grau” sobre duas rodas.
Segundo o advogado Airton Tavares, empresas tem que comprovar que contratam colaboradores ou entregadores com rigorosos critérios, ou podem ser responsabilizados solidariamente. Um dono de pizzaria, Nelsinho da Estação, disse só contratar maiores de 30 anos habilitados e treinados. “São mais responsáveis”, disse.
Por Sérgio Rodas, do Consultor Jurídico Por entender que reclamação não é o instrumento cabível para questionar prisão preventiva após sentença, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral Tarcisio Vieira de Carvalho Neto negou, nesta sexta-feira (15/9), pedido do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) para revogar sua detenção domiciliar. Garotinho foi condenado a […]
Por entender que reclamação não é o instrumento cabível para questionar prisão preventiva após sentença, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral Tarcisio Vieira de Carvalho Neto negou, nesta sexta-feira (15/9), pedido do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PR) para revogar sua detenção domiciliar.
Garotinho foi condenado a 9 anos, 11 meses e 10 dias de prisão pela prática dos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa, supressão de documento público e coação durante o processo.
A decisão é do juiz Ralph Machado Manhães Junior, da 100ª Zona Eleitoral fluminense, que entendeu que Garotinho usou ilicitamente o programa Cheque Cidadão, de Campos dos Goytacazes, para comprar votos para sua mulher Rosinha Garotinho se reeleger prefeita nas eleições municipais de 2016.
Além disso, o juiz eleitoral decretou a prisão domiciliar de Garotinho, que foi detido enquanto apresentava seu programa de rádio no Rio. Segundo o magistrado, a detenção é necessária porque o político desrespeitou as medidas cautelares impostas a ele durante o processo, queimou documentos públicos e tentou intimidar testemunhas.
Garotinho então moveu reclamação, no TSE, e impetrou Habeas Corpus, no Tribunal Regional Eleitoral fluminense, pedindo que aguarde o fim de seu processo em liberdade. Mas Tarcísio Vieira avaliou que esse pedido não poderia ser feito via reclamação.
A medida buscava que o TSE reafirmasse duas decisões em HCs – uma que revogou a primeira prisão preventiva do político e outra que garantiu sua liberdade de expressão. Só que essas decisões ocorreram na fase de instrução do processo. Terminada essa etapa com a sentença, não cabe reclamação com esse pedido, decidiu o ministro.
O TRE-RJ ainda não julgou o HC de Garotinho.
Argumentos das petições
Prender condenado em primeira instância sem que haja fatos novos para motivar a detenção é inconstitucional, pois viola a presunção de inocência. Com base nesse argumento, Anthony Garotinho pediu para aguardar o fim de seu processo em liberdade.
O ex-governador afirmou ao TSE e ao TRE-RJ que a prisão é inconstitucional. Em petições assinadas pelos advogados Carlos Fernando dos Santos Azeredo, Thiago Soares Godoi e Antonio Mauricio Costa, Garotinho aponta que a Constituição Federal só permite a execução da pena após o trânsito em julgado da sentença condenatória.
Mesmo com a flexibilização dessa regra pelo Supremo Tribunal Federal, a prisão só é admitida após decisão de segunda instância.
Antes disso, só é possível prender cautelarmente se estiverem presentes os requisitos legais, argumenta Garotinho. E isso também vale para processos eleitorais, como o TSE já entendeu (HC 146.725).
O problema, de acordo com o político, é que o juiz eleitoral se baseou em fatos antigos para motivar sua prisão domiciliar. E o TSE já entendeu que tais fatos, que justificaram a primeira detenção de Garotinho, não bastavam para mantê-lo preso.
Para piorar, diz o ex-governador do Rio, sequer houve pedido de prisão do Ministério Público Eleitoral. “Aliás, em junho de 2017, quando o Ministério Público apresentou pedido de prisão preventiva do paciente, invocando praticamente os mesmos argumentos, tal pleito foi indeferido pelo então juiz da 100ª Zona Eleitoral”, aponta.
Ele também ressalta que o juiz eleitoral restringiu ilegalmente sua liberdade de expressão, que havia sido garantida pelo TSE.
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