Serra: Prefeitura esquece limpeza nos banheiros na Estação
Por Nill Júnior
Quem foi aos banheiros públicos do Pátio da Estação em Serra Talhada neste período junino reclamou muito da falta de higiene e manutenção nos banheiros públicos.
Mesmo com pessoas responsáveis pela limpeza, a quantidade de urina com água espelhada pelo chão era enorme.
Marilia Rodrigues, universitária, afirmou que em todo evento no local, de grande ou pequeno porte, as condições são degradantes. “Se o banheiro publico não suporta a quantidade pessoas, que a organização espalhasse pelo pátio banheiros químicos”, defendeu.
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, disse ao Debate do Sábado na Gazeta FM que municípios como São José do Egito ainda não chegaram ao pico da doença. “Acreditamos que estamos começando a subir. Cidades como Afogados, Serra e nós, por exemplo, não estão no pico. Esperamos o pico a […]
O Secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, disse ao Debate do Sábado na Gazeta FM que municípios como São José do Egito ainda não chegaram ao pico da doença.
“Acreditamos que estamos começando a subir. Cidades como Afogados, Serra e nós, por exemplo, não estão no pico. Esperamos o pico a partir de setembro”.
A cidade estabeleceu uma tabela que afere a gravidade de cada paciente a partir das comorbidades. Para internação, eles passam por teste rápido com antígeno IGA, para garantir que só pacientes com Covid sejam internados.
Ele mostrou preocupação com o aumento no número de casos de síndrome gripal. Isso pode indicar aumento nos casos nos próximos dias. Sobre a divulgação de nomes positivados proposta pelo promotor Lúcio Almeida,ele disse que o promotor faz excepcional trabalho na região.
Mas ponderou que isso na maioria dos casos não fará muita diferença. “Em São José do Egito, de 101 casos, só 14 foram identificados através de teste Swab. Os demais foram diagnosticados por testes sorológicos. Se ela passa por esse teste com mais de 14 dias de sintomas e 72 horas sem manifestação já está tecnicamente curada”.
Diante dos protestos de caminhoneiros, que atualmente ocorrem em todo o país contra o aumento do preço de combustíveis, por meio de paralisação dos veículos nas rodovias federais e estaduais, o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, emitiu recomendação aos membros do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) com atuação na Defesa do Meio Ambiente. No […]
Diante dos protestos de caminhoneiros, que atualmente ocorrem em todo o país contra o aumento do preço de combustíveis, por meio de paralisação dos veículos nas rodovias federais e estaduais, o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, emitiu recomendação aos membros do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) com atuação na Defesa do Meio Ambiente.
No âmbito de suas atribuições, solicitou que atuem para assegurar a fiscalização pelos órgãos competentes dos locais de manifestação, verificando se há veículos de cargas vivas em paralisação, caso em que deverão ser adotadas as providências necessárias para a sua imediata liberação.
No documento, o procurador-geral de Justiça recomenda a imediata liberação das cargas vivas e a adoção das medidas criminais cabíveis, caso seja constatada a prática de maus-tratos aos animais pela falta dos cuidados objetivos necessários, como a manutenção deles em veículos paralisados, sem provimento de água e alimento, desprovidos de segurança, limpeza e desinfecção.
Uol No depoimento que prestou nesta quarta-feira, dia 1º, à Justiça Eleitoral, o empresário Marcelo Odebrecht disse que se sentia o “bobo da corte” do governo federal. Ao falar sobre a situação da empreiteira baiana que leva seu sobrenome, o ex-presidente do conglomerado demonstrou descontentamento por ser obrigado a entrar em projetos e empreendimentos que […]
No depoimento que prestou nesta quarta-feira, dia 1º, à Justiça Eleitoral, o empresário Marcelo Odebrecht disse que se sentia o “bobo da corte” do governo federal.
Ao falar sobre a situação da empreiteira baiana que leva seu sobrenome, o ex-presidente do conglomerado demonstrou descontentamento por ser obrigado a entrar em projetos e empreendimentos que não desejava e bancar repasses às campanhas eleitorais, sem receber as contrapartidas que julgava necessárias.
Marcelo Odebrecht declarou que mantinha contato frequente com o alto escalão do governo – como Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda do governo Dilma Rousseff, com quem disse negociar repasses a campanhas eleitorais.
“Eu não era o dono do governo, eu era o otário do governo. Eu era o bobo da corte do governo”, afirmou Marcelo Odebrecht, segundo relatos colhidos pelo jornal O Estado de S. Paulo. O empresário também se mostrou incomodado por divergências com seu pai, patriarca e presidente do Conselho de Administração do Grupo Odebrecht, Emílio Odebrecht, na forma de apoio ao governo.
No depoimento, Marcelo Odebrecht falou com “naturalidade” do caixa 2 nas campanhas eleitorais, defendeu a legalização do lobby e disse que a Odebrecht não era a única empresa a usar doações para conquistar apoios políticos. Segundo ele, o uso de dinheiro de caixa 2 em campanhas eleitorais é algo “natural”, mas que, de alguma forma, envolve também o pagamento de propinas.
Em março do ano passado, Marcelo Odebrecht foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro – que conduz a Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça – a 19 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa no esquema de desvios na Petrobras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Vestimenta 2019 terá mais conforto e medida evita confusão entre quem está ou não no bloco, diz organização A direção do bloco Arerê, que será puxado pelo trio no Afogareta 2019, anunciou nas redes sociais uma camisa com maior conforto pros associados. Com o lançamento, uma definição: quem estiver usando o item de forma incompleta […]
Vestimenta 2019 terá mais conforto e medida evita confusão entre quem está ou não no bloco, diz organização
A direção do bloco Arerê, que será puxado pelo trio no Afogareta 2019, anunciou nas redes sociais uma camisa com maior conforto pros associados. Com o lançamento, uma definição: quem estiver usando o item de forma incompleta será abordado pelos seguranças para que vista o abadá.
A medida visa mais controle e segurança para quem estiver no bloco, evitando confusão entre quem está ou não participando da festa dentro do cordão de isolamento e até revezamento de abadás, dificultando o trabalho dos comissários.
“A tradicional customização está permitida, desde que sejam preservadas as logomarcas do bloco e patrocinadores.
“O diferente não é bonito, o diferente quer burlar e facilitar a entrada de pessoas sem o abadá no cordão de isolamento. Que cada um faça sua parte, porque nós, da organização, estamos prezando pela segurança, beleza e continuidade do evento”, diz o comunicado.
A entrega dos abadás, acontece hoje a partir das 20h no Espaço Arerê, montado pela primeira vez por trás da área de Camarotes.
Shows: a festa, que chega à 21ª edição, terá shows de Chicabana, dia 11, Psirico, dia 12 e Yohanes, dia 13. O blog e parceiro oficial do evento.
O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) apresentou projeto de lei que estabelece prioridade de atendimento aos profissionais de saúde na destinação de equipamentos de proteção individual (EPIs), na testagem e no tratamento do coronavírus (Covid-19) enquanto durar o estado de calamidade pública. No último final de semana, duas profissionais da área da saúde morreram em […]
O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) apresentou projeto de lei que estabelece prioridade de atendimento aos profissionais de saúde na destinação de equipamentos de proteção individual (EPIs), na testagem e no tratamento do coronavírus (Covid-19) enquanto durar o estado de calamidade pública.
No último final de semana, duas profissionais da área da saúde morreram em decorrência do Covid-19, sendo uma delas no estado de Pernambuco e uma em Goiás. Outra morte de profissional de saúde está sendo investigada em Pernambuco. A falta de EPIs também tem sido uma reclamação constante de profissionais da área.
“É necessário garantirmos a maior proteção possível aos profissionais de saúde, pois eles estão na linha de frente desse combate. Precisamos, ainda, identificar rapidamente os infectados e tratá-los, para reduzir o risco à sua vida e a de seus colegas e pacientes”, justifica.
O PL 1483/20, que já está tramitando na Câmara dos Deputados, segue a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS). A organização recomendou prioridade nos testes em pacientes vulneráveis e profissionais de da área da saúde, em locais onde há transmissão comunitária, como o Brasil, por causa do risco de transmitir doença a pacientes e da perda da força de trabalho.
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