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Serra: Prefeitura e MPPE fecham o cerco a irregularidades no Pátio da Feira Livre

Por Nill Júnior

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O Pátio da Feira Livre na Lagoa Maria Timóteo em Serra Talhada está na mira da Prefeitura Municipal e do Ministério Público de Pernambuco. Na lista de prioridades estão: proibição de comercialização no entorno do pátio, o que vem prejudicando aqueles que vendem regularmente no interior do espaço e a proibição da entrada de motocicletas, quer sejam de clientes ou mesmo dos feirantes.

As medidas visam, além de desestimular a concorrência desleal entre os que comercializam fora do Pátio com os que estão comercializando regularmente no mesmo, como também, no caso da circulação de motos, dar mais segurança na acessibilidade dos usuários do espaço.

O encontro aconteceu na manhã desta quinta-feira (11) na sede do MPPE em Serra Talhada e reuniu a presidente da Associação de Comerciantes do Pátio de Feira, Maria Aparecida Rodrigues de Lima, o Chefe de Gabinete, Rafael Fernandes, que acumula no momento a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Thehunnas Mariano, Controlador-Geral do Município e o Promotor de Justiça Dr. Vandeci de Souza Leite.

De acordo com o promotor já existe um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que o município assinou, ainda na gestão passada e que continua em vigor, assumindo o compromisso de fiscalizar o a utilização abusiva de calçadas por parte de comerciantes fixos e ambulantes.

“Nós já estamos discutindo isso há muito tempo, o foco sempre é a mobilidade urbana, onde idosos e cadeirantes são prioridade”, disse Dr. Vandeci. Nos próximos dias a prefeitura vai iniciar a fiscalização e orientação para evitar o comércio no entorno do pátio e relocando interessados para boxes desocupados ou utilizados irregularmente. Até janeiro de 2015, pretende Rafael Fernandes, “tudo está resolvido em definitivo”, este também foi o prazo dado pelo Ministério Público. Segundo Dr. Vandeci, a partir de janeiro de 2015, todas as irregularidades deverão estar sanadas, sob pena do MPPE acionar as cláusulas do TAC.

Outras Notícias

Em gravações, Romero Jucá fala em pacto para deter lava jato

Em diálogos gravados em março passado, o ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (PMDB-RR) sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos. Segundo reportagem de Rubens Valente para a Folha de São Paulo, […]

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Em diálogos gravados em março passado, o ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (PMDB-RR) sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.

Segundo reportagem de Rubens Valente para a Folha de São Paulo, as conversas, que estão em poder da PGR (Procuradoria-Geral da República), ocorreram semanas antes da votação na Câmara que desencadeou o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Machado se mostrou preocupado com o envio do seu caso para a PF de Curitiba e chegou a fazer ameaçadas: “Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu ‘desça’? Se eu ‘descer’…”.

O atual ministro afirmou que seria necessária uma resposta política: “Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria”, diz Jucá. Ele acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional “com o Supremo, com tudo”. Machado disse: “aí parava tudo”.

Segundo Jucá, “ministros do Supremo” teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato. O ministro do Planejamento afirmou que tem “poucos caras ali [no STF]” ao quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal, a quem classificou de “um cara fechado”.

O atual ministro concordou que o envio do processo para o juiz Sérgio Moro não seria uma boa opção e o chamou de “uma ‘Torre de Londres'”, em referência ao castelo da Inglaterra em que ocorreram torturas e execuções entre os séculos 15 e 16. Segundo ele, os suspeitos eram enviados para lá “para o cara confessar”.

Na conversa, eles dizem que o único empecilho no pacto era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), porque odiaria Cunha. “Só Renan que está contra essa porra. ‘Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha’. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra”, afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.

“O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. ‘Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'”, disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.

O advogado do ministro do Planejamento, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que seu cliente “jamais pensaria em fazer qualquer interferência” na Lava Jato e que as conversas não contêm ilegalidades.

Além de déficit de R$ 30,5 bilhões, governo propõe mínimo de R$ 865,50.

Pela primeira vez, o governo entregou ao Congresso Nacional um projeto de Orçamento prevendo gastos maiores que as receitas (déficit). A estimativa para 2016 é de déficit de R$ 30,5 bilhões, o que representa 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o ministro Nelson Barbosa, do Planejamento. O documento traz ainda a previsão de crescimento […]

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Pela primeira vez, o governo entregou ao Congresso Nacional um projeto de Orçamento prevendo gastos maiores que as receitas (déficit). A estimativa para 2016 é de déficit de R$ 30,5 bilhões, o que representa 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com o ministro Nelson Barbosa, do Planejamento.

O documento traz ainda a previsão de crescimento econômico de 0,2% e de inflação de 5,4% no ano que vem. O governo propõe elevar o salário mínimo para R$ 865,50 em 2016. Hoje, o valor é de R$ 788.

Em entrevista no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (31), Nelson Barbosa afirmou que o governo continuará adotando medidas para melhorar os resultados das contas públicas em 2016 por meio do aumento de tributos e venda de participações acionárias, além de novas concessões.

Devem ser revistos os impostos sobre smartphones, vinhos e destilados, entre outros produtos, além do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) sobre as operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para aumentar a arrecadação em R$ 11,2 bilhões. Essas mudanças serão feitas por meio de atos administrativos e por envio de Medida Provisória (MP) ao Congresso.

Com a ampliação do processo de concessões e venda de imóveis, além do aperfeiçoamento e aumento da cobrança da dívida ativa da União, o governo espera receber R$ 37,3 bilhões.

Segundo Barbosa, “hoje o principal desafio fiscal do Brasil é controlar o crescimento dos gastos obrigatórios da União”. Isso significa discutir gastos com a Previdência, com a saúde, com funcionários públicos, entre outros, disse o ministro.

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, também falou a jornalistas e declarou que o governo está adotando uma série de medidas que representam sacrifício, como redução dos ministérios.

Com o projeto do Orçamento, o governo admite formalmente que a meta fiscal, de 0,7% do PIB, fixada em julho deste ano, não será atingida. Essa meta já era inferior ao objetivo inicial do governo, anunciado em novembro do ano passado, de que o setor público registraria um superávit primário (receitas maiores que os gastos, sem contar os juros) de ao menos 2% do PIB em 2016 (que correspondia a R$ 126,7 bilhões).

 

 

Escola Superior de Saúde de Arcoverde recebe cerca de 200 alunos em aula inaugural

Na manhã desta terça-feira, 14, o corpo docente da Escola Superior de Saúde de Arcoverde – ESSA, recebeu cerca de 200 calouros com um café da manhã para aula inaugural de boas-vindas. Estes novos alunos formam os primeiros períodos dos novos cursos da instituição: Fisioterapia e Farmácia, assim como, os cursos já existentes: Enfermagem, Educação […]

Na manhã desta terça-feira, 14, o corpo docente da Escola Superior de Saúde de Arcoverde – ESSA, recebeu cerca de 200 calouros com um café da manhã para aula inaugural de boas-vindas.

Estes novos alunos formam os primeiros períodos dos novos cursos da instituição: Fisioterapia e Farmácia, assim como, os cursos já existentes: Enfermagem, Educação Física e Psicologia.

Na ocasião, os novos alunos conheceram o perfil do curso de sua escolha e a importância dos mesmos para o desenvolvimento regional com a entrada de novos profissionais na área da saúde com foco na excelência da qualidade na formação.

A equipe da ESSA ainda fez a entrega do Manual do Aluno, do Calendário Acadêmico e realizou sorteio de brindes. No encerramento, os veteranos receberam os calouros com o tradicional trote universitário.

Vale lembrar, que o sucesso do último vestibular deve-se também ao apoio da prefeita Madalena Britto, que deu força para a conquista dos novos cursos de Farmácia e Fisioterapia, principalmente, na formação da Comissão, responsável por traçar as estratégias de divulgação e captação de novo corpo discente, com visita às escolas particulares e públicas de Arcoverde e toda região.

Essa comissão composta pelo presidente da AESA, Roberto Coelho, pelos coordenadores e professores dos diversos cursos da ESSA e do CESA, também realizou a Feira das Profissões, em novembro de 2016, quando cerca de 800 alunos puderam conhecer os perfis dos cursos da Autarquia e ter rápidas experiências de vivência com alunos da instituição.

Estiveram presentes na aula inaugural entre os componentes da equipe da ESSA, o diretor Pedagógico: José de Vasconcelos Júnior; o vice-diretor Pedagógico: Georges Kelbert; as coordenadoras do curso de Enfermagem: Luciene Nascimento e Sílvia Camêlo; a coordenadora do curso de Psicologia: Danielle Vaz; o coordenador da Licenciatura em Educação Física: Alexandre Lira; o coordenador do Bacharelado em Educação Física: Alfredo Telino; o coordenador de Pesquisa e Extensão: Ana Paula Duarte Pires e a secretária: Geiseanne Cavalcante.

CIA disse a Bolsonaro para não levantar dúvidas sobre sistema eleitoral

O diretor da CIA, o serviço de inteligência dos Estados Unidos, disse a integrantes do governo Bolsonaro que o presidente deveria deixar de questionar a integridade das eleições no país, informou a agência de notícias Reuters nesta quinta-feira (5). A agência disse ter conseguido a informação com fontes que falaram com a condição de que […]

O diretor da CIA, o serviço de inteligência dos Estados Unidos, disse a integrantes do governo Bolsonaro que o presidente deveria deixar de questionar a integridade das eleições no país, informou a agência de notícias Reuters nesta quinta-feira (5).

A agência disse ter conseguido a informação com fontes que falaram com a condição de que não fossem identificadas.

O alerta, segundo a Reuters, foi feito por William Burns – o diretor da CIA – em uma reunião em julho de 2021, de acordo com duas fontes ouvidas pela agência de notícias.

Ainda não está claro onde a reunião ocorreu. Porém, a Reuters afirma que Burns esteve no Brasil em julho, em viagem não estava prevista em sua agenda oficial. Na ocasião, o diretor da CIA encontrou Bolsonaro, o ministro-chefe do Gabinete Institucional, o general Augusto Heleno, e o então diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.

De acordo com a agência, Burns jantou com o generais Augusto Heleno e o Luiz Eduardo Ramos, ministro de Estado Chefe da Secretaria-Geral da Presidência durante a mesma visita à Brasília, a quem o norte-americano disse que o processo democrático é sagrado, e que Bolsonaro não deveria se referir a ele publicamente como vinha fazendo.

Uma fonte da Reuters em Washington, que também não quis se identificar, confirmou que uma delegação liderada pelo diretor da CIA aconselhou a assistentes de Bolsonaro que o presidente brasileiro deixasse de “subestimar o sistema de votação no Brasil”.

Bolsonaro tem feito constantes ataques ao sistema eleitoral do Brasil e ao voto eletrônico, sem apresentar provas. Segundo a Reuters, nem o governo Bolsonaro nem a CIA comentaram sobre o alerta.

Em debate, Presidente da Câmara reafirma fidelidade a Prefeito

O Presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Frankilin Nazário, confirmou sua fidelidade política ao prefeito José Patriota em entrevista ao Debate das Dez, do programa Manhã Total (Rádio Pajeú). Frankilin disse que apoiará Patriota em 2016, independente de quem será seu candidato a vice. “Existem bons nomes e qualquer um terá meu […]

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O Presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Frankilin Nazário, confirmou sua fidelidade política ao prefeito José Patriota em entrevista ao Debate das Dez, do programa Manhã Total (Rádio Pajeú). Frankilin disse que apoiará Patriota em 2016, independente de quem será seu candidato a vice. “Existem bons nomes e qualquer um terá meu apoio”.

Perguntado se ele próprio colocaria o nome na discussão, Frankilin afirmou que estava a disposição do grupo, mas não seria empecilho para travar o debate. Sua pretensão é mesmo disputar novamente a vereança.

Faltas: O Presidente afirmou que estuda criar um mecanismo mais rígido para os excessos de faltas nas sessões da casa. Ouvintes da Pajeú reclamaram da falta de compromisso de legisladores que faltam muito às sessões. Segundo ele, há o estudo de uma proposta para coibir essas faltas. Hoje, um vereador pode faltar com justificativa a várias sessões sem sentir no bolso.