Serra: poço artesiano é instalado na Praça da Academia das Cidades do IPSEP
Por André Luis
A irrigação correta dos jardins e canteiros existentes nas praças da cidade de Serra Talhada é uma preocupação do Governo Municipal, que realizou na última segunda-feira (20), a instalação do poço artesiano perfurado na Praça da Academia das Cidades do Bairro do IPSEP.
O poço tem vazão de 1.600 litros de água por hora e servirá para a irrigação dos jardins e canteiros do local. “Além de melhorar o aspecto visual da praça, que terá uma quantidade de água suficiente para a manutenção dos canteiros, com a instalação do poço vamos economizar a água tratada distribuída pela Compesa”, explica o vice-prefeito, Márcio Oliveira.
A iniciativa faz parte do Programa Mais Água para Nossa Gente, desenvolvido pelo município. O poço foi perfurado e instalado pela Secretaria de Agricultura.
Por Anchieta Santos Aliado de primeira hora do prefeito Sebastião Dias, o Partido dos Trabalhadores já não vê o gestor com mesmo entusiasmo da campanha. Para o Presidente do PT, Tote Marques falando a Rádio Cidade FM nesta sexta-feira (15), ele disse que o prefeito não tem feito política e tem razão ao admitir o […]
Aliado de primeira hora do prefeito Sebastião Dias, o Partido dos Trabalhadores já não vê o gestor com mesmo entusiasmo da campanha. Para o Presidente do PT, Tote Marques falando a Rádio Cidade FM nesta sexta-feira (15), ele disse que o prefeito não tem feito política e tem razão ao admitir o distanciamento dos aliados. Falta condução política, falta ouvir o grupo na tomada de decisões.
Tote entende que Sebastião tem todo direito de disputar a reeleição, mas não juntará mais o mesmo grupo em torno desse projeto, não dá tempo. Seria o caminho para salvar o governo, e não conseguirá. Tote disse que o PT tem cargos na administração tabirense, teve o líder do governo, o vereador Aristóteles Monteiro, e mesmo assim a relação é desigual dentro da máquina.
Sobre não ter substituído Val do Bar na Câmara, o petista disse não ter ficado chateado, agora deixou claro que se Mário Amaral retornar a Secretaria de Obras, vai dar a entender que existe algo de pessoal na questão. Hoje no sitio Cachoeira Grande o PT de Tabira através de seu Diretório e Executiva vai estar reunido fazendo o Planejamento Estratégico.
Tote disse que vem procurando a reaproximação com Aristides Santos e Carlos Veras através do vereador Tote Monteiro. O mandatário petista garantiu estar preparado para ser o fato novo da política tabirense, e diz estar confiante para governar sua cidade. E disse mais Tote Marques: “Se ganhar o apoio do ex-prefeito Josete Amaral e do empresário Téa da Damol, eu não abro pra ninguém.”
Em contato com o blog, Eduardo Silva, acusado de agredir o músico Francisco das Chagas na segunda de carnaval, conforme relato do músico em rede social, enviou sua versão: Nill Júnior, Estão me julgando, me chamado de marginal. Eu trabalho três expedientes, manhã, tarde e noite, em duas academias . Eu estava no terraço. Meus […]
Em contato com o blog, Eduardo Silva, acusado de agredir o músico Francisco das Chagas na segunda de carnaval, conforme relato do músico em rede social, enviou sua versão:
Nill Júnior,
Estão me julgando, me chamado de marginal. Eu trabalho três expedientes, manhã, tarde e noite, em duas academias .
Eu estava no terraço. Meus amigos que estavam comigo já tinham ido embora . Entrei dentro de casa para dormir . O senhor Chagas de imediato abriu a porta do quarto dele e disse “você é um safado!”
Como eu já sei das coisas que ele está fazendo com a esposa, que tem a saúde fragilizada, que sofre do mal de Alzheimer, já teve câncer. Quando ele me chamou de safado , eu disse que eu e minha esposa (Charla, filha do músico) já sabíamos de tudo que ele está fazendo . E que safado era ele .
Citei trechos do que ele está fazendo. Ele perdeu a razão, veio pra cima de mim. Eu estava durante toda discussão com os braços para trás. Ele arrancou meu cordão do pescoço e me agarrou .
Como eu fiquei sem saber o que fazer para ele me soltar, eu dei uma mordida para que ele me soltasse . Justamente porque eu não queria bater nele . Ele se afastou , pisou numa poça de água que tinha na sala por conta de uma goteira e caiu no chão. E já saiu dizendo que eu o agredi .
Com relação ao que ele está fazendo com a esposa, eu só vou falar na audiência porque envolve outra pessoa.
O presidente Jair Bolsonaro delegou ao ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, a condução de um plano de retomada da economia sustentado na retomada de obras públicas com recursos do Tesouro, como forma de evitar uma escalada do desemprego. Batizado de “Plano Marshall”, em referência ao programa dos EUA de recuperação de países aliados […]
O presidente Jair Bolsonaro delegou ao ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, a condução de um plano de retomada da economia sustentado na retomada de obras públicas com recursos do Tesouro, como forma de evitar uma escalada do desemprego.
Batizado de “Plano Marshall”, em referência ao programa dos EUA de recuperação de países aliados após a Segunda Guerra Mundial, o programa deve durar pelo menos três anos.
Só no âmbito do Ministério da Infraestrutura, a projeção é que o pacote consuma cerca de R$ 30 bilhões em investimentos públicos para a retomada de cerca de 70 obras que estão paralisadas ou sendo tocadas abaixo da sua capacidade total.
Detalhes do pacote foram apresentados nesta quarta-feira (22) em reunião do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com sua equipe ministerial. A proposta ainda está em elaboração no Planalto, mas o diagnóstico de que obras públicas serão necessárias tem forte apoio do núcleo militar do governo.
Segundo relatos de presentes, durante a reunião ministerial, foi feita uma análise de que a crise causada pela pandemia do novo coronavírus irá se estender até o ano que vem e que será necessário repensar a atual política de ajuste fiscal. No Ministério da Infraestrutura, a ideia é que as obras possam absorver entre 500 mil e 1 milhão de empregados nos próximos três anos.
O ministro Tarcísio de Freitas disse que a lista de obras inclui empreendimentos que poderiam ser rapidamente viabilizados porque já têm projetos de viabilidade e licenciamento ambiental prontos.
Para Tarcísio, o programa de concessões e privatizações, que também passará a ter uma atenção especial para destravar investimentos, não dará o retorno desejado no curto prazo.
Isso porque o prazo entre a assinatura dos contratos, a realização do investimento e a contratação de mão de obra costuma ser de, em média, um ano.
Além do Ministério da Infraestrutura, a Casa Civil criou outras “frentes de trabalho”, como chama cada ministério envolvido nesse grande projeto de retomada. As principais medidas em preparação estão nas pastas do Desenvolvimento Regional e de Minas e Energia.
No Ministério do Desenvolvimento Regional, foi feito um diagnóstico de empreendimentos em habitação e saneamento que podem ser rapidamente ativados, além de obras em barragens.
Uma das saídas será financiar obras do Minha Casa, Minha Vida totalmente com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).
Até o final do ano passado, a União entrava com 10% dos recursos. Diante da escassez de recursos em caixa, o FGTS poderá arcar com todo o projeto e dar vazão às obras.
Havia cerca de R$ 70 bilhões empossados no FGTS diante da falta de contrapartidas da União que, a partir de agora, poderão ser investidos em habitação, e isso se reverterá em empregos na construção civil.
O problema é que a equipe econômica diverge do aumento de gastos públicos. O ministro Paulo Guedes (Economia) pretende estimular a atividade econômica pela concessão de crédito e buscando saídas de mercado para resolver o impasse em torno de garantias para que empresas de todos os portes possam acessar instituições bancárias públicas e privadas em busca de linhas de crédito.
Recentemente, o Banco Central chegou a reduzir o compulsório dos bancos (parcela de cada depósito bancário que fica retida no BC) como forma de dar ainda mais liquidez para novos empréstimos.
No entanto, auxiliares do governo avaliam que a proposta de Guedes não será capaz de gerar empregos a curto prazo, algo considerado fundamental para aliviar os impactos da crise econômica gerada pelo novo coronavírus.
A avaliação no governo é a de que a crise, cujo impacto foi subestimado, já consumiu mais de R$ 800 bilhões (metade com impacto fiscal) com ações emergenciais que não farão a economia sair do atoleiro.
A previsão é que, sem uma injeção de ânimo na produção, o Brasil chegará a 2021 com o mesmo nível de atividade econômica e uma dívida próxima a 100% do PIB.
Braga Netto também coordena ações do mesmo tipo com outros ministérios.
Do blog da Folha O prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), recebeu um “alerta de responsabilização” do Tribunal de Contas do Estado (TCE), sobre a ilegalidade da nomeação e exercício no cargo do procurador geral do Município de Camaragibe, Luís Rogério Lins e Silva. O pedido partiu do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), […]
Germana Laureano é procuradora geral do MPCO. Foto: TCE-PE
Do blog da Folha
O prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), recebeu um “alerta de responsabilização” do Tribunal de Contas do Estado (TCE), sobre a ilegalidade da nomeação e exercício no cargo do procurador geral do Município de Camaragibe, Luís Rogério Lins e Silva. O pedido partiu do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), após receber uma denúncia de cidadão do município, sendo acatado pela relatora das contas de Camaragibe, conselheira Teresa Duere.
A procuradora geral do MPCO, Germana Laureano, apontou a ilegalidade da nomeação, pois está em desacordo com a Emenda 1 da Lei Orgânica, aprovada em 2016. A Emenda exige que o procurador geral do Município tenha mais de 30 anos de idade e cinco anos de experiência profissional.
Em investigação preliminar do MPCO, foi constatado que o advogado Luís Rogério Lins e Silva, nomeado pelo prefeito em fevereiro como procurador geral, tem apenas 27 anos de idade, não atendendo ao exigido pela Lei Orgânica. “A nomeação atenta contra o princípio da legalidade e pode caracterizar, em tese, crime de responsabilidade e improbidade”, aponta a procuradora geral do MPCO.
Notificado para se manifestar sobre a questão, o prefeito Demóstenes Meira disse que a Emenda da Lei Orgânica era “nula”, defendendo a validade da nomeação. Contudo, a conselheira Teresa Duere concordou com o MPCO, apontando que a Prefeitura não apresentou nenhuma medida judicial sobre a suposta nulidade da Emenda. Para a relatora, a Emenda deve ter sua presunção de legalidade, não podendo ser desconsiderada pelo prefeito, sem o aval do Poder Judiciário.
O TCE indicou no “alerta” que o prefeito pode estar cometendo crime de responsabilidade, ao manter no cargo uma pessoa nomeada de forma ilegal. “O prefeito pode ser sancionado nas contas anuais”, aponta a relatora.
O “alerta” foi protocolado na Prefeitura em 10 de julho, através de ofício assinado pela conselheira Teresa Duere. O MPCO está acompanhando as medidas adotadas pela Prefeitura, após esta receber o ofício do TCE.
G1 Relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz o número de parlamentares no Congresso Nacional, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou ao G1 que pretende apresentar nesta quarta-feira (16) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado parecer recomendando a aprovação do texto. A PEC, de autoria do senador Jorge Viana […]
Relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz o número de parlamentares no Congresso Nacional, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou ao G1 que pretende apresentar nesta quarta-feira (16) à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado parecer recomendando a aprovação do texto.
A PEC, de autoria do senador Jorge Viana (PT-AC), prevê a redução do número de cadeiras da Câmara de 513 para 385 (enxugamento que equivale a um corte de 25% no total de deputados). No Senado, a proposta é cortar um terço dos parlamentares, passando dos atuais 81 senadores (três por unidade da federação) para 54 (dois por unidade da federação).
O texto sugere que a mudança no número de cadeiras da Câmara seja adotada já nas eleições de 2018. Para os senadores, a PEC propõe a aplicação da redução a partir das eleições de 2022. O argumento do autor é que, em 2014, houve renovação de somente um terço das cadeiras da Casa, e cada um dos eleitos tem mandato de oito anos, que se encerrará somente em 2022.
“Vou tentar apresentar o relatório nesta quarta-feira [16]. Vou pedir ao presidente da comissão [senador José Maranhão (PMDB-PB)] para fazer a leitura”, disse Randolfe Rodrigues ao G1.
Pelas regras da Casa, após ser apresentado pelo relator, o texto terá de ser votado pelos integrantes da CCJ. Por se tratar de uma emenda à Constituição, se aprovada na comissão, a PEC ainda terá de ser submetida a duas votações no plenário do Senado e outras duas no da Câmara.
Para alterar a Constituição, uma PEC precisa contar com o apoio de pelo menos três quintos dos parlamentares – 49 dos 81 senadores e 308 dos 513 deputados – em cada um dos dois turnos de votação.
Justificativa: para Randolfe Rodrigues, a redução do número de deputados e senadores se justifica pelo fato de o governo federal estar propondo, neste momento, uma outra mudança na Constituição – a adoção de um teto para os gastos públicos nas próximas duas décadas com o argumento de que o país está passando por uma crise econômica.
“Essa [redução do número de parlamentares] é a mais importante reforma política. Enquanto se fala em redução de despesas, em teto de gastos públicos, a maior redução que precisava ter é a dos custos do Legislativo”, afirmou ao G1 o senador, de oposição ao governo Michel Temer.
Para o relator da PEC da redução do número de parlamentares, há um espírito corporativista entre os congressistas que pode inviabilizar a aprovação do texto. Mas Randolfe diz acreditar que a pressão popular pode estimular deputados e senadores a discutirem a proposta.
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