Sem alarde, Vereadores de Serra Talhada aumentam os próprios salários
Por André Luis
Uma votação realizada no final do ano passado na Câmara Municipal de Serra Talhada, de forma discreta e sem ampla divulgação, resultou no aumento dos salários dos vereadores. O presidente da casa na época, Ronaldo de Dja, presidiu a sessão que aprovou o reajuste, e o tema só veio à tona recentemente.
Segundo informações apuradas, o salário de um parlamentar em Serra Talhada, anteriormente fixado em R$ 10.300 brutos (R$ 7.700 líquidos após descontos), sofreu um aumento considerável, passando para cerca de R$ 13.000 brutos (R$ 10.000 líquidos). No entanto, vale ressaltar que essa mudança de remuneração entrará em vigor somente na próxima legislatura de 2024.
A falta de divulgação e o caráter sigiloso da votação causaram surpresa e questionamentos. A audiência ultra secreta levanta questões sobre a necessidade de tornar públicas as decisões relacionadas a questões salariais dos vereadores.
Apesar de não ser incomum o reajuste salarial para parlamentares, a maneira como essa decisão foi conduzida, sem o devido conhecimento prévio da população, chamou a atenção. As informações são do comunicador Francys Maya.
O pré-candidato do PSB, o odontólogo George Borja de Freitas, aproveitou o fim de semana junino, para continuar o que já vem fazendo desde que lançou seu nome para disputar a prefeitura de São José do Egito, segundo nota. Seguiu a escuta popular, para a partir das demandas da população, formular seu plano para um […]
O pré-candidato do PSB, o odontólogo George Borja de Freitas, aproveitou o fim de semana junino, para continuar o que já vem fazendo desde que lançou seu nome para disputar a prefeitura de São José do Egito, segundo nota.
Seguiu a escuta popular, para a partir das demandas da população, formular seu plano para um possível governo.
George participou de vários encontros na cidade e zona rural, destaque para a reunião com moradores do Açude da Porta II, onde ouviu as necessidades das pessoas que vivem na localidade.
“Cada ideia, pedido e necessidade tem sido ouvido e anotado para que em breve, possam sair do papel e melhorar a vida das pessoas, em todos os recantos do município”, diz em nota.
A presidente Dilma Rousseff afirmou que apesar de “dificuldades imediatas” na economia do País, o governo continuará “investindo no que faz a diferença na vida das pessoas.” E, segundo ela, isso ocorre também com a melhoria do sistema de transporte urbano. “Vamos fazer as mudanças necessárias para o País voltar a crescer”, comentou Dilma. Ela […]
A presidente Dilma Rousseff afirmou que apesar de “dificuldades imediatas” na economia do País, o governo continuará “investindo no que faz a diferença na vida das pessoas.” E, segundo ela, isso ocorre também com a melhoria do sistema de transporte urbano.
“Vamos fazer as mudanças necessárias para o País voltar a crescer”, comentou Dilma. Ela destacou que o governo fará investimento na melhora de condições para a população, mesmo em tempos difíceis. Ela destacou que a terceira fase do programa Minha Casa, Minha Vida será lançada em janeiro.
De acordo com a presidente, todos os estudos para a concessão do aeroporto de Salvador foram concluídos e entregues. “Até o final do primeiro trimestre (de 2016) teremos condições de fazer a concessão”, destacou.
A presidente também apontou que o governo em 2016 vai mobilizar esforços para recuperar o Rio São Francisco, especialmente para que a população do Nordeste tenha condições adequadas para lidar com a seca na região, que já dura cinco anos.
Dilma Rousseff ressaltou que o governo federal está “lutando” para reconstruir o País. Em meio a manifestações populares realizadas durante seu discurso em inauguração de uma estação de metrô em Salvador, a presidente lidou tranquilamente com a situação. “Somos democratas e convivemos coma a diferença. Deixem as manifestações continuarem porque isso é intrínseco da democracia. Lutamos muito para as pessoas poderem se manifestar quando quiserem”, destacou a presidente.
A presidente em seguida falou da questão que envolve o impeachment e disse que “é golpe” quando não há fundamento na Carta Magna do País para embasá-lo. “A Constituição é clara: se faz impeachment quando há crime de responsabilidade. Não há nenhum crime de responsabilidade. Eu sequer fui julgada.”
Dilma Rousseff fez seu pronunciamento em solenidade de inauguração da Estação Pirajá e do trecho Bom Juá-Pirajá, do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro Freitas (BA). Esta é a oitava estação a entrar em funcionamento e o investimento total no metrô de Salvador chega a R$ 5,4 bilhões.
Neste domingo (23), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a defender a construção de um Hospital Geral Metropolitano com mais de 900 leitos durante agenda de campanha no Recife. A proposta integra o programa apresentado pelo candidato para a área da saúde e, segundo a campanha, seria executada em parceria com […]
Neste domingo (23), o candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) voltou a defender a construção de um Hospital Geral Metropolitano com mais de 900 leitos durante agenda de campanha no Recife. A proposta integra o programa apresentado pelo candidato para a área da saúde e, segundo a campanha, seria executada em parceria com o Governo Federal.
João apresentou a proposta durante o lançamento da candidatura de Romerinho Jatobá (PSB) a deputado estadual, no Centro da capital pernambucana. Ao falar sobre saúde, o candidato relacionou o projeto à experiência de sua gestão à frente da Prefeitura do Recife e citou o Hospital da Criança, inaugurado neste ano.
“Eu ainda não tenho filho, mas fiz um hospital para cuidar do filho de todo mundo, que é o Hospital da Criança. E agora, junto com o ministro Padilha e o presidente Lula, nós vamos fazer, no Governo de Pernambuco, o maior hospital da história do Estado: o Hospital Geral Metropolitano, com mais de 900 leitos e a maior emergência do Nordeste”, afirmou.
De acordo com a proposta apresentada pela campanha, a nova unidade teria mais de 900 leitos e seria voltada ao atendimento da Região Metropolitana do Recife. João afirmou ainda que pretende buscar apoio do presidente Lula e do Ministério da Saúde para viabilizar o empreendimento caso seja eleito.
O candidato também disse que pretende utilizar a ampliação da rede hospitalar para reduzir a demanda por procedimentos cirúrgicos na Região Metropolitana. Segundo ele, a meta seria chegar à eliminação da fila de cirurgias.
A campanha estima ainda que a implantação do Hospital Geral Metropolitano poderia gerar cerca de 5 mil empregos. Tanto o número de postos de trabalho quanto a capacidade anunciada para a unidade fazem parte das projeções apresentadas pelo candidato e dependem da execução do projeto.
O evento deste domingo reuniu ainda o prefeito do Recife, Victor Marques; o candidato a vice-governador Carlos Costa; a candidata ao Senado Marília Arraes; o candidato à reeleição para deputado federal Pedro Campos; e o vereador do Recife e candidato a deputado federal Rinaldo Júnior, além de outras lideranças.
Foto: Edson Holanda
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Previsto no art. 326-B do Código Eleitoral, o crime eleitoral de violência política de gênero se caracteriza pelo assédio, constrangimento, humilhação, perseguição ou ameaça, fora ou dentro do meio virtual, contra candidatas ou políticas ocupantes de cargos eletivos, com a finalidade de impedir ou dificultar a sua campanha eleitoral ou seu mandato eletivo, com menosprezo […]
Previsto no art. 326-B do Código Eleitoral, o crime eleitoral de violência política de gênero se caracteriza pelo assédio, constrangimento, humilhação, perseguição ou ameaça, fora ou dentro do meio virtual, contra candidatas ou políticas ocupantes de cargos eletivos, com a finalidade de impedir ou dificultar a sua campanha eleitoral ou seu mandato eletivo, com menosprezo ou discriminação em relação a seu gênero, cor, raça ou etnia.
Se você reconheceu qualquer uma dessas condutas, pode denunciar ao Ministério Público Eleitoral. A pena prevista para esse crime é de 1 a 4 anos de reclusão e multa, podendo chegar a 5 anos e 4 meses se for praticado contra mulher de mais de 60 anos, gestante ou pessoa com deficiência.
Características – Qualquer ação ou omissão, ainda que indireta, praticada em razão do gênero, que cause dano ou sofrimento físico, sexual, psicológico, moral, econômico ou simbólico a uma ou várias pessoas e que tenha como objetivo ou resultado minimizar ou anular o gozo ou exercício de direitos políticos é considerada violência política de gênero.
Esse tipo de violência se baseia na percepção de que o gênero de uma pessoa pode ser usado para deslegitimá-la. As vítimas podem ser mulheres, trans ou cis.
Representam formas de violência política de gênero ameaçar ou ofender a dignidade de mulheres, por meio de palavras, gestos ou outras formas, imputando-lhes crimes ou fatos que ofendam a sua reputação, bem como violar a sua intimidade, divulgando fotos íntimas ou dados pessoais, e questionar suas vidas privadas.
Agência Brasil – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, deve receber amanhã (23), às 14h, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e líderes da oposição para uma audiência. Cunha pretende esclarecer pontos sobre a decisão da Corte a respeito do rito de tramitação do processo de impeachment da presidenta […]
Agência Brasil –O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, deve receber amanhã (23), às 14h, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e líderes da oposição para uma audiência. Cunha pretende esclarecer pontos sobre a decisão da Corte a respeito do rito de tramitação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A decisão de ir ao Supremo foi definida ontem (21) após reunião de líderes.
O principal ponto a ser questionado pelos parlamentares diz respeito à impossibilidade de formação de uma chapa avulsa para eleger a comissão especial do impeachment.
Na semana passada, por 6 votos a 5, a Corte entendeu que a comissão deve ser formada por representantes indicados pelos líderes dos partidos, escolhidos por meio de chapa única.
Para Cunha, se a chapa única não for eleita, a tramitação do impeachment fica impossibilitada de prosseguir.
Ontem (21), Cunha também adiantou que, independentemente da publicação do acórdão do STF sobre o processo, no dia 1º de fevereiro de 2016, a Câmara vai entrar com recurso para que as dúvidas surgidas após a decisão do tribunal sejam esclarecidas.
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