Segundo Ciclo de Capacitação da Seplag começa segunda (20) e as inscrições ainda estão abertas
Por Nill Júnior
A Secretaria de Planejamento e Gestão inicia, na próxima segunda-feira (20), o segundo módulo do Ciclo de Capacitação para os gestores municipais. Os cursos são oferecidos de forma regionalizada, e a primeira etapa contempla as cidades do Sertão pernambucano. Até às 12h desta sexta-feira (17), 14 municípios já haviam inscrito 27 pessoas para participar da capacitação. Os interessados ainda podem se inscrever até a segunda-feira pela manhã, bastando responder à convocação feita pelo instituto de Gestão.
De acordo com Vânia Campos, Gerente do Instituto de Gestão, responsável pela organização e supervisão do Ciclo, todos os municípios do Sertão foram convocados. “Se alguém, por acaso, não recebeu a convocação, basta entrar em contato com o Instituto para fazer a inscrição”, afirmou. O telefone para contato é 3182.3832. As aulas para da etapa sertaneja acontecem em Petrolina. Posteriormente, os cursos serão oferecidos aos gestores do Agreste, da Zona da Mata e da Região Metropolitana do Recife.
No segundo ciclo de capacitação, os cursos serão de Elaboração de projetos e Sistema de Gestão de Convênios e Contrato de Repasse. O primeiro será ministrado pela diretora da MM Projetos e Consultoria, Marlize do Carmo Mainardes, enquanto o outro ficará a cargo do coordenador de Planejamento do Consórcio Metropolitano de Transportes (Grande Recife), Alexandre Henrique de Lemos Marinho.
Em Petrolina, os cursos acontecerão no Sest/Senat entre os dias 20 e 24 de julho. Em agosto, acontecem as etapas do Agreste e da RMR/Zona da Mata. O primeiro módulo do Ciclo de Capacitação foi realizado em junho, no mesmo formato regionalizado. Na ocasião, foram oferecidos cursos de Captação de recursos e convênios e Contratação, fiscalização de obras públicas e prestação de contas.
O governador Paulo Paulo Câmara defendeu, nesta terça-feira (06/02), a revisão do Pacto Federativo e a liberação da contratação de novas operações de crédito para Pernambuco, durante reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. No encontro, o chefe do Executivo estadual detalhou a situação fiscal do Estado, que fechou 2018 com superávit e uma […]
O governador Paulo Paulo Câmara defendeu, nesta terça-feira (06/02), a revisão do Pacto Federativo e a liberação da contratação de novas operações de crédito para Pernambuco, durante reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes.
No encontro, o chefe do Executivo estadual detalhou a situação fiscal do Estado, que fechou 2018 com superávit e uma economia de R$ 200 milhões no custeio da máquina em comparação com 2017. A administração pernambucana apresenta ainda baixo percentual de endividamento e enquadramento às regras estabelecidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Fatores que, historicamente, sempre balizarão este tipo de operação.
“A gente tem operações de crédito que ficaram pendentes ainda desde o governo passado porque ocorreram mudanças nos critérios de concessão (estabelecidos pela União), quando elas já tinham sido autorizadas. Então, a gente veio buscar aqui complemento de operações que não puderam ser feitas por essa mudança de critérios. Isso vai ser estudado. O ministro solicitou que, tão logo publique o balanço de 2018 (do Governo Federal), ele se reunirá com as equipes técnicas para a liberação desses recursos”, afirmou Paulo Câmara.
O ministro sinalizou inclusive que uma operação de crédito junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor de R$ 140 milhões está pronta para ser liberada. Restando apenas o cumprimento de uma etapa burocrática pelo Governo de Pernambuco.
Com relação à revisão do Pacto Federativo, o governador pontuou que o tema é de interesse dos gestores que estão à frente dos Estados e municípios, que assumem cada vez mais responsabilidades, sem contar com contrapartidas para os seus financiamentos. “Todos nós sabemos que hoje os recursos estão muito concentrados na União e essa descentralização, com responsabilidade e, acima de tudo, com a busca que os municípios possam cumprir com suas obrigações constitucionais, é fundamental. Então, é um momento adequado para fazer. O primeiro ano de governo é um momento importante e bem possível de serem feitas discussões como esta”, frisou.
REFORMA DA PREVIDÊNCIA – O ministro da Economia aproveitou a audiência para apontar ao governador alguns dos elementos que podem ser incluídos na proposta de Reforma da Previdência que o Governo Federal vai encaminhar ao Congresso Nacional. Entretanto, o texto final só será detalhado nas próximas semanas. “Nós vamos ter uma reunião no dia 20 de fevereiro, aqui em Brasília, com todos os governadores, onde o ministro vai apresentar efetivamente qual é sua proposta para a previdência. Todos nós sabemos da necessidade de ser fazer reforma, mas precisamos conhecer qual é essa reforma”, revelou Câmara.
O governador fez questão de registrar que o assunto precisará ser tratado levando em consideração as peculiaridades das diferentes regiões do País e da sociedade brasileira. “Temos a preocupação com essa questão da aposentadoria dos trabalhadores rurais, a questão do BPC”, citou, lembrando que a necessidade da implementação de uma reforma da previdência poderá ajudar a reverter o complicado quadro da área nos Estados. “Precisa ser feita, até porque os déficits previdenciários dos Estados hoje é uma realidade muito forte”, concluiu.
Participaram do encontro os secretários estaduais da Fazenda, Décio Padilha, e de Planejamento e Gestão, Alexandre Rebêlo; a secretária de Relações Financeiras Intergovernamentais da Secretaria do Tesouro Nacional, Priscilla Santana; o diretor de Política e Recuperação Fiscal do Ministério da Economia, Bruno Funchal; e o secretário-executivo do Ministério da Economia, Paulo Derico.
Blog do Magno O saudoso poeta Valdir Teles está perto de se tornar patrono do repente e da cantoria de viola de Pernambuco. A Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa concedeu parecer favorável ao Projeto de Lei nº 1282/2020, de autoria do deputado Waldemar Borges (PSB), que versa sobre a honraria. O PL está […]
O saudoso poeta Valdir Teles está perto de se tornar patrono do repente e da cantoria de viola de Pernambuco.
A Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa concedeu parecer favorável ao Projeto de Lei nº 1282/2020, de autoria do deputado Waldemar Borges (PSB), que versa sobre a honraria.
O PL está na Secretaria Geral da Mesa Diretora. Filho da Paraíba, Valdir Teles fincou raízes no Sertão do Pajeú, onde tornou-se referência cultural.
Foi vitimado por um infarto fulminante, no último mês de março, aos 64 anos
Magno Martins O líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), disse, há pouco, da tribuna da Casa, que em 37 anos de vida pública nunca sofreu uma condenação e que a operação da PF em seu gabinete foi a maior violência sofrida em sua trajetória. Classificou de gravíssima e arbitrária a ação da […]
O líder do Governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB), disse, há pouco, da tribuna da Casa, que em 37 anos de vida pública nunca sofreu uma condenação e que a operação da PF em seu gabinete foi a maior violência sofrida em sua trajetória. Classificou de gravíssima e arbitrária a ação da PF.
Para ele, foi grave violação ao direito e ordem institucional. “Fui vítima de uma armação política, uma afronta e atentado a independência dos poderes”, disse, adiantando que foi uma agressão sobretudo ao Governo Bolsonaro, a qual lidera no Senado com muita honra.
“Os atos da última quinta-feira são um grave atentado à soberania do Congresso”, disse.
Por André Luis Na última sexta-feira (3), o deputado federal Carlos Veras (PT), concedeu uma entrevista ao programa Folha Política da Rádio Folha, conduzida pelo comunicador Jota Batista. Durante a entrevista, o deputado abordou a mobilização do PT visando as eleições de 2024, destacando os esforços para consolidar a presença do partido nos municípios do […]
Na última sexta-feira (3), o deputado federal Carlos Veras (PT), concedeu uma entrevista ao programa Folha Política da Rádio Folha, conduzida pelo comunicador Jota Batista. Durante a entrevista, o deputado abordou a mobilização do PT visando as eleições de 2024, destacando os esforços para consolidar a presença do partido nos municípios do Estado de Pernambuco, reforçar alianças estratégicas, e as ações que estão sendo tomadas em prol do desenvolvimento e da democracia na região.
Veras começou por enfatizar a importância de ter o senador Humberto Costa como coordenador nacional do Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) e responsável por acompanhar o estado de Pernambuco. O deputado explicou que o ano de 2023 foi designado pela direção nacional do PT para realizar plenárias de renovação dos mandatos e dos diretórios municipais, com o objetivo de reestruturar e reorganizar o partido neste novo contexto político.
De acordo com Veras, a estratégia central do PT é fortalecer os diretórios municipais e expandir sua base de militância em todos os municípios pernambucanos. O objetivo é que o PT se torne uma alternativa de governo sólida e alinhada com a direção nacional em todo o estado.
O deputado também revelou que o PT está trabalhando ativamente para lançar candidaturas próprias em vários municípios, destacando Jaboatão dos Guararapes, o segundo maior colégio eleitoral de Pernambuco, onde o prefeito Elias Gomes está em diálogo com líderes do partido, incluindo o senador Humberto Costa, o deputado Doriel Barros e o deputado João Paulo.
“Estamos trabalhando para fortalecer nossa base e conquistar prefeituras alinhadas com o presidente Lula e do partido dos trabalhadores para atrair investimentos para esses municípios”, revelou Veras.
“Em consonância com a direção nacional, estamos trabalhando para ter candidaturas próprias em vários municípios. Nossa meta é eleger cerca de 20 a 30 prefeitos do Partido dos Trabalhadores”, completou.
O deputado também enfatizou a necessidade de uma maior presença do governo federal nos municípios, implementando projetos e ações efetivas. Ele ressaltou que, embora estejamos em 2023, o governo ainda opera com o orçamento de 2022, devido à aprovação da PEC de transição no final de 2022. Carlos Veras compartilhou que a partir de 2024, estão planejados significativos investimentos em Pernambuco, que deverão ter um grande impacto no estado.
Além disso, o deputado falou sobre a importância das alianças com outros partidos. “Estamos construindo alianças para fortalecer o campo de esquerda e enfrentar o bolsonarismo, que ainda tem influência em algumas regiões. Nossa estratégia é trabalhar em conjunto com outros partidos e lideranças para unificar as forças progressistas e governar com base em valores democráticos e inclusivos”, ressaltou o parlamentar.
Carlos Veras também abordou a relação com o governo de Raquel Lyra e destacou que, embora o PT não esteja na base do governo, mantém uma oposição responsável e construtiva. “Estamos comprometidos em dialogar e colaborar em questões de interesse de Pernambuco e da população, independentemente das filiações partidárias. Acreditamos que é importante trabalhar em conjunto para o bem-estar da população”, afirmou Veras.
Finalizando a entrevista, o deputado afirmou que as eleições de 2024 serão nacionalizadas, com um forte componente nacional influenciando o cenário político local. “Em Pernambuco, o PT trabalhará para fortalecer sua presença nos municípios e construir alianças estratégicas para enfrentar o bolsonarismo e garantir um governo progressista. Estamos confiantes de que teremos sucesso nesse empreendimento”, pontuou Carlos Veras.
Ex-deputado foi preso em Brasília e teve R$ 220 mi bloqueados O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso nesta quarta-feira (19) em Brasília, seis dias depois de se tornar réu na Operação Lava Jato, no Paraná. Ele foi detido nos arredores de sua residência de Brasília, que fica na Asa Sul. Também foi decretado o bloqueio […]
Ex-deputado foi preso em Brasília e teve R$ 220 mi bloqueados
O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi preso nesta quarta-feira (19) em Brasília, seis dias depois de se tornar réu na Operação Lava Jato, no Paraná. Ele foi detido nos arredores de sua residência de Brasília, que fica na Asa Sul.
Também foi decretado o bloqueio de bens de Cunha no valor de R$ 220.677.515,24.
Segundo a Polícia Federal, a prisão do deputado é preventiva. Nessa modalidade, não há tempo determinado para a prisão, e o réu pode ser mantido preso até seu julgamento ou pelo período necessário para não atrapalhar as investigações.
Esse foi um dos argumentos do juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, em seu despacho –ele afirma que Eduardo Cunha mantinha poder suficiente para obstruir investigações e intimidar potenciais testemunhas, apesar de ter tido seu mandado cassado.
A ordem de prisão foi expedida ontem por Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba. Cunha é réu sob a acusação de ter recebido propina em contas na Suíça do esquema de corrupção da Petrobras.
Em seu perfil no Facebook, Cunha classificou a decisão de Moro como “absurda”. E afirmou que Moro não tem “competência” para prendê-lo.
O Ministério Público Federal cita dez motivos para a prisão de Cunha.
1) requerimentos no Tribunal de Contas da União (TCU) e Câmara dos Deputados sobre a empresa Mitsui para forçar o lobista Julio Camargo a pagar propina a Eduardo Cunha;
2) requerimentos contra o grupo Schahin, cujos acionistas eram inimigos pessoais do ex-deputado e do seu operador, Lucio Bolonha Funaro;
3) convocação pela CPI da Petrobras da advogada Beatriz Catta Preta, que atuou como defensora do lobista Julio Camargo, responsável pelo depoimento que acusou Cunha de ter recebido propina da Petrobras;
4) contratação da Kroll pela CPI da Petrobras para tentar tirar a credibilidade de colaboradores da Operação Lava Jato;
5) pedido de quebra de sigilo de parentes de Alberto Youssef, o primeiro colaborador a delatar Eduardo Cunha;
6) apresentação de projeto de lei que prevê que colaboradores não podem corrigir seus depoimentos;
7) demissão do servidor de informática da Câmara que forneceu provas evidenciando que os requerimentos para pressionar a empresa Mitsui foram elaborados por Cunha, e não pela então deputada “laranja” Solange Almeida;
8) manobras junto a aliados no Conselho de Ética para enterrar o processo que pedia a cassação do deputado;
9) ameaças relatadas pelo ex-relator do Conselho de Ética, Fausto Pinato (PRB-SP); e
10) relato de oferta de propina a Pinatto, ex-relator do processo de Cunha no Conselho de Ética.
Moro citou ainda risco à ordem pública e risco à aplicação da lei penal ao defender a prisão do ex-deputado.
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