Conselho Municipal de Políticas Culturais toma posse em Serra Talhada
Por André Luis
Foto: Dudu Telles
Foto: Dudu Telles
Aconteceu na última quinta-feira (08), no Centro de Artes e Esportes Unificados – CEU, na Caxixola, a solenidade de posse da segunda turma do Conselho Municipal de Política Cultural de Serra Talhada. O órgão é composto por 16 titulares e 16 suplentes representantes da sociedade civil e Poder Público.
O Conselho Municipal de Política Cultural de Serra Talhada – CMPCST foi criado em 2013, pela Lei Municipal n. 1.386/ 2013, que instituiu o Sistema Municipal de Cultura, sendo uma instância colegiada permanente, de caráter consultivo e deliberativo, integrante da estrutura político-administrativa do Poder Executivo, constituído por membros do Poder Público e da Sociedade Civil.
“Dentre as inúmeras missões que o órgão tem daqui pra frente, precisa imediatamente fazer a revisão do Plano Municipal de Cultura, cujas primeiras reuniões já aconteceram e os conselheiros já estão afinados com o ritmo de suas funções”, explicou o presidente da Fundação Cultural, Anildomá Souza.
O Brasil registrou nesse sábado (1º) 3.986 casos de Covid-19 e 49 mortes em 24 horas, segundo dados divulgados pelo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Segundo o boletim, há 22.291.507 casos confirmados desde o início da pandemia e 619.105 mortes. Há 21.581.668 pessoas que se recuperaram da doença e 90.734 casos em acompanhamento. Há […]
O Brasil registrou nesse sábado (1º) 3.986 casos de Covid-19 e 49 mortes em 24 horas, segundo dados divulgados pelo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde.
Segundo o boletim, há 22.291.507 casos confirmados desde o início da pandemia e 619.105 mortes. Há 21.581.668 pessoas que se recuperaram da doença e 90.734 casos em acompanhamento.
Há também 2.817 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigações e 56 óbitos de SRAG por covid-19 nos últimos três dias. O boletim não trouxe os dados de Mato Grosso, Distrito Federal, Tocantins. Roraima e Rio Grande do Sul.
No topo do ranking nacional com 4.456.469 casos São Paulo também é o estado que concentra o maior número de mortes (155.213). No número de casos, o estado do Sudeste é seguido por Minas Gerais (2.224.553) e Paraná (1.598.956 ). Quando verificado o número de mortes, o segundo estado com mais registros é o Rio de Janeiro (69.472) e Minas Gerais (56.659).
O menor registro de casos está no Acre (88.386), Amapá (127.013) e Roraima (129.086). Os três estados também têm o menor número de mortes, com 1.851, 2.022 e 2.078, respectivamente. Com informações da Agência Brasil.
O juiz federal Sergio Moro, que julga os processos da Operação Lava Jato em primeira instância, escreveu na sentença que condenou, nesta segunda-feira (21), o ex-diretor da Petrobras Renato Duque e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que valores repassados a título de doações eleitorais ao Partido dos Trabalhadores investigados nesse processo “aparentam ser […]
O juiz federal Sergio Moro, que julga os processos da Operação Lava Jato em primeira instância, escreveu na sentença que condenou, nesta segunda-feira (21), o ex-diretor da Petrobras Renato Duque e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que valores repassados a título de doações eleitorais ao Partido dos Trabalhadores investigados nesse processo “aparentam ser alguma espécie de parcelamento de uma dívida”.
Duque e Vaccari foram condenados por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa a penas de, respectivamente, 20 anos e oito meses e 15 anos e quatro meses de reclusão. Ainda cabe recurso da sentença. Os dois estão presos no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana deCuritiba.
Conforme a denúncia, a pedido de Duque, foram feitas 24 doações ao PT entre outubro de 2008 e abril de 2010, totalizando R$ 4,26 milhões. Esses valores teriam sido recolhidos por João Vaccari.
“Analisando as doações, chama a atenção que, para alguns períodos, elas aparentam ser alguma espécie de parcelamento de uma dívida, como as doações mensais de R$ 60.000,00 entre 06/2009 a 01/2010 ou entre 04/2010 a 07/2010, do que propriamente a realização de doações eleitorais espontâneas”, escreveu Moro na sentença, referindo-se a doações feitas por empresas controladas por Augusto Mendonça, ex-executivo da Toyo Setal que confirmou a propina em delação premiada.
Ainda segundo Moro, “a lavagem envolve a quantia considerável de R$ 4.260.000,00. Mais do que isso a lavagem gerou impacto no processo político democrático, contaminando-o com recursos criminosos, o que reputo especialmente reprovável”.
Para o juiz, o caso envolveu “especial sofisticação, com a utilização de recursos criminosos para a realização de doações eleitorais registradas, conferindo a eles uma aparência de lícito de uma maneira bastante inusitada e pelo menos, da parte deste Juízo, até então desconhecida nos precedentes brasileiros sobre o tema”.
A lavagem envolve a quantia considerável de R$ 4.260.000,00. Mais do que isso a lavagem gerou impacto no processo político democrático, contaminando-o com recursos criminosos, o que reputo especialmente reprovável”
Sergio Moro, juiz federal
A sentença resultou da 10ª fase da Operação Lava Jato, batizada “Que país é esse” em referência à frase de Renato Duque no momento em que foi preso pela primeira vez, ainda em novembro de 2014.
Doações
O PT realizou nesta segunda reunião entre políticos e personalidades ligadas ao partido na capital paulista, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após a reunião, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, falou sobre as doações de campanha. “Nós só recebemos contribuições segundo a lei que estava em vigor no país até semana passada e deixamos de receber desde o início do ano por decisão nossa, embora elas fossem legais, e nós já tínhamos aberto mão de recebê-las”, disse.
“É direito do companheiro Vaccari, e os advogados já devem estar cuidando disso, de recorrer da sentença”, disse. Falcão afirmou que não teve acesso à sentença, mas que possui a documentação referente às doações feitas ao partido. “Não vi [o que Moro escreveu], mas temos toda a nossa documentação referente às contribuições, as contribuições que nós já recebemos, e elas são pari passu com as contribuições dos outros partidos, do PSDB, do PMDB, quase os mesmos valores”, afirmou.
As defesas de Duque e Vaccari ainda não se manifestaram sobre a sentença. Ambos têm negado envolvimento no esquema e se recusaram a fazer acordos de colaboração premiada. Em acareação na CPI da Petrobras, Duque chamou Mendonça de “mentiroso”. Vaccari permaneceu em silêncio. (G1)
Prezado Nill, Gostaríamos de corrigir uma informação publicada em seu blog. Afogados não apenas está vacinando os trabalhadores em educação, como irá na próxima semana intensificar esse processo. Desde o dia 28 de Maio, portanto há mais de uma semana, enviamos matéria para os blogs e publicamos em nossas redes sociais, a abertura de cadastramento […]
Gostaríamos de corrigir uma informação publicada em seu blog.
Afogados não apenas está vacinando os trabalhadores em educação, como irá na próxima semana intensificar esse processo.
Desde o dia 28 de Maio, portanto há mais de uma semana, enviamos matéria para os blogs e publicamos em nossas redes sociais, a abertura de cadastramento e agendamento para vacinação desse e de outros públicos específicos, conforme orientação do Ministério da Saúde.
Inclusive, o Prefeito Alessandro Palmeira, reuniu-se ontem (04) com os secretários municipais de saúde e de educação, e com as coordenadoras do programa municipal de imunização, para definir a aceleração desse processo, com a criação de um mutirão para intensificar a vacinação desse segmento que tem sido um dos mais atingidos desde o início da pandemia.
O mutirão terá início já nesta segunda. Estamos organizando os locais e os horários para podermos, no mais tardar amanhã, divulgarmos para a população.
Outra medida tomada após a reunião foi oficiar o Governo de Pernambuco, solicitando mais doses de vacinas para nossos professores, uma vez que recebemos apenas 550 doses, quando temos em nosso município mais de 900 trabalhadores em educação, das redes privada e pública (municipal e estadual), além da FASP, IFPE e instituições de ensino à distância, mas que contam com profissionais atuando de forma presencial.
Por fim, não é correto comparar Afogados, que tem uma extensa rede pública e privada de ensino, com diversas escolas estaduais de referência e com duas importantes instituições de ensino superior e técnico (FASP, IFPE e instituições de ensino à distância), com municípios com uma rede de ensino infinitamente menos complexa.
Por Cláudio Soares* A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, permitindo que prefeitos, governadores e o presidente da República nomeiem parentes para cargos de natureza política – como secretários, ministros e assessores diretos –, representa um grave retrocesso ético e institucional. Embora a Corte tenha considerado que tais funções não se enquadram na proibição de […]
A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, permitindo que prefeitos, governadores e o presidente da República nomeiem parentes para cargos de natureza política – como secretários, ministros e assessores diretos –, representa um grave retrocesso ético e institucional.
Embora a Corte tenha considerado que tais funções não se enquadram na proibição de nepotismo, o efeito prático é o enfraquecimento de um dos princípios mais básicos da administração pública, a impessoalidade.
A justificativa jurídica é conhecida. Cargos de natureza política pressupõem confiança pessoal e afinidade com o chefe do Executivo. No entanto, essa distinção técnica não apaga a percepção social de privilégio e favorecimento familiar. Ao autorizar a nomeação de parentes sob o manto da “confiança política”, o Supremo acaba por institucionalizar uma prática que a sociedade há muito condena, o uso do poder público para beneficiar laços de sangue.
O Brasil tem uma história marcada pelo patrimonialismo – a confusão entre o que pertence ao Estado e o que pertence à família do governante. A decisão do STF, ao abrir espaço para a repetição desse vício, sinaliza tolerância com um comportamento que mina a credibilidade da gestão pública e desestimula o mérito.
Imagine a cena. Uma reunião de governo em que o prefeito preside a mesa. À direita, a filha-secretária defende seu projeto com firmeza – “pai, é melhor fazer assim!”. À esquerda, a esposa-secretária discorda – “amor, acho que isso não vai dar certo!”. E, do outro lado, o filho, secretário de Saúde, retruca: “não, mãe, quem decide sou eu!”. A caricatura ilustra o risco de transformar o poder público em um verdadeiro “negócio de família”.
A aberração, que poderia ser apenas caricatural, torna-se plausível, em uma reunião de gabinete, o prefeito, cercado pela filha secretária, pela esposa assessora e pelo filho secretário de Saúde, toma decisões que afetam toda a população. Nesse ambiente, o debate técnico se dilui, e o interesse público se mistura à dinâmica familiar – o que jamais deveria ocorrer em um Estado republicano.
O país precisa avançar na consolidação de instituições que se sustentem pela transparência e pela competência, não pelo sobrenome de quem ocupa o cargo. Ao relativizar o nepotismo, o STF não apenas fragiliza a ética pública, mas também contribui para a desconfiança que corrói as relações entre governo e sociedade.
Mais do que lei, a administração pública exige moralidade. E é precisamente esse valor que a mais alta corte do país deveria proteger, não flexibilizar e instituir um retrocesso disfarçado de legalidade.
A prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado (PT) participou da programação do Sábado de Zé Pereira na cidade, acompanhando os blocos carnavalescos da cidade. Os blocos receberam apoio da gestão municipal por meio da Fundação Cultural de Serra Talhada, segundo a prefeitura em nota. Acompanhada do esposo, Breno Araújo, além de secretários municipais e vereadores […]
A prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado (PT) participou da programação do Sábado de Zé Pereira na cidade, acompanhando os blocos carnavalescos da cidade.
Os blocos receberam apoio da gestão municipal por meio da Fundação Cultural de Serra Talhada, segundo a prefeitura em nota.
Acompanhada do esposo, Breno Araújo, além de secretários municipais e vereadores da base governista, a prefeita participou dos blocos MST, no Parque dos Ipês, no bairro IPSEP; Som Na Veia, no Mutirão, e encerrou a agenda no tradicional Caxifolia, no bairro da Caxixola, que reuniu um grande público e consolidou o sábado como um dos mais animados da programação.
Márcia destacou a importância do investimento público no Carnaval popular.
“É um momento de muita alegria poder estar com meu esposo Breno, com secretários e vereadores, apoiando e me divertindo junto com a nossa gente. A gestão investiu no patrocínio desses blocos para garantir diversão à população, gerar renda para os ambulantes e ajudar a aquecer a economia do município”, afirmou a prefeita.
O presidente da Fundação Cultural, Josenildo André, também ressaltou o papel dos blocos na cultura local.
“Esse é um momento de prestigiar e valorizar quem faz a folia acontecer. Os blocos, mesmo recebendo apoio do governo, são os responsáveis por planejar, executar, movimentar a economia e levar alegria ao povo. Nosso dever é apoiar, e é isso que fazemos todos os anos”, destacou.
A programação carnavalesca continua neste domingo com os blocos Tô na Concha, às 16h; Piriquitas na Vara, no bairro da Cagep, às 18h; e Só os Solteiros SQN, no IPSEP, também a partir das 18h.
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