Secretário Mário Amaral anuncia para 05 de janeiro ordem de serviço de construção de novos calçamentos em Tabira
Por Nill Júnior
Mesmo admitindo dificuldades, o Secretário de Obras da Prefeitura de Tabira Mário Amaral, se mostrou satisfeito com o volume de obras executadas em 2014. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, Mário exaltou como principais ações a reforma do Hospital, a construção de calçamentos em 10 ruas, ampliação do número de PSFs e a melhoria na coleta de lixo.
Para 2015, Amaral informou que várias ruas serão beneficiadas com calçamentos e asfalto. A ordem de serviço deverá ser dada em cinco de janeiro. O secretário admitiu que o Prefeito Sebastião Dias foi infeliz durante a recente coletiva à imprensa quando esqueceu de relacionar todas as obras de sua Secretaria.
Prezado Nill Júnior, Diante da recomendação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), emitida nesta segunda-feira (5), sobre as contas do exercício de 2023, recebo com respeito o parecer técnico da Segunda Câmara do TCE, ao mesmo tempo em que reafirmo a convicção de que os atos da minha gestão foram pautados pela […]
Diante da recomendação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), emitida nesta segunda-feira (5), sobre as contas do exercício de 2023, recebo com respeito o parecer técnico da Segunda Câmara do TCE, ao mesmo tempo em que reafirmo a convicção de que os atos da minha gestão foram pautados pela legalidade, responsabilidade fiscal e zelo por Tuparetama.
Esclareço que diferente do que foi divulgado pela mídia, o processo não segue para apreciação da Câmara Municipal neste momento, pois cabe recurso ao TCE, onde terei a oportunidade de apresentar todos os esclarecimentos necessários, com a tranquilidade de quem sempre prezou pela correta aplicação dos recursos públicos e pela transparência da administração municipal.
André de Paula, pré-candidato ao Senado, também participou da atividade em Igarassu Em evento na noite desta quinta-feira (26) na cidade de Igarassu, a pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, recebeu uma importante declaração de apoio de Chico Gomes, presidente do PT da cidade. “Marília Arraes representa a esperança do nosso povo, da nossa […]
André de Paula, pré-candidato ao Senado, também participou da atividade em Igarassu
Em evento na noite desta quinta-feira (26) na cidade de Igarassu, a pré-candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, recebeu uma importante declaração de apoio de Chico Gomes, presidente do PT da cidade.
“Marília Arraes representa a esperança do nosso povo, da nossa juventude, da nossa gente”, iniciou Chico.
“Com a nossa história de luta, não podemos nos submeter a um grupo que acha que é dono de Pernambuco e dono do nosso partido. Vamos resgatar nosso estado com Marília e resgatar o Brasil com Luiz Inácio Lula da Silva. A militância do nosso partido não vai perder a chance de libertar nosso estado da opressão”, continuou o presidente do PT de Igarassu.
Em seu discurso, Marília fez questão de ressaltar a importância da vitória do presidente Lula nas eleições desse ano. “Tenho certeza que com o presidente Lula na presidência e André de Paula no Senado, nós iremos voltar a desenvolver nosso estado, vamos conseguir trazer o desenvolvimento para o Litoral Norte. Não aceitamos mais um governo que trata o povo com descaso e indiferença.”
André de Paula fez questão de ressaltar a importância de Marília Arraes para a política de Pernambuco. “Vocês não têm ideia da alegria que eu tenho de estar ao lado de uma das pessoas que eu mais considero nessa caminhada. De um movimento que vai dar para Pernambuco a primeira mulher eleita governadora que será Marília Arraes. De fazer parte dessa história.”
Para Yves Ribeiro, prefeito do Paulista, e ex-prefeito de Igarassu, a união de Marília e André de Paula representa o desejo de mudança da população. “Como é bom, Marília e André, termos a força do povo que juntou vocês dois. Pernambuco não aguenta mais um governo que promete muito e não faz nada. Pernambuco quer uma nova esperança e essa esperança o povo enxerga na sua coragem.”
O pré-candidato a deputado estadual Adhemar de Barros (PP), candidato a prefeito de Igarassu em 2020, também participou do evento na noite desta quinta-feira.
Também participaram do evento: Maria Arraes (pré-candidata a deputada federal); Jorge Carreiro (pré-candidato a deputado estadual); Joca da FACIG.
O Grupo Fé e Política, ligado à Diocese de Afogados da Ingazeira e outros setores da opinião pública, realiza nesta terça (23), às nove da manhã, a chamada Plenária Popular Pela Democracia. Segundo o grupo, o evento busca discutir como tema “Ditadura e Autoritarismo: um olhar sobre o passado. Debate sobre um Brasil desconhecido”. O […]
O Grupo Fé e Política, ligado à Diocese de Afogados da Ingazeira e outros setores da opinião pública, realiza nesta terça (23), às nove da manhã, a chamada Plenária Popular Pela Democracia. Segundo o grupo, o evento busca discutir como tema “Ditadura e Autoritarismo: um olhar sobre o passado. Debate sobre um Brasil desconhecido”. O evento é aberto ao público.
De acordo com a organização ao blog, o evento não tem viés partidário e busca alertar para temas que estão sendo desvirtuados historicamente diante do acirramento eleitoral, como a defesa da Ditadura Militar e do fascismo.
Participam do grupo professores, profissionais liberais, representantes de Igrejas e outros segmentos da sociedade. O evento acontece às 9h da manhã no Cine Teatro São José.
De acordo com a história vigente, a Ditadura militar no Brasil foi de 1 de abril de 1964 até 15 de março de 1985, sob comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito e acabou quando José Sarney assumiu a presidência, durando 21 anos.
Pôs em prática vários Atos Institucionais, culminando com o Ato Institucional Número Cinco (AI-5) de 1968, que vigorou por dez anos. O regime adotou uma diretriz nacionalista, desenvolvimentista e de oposição ao comunismo. A ditadura atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970, com o “milagre econômico”, no mesmo momento em que o regime censurava todos os meios de comunicação do país e torturava e exilava dissidentes.
Apesar de o combate aos opositores do regime ter sido notoriamente marcado por torturas e mortes, as Forças Armadas admitiram oficialmente que possa ter havido tortura e assassinatos, pela primeira vez, em setembro de 2014, em resposta à Comissão Nacional da Verdade. O documento, assinado pelo Ministro da Defesa, Celso Amorim, menciona que “o Estado brasileiro já reconheceu a ocorrência das lamentáveis violações de direitos humanos ocorridas no passado”.
Em maio de 2018, o Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou um memorando datado de 11 de abril de 1974, que havia sido enviado pelo diretor da CIA para Henry Kissinger, o então Secretário de Estado. O documento revelou que a cúpula da ditadura não apenas sabia, como também autorizava as torturas e assassinatos que foram cometidos contra os adversários do regime. Estima-se que houve 434 pessoas entre mortos e desaparecidos durante o regime, além de um genocídio de cerca de 8,3 mil índios.
Do Estadão Conteúdo Em discurso realizado nesta segunda-feira (9), o senador Fernando Collor (PTB-AL) criticou da tribuna a condução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas investigações referentes aos desvios ocorridos na Petrobras. “Constatamos até aqui, mais uma vez, que só nos resta lamentar a postura parcial e irretratável frente a todo o processo de […]
Em discurso realizado nesta segunda-feira (9), o senador Fernando Collor (PTB-AL) criticou da tribuna a condução do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas investigações referentes aos desvios ocorridos na Petrobras. “Constatamos até aqui, mais uma vez, que só nos resta lamentar a postura parcial e irretratável frente a todo o processo de um grupelho instalado no Ministério Público que, oportunamente, passou a influenciar e a ditar a atuação do Procurador-Geral da República”, afirmou o senador.
Na última sexta-feira (6), o ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo que constava sobre a lista com os nomes dos parlamentares que serão alvo de investigação na Corte. O nome de Collor aparece no rol de congressistas e o discurso desta segunda-feira foi a primeira manifestação do senador desde a sua divulgação.
A Polícia Federal encontrou, durante as operações de busca e apreensão no escritório do doleiro Alberto Youssef, oito comprovantes de depósitos bancários em nome do senador Fernando Collor. Os depósitos teriam sido feitos no intervalo de três dias, em maio de 2013, e somam R$ 50 mil. A descoberta da PF é citada em ofício do juiz federal Sergio Moro, da Justiça Federal no Paraná, remetido ao Supremo Tribunal Federal para explicar a sua atuação no processo decorrente da Operação Lava Jato. O juiz afirma que os agentes da PF localizaram oito diferentes comprovantes bancários em valores de R$ 1.500, R$ 4.000, R$ 8.000 e R$ 9.000, realizados entre os dias 2 e 5 de maio de 2013.
No discurso, Collor não tratou das investigações e centra o foco em críticas ao procurador-geral da República. “Muito se especula sr. Presidente, muito se afirma, muito se acusa. O assanhamento dos meios é visível e já se espraiou por toda a sociedade. Contudo, este cenário, num clima de terra arrasada, vem sendo demasiadamente corroborado pela atuação do próprio Ministério Público, especialmente quanto ao suposto envolvimento de autoridades e agentes políticos”, disse.
Na sequência, o senador chamou de “patética” a foto em que Rodrigo Janot aparece recebendo de manifestantes um cartaz que dizia que ele é “a esperança do Brasil”.
“A pergunta que faço é se é este mesmo o ambiente que o Ministério Público deseja e, mais do que isso, planeja? Ao fomentar a expectativa e a ansiedade da população, estará de fato seu comando exercendo suas atribuições com idoneidade, sensatez, responsabilidade e, principalmente, com estoicismo? Ou seria apenas um meio, um caminho, sem nenhuma sobriedade, para empunhar um cartaz – cena patética! – em busca da pirotecnia de uma precoce, antecipada e momentânea celebrização, tão em voga nos últimos tempos?”, ponderou Collor.
O senador também se queixa do fato de Rodrigo Janot não ter aberto a possibilidade para os parlamentares se defenderem antes da divulgação dos respectivos nomes na imprensa. “A simples concessão dessa oportunidade, ou seja, a adoção do procedimento do prévio esclarecimento poderia, em muitos casos, evitar a abertura de inquéritos e, ao mesmo tempo, a exposição desnecessária, por um longo período, de pessoas e agentes supostamente envolvidos. Na prática, seria a chance de qualquer um, perante o Ministério Público, de esclarecer os pontos, tirar as dúvidas que porventura pairassem e, mais ainda, expressar sua versão dos acontecimentos e a verdades dos fatos”, afirmou.
O vereador e candidato a prefeito de Iguaracy , Zeinha Torres, disse hoje em entrevista à Rádio Pajeú ter sido comunicado hoje pela Presidenta da Câmara Odete Baião sobre a decisão do TRE de seu afastamento da Casa, após o Tribunal decidir que ele cometeu ato de infidelidade partidária ao deixar o PR. Zeinha disse […]
O vereador e candidato a prefeito de Iguaracy , Zeinha Torres, disse hoje em entrevista à Rádio Pajeú ter sido comunicado hoje pela Presidenta da Câmara Odete Baião sobre a decisão do TRE de seu afastamento da Casa, após o Tribunal decidir que ele cometeu ato de infidelidade partidária ao deixar o PR.
Zeinha disse estar tranquilo e segue para Recife, onde buscará ter mais detalhes e recorrer da decisão. “Tenho uma declaração do Partido à época. O mesmo aconteceu com outros vereadores, como Fábio, Francisco e Simão. Estou tranquilo e vamos recorrer”.
O candidato da oposição disse ainda que houve má fé de pessoas ligadas ao bloco governista, que espalharam que a decisão prejudicaria sua candidatura. “Aproveitaram ara tentar dizer que eu não era candidato. Aqui existe muita perseguição. Mas nossa campanha está firme”, declarou.
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