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Secretário Executivo de Defesa Social participa de encontro sobre segurança em Serra Talhada

Por Nill Júnior
O secretário Executivo de Defesa Social, Rodrigo Bastos
O secretário Executivo de Defesa Social, Rodrigo Bastos

Uma redução de 23,5% nos números de homicídios foi registrada no período de janeiro a maio de 2015, comparada aos cinco primeiros meses do ano anterior, segundo dados da SDS

O secretário Executivo de Defesa Social, Rodrigo Bastos estará em Serra Talhada para discutir questões relacionadas à Área Integrada de Segurança – AIS 21, que abrange os municípios de Serra Talhada, Betânia, Calumbi, Flores, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte e Triunfo, segundo informação de sua Assessoria ao blog.

Rodrigo Bastos vai ouvir autoridades, lideranças comunitárias e populares das cidades envolvidas, para colher sugestões que possam aprimorar a prestação de serviços da Secretaria de Defesa Social na AIS-21.

De janeiro a maio de 2015 a Área Integrada de Segurança – AIS 21 apresentou uma redução de 23,5% nos números de homicídios comparados ao mesmo período de 2014. No ano passado ocorreram 26 mortes nos cinco primeiros meses contra 20 homicídios neste ano.

O encontro será realizado às 14h na Câmara Municipal de Serra e será aberto para participação de moradores, comerciantes e políticos não só de Serra como também de municípios vizinhos.

Outras Notícias

STF dá poder a Estados e municípios para atuar contra Covid-19

Em sessão nesta quarta-feira (15), o Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou o poder de governadores e prefeitos para determinar medidas restritivas durante a pandemia do novo coronavírus. A decisão também estabelece que Estados e municípios podem definir quais são as atividades que serão suspensas e os serviços que não serão interrompidos. A decisão esvazia os […]

Em sessão nesta quarta-feira (15), o Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou o poder de governadores e prefeitos para determinar medidas restritivas durante a pandemia do novo coronavírus.

A decisão também estabelece que Estados e municípios podem definir quais são as atividades que serão suspensas e os serviços que não serão interrompidos.

A decisão esvazia os poderes do governo Jair Bolsonaro (sem partido) sobre a definição de quais atividades não poderiam ser afetadas pelas medidas de isolamento.

De forma unânime, todos os nove ministros que participaram do julgamento defenderam a atribuição de estados e municípios para decretar medidas de interesse local.

Votaram nesse sentido os ministros Marco Aurélio Mello, relator do processo, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli, presidente do tribunal.

O ministro Luís Roberto Barroso não participou do julgamento pois se declarou suspeito por motivos pessoais. O ministro Celso de Mello, afastado por questões de saúde, também não participou da sessão.

Tabira: Ala Covid tem primeira alta de 2021

Por André Luis A Secretaria de Saúde de Tabira, comemorou neste sábado, por meio de postagem nas redes sociais da Prefeitura, a primeira alta médica da Emergência Respiratória (Ala Covid) do Hospital Dr. Luiz José da Silva Neto, em 2021. Segundo a publicação, a paciente de 36 anos, estava internada desde a última terça-feira (26). […]

Por André Luis

A Secretaria de Saúde de Tabira, comemorou neste sábado, por meio de postagem nas redes sociais da Prefeitura, a primeira alta médica da Emergência Respiratória (Ala Covid) do Hospital Dr. Luiz José da Silva Neto, em 2021.

Segundo a publicação, a paciente de 36 anos, estava internada desde a última terça-feira (26). “Agora seguirá com o tratamento domiciliar”, informa na postagem.

Na saída da paciente, parte da equipe que atende na unidade se reuniu em volta dela para a já tradicional foto com o cartaz que leva os seguintes dizeres: “eu venci a Covid-19”.

Segundo último boletim epidemiológico divulgado neste sábado (30), Tabira conta com 1.797 casos confirmados, 1.661 recuperados, 183 em investigação, 3.137 descartados e 19 óbitos. 

Serra: prefeito decreta luto por morte de ex-vereador

Morreu aos 85 anos em Serra Talhada o ex-vereador Edmundo Gaia. Ele já vinha tendo complicações por conta da idade avançada e o diabetes. Nos últimos meses, se internou algumas vezes em unidades hospitalares de Serra Talhada. Do Hospam, onde se internou no domingo (24),  foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do […]

Morreu aos 85 anos em Serra Talhada o ex-vereador Edmundo Gaia. Ele já vinha tendo complicações por conta da idade avançada e o diabetes. Nos últimos meses, se internou algumas vezes em unidades hospitalares de Serra Talhada.

Do Hospam, onde se internou no domingo (24),  foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Vicente onde faleceu nesta quinta.

Edmundo Izidorio Alves havia sido vereador até 2016, mas não conseguiu renovar o mandato. Candidato pelo PSD, obteve 1.003 votos, ficando na suplência.  Só que em 2017, o segundo suplente assumiu o mandato com o licenciamento do vereador José Raimundo Filho quando assumiu a Secretaria de Esportes e o Primeiro Suplente de Zé Pereira assumiu a Secretaria de Agricultura no governo Duque.

Em fevereiro de 2017, foi notícia no blog quando deu detalhes do acordão que envolveu candidatos a vereador da base governista com o prefeito Luciano Duque e questionou quem não honrou o acerto.

Segundo ele, reforçando o que já se divulgara, a acerto era de que vereadores do chapão com potencial para assumir Secretarias poderiam abrir espaço para suplentes assumirem vagas na Câmara.

O prefeito Luciano Duque emitiu nota e decretou luto oficial de três dias.

“Com muita tristeza e imenso pesar recebo a notícia da morte do ex-vereador Edmundo Gaia, homem íntegro e de palavra, que sempre defendeu os interesses do nosso povo, um homem que fazia política para servir as pessoas.

Edmundo Gaia foi um líder e um aliado de primeira hora, que sempre nos defendeu e com muita hombridade, mesmo nos momentos mais difíceis, esteve ao nosso lado combatendo o bom combate.

Lamento profundamente a sua partida. A sua sabedoria fará muita falta a todos nós. Aos familiares desejo força e que Deus os conforte imensamente nessa hora de dor”, disse.

“Muitas mãos ajudaram a construir o sonho de Serra Talhada ter um curso de medicina”, diz Sebastião Oliveira

Cumprindo agenda em Serra Talhada, um dos principais compromissos do deputado federal Sebastião Oliveira, nesta sexta-feira (16), foi acompanhar o governador Paulo Câmara durante a inauguração da nova sede da UPE. O parlamentar, que é formado em medicina pela própria UPE e também foi professor da instituição de ensino, que é uma das mais importantes […]

Cumprindo agenda em Serra Talhada, um dos principais compromissos do deputado federal Sebastião Oliveira, nesta sexta-feira (16), foi acompanhar o governador Paulo Câmara durante a inauguração da nova sede da UPE.

O parlamentar, que é formado em medicina pela própria UPE e também foi professor da instituição de ensino, que é uma das mais importantes do estado na área de saúde, relembrou os caminhos trilhados para que a ideia de levar o curso de medicina à Capital do Xaxado saísse do papel para se tornar realidade. Sebastião explicou que a jornada vitoriosa iniciou, em 2006, na primeira gestão do governador Eduardo Campos.

“Muitas mãos ajudaram a construir esse sonho. Tenho orgulho de fazer parte do time, junto com Inocêncio Oliveira e outras lideranças políticas, que trabalhou à época para que Serra Talhada fosse contemplada com uma unidade da UPE. Tive a honra de ter participado da aula inaugural e de voltar aqui, hoje, para participar desta entrega tão importante. Já posso encerrar a minha carreira de homem púbico, com muita honra, dignidade e felicidade. O povo sertanejo não precisa ir longe para se tornar doutor”, ressaltou o emocionado Sebá.

As contradições na rota do PT

Do JC Online As contradições expostas no plenário da Câmara Federal durante a votação da Medida Provisória (MP) 665 do ajuste fiscal, que muda as concessões do seguro-desemprego e abono salarial – petistas fechados a favor, deputados do PSDB e DEM votando contra a retirada de direitos dos trabalhadores – reproduziu-se, ontem, no PT estadual […]

Aprovação da MP que restringe direitos dos trabalhadores mostra uma nova realidade de quem nasceu para defendê-los
Aprovação da MP que restringe direitos dos trabalhadores mostra uma nova realidade de quem nasceu para defendê-los

Do JC Online

As contradições expostas no plenário da Câmara Federal durante a votação da Medida Provisória (MP) 665 do ajuste fiscal, que muda as concessões do seguro-desemprego e abono salarial – petistas fechados a favor, deputados do PSDB e DEM votando contra a retirada de direitos dos trabalhadores – reproduziu-se, ontem, no PT estadual e fora do partido. Se o líder do partido no Senado, Humberto Costa, “não viu prejuízo” aos trabalhadores, o ex-prefeito do Recife e ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), João Paulo, vê perdas, embora reconheça que foi pela “governabilidade”, mas afirma que a votação deixou o partido em situação de “fragilidade muito grande” diante do movimento sindical e dos trabalhadores.

Se petistas divergem, nos demais partidos há também desencontros – que reeditam a inversão de papéis – e que acadêmicos atribuem ao jogo político, porém reconhecendo os danos à imagem do PT. É o caso do sociólogo e peemedebista José Arlindo Soares, do Centro Josué de Castro, que aponta como maior problema do PT o fato de sua esquerda “achar que não é governo e já não obedecer ao comando do partido”. E também do economista José Alexandre Ferreira Filho (Unicap) que diz ser indispensável o ajuste fiscal “por erros do próprio governo Dilma (PT)”.

Ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco e ex-presidente cutista, João Paulo diz que não sabe qual será o impacto dentro do PT e afirma que a aprovação da MP 665 deixou o governo “numa saia justa muito grande”. Ele atribui o desgaste “à falta de clareza” na campanha eleitoral que reelegeu a presidente Dilma Rousseff. “Foi dito uma coisa, foi necessária outra. Sinalizou pela esquerda, entrou pela direita. Em nenhum momento o governo colocou as dificuldades econômicas. Deveria ter ficado claro na campanha. A bancada (na Câmara) terminou fragilizada ao impor o voto a favor. Ficaram duas saídas: ou se negava os programas do PT e do governo ou se seria coerente com a história, votava contra e saia do partido”, avaliou João Paulo.

O senador Humberto Costa pensa diferente. Insiste que não houve retirada de qualquer direito trabalhista e acredita que não haverá dano à imagem do PT. “Só pensa que há prejuízo quem não leu a redação final da MP. A oposição é que quer pôr essa pecha. O PT votou por ajustes. Na reforma da Previdência (2003), disseram que havia perdas e desgaste, e não houve”, lembrou.

O cientista José Arlindo Soares é pragmático sobre os danos da MP. “São medidas que, seguramente, o PSDB tomaria. É pela governabilidade. Governo é para governar. O PT tem que assumir o ônus de ser governo”, aconselhou.