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Secretaria de Educação de Arcoverde abre Edital para seleção interna

Por André Luis

As vagas são para coordenador e formador do Programa Criança Alfabetizada

A Secretaria de Educação e Esportes da Prefeitura de Arcoverde está com inscrições abertas para Edital do Processo Seletivo Simplificado Interno de composição de cadastro de coordenador e formador municipais, no âmbito do Programa Criança Alfabetizada. A atuação para as vagas disponíveis abrangem as áreas de Educação Infantil e Alfabetização – Pré-escola, 1º e 2º Anos do Ensino Fundamental (EF).

De acordo com o Edital, disponível na página: http://www.arcoverde.pe.gov.br/pag/secretaria-de-educacao, os candidatos selecionados farão parte do cadastro para Bolsistas do programa no município e poderão ser convocados para o desenvolvimento e execução das atividades, conforme as necessidades previstas.

As inscrições, que só podem ser feitas por servidores públicos efetivos da Rede Municipal de Ensino, devem ser realizadas presencialmente, entre os dias 03 a 10 de julho deste ano, no horário das 08h às 13h, na sede da Secretaria Municipal de Educação e Esportes de Arcoverde, localizada na Av. Capitão Arlindo Pacheco de Albuquerque, n° 72, no centro da cidade.

Todas as informações sobre o ato da inscrição, assim como documentos que deverão ser entregues pelos candidatos, estão disponíveis no Edital do Processo de Seleção Simplificado Interno.

Outras Notícias

Opinião: que o governo não fez ou fará para evitar o racionamento de energia

Heitor Scalambrini Costa* Em recente “comunicado” na página do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico – Ilumina, o profundo conhecedor do setor, Roberto Pereira D´Araújo, compara a atual crise hidrológica 2015-2020, com a ocorrida no país entre 1951-1956. Mostra claramente que os dados históricos de afluências registradas em ambos períodos, as vazões foram baixas […]

Heitor Scalambrini Costa*

Em recente “comunicado” na página do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico – Ilumina, o profundo conhecedor do setor, Roberto Pereira D´Araújo, compara a atual crise hidrológica 2015-2020, com a ocorrida no país entre 1951-1956.

Mostra claramente que os dados históricos de afluências registradas em ambos períodos, as vazões foram baixas e semelhantes. Logo a atual crise hídrica não é a pior dos últimos 100 anos como está sendo alardeada para justificar as medidas impopulares que estão por vir.

O que geralmente ocorre nestas situações de baixa pluviosidade é a culpabilização que as autoridades atribuem a São Pedro. Como Pedro não pode ser defender, fica por isso mesmo. E se estamos agora na eminência de um possível racionamento, com certeza foi pelo fato de não ter feito bem o “dever de casa”. Em 2001 passamos por situação semelhante, que provocou o apagão/desabastecimento. Hoje, 20 anos depois, não foram suficientes para aprender com os erros cometidos, e assim a história está prestes a se repetir.

Bem, inicialmente creio que devemos sim acusar os governos anteriores de sempre “enxergarem” o Ministério de Minas e Energia, como moeda de troca, nos (des)arranjos políticos (https://www.ecodebate.com.br/2012/08/21/questao-energetica-quem-decide-artigo-de-heitor-scalambrini-costa/). Um ministério de tal importância, para o destino de um país, não deveria ficar na mão de pessoas despreparadas, muitas vezes nem sabendo “trocar uma lâmpada”. Sendo assim, mais facilmente alvo de “lobbies”, que estão muito mais interessados em ganhos econômicos, do que atender realmente as demandas da população; e de ter preocupações ambientais no que concerne as tomadas de decisão. Infelizmente os ex-ministros desta pasta foram uma lástima, causando enormes prejuízos a nação.

Por outro lado, a escolha do atual ministro, com certeza não se deu também pelos seus conhecimentos e méritos técnicos. Foi indicado basicamente por dois motivos: a de não contrariar o chefe (é um militar que obedece a ordens), e de reativar o programa nuclear brasileiro, com a construção de novas usinas nucleares, um lobista desta tecnologia nota A. Na verdade estas são suas “qualidades” para o cargo.

Infelizmente não se discute o principal, o que importa, a mudança do atual modelo energético e da Política Energética Brasileira-PEB. As medidas paliativas que estão sendo anunciadas pelo governo para mitigar os impactos de um provável racionamento, que pode não acontecer este ano, mas que poderá vir mais forte em 2022, vão afetar profundamente nas tarifas pagas pelo consumidor final.

Dentre as medidas anunciadas está o acionamento de termoelétricas a combustíveis fósseis, aumentando assim o custo da geração elétrica, resultando no aumento das tarifas, de pelo menos 5%, conforme anunciado pelo diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica- ANEEL Além de contribuir para adicionar mais e mais gases de efeito estufa na atmosfera terrestre, aumentando o aquecimento global e suas consequências, inclusive hídricas. A criação de gabinetes de crise, outra medida anunciada, aposta no monitoramento da situação dos reservatórios, por meio da criação de salas de situação e gabinetes para a coordenação de ações. A experiência recente na formação de tais estruturas no enfrentamento da epidemia do coronavírus deu no que deu. É importante tal monitoramento se houver transparência e participação da sociedade civil. Isto não ocorrerá. Alguém dúvida?

Dentre as informações “vazadas” se fala que o governo está preparando uma medida provisória para enfrentar a crise hídrica. O objetivo principal seria aumentar a autoridade do Ministério de Minas e Energia, enfraquecendo a Agencia Nacional de Água-ANA, e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis-IBAMA, na gestão de barragens e sobre concessionárias de combustíveis e energia e, com isso, agilizar decisões (?). Tal medida colocará em risco os outros usos da água que não seja para geração nas hidrelétricas, por ex.: o transporte fluvial, a pesca, o abastecimento de água para as populações que vivem ao longo dos rios, o turismo, a irrigação.

Outras medidas apresentadas neste cenário ainda duvidoso sobre a real possibilidade ou não do racionamento de energia este ano, consiste no deslocamento do pico do consumo (projeto existente a nível de piloto, todavia sem efeito prático e irrisório quanto a participação das empresas eletrointensivas). Neste caso a proposta seria de estimular grandes consumidores a administrar seu gasto de energia. Esta lógica já ocorre com as bandeiras tarifárias, com a falácia de que assim o consumidor reduz seu consumo. O que aconteceu no consumo residencial foi que esta medida somente contribuiu para enriquecer os cofres das distribuidoras, instrumento ineficaz, verdadeiro atentado ao bolso do consumidor (https://www.ecodebate.com.br/2015/01/06/bandeiras-tarifarias-ataque-ao-bolso-do-consumidor-artigo-de-heitor-scalambrini-costa/).

Para tal enfrentamento da atual crise hídrica e de outras que virão, em primeiro lugar deveríamos democratizar as decisões tomadas pelo “monocrático” Conselho Nacional de Política Energética-CNPE. Não se pode aceitar que uma dúzia de ministros (empregados do executivo) tomem sozinhos decisões que afetam a vida dos brasileir@s, e que não levem em conta os impactos de tais decisões no meio ambiente. Nas decisões do CNPE não há representação da sociedade civil, como é previsto.

Não se pode admitir que diante da mais grave emergência climática que estamos atravessando, que a PEB continue, no que concerne a geração de energia, a focar na construção de novas hidrelétricas na região Amazônica, a incentivar a instalação de termoelétricas a combustíveis fósseis (emissoras de CO2 e outros gases que prejudicam a saúde das pessoas e do meio ambiente), e na reativação do programa nuclear brasileiro, com a construção de Angra 3 e de 6 outras usinas na beira do Rio São Francisco.

Inadmissível que uma matriz energética/elétrica se baseia na premissa que a oferta de energia seja algo quase “sagrado”, não dando a atenção devida para a outra ponta, o consumo. Não temos um planejamento eficiente, e recursos financeiros alocados que leve em conta a racionalização, o uso eficiente/inteligente de energia.  Sem deixar de falar no absurdo da proposta de privatização da Eletrobras e suas subsidiárias, para atender aos interesses do mercado, e não da população brasileira.

Que tenhamos metas e diretrizes setoriais, a serem atingidas, monitoradas para os distintos setores da economia (industrial, comercial, residencial, rural/agronegócio, público). Obviamente com participação social. Que não se faça o contumaz jogo do “faz de conta”, para “inglês ver”. Hoje, com o descrédito e isolamento internacional deste (des)governo, nem “inglês” mais acredita no que o governo diz, e se compromete em fóruns mundiais.

Logo, o que o país necessita é de uma nova política energética sustentável, inclusiva, democrática e popular, baseada em fontes renováveis de energia como a energia solar, eólica, biomassa, hidrelétricas, energia dos mares; com transparência e participação social, atendendo os requisitos socioambientais.

Além disso, a atual política energética é responsável por violações de direitos.  São verificados constantes problemas de ausência da consulta consentida, prévia e informada, prevista na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), as comunidades afetadas pelos projetos energéticos.

Portanto, o buraco é mais embaixo, e com certeza verificamos que este (des)governo negacionista, cada vez mais se afasta da ciência. Então como ter esperança nas suas propostas e ações?

Se vamos discutir o que fazer diante da crise hídrica/energética, precisamos aceitar que esta é resultado da emergência climática e da extinção da biodiversidade, provocadas pela ação humana, que a olhos vistos tem se agravado ano a ano. E somente olhando sob este prisma estaremos no caminho correto para tentar resolver esta crise. Obviamente mudando o modelo mercantil e democratizando as decisões na política energética.

*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Por prudência, Evandro Valadares é acompanhado em Recife após contrair Covid

O prefeito Evandro Valadares foi encaminhado por prudência para Recife. Está internado em quarto da unidade para monitoramento permanente do seu quadro. Segundo o Secretário de Saúde Paulo Jucá, Evandro está clinicamente bem, sem baixa saturação ou necessidade de oxigênio. Também não apresenta quadro infeccioso. “Entretanto tomografia dele apresentou uma piora da terça para quinta”. […]

O prefeito Evandro Valadares foi encaminhado por prudência para Recife. Está internado em quarto da unidade para monitoramento permanente do seu quadro.

Segundo o Secretário de Saúde Paulo Jucá, Evandro está clinicamente bem, sem baixa saturação ou necessidade de oxigênio. Também não apresenta quadro infeccioso. “Entretanto tomografia dele apresentou uma piora da terça para quinta”.

Então os médicos que o acompanham em Recife por conta de suas comorbidades – diabetes e hipertensão – pediram para que ele ficasse em Recife para avaliá-lo mais de perto. “Ele está internado no Hospital Português , não está em UTI e está bem. Esse é o oitavo dia da infecção e o normal é acompanhar até o 11º dia a progressão do quadro”.

Evandro já tomou as duas doses da vacina contra a Covid-19. Como e sabe, a vacinação previne sequelas mais graves em mais de 80%, mas não impede a infecção ou reinfecção pela doença e sus variantes.

 

Teresa Leitão enfatiza o apoio de Lula a Marília e critica neutralidade de Raquel Lyra

A Assessoria de Sebastião Oliveira destacou em nota ao blog que a senadora eleita pelo PT criticou a neutralidade de Raquel Lyra neste segundo turno em entrevista à Vilabella FM. “Todos sabem que o PT e Lula estão com Marília. Eu já sou senadora eleita e isso me dá responsabilidade suficiente para não ficar em […]

A Assessoria de Sebastião Oliveira destacou em nota ao blog que a senadora eleita pelo PT criticou a neutralidade de Raquel Lyra neste segundo turno em entrevista à Vilabella FM.

“Todos sabem que o PT e Lula estão com Marília. Eu já sou senadora eleita e isso me dá responsabilidade suficiente para não ficar em cima do muro. É muito ruim uma candidata a governadora não ter posição, principalmente no momento de muita polarização, de incerteza para a democracia e em que as posições de Lula e Bolsonaro estão muito conflitantes e se confrontando”, explicou Teresa Leitão, durante entrevista a uma rádio de Serra Talhada

A primeira mulher eleita senadora de Pernambuco também lamentou o fato de não poder estar mais presente na campanha de Marília Arraes, em virtude do acidente que sofreu.

“Não posso estar presente fisicamente na campanha por causa das minhas limitações físicas, mas já gravei para o guia dela, que fez postagens em colaboração comigo nas redes sociais”, explicou a petista. Ouça:

 

Nos pênaltis, Salgueiro leva troféu Aderval Viana de Araújo

Em noite de festa que marcou a inauguração da iluminação de Led do estádio Vianão, o Afogados recebeu o Salgueiro, na noite deste sábado em jogo amistoso de preparação para o Campeonato Pernambucano. O confronto também estava valendo o troféu Aderval Viana de Araújo, em homenagem aos grandes desportistas do município. Cerca de 4 mil […]

Foto: Romário Silva/Ascom Afogados FC

Em noite de festa que marcou a inauguração da iluminação de Led do estádio Vianão, o Afogados recebeu o Salgueiro, na noite deste sábado em jogo amistoso de preparação para o Campeonato Pernambucano.

O confronto também estava valendo o troféu Aderval Viana de Araújo, em homenagem aos grandes desportistas do município.

Cerca de 4 mil torcedores estiveram no Vianão para prestigiar o primeiro jogo noturno da historia da cidade. Dentro de campo as equipes mostraram um bom futebol e empataram em 1 a 1.

A disputa pelo troféu foi para as penalidades máximas e o Salgueiro levou a melhor, vencendo a disputa por 4 a 2.

Chuva alaga ruas em Afogados da Ingazeira e derruba casa e arvores na Chapada de Juru

Iniciada antes das 19h uma chuva que persistiu por mais de uma hora, caiu fortemente na noite do sábado em Afogados da Ingazeira com 23 milímetros, Tabira, Carnaíba e Santa Terezinha. Na comunidade da Chapada de Juru, na Paraíba,  a chuva com fortes ventos, derrubou uma casa, arrancou arvores e transformou a estrada num riacho. […]

Iniciada antes das 19h uma chuva que persistiu por mais de uma hora, caiu fortemente na noite do sábado em Afogados da Ingazeira com 23 milímetros, Tabira, Carnaíba e Santa Terezinha. Na comunidade da Chapada de Juru, na Paraíba,  a chuva com fortes ventos, derrubou uma casa, arrancou arvores e transformou a estrada num riacho.

A meteorologia não fazia previsão da ocorrência de chuva surpreendendo até os pluviômetros que estavam desativados. A chuva da noite modificou o clima de temperatura alta que a cidade viveu no sábado dia 19.

No domingo à tarde o tempo fechou e uma chuva passageira passou pela cidade. Ouvintes do Rádio Vivo da Pajeú FM  99,3 informaram hoje cedo ao comunicador Anchieta Santos a ocorrência no final de semana de chuva em Várzea Cumprida,  Ibitiranga, Serra Branca, Carapuça, zona rural de Solidão, Caiçara, Serrinha, Travessão, Serrote Verde, Roça de Dentro, Queimada Grande, Riacho Fundo, Minador com 25 milímetros, Escada, com 7 milímetros, Baixio de Carapuça, Riacho do Meio de Água Branca com 15 milímetros, Fala de Tavares, Santiago, Capim Grosso, Pedra D’água, Mocororé e outras comunidades.