SEBRAE e CDL apresentam seminário de Crédito em Afogados
Por André Luis
O SEBRAE em parceria com a CDL de Afogados da Ingazeira, apresentam o seminário de Crédito: Conexões Financeiras.
O evento será instruído por consultores do SEBRAE especializados e abordará orientações de acessibilidade ao serviço de liberação de créditos para as empresas e esclarecimento de dúvidas aos casos em comum do dia a dia dos negócios, tendências do mercado moderno e serviços aos consumidores.
Local de realização: Auditório da Ceralpa (15 de novembro, 36, 1º andar).
O odontólogo Breno Araújo, marido da prefeita Márcia Conrado, de Serra Talhada, aproveitou a recepção a Paulo Câmara e Danilo Cabral para mais um gesto: o de se filiar ao PSB. De cara, já assumiu a legenda no município, em movimento de valorização do apoio do casal ao “projeto Danilo”. Breno é o Primeiro-cavalheiro de Serra […]
O odontólogo Breno Araújo, marido da prefeita Márcia Conrado, de Serra Talhada, aproveitou a recepção a Paulo Câmara e Danilo Cabral para mais um gesto: o de se filiar ao PSB.
De cara, já assumiu a legenda no município, em movimento de valorização do apoio do casal ao “projeto Danilo”.
Breno é o Primeiro-cavalheiro de Serra Talhada, denominação pouco usual e versão masculina do termo primeira-dama. Assim como acontece com primeira-dama, a versão masculina também é utilizada para se referir aos maridos de governadores e prefeitos municipais.
O ato ocorreu na residência do casal. Breno é tido como ponderado e a uma atuação nos bastidores, sem querer ofuscar a condução da esposa, mas vem tendo cada vez mais protagonismo como conselheiro da gestão. A participação de Breno aumentou depois da ida de Luciano Duque para o Solidariedade e o afastamento natural entre ele e Márcia Conrado.
A prefeita segue no PT e virou uma espécie de protagonista da campanha de Danilo no Sertão do estado, capitaneando os atos mais importantes da campanha do socialista no Sertão. Lula, por exemplo, terá Serra Talhada como uma de suas paradas em Pernambuco. A filiação de Breno, excepcional profissional na área odontológica que vem sendo cada vez mais absorvido pelo papel junto à esposa prefeita, é só maios ima prova disso.
O levantamento é de Anchieta Santos ao blog: informações do site do MDA-Ministério do Desenvolvimento Agrário, dão conta de que dos 17 municípios do Pajeú pagaram todas as seis parcelas Afogados da Ingazeira, Tabira, Tuparetama, Ingazeira, Quixaba, Iguaraci, Brejinho, Carnaíba, Flores, Itapetim, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Egito, e Triunfo. Quatro cidades ainda são […]
O levantamento é de Anchieta Santos ao blog: informações do site do MDA-Ministério do Desenvolvimento Agrário, dão conta de que dos 17 municípios do Pajeú pagaram todas as seis parcelas Afogados da Ingazeira, Tabira, Tuparetama, Ingazeira, Quixaba, Iguaraci, Brejinho, Carnaíba, Flores, Itapetim, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Egito, e Triunfo.
Quatro cidades ainda são devedoras: Serra Talhada (duas parcelas), Santa Terezinha (deve três), Solidão (cinco parcelas) e Calumbi, que não pagou nenhuma. O município deve as seis parcelas do Programa que atende famílias rurais que perderam suas plantações devido à seca.
A data de vencimento da ultima parcela foi encerrada em primeiro de setembro. Com multa, os municípios ainda podem saudar os seus débitos, mas com um detalhe: o município que não pagar em 2015 não poderá aderir ao Garantia Safra de 2016.
Maioria dos Estados ainda deve o Garantia Safra – Dos estados que recebem cobertura do Garantia Safra, Pernambuco com quase R$ 12,5 milhões e Minas Gerais com cota de R$ 3 milhões pagaram todas as suas parcelas referentes ao programa em 2015.
Enquanto isso o estado da Bahia, de R$ 35 milhões saldou R$ 11 milhões de reais. Piauí deve uma parcela. E não pagaram nenhuma parcela até agora os estados do Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.
O réu foi sentenciado a 21 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado. Ao término de cinco dias de julgamento na 1ª Vara do Júri da Capital, os sete integrantes do Conselho de Sentença deliberaram, nesta sexta-feira (14), pela condenação de Guilherme José Lira dos Santos pela prática de homicídio triplamente qualificado: […]
O réu foi sentenciado a 21 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado.
Ao término de cinco dias de julgamento na 1ª Vara do Júri da Capital, os sete integrantes do Conselho de Sentença deliberaram, nesta sexta-feira (14), pela condenação de Guilherme José Lira dos Santos pela prática de homicídio triplamente qualificado: motivo torpe, uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e por condição de gênero, o que caracteriza feminicídio, contra a sua ex-esposa, Patrícia Cristina Araújo dos Santos.
O réu foi sentenciado a 21 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicialmente fechado.
Após pronunciada a sentença, as Promotoras de Justiça responsáveis pela acusação saíram com a satisfação do dever cumprido:
“Cinco dias longos. Ficamos exaustas. Foi uma luta não somente jurídica, mas contra um contexto patriarcal. A vítima foi culpabilizada e, assim, simbolicamente, as mulheres foram colocadas no banco dos réus. No final, o mppe conseguiu provar sua tese e confirmar que nenhuma mulher pode ser assassinada impunemente”, comentou Ana Clezia Ferreira Nunes.
“O resultado foi uma resposta ao machismo que se considera impune. Muitas Patrícias morrem todos os dias de forma violenta pelas mãos de homens que eram seus companheiros e se julgavam seus proprietários”, atestou Dalva Cabral.
“Tínhamos laudos periciais e depoimentos de testemunhas confirmando a nossa tese. Reconstruímos a verdade de forma incontestável e demos um recado à sociedade de que mulheres não podem ser mortas por decidirem suas próprias vidas”, pontuou Helena Martins.
O julgamento – ao longo dos primeiros quatro dias, o Tribunal do Júri contou com a ouvida das testemunhas e informantes arrolados pelo Ministério Público e pela defesa, além dos peritos que detalharam os resultados do trabalho técnico que analisou a cena da colisão veicular que levou à morte de Patrícia.
Nesta sexta-feira, teve lugar, a partir das 11h25, a etapa dos debates. A primeira representante do MPPE a falar foi a Promotora de Justiça Ana Clézia Ferreira Nunes, que introduziu a sustentação abordando a temática da violência de gênero.
“Há assassinos de mulheres que usam de meios violentos, como armas de fogo ou faca, para tirar a vida das vítimas; outros adotam comportamentos para não macular sua imagem e acabam por cometer os crimes de formas mais sutis e ardilosas. Ao jogar o carro contra a árvore para matar Patrícia, o réu Guilherme revela ser um feminicida que atua com o fim de esconder seus atos. É sob a perspectiva de gênero que devemos compreender os fatos e julgar, com base neles”, ponderou, dirigindo-se aos jurados.
A Promotora de Justiça Dalva Cabral, em seguida, repassou o histórico do caso e reforçou, aos integrantes do júri, o entendimento de que o réu deveria ser condenado pelo crime de homicídio com a incidência de três qualificadoras: por motivo torpe, emprego de método que impossibilitou a defesa da vítima e contra a vítima por sua condição de gênero. “É fato que Patrícia morreu em 4 de novembro de 2018, mas também é fato que ela vinha sendo destruída enquanto ser humano desde antes. Patrícia era alvo de chantagem, ameaças e perseguições desde 2016”, destacou.
Para concluir a exposição dos argumentos da acusação, a Promotora de Justiça Helena Martins enfocou as provas técnicas e periciais, elaboradas por profissionais do Instituto de Criminalística de Pernambuco. As análises comprovaram que o trecho entre a saída do prédio da vítima e o choque com a árvore na rua João Fernandes Vieira levou apenas oito segundos e que o veículo foi conduzido de forma controlada até o ponto de impacto.
“Ganhamos a chance, neste plenário do Tribunal do Júri, de dar a Patrícia o desfecho digno dessa história”, concluiu a Promotora de Justiça, dirigindo-se aos integrantes do Conselho de Sentença.
“Foram cinco dias que sintetizaram os quatro anos e três meses que vivemos desde a morte de Patrícia. Estamos satisfeitos com a justiça feita e com o trabalho do Ministério Público”, revelou Marcílio Araújo, tio de Patrícia, ao final do quinto dia.
Fato ocorreu após vias de fato em bar da zona rural do município. Segundo o Blog do Marcello Patriota, na madrugada desta sexta-feira (8), Natan dos Santos Júnior, 28 anos, foi assassinado a tiros, num bar as margens da rodovia PE-275, sentido São José do Egito/Riacho do Meio. Informações de populares indicam que local, dois […]
Fato ocorreu após vias de fato em bar da zona rural do município.
Segundo o Blog do Marcello Patriota, na madrugada desta sexta-feira (8), Natan dos Santos Júnior, 28 anos, foi assassinado a tiros, num bar as margens da rodovia PE-275, sentido São José do Egito/Riacho do Meio.
Informações de populares indicam que local, dois homens discutiram e chegaram as vias de fato. Após a briga, um dos envolvidos sacou um revólver e efetuou vários disparos de arma de fogo atingindo Natan, que veio a óbito no local.
Ainda segundo relatos de populares, Natan tinha passagens pela polícia, e tinha saído do Sistema Prisional, onde cumpriu pena. O IC-Instituto de Criminalística esteve averiguando o corpo que foi levado ao IML-Instituto Médico Legal de Caruaru.
A polícia Militar e Policia Civil foram chamadas ao local e estão em diligência para prender o suspeito.
A Delegacia de Polícia Civil de São José do Egito ficará responsável pelas investigações.
Em 2020, foram 10 assassinatos registrados. Nas Redes Sociais a população pede uma Companhia Independente para São José do Egito e região.
G1PE Durante uma revista feita em alimentos entregues na Cadeia Pública da cidade de Santa Maria da Boa Vista, no Sertão de Pernambuco, nesta quarta-feira (15), a Polícia Militar encontrou maconha e uma pequena quantidade de cocaína escondidas dentro de quatro pacotes de massa de cuscuz. O material foi levado para a Delegacia de Plantão […]
Durante uma revista feita em alimentos entregues na Cadeia Pública da cidade de Santa Maria da Boa Vista, no Sertão de Pernambuco, nesta quarta-feira (15), a Polícia Militar encontrou maconha e uma pequena quantidade de cocaína escondidas dentro de quatro pacotes de massa de cuscuz. O material foi levado para a Delegacia de Plantão da cidade.
Segundo o comandante da 7ª CIPM, Marcos Costa, a droga foi levada ao local por uma mulher e seria entregue a um dos presos da cadeia. “A mulher apenas levou a feira para o preso e foi embora. Estamos a procura de identificá-la e prendê-la”, afirma.
O homem que receberia a maconha e cocaína está preso por tráfico de drogas. Após o caso, o delegado pediu agravamento da pena.
Em outubro deste ano, a polícia encontrou maconha escondida dentro de um fundo falso de uma marmita. Além da droga, durante revistas nas celas, foram encontradas facas artesanais e um celular que, segundo a polícia, seria utilizado para intimidar moradores da cidade de Cabrobó.
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