Sebastião Oliveira se posiciona contra MP que transfere da União para Estados malha rodoviária
Por Nill Júnior
O secretário de Transportes de Pernambuco e vice-presidente do Conselho dos Secretários de Transportes do Brasil (Consetrans), Sebastião Oliveira, está parcipando nesta segunda-feira (1), até quarta (3), da 13ª Reunião Extraordinária do Conselho, que acontece no Palácio Guanabara, sede do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
Dando início aos trabalhos o ministro dos transportes, Antonio Carlos já partiu para uma das mais importantes pautas do encontro, que é a Medida Provisória Nº 82/2002, que dispõe sobre a transferência da União para os Estados e o Distrito Federal de parte da malha rodoviária sob jurisdição federal.
Em relação a essa medida, Sebastião Oliveira adianta que o entendimento dos 27 estados da nação é de que o dever de realizar a conservação das rodovias federais pertence à União. Participam do encontro também, o vice-governador do Rio de Janeiro, Francisco Dorneles, o secretário executivo do Ministério dos Transportes, Edson Giroto, além do diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Jorge Bastos.
A Faculdade Vale do Pajeú recebeu o Professor Master of Science Tácio Maciel, Formado em Engenharia Civil, Mestre em Psicanálise Aplicada à Educação, Pós-graduado em Psicanálise, Professor de Raciocínio Lógico e Doutorando em Psicanálise. O MSc é amante de poesia e seguiu a docência com muito orgulho e amor. Compuseram a mesa do evento Cleonildo Lopes, […]
A Faculdade Vale do Pajeú recebeu o Professor Master of Science Tácio Maciel, Formado em Engenharia Civil, Mestre em Psicanálise Aplicada à Educação, Pós-graduado em Psicanálise, Professor de Raciocínio Lógico e Doutorando em Psicanálise.
O MSc é amante de poesia e seguiu a docência com muito orgulho e amor. Compuseram a mesa do evento Cleonildo Lopes, Diretor da Faculdade, o ex-deputado José Marcos de Lima, o Presidente da Câmara Rogaciano Jorge, Claudenor Lopes e a Diretora Administrativa Alyne Araújo.
Foi uma belíssima homenagem ao professor. Cleonildo relembrou momentos importantes de sua infância e juventude, na qual recebeu apoio e motivação do homenageado. Outras autoridades também reforçaram a contribuição de Maciel para o estímulo e desenvolvimento da região.
O ex-prefeito de Salgueiro, Marcones Sá, utilizou as redes sociais nesta terça-feira (13) para divulgar uma reunião com o prefeito do Recife, João Campos, e com a vereadora salgueirense Eliane Alves, representante da bancada de oposição na Câmara. Segundo a publicação, o encontro teve como foco o diálogo político, a definição de estratégias e o […]
O ex-prefeito de Salgueiro, Marcones Sá, utilizou as redes sociais nesta terça-feira (13) para divulgar uma reunião com o prefeito do Recife, João Campos, e com a vereadora salgueirense Eliane Alves, representante da bancada de oposição na Câmara. Segundo a publicação, o encontro teve como foco o diálogo político, a definição de estratégias e o fortalecimento de compromissos com o município de Salgueiro e com o Sertão pernambucano.
De acordo com Marcones, a conversa integra um esforço de articulação mais ampla voltado à construção de uma frente política capaz de recolocar a região sertaneja no centro das decisões do Estado. “Seguimos firmes, dialogando com as bases e construindo a frente necessária para recolocar nossa região no centro das decisões do Estado”, afirmou o ex-prefeito na postagem.
Ainda segundo a manifestação pública, Marcones Sá ressaltou o alinhamento com João Campos e a disposição de apoio político por parte da oposição de Salgueiro, da militância e da população sertaneja. Na avaliação do ex-gestor, a articulação reforça a unidade em torno de pautas regionais e amplia o espaço de diálogo entre lideranças do interior e da capital.
Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores Por Amanda Rainheri/JC Online Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara […]
Único acesso aos câmpus da UFRPE e do IFPE é um pesadelo para alunos e moradores
Por Amanda Rainheri/JC Online
Em 2017, quando o Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, completou 140 anos, o governo de Pernambuco transferiu a sede do Executivo para o município por um dia. Na ocasião, o governador Paulo Câmara anunciou às pompas um pacote de investimentos de mais de R$ 50 milhões para o Cabo. Entre as novidades, a construção de uma rodovia que daria a 20 mil estudantes o sonho de um futuro melhor.
Quase dois anos após a assinatura da ordem de execução, a PE-33, único acesso aos novos câmpus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) do município, virou sinônimo de abandono, descaso e desperdício de dinheiro público. Um pesadelo para alunos, moradores do entorno e para as instituições de ensino que deveriam ser beneficiadas.
A situação da Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho (UACSA) da UFRPE é a mais delicada. A ausência da rodovia resultou na suspensão por tempo indeterminado da obra, que está 60% concluída. E pior: a universidade corre o risco de perder a verba para execução do restante.
Sem a PE-33, o acesso ao canteiro de obras ficou inviabilizado. A empresa responsável pelo serviço enfrentava problemas financeiros desde 2017 e era sustentada pela obra no Cabo. Com a impossibilidade de prosseguir a construção, veio a falência e o distrato do contrato.
Os R$ 80 milhões que seriam usados para concluir o câmpus precisarão retornar aos cofres nacionais, enquanto um novo processo licitatório é aberto para contratação de outra empresa.
“O problema é que não temos garantia nenhuma de que esse dinheiro irá voltar. O Ministério da Educação (MEC) disse não ter como repassar, porque esse valor entra para o Tesouro Nacional e acaba diluído. Estamos em uma situação difícil, que poderia ser evitada se a rodovia tivesse sido construída”, argumenta a reitora da Rural, Maria José de Sena.
A obra tem custo total de R$ 250 milhões. Desses, aproximadamente R$ 120 milhões foram gastos. Não bastasse o valor já empenhado, a universidade ainda arca com o aluguel de cerca de R$ 200 mil mensais por um empresarial, onde estudam provisoriamente 3 mil alunos de cinco cursos de engenharia (mecânica, civil, elétrica, materiais e eletrônica).
“O prédio não tem estrutura de universidade. Funcionar em um lugar não destinado a esse fim é algo que traz prejuízo para os alunos”, pontua a presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Aduferpe), Erika Suruagy.
A opinião é compartilhada por Lucas Martins, 27 anos, estudante do 10º período de engenharia elétrica. “Não temos restaurante universitário. Ou comemos no shopping (o local fica próximo ao Costa Dourada) ou em um restaurante privado, que é caro. Além disso, no novo câmpus, existe a promessa de ter uma Casa do Estudante e transporte até a universidade.”
O drama do IFPE também é grande. As obras foram finalizadas e o prédio, que ocupa área de 12.650 metros quadrados, entregue no fim do ano passado. Mas o investimento de R$ 35 milhões corre o risco de ter sido em vão. Isso porque, sem a rodovia, não é possível o acesso. A instituição tem 600 estudantes de ensino técnico e superior. “O acesso que existe é provisório, usado para a construção. Existem problemas como iluminação e transporte público, que são essenciais para o funcionamento do câmpus e esbarram na falta da rodovia”, defende o diretor-geral do câmpus do Cabo, Daniel Assunção.
Os estudantes ocupam hoje parte das instalações da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho (Fachuca). “A falta da rodovia nos traz grandes problemas. Aumentamos o número de vagas, porque tínhamos a expectativa de iniciar o semestre no novo prédio e agora temos que nos desdobrar em um espaço pequeno. Passamos a dar aulas aos sábados para organizarmos os horários. O problema é que muitos alunos dependem do transporte intermunicipal oferecido pela prefeitura, que não funciona no fim de semana. Assim, alguns não podem assistir às aulas por falta de dinheiro para o transporte”, conta Jane Miranda, professora do IFPE do Cabo e coordenadora-geral do Sindicato dos Servidores dos Institutos Federais em Pernambuco (Sinef-PE).
Os alunos do curso técnico em cozinha são obrigados a realizar as aulas práticas em ônibus adaptados. “Minha turma tem 13 pessoas e não cabem todos. A estrutura é quente e ruim e isso afeta o aprendizado. Não é culpa do instituto, porque o prédio está pronto, só não podemos ir pra lá”, desabafa Laís da Silva, 29 anos, aluna do 3º período do curso.
Licitada em 2014, a obra teve início em outubro de 2017. Em janeiro do ano seguinte, foi paralisada, após atraso no pagamento da empresa que realizava o serviço. A PE-33 tem 8,7 quilômetros de extensão e custo de R$ 32,7 milhões. O primeiro trecho, de dois quilômetros, da BR-101 até os câmpus, tem custo de R$ 10 milhões (R$ 7,5 milhões das obras e R$ 2,5 milhões de desapropriações) e deveria ter ficado pronto 120 dias após o início das obras.
Em nota, a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco (Seinfra) reforçou que as obras da PE-33 “são uma das prioridades da gestão estadual”. O governo disse ainda que está trabalhando para viabilizar junto ao Ministério da Educação (MEC) um repasse de R$ 15 milhões. O pleito só deverá ser formalizado no final do mês de abril.
Impacto ambiental
Outro problema decorrente da obra afeta moradores e obrigou a Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho a notificar as empresas envolvidas nas obras da região. “Quando chove, a lama invade as casas dos moradores e dificulta o acesso. Além disso, temos vários prejuízos ambientais, como assoreamento de cursos-d’água”, destaca a secretária de Planejamento e Meio Ambiente do Cabo, Catarina Dourado.
O governo do Estado foi procurado pela reportagem para falar sobre os impactos ambientais, mas não deu retorno até o fechamento desta edição, na noite de sexta-feira (12).
O deputado estadual José Patriota foi um dos homenageados da Missa do Poeta, realizada ontem (16), em Tabira. Também receberam homenagens o Poeta Gonga Monteiro e a Professora Maria do Carmo Cordeiro. A Missa acontece no terceiro sábado de setembro há 36 anos, prestando um tributo ao Poeta Zé Marcolino. As homenagens foram prestadas pela […]
O deputado estadual José Patriota foi um dos homenageados da Missa do Poeta, realizada ontem (16), em Tabira. Também receberam homenagens o Poeta Gonga Monteiro e a Professora Maria do Carmo Cordeiro.
A Missa acontece no terceiro sábado de setembro há 36 anos, prestando um tributo ao Poeta Zé Marcolino. As homenagens foram prestadas pela Associação dos Poetas e Prosadores de Tabira (Appta), organizadora do evento.
“Patriota é um tabirense e um parceiro do evento desde o início. Agora, como deputado, devemos a ele ter a Missa incluída no Calendário Oficial de Eventos de Pernambuco”, registrou o poeta Adeval Soares, presidente da Appta. Patriota é o autor da Lei 18.292/23, que oficializou o reconhecimento. “Com esse gesto Patriota botou Tabira e Zé Marcolino pra serem vistos melhor por Pernambuco”, destacou o Poeta Dedé Monteiro, também da Appta e Patrimônio Vivo de Pernambuco.
Para Patriota a Lei cumpre um dever com a história e a arte da cidade. “Eu só tenho que agradecer e buscar fazer mais por Tabira e suas culturas. A poesia, em especial, é uma grande marca de nossa gente, que alimenta vidas e consciências. Tem que ter todo reconhecimento e cobertura do Estado”.
Missa – A Missa do Poeta é toda celebrada em cantos e versos. Foi presidida pelo Padre José Cícero, com participação de vários artistas, e encerrada ao canto de Saudade imprudente, música de Zé Marcolino.
Falecido em 1987, Marcolino foi um dos grandes parceiros de Luiz Gonzaga. Natural da Paraíba, morou e foi abraçado pelo Pajeú por sua identidade com o lugar e com poesia.
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) emitiu, nesta terça-feira (18), parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Iguaracy a aprovação com ressalvas das contas do ex-prefeito Zeinha Torres, referentes ao exercício financeiro de 2022. A decisão foi unânime entre os conselheiros. O processo, de relatoria do conselheiro Eduardo Lyra […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) emitiu, nesta terça-feira (18), parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Iguaracy a aprovação com ressalvas das contas do ex-prefeito Zeinha Torres, referentes ao exercício financeiro de 2022. A decisão foi unânime entre os conselheiros.
O processo, de relatoria do conselheiro Eduardo Lyra Porto, tem como interessados, além de Zeinha Torres, a ex-secretária de Saúde Joaudeni Cavalcante Barbosa da Silva, o contador José Josivaldo Rufino da Silva e o responsável pelo controle interno do município, Josenildo Mendes Ferreira. O advogado Fábio da Silva Neto representou os envolvidos na análise da prestação de contas.
Com a recomendação do TCE-PE, a decisão final sobre a aprovação das contas caberá à Câmara Municipal de Iguaracy, que poderá seguir ou não o parecer do tribunal.
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