Se não identificada, SIM-P pode causar miocardite em crianças, diz pediatra
Por André Luis
Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica está diretamente ligada ao novo coronavírus
Em entrevista à CNN nesta segunda-feira (8), a pediatra e professora da Universidade de São Paulo (USP), Ana Escobar, falou sobre a Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), condição nova e diretamente ligada ao novo coronavírus, que aparece em crianças.
Mais de 100 crianças foram parar em hospitais do Reino Unido a cada semana por conta da síndrome. No Brasil, segundo a médica, houve cerca de 570 casos e 39 mortes devido à condição desde o início da pandemia. Ana fala sobre a importância de entender os sintomas para fazer o diagnóstico precoce.
“Os pais devem ficar atentos aos sintomas. Os dados revelam que essa síndrome acomete 0,6% das crianças, mas não obstante o fato de ser rara, é preciso entender os sintomas porque temos a grande vantagem dessa síndrome ter tratamento e, se efetuada a tempo, minimiza os riscos”, afirma.
Segundo ela, os sinais começam a aparecer mais ou menos duas semanas depois de a criança ter Covid-19 ou ter tido contato com alguém que foi infectado. “Ela começa a apresentar febre alta, conjuntivite, a língua fica vermelha, aparecem bolinhas vermelhas no corpo, e ela tem dor de barriga, náusea, vômito e mal-estar.”
O grande problema da síndrome, explica a médica, é que, se não identificada, ela pode acometer o coração das crianças, podendo gerar aneurisma na coronária e miocardite. “Isso pode ser fatal.”
A XXVII Semana Estudantil e de Artes, que faz parte das comemorações dos 143 de Sertânia, levou ao palco da unidade móvel de artes cênicas do Sesc, nesta quarta-feira (18), na Praça de Eventos, o melhor do autêntico forró e cantoria com alguns dos melhores repentistas do Nordeste. A programação começou cedo, às 16h, com […]
A XXVII Semana Estudantil e de Artes, que faz parte das comemorações dos 143 de Sertânia, levou ao palco da unidade móvel de artes cênicas do Sesc, nesta quarta-feira (18), na Praça de Eventos, o melhor do autêntico forró e cantoria com alguns dos melhores repentistas do Nordeste.
A programação começou cedo, às 16h, com a palestra Poesia de Repente, com Rogério Menezes e Raulino Silva, que conversaram com alunos de escolas públicas do nosso município, explicando e mostrando as modalidades da poesia de repente. A música, o e autêntico forró ficou por conta da Escola Municipal de Sanfonas, onde alunos fizeram e mostraram o melhor do forró pé de serra. Em seguida o jovem Vasconcelos, de Sertânia, mostrou toda a sua versatilidade cantando músicas consagradas e autorais.
O Festival de Cantadores, um dos momentos mais esperados da Semana Estudantil e de Artes, fez uma linda homenagem a Genival Pereira (Gato Novo), teve a participação de nomes como Rogério Menezes, João Lídio, Diomedes Mariano, Raulino Silva, Jonas Bezerra e Ivanildo Vila Nova, que mostraram o melhor do repente nordestino. A apresentação do festival foi de Hiponax Vila Nova.
Uma das surpresas do Festival foi a apresentação do repentista João Lídio, natural de Sertânia, representante sertaniense da poesia de repente. João Lídio nasceu em Sertânia em 29/08/1990, filho de José Lenildo Pedrosa Cintra e Maria de Fátima Silva Cintra, viveu sua infância em Sertânia, na casa ao lado do chafariz, onde hoje é a Câmara de Vereadores. É o único representante sertaniense do repente e veio cantar na sua terra natal pela primeira vez. Atualmente João Lídio reside em Caruaru.
Outro grande momento da noite foi a apresentação de Ivanildo Vila Nova, que ano passado, apesar de estar na programação da Semana Estudantil, não pode comparecer ao evento por conta da gravação de um DVD, no Recife, em comemoração aos 50 anos de carreira. Para muitos, o maior cantador da atualidade, Ivanildo Vila Nova é o principal responsável pela profissionalização do repente, e comentou sua Vinda a Sertânia: “Faz mais de uma década que vim a Sertânia, e hoje graças ao apoio do Governo Municipal, Sertânia tornou-se referência para os repentistas do Nordeste”.
É de costume todos os cantadores receberam um troféu de participação, esse ano a organização do evento deu em exemplar do livro “Antologia Poética” de Ulysses Lins de Albuquerque, uma forma de expandir nossa cultura através dos repentistas. “Sertânia volta a ser referência na poesia de repente, na nossa administração grandes nomes do repente nordestino passaram por aqui, e o Festival que assistirmos mostra a força de nossa cultura popular”, disse o prefeito Guga Lins.
A XXVII Semana Estudantil e de Artes, que segue até esta sexta-feira (20), com música, dança, literatura, teatro e poesia, é realizada pela Prefeitura de Sertânia e Associação Cultural de Sertânia (Acordes), com o apoio do Sesc Pernambuco e do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura/Fundarpe.
O município de Tuparetama passou a contar oficialmente com o Dia Municipal da Poesia, a ser celebrado anualmente em 18 de julho, data de nascimento do poeta Valdir Teles, reconhecido como um dos principais nomes do repente e da poesia popular nordestina. A Lei Municipal nº 539, de autoria da vereadora Cristiane Vasconcelos (Fifita), foi […]
O município de Tuparetama passou a contar oficialmente com o Dia Municipal da Poesia, a ser celebrado anualmente em 18 de julho, data de nascimento do poeta Valdir Teles, reconhecido como um dos principais nomes do repente e da poesia popular nordestina.
A Lei Municipal nº 539, de autoria da vereadora Cristiane Vasconcelos (Fifita), foi sancionada na manhã desta segunda-feira (7) pelo prefeito Diógenes Patriota e integra agora o calendário oficial do município.
Segundo a vereadora, a iniciativa busca valorizar a poesia como expressão da identidade cultural de Tuparetama e incentivar a produção e a difusão da arte poética em suas diversas formas. “É uma forma de reconhecer a contribuição da poesia para a formação cultural do nosso povo”, afirmou.
A nova legislação prevê ações e atividades voltadas à promoção da poesia no âmbito educacional, artístico e comunitário, em referência ao legado deixado por Valdir Teles.
O prefeito eleito de Arcoverde, Wellington LW (MDB) acabou de anunciar em coletiva de imprensa o Secretariado que inicia seu governo a partir de primeiro de janeiro. O anúncio foi feito ao lado do vice, Israel Rubis e da prefeita Madalena Brito, do PSB. Um dos destaques é o fato de que o vice ocupará […]
O prefeito eleito de Arcoverde, Wellington LW (MDB) acabou de anunciar em coletiva de imprensa o Secretariado que inicia seu governo a partir de primeiro de janeiro.
O anúncio foi feito ao lado do vice, Israel Rubis e da prefeita Madalena Brito, do PSB. Um dos destaques é o fato de que o vice ocupará a pasta de Serviços Públicos.
O atual vice, Wellington Araújo, ficará a cargo da pasta de Governo, Planejamento e Comunicação.
Nas pastas tidas como essenciais, LW escolheu Antonio Rodrigues Mendes Souza para Educação, o médico Álvaro Neves para Saúde, Patrícia Cursino Padilha para Assistência Social e Kelsen Araújo para Agricultura.
Completam a equipe Celina Vidal Cavalcanti de Lima (Finanças e Administração), Antônio Gibson, o Bibo Baiaca (Desenvolvimento Econômico, Turismo e Esportes), Aildo Biserra (Obras e Projetos Especiais) e Juliana Aguiar (Cultura).
Para as autarquias, Alexandre Lira será Presidente da AESA e o Coronel Ferreira Junior, Presidente da ARCOTRANS. José Aldenio Costa Ferro ficará com a Controladoria do município.
José Wellington Cordeiro Maciel, o Wellington LW (MDB), 62 anos, foi eleito para o cargo ao receber 48,21% dos votos válidos, um total de 17.832 votos.
Do Estado de Minas Após um comentário aparentemente improvisado em cena pelo ator e diretor Cláudio Botelho, sugerindo a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e chamando a presidente Dilma Rousseff de “ladra”, a primeira sessão do espetáculo Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos em Belo Horizonte Minas Gerais), na noite deste […]
Após um comentário aparentemente improvisado em cena pelo ator e diretor Cláudio Botelho, sugerindo a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e chamando a presidente Dilma Rousseff de “ladra”, a primeira sessão do espetáculo Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos em Belo Horizonte Minas Gerais), na noite deste sábado (19), foi suspensa, aos gritos de “Não vai ter golpe!”, proferidos por uma parcela do público, que assim reagiu ao “caco” do ator.
Chamada pela produção do espetáculo, sob a justificativa de que o protagonista do musical se sentia “coagido em seu camarim” e temia ser “agredido fisicamente” caso tentasse deixá-lo, a Polícia Militar deslocou ao menos três viaturas para a portaria do Sesc Palladium, na região central, por volta das 22h30.
Em Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos, Botelho interpreta o líder de uma companhia teatral em giro por pequenas cidades do interior do país. Como narrador da história, ele faz curtos monólogos, intercalados às cenas propriamente musicais.
Aproximadamente na metade do espetáculo, o ator se refere à chegada da trupe a uma cidade muito pequena e num momento muito inoportuno para atrair a atenção do público ao teatro. “Era a noite do último capítulo da novela das oito”, disse. E acrescentou: “Era também a noite em que um ex-presidente ladrão foi preso”. Citou ainda “uma presidente ladra”, cujo destino (se o impedimento ou os tribunais) esta repórter não foi capaz de registrar.
A esta altura, parte da plateia começou a vaiar e outra parcela, a aplaudir. As vaias se intensificaram. Botelho demonstrou surpresa: “Belo Horizonte?! Minha cidade?!”. Ele tentou retomar o curso da cena, afirmando que o público vaiava uma ficção. Mas, do palco, avistou o início de uma debandada de espectadores, aos quais se dirigiu com uma sugestão: “Vai embora? Vai mesmo! E passa na bilheteria para pegar o seu dinheiro de volta. Isso para mim é um orgulho. Isso para mim não tem preço”. Aos demais, anunciou: “Vou esperar o êxodo terminar para continuar o espetáculo”.
Alguns dos que neste momento se levantavam para dar as costas ao musical voltaram-se ainda uma vez para Botelho, chamando-o de “trouxa” e “babaca”. Numa dramaturgia espontânea, a caminho da saída do teatro, o êxodo se interrompeu. Um grupo de espectadores preferiu se unir e permanecer na lateral da sala. Todos de pé, junto às portas de saída, gritavam (ritmadamente) “Não vai ter golpe!, “Não vai ter golpe!”.
Os gritos se alongavam, intercalando-se com os de “Chico! Chico!”. Botelho tentou seguir com a cena. Houve intensas vaias. “Isso é típico de vocês! Vocês querem parar o espetáculo!”, dizia ele, do palco.
Já bastante tenso, o ator e diretor declarou a sessão encerrada. A atriz e coprotagonista do musical Soraya Ravenle discordou da decisão. Com gestos inquietos, insistiu para que a técnica ligasse seu microfone e propôs a todos a volta “à música de Chico Buarque de Hollanda”. “Chega de guerra!”, pediu.
Soraya cantava. Os espectadores indignados com o comentário de Botelho vaiavam. Os demais aplaudiram ao final e se voltaram para o grupo que protestava com outras palavras de ordem: “Vai embora! Vai embora!”.
Botelho retornou ao palco para um dueto, de Biscate. As vaias não cediam. O elenco todo dava sinais de nervosismo e tensão, com atores conversando entre si e gesticulando intensamente no palco. Botelho declarou a sessão suspensa e esbravejou na ponta do palco, com o braço estendido na direção da plateia, enquanto um membro da produção tentava contê-lo: “Vocês são como a ditadura! Vocês pararam o espetáculo! Vocês pararam Roda viva!”
Com um aviso sonoro, a produção se desculpou e pediu aos espectadores que se dirigissem à bilheteria para os procedimentos de devolução dos valores pagos pelos ingressos (entre R$ 25 e R$ 100).
NOS BASTIDORES
Em áudio que teria sido gravado nos bastidores após o encerramento do espetáculo e divulgado na internet, Botelho reclama da reação da plateia. “São neonazistas, são escrotos, são petistas, são o que há de pior no Brasil. Isso é o que há de pior no Brasil. Essa gente chega e peita um ator que está em cena. Um ator que está em cena é um rei. Não pode ser peitado. Não pode ser peitado por um negro, um filho da puta que sai da plateia. Não pode. Não pode ser peitado. Eu estava fazendo uma ficção”, esbraveja, em conversa com uma mulher também integrante da montagem.
Do JC On Line De janeiro a maio deste ano, os deputados estaduais gastaram a maior parte da verba indenizatória na locação de veículos. Foram R$ 608 mil desembolsados na rubrica “hospedagem, passagens e locação de transporte”, entre os quais o aluguel de carros foi o mais utilizado. Em seguida, eles investiram R$ 592 mil […]
De janeiro a maio deste ano, os deputados estaduais gastaram a maior parte da verba indenizatória na locação de veículos. Foram R$ 608 mil desembolsados na rubrica “hospedagem, passagens e locação de transporte”, entre os quais o aluguel de carros foi o mais utilizado. Em seguida, eles investiram R$ 592 mil na contratação de consultorias, boa parte em escritórios de advocacia. Cada deputado estadual tem direito a R$ 15.450,00 mensais. Caso não utilize tudo, esse valor é acumulável. Os dados estão no recém lançado Portal da Transparência da Assembleia Legislativa (Alepe).
A média do gasto com locação de automóvel foi de R$ 5.400,00, quase o teto da rubrica (R$ 5.407,50). As empresas com as quais os deputados fizeram contratos foram as mais variadas. Alguns, porém, terminaram por locar veículos com a Barreto Santos Ltda, que foi a vencedora do pregão eletrônico no início do ano. O valor empenhado no contrato foi de R$ 2.092.415,79, dos quais R$1.162.460,35 já foi pago.
O teto vale para todos os 12 “itens” da verba indenizatória, que incluem gastos com material de expediente, internet, telefone, serviços gráficos e postais, peças de veículos, assinatura de jornais etc. Depois de locação de veículos e consultoria, o terceiro item que mais recebeu verba dos deputados foi “divulgação da atividade parlamentar”.
O deputado estadual que mais fez uso da verba neste primeiro semestre foi Tony Gel, do PMDB (R$ 77.249,98). Os maiores gastos dele foram com a locação de um imóvel e de veículo. Ele investiu, por mês, cerca de R$ 3.300,00 na manutenção de um imóvel em Caruaru, seu reduto eleitoral, e travou contrato com a Barreto Santos Ltda no valor de R$ 5.400,00. O deputado foi procurado pelo JC, mas não retornou o contato.
O que menos gastou foi o novato Edilson Silva (Psol) – R$ 9.149,46 em quatro meses. De acordo com sua assessoria de imprensa, ao contrário de quando abriu mão do auxílio-paletó e da emenda parlamentar, gastar menos com verba indenizatória não é uma “opção política” do psolista. O deputado ainda está estruturando sua equipe e local de trabalho e deve investir o recurso. Curiosamente, três deputado não usaram um centavo da verba: Diogo Moraes (PSB), Bispo Ossésio (PRB) e Rogério Leão (PR). O socialista informou, por meio de sua assessoria, que ainda poderá requisitar o recurso quando houver necessidade.
O Portal também escancara o fato de que, à revelia do concurso público feito em 2014, a grande maioria da estrutura legislativa continua a ser de comissionados: são 1300 cargos de confiança para 321 efetivos. No quadro de pessoal, ainda há 127 funcionários cedidos de outros órgãos. A Alepe só começou a tirar do papel a promessa de concurso em 2013, justamente após a pressão social exercida pelas “jornadas de junho”. Naquele ano, houve muitos cortes no número de comissionados e terceirizados. Havia gabinete com mais de 40 cargos de confiança lotados. Atualmente, de acordo com os dados do Portal da Transparência, o número por gabinete varia de 20 a 29.
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