São José do Egito: prefeitura e CEPE lançam Feira da Poesia
Por Nill Júnior
São José do Egito, o berço imortal da poesia
A primeira edição da Feira de Poesia que acontecerá no Pajeú, organizada pela Companhia Editora de Pernambuco com apoio da Prefeitura de São José do Egito e de outras prefeituras da região contará com lançamento estadual nesta terça (09).
Haverá entrevista coletiva com participação dos principais veiculos de comunicação de Pernambuco.
O evento acontece as 10h da manhã na sede da CEPE (Companhia Editora de Pernambuco), no bairro de Santo Amaro, na rua Coelho Leite, no Recife.
Na quinta (11), acontecerá o lançamento regional da feira, com uma entrevista coletiva para os veiculos de comunicação do Pajeú, no auditório da Secretaria de Educação as 15h.
do JC Online A futura bancada de oposição na Assembleia Legislativa – que já se intitula de “nova oposição de Pernambuco” – não vai dar a tradicional trégua de seis meses, de começo de governo, ao novo governador Paulo Câmara, que assume em 1º de janeiro. Por considerar que se trata do nono ano do […]
A futura bancada de oposição na Assembleia Legislativa – que já se intitula de “nova oposição de Pernambuco” – não vai dar a tradicional trégua de seis meses, de começo de governo, ao novo governador Paulo Câmara, que assume em 1º de janeiro. Por considerar que se trata do nono ano do mesmo governo, o do PSB, que apresentou a candidatura do socialista como de continuidade das duas gestões de Eduardo Campos (2007-2014) – e não um novo governo –, os oposicionistas decidiram que não cabe dar tempo ou esperar por ações e sim cobrar do próximo governante o que deveria estar concluído ou em andamento.
Por conhecer a máquina, o consenso é não dar prazo a Paulo Câmara para adotar iniciativas de retomada de obras paradas e começar a cumprir o programa de governo. A bancada avisa que chegará em 2 de fevereiro de 2015, na abertura do ano Legislativo, com uma lista de atividades e um plano de atuação. A pressão será para que Paulo mostre serviço de imediato, indiretamente forçando a reaproximação política e a retomada de parcerias com o governo Dilma (PT). “Não haverá trégua. Chegaremos com uma agenda de audiências públicas e visitas a obras inacabadas”, revela Sílvio Costa Filho (PTB), provável líder da bancada.
A posição foi tomada na primeira reunião dos oposicionistas, quinta-feira (18), quando esboçaram o planejamento de 2015. Tachada de omissa e adesista, em sua maioria, a bancada saiu do encontro anunciando mais unidade, articulação e interação nas ações nos próximos quatro anos. “Não tem que ter trégua. O próximo governo é uma passagem de bastão sem parar de correr. Cadê o presídio de Itaquitinga (Mata Norte) e o Arco Metropolitano (Goiana a Suape)? Há um conjunto de promessas que serão cobradas no primeiro momento”, antecipa Edilson Silva, do noviço Psol no Legislativo estadual.
Oposição aos governos federal e estadual, o Psol chegará à Alepe sob expectativa de incorporar mais conteúdo político-ideológico e mais qualidade ao debate na Casa, além de mais fiscalização sobre o Executivo e sobre o comportamento corporativo na Casa. “Na hora de ganhar as eleições, o PT e o PSB brigaram pela paternidade das obras; na hora de assumir responsabilidade pelos atrasos, um passa a responsabilidade para o outros”, provoca o psolista.
Na Alepe, porém, Psol, PT e PTB vão atuar articuladamente. E Paulo Câmara pode sentir isso já com um mês de governo. A oposição quer abrir a agenda de audiências públicas com a convocação do futuro secretário da Fazenda, Márcio Stefanni, atual secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado. “Em 2010 havia um superávit de R$ 208 milhões. Agora, João Lyra vai passar o governo com um déficit primário de R$ 1 bilhão. Como o Estado vai resolver?”, questiona Sílvio Filho. “Não vai ter trégua. Vamos colocar o governo na defensiva”, avisa Edilson.
O vice-prefeito Márcio Oliveira disse ao programa Frequência Democrática, na Rádio Vilabela FM, que, até que provem o contrário – Márcia Conrado vem se beneficiando do poder econômico da pasta da Saúde para financiar os planos de assumir a cabeça de chapa do grupo nas eleições 2020. “A gente não está concorrendo simplesmente com uma secretária […]
O vice-prefeito Márcio Oliveira disse ao programa Frequência Democrática, na Rádio Vilabela FM, que, até que provem o contrário – Márcia Conrado vem se beneficiando do poder econômico da pasta da Saúde para financiar os planos de assumir a cabeça de chapa do grupo nas eleições 2020.
“A gente não está concorrendo simplesmente com uma secretária [de saúde]. A gente está concorrendo com um fundo, talvez o maior fundo político do nosso município. Antigamente tínhamos a secretaria de Desenvolvimento Social, que era da mulher do prefeito, porque era por aquela secretaria que se fazia política. Hoje, e se eu tiver errado vocês me digam, a secretaria que a gente tem um retorno maior é a Secretaria de Saúde, não é mais Desenvolvimento Social e não é mais a da Educação”, disparou Márcio, segundo o Farol de Notícias.
“Talvez ela [Márcia] esteja no momento certo no lugar certo. Mas existe essa diferença de estrutura e vou dizer isso – quando me provarem o contrário – ai eu poderia afirmar aqui que eu estava errado”.
Márcio revelou que houve, recentemente, uma reunião interna entre membros da base governista onde os postulantes ao cargo de prefeito reclamaram da disparidade na disputa contra Márcia Conrado.
“A reclamação foi sobre a total diferença de estruturas. Teve sim [esse debate interno]. Relatamos [isso ao prefeito]. Foi questionada essa diferença de estruturas e ela (Márcia Conrado) estava presente [na reunião]. Na reunião eu falei e tiveram outras pessoas que também falaram, mas não vou citar nomes. Cada um que fale por si. Mas há uma desproporção muito grande. O que eu questionei é a total diferença de estrutura para se concorrer, entendeu?” – desabafou.
No sertão pernambucano onde Lula já teve 90% dos votos, petista tem adesão mesmo sendo desconhecido Por João Valadares/Folha de São Paulo “Não sei o nome não, mas estou grudado em quem Lula mandar. Ele é o filho de Lula, né? Escutei dizer que era”, pergunta o aposentado José Paulino Filho, 75, após ser informado […]
No sertão pernambucano onde Lula já teve 90% dos votos, petista tem adesão mesmo sendo desconhecido
Por João Valadares/Folha de São Paulo
“Não sei o nome não, mas estou grudado em quem Lula mandar. Ele é o filho de Lula, né? Escutei dizer que era”, pergunta o aposentado José Paulino Filho, 75, após ser informado pelo repórter que Fernando Haddad (PT) é o substituto do líder petista na disputa à Presidência.
Em Solidão, Quixaba e Calumbi, três cidades do sertão pernambucano onde, em 2006, Lula teve índice de votação em torno de 90%, Haddad é um número.
Mesmo oficializado desde o dia 11 de setembro, muita gente não sabe o nome, quem ele é, quais cargos exerceu e nem de onde veio. Alguns viram “passar no repórter”, mas não lembram muito bem.
No coração do lulismo, que se espalha por outras cidades do sertão nordestino, o grau de desconhecimento em relação a Fernando Haddad é exatamente do mesmo tamanho da disposição para votar nele.
Entre os mais pobres, faixa que representa a base do eleitorado lulista, onde o petista mais cresceu segundo as últimas pesquisas, uma minoria sabe o primeiro nome. O sobrenome difícil, “que a língua não consegue dizer”, ganha variações: Adraike, Adauto, Andrade, Alade e Radarde.
A embalagem publicitária do “Haddad é Lula e Lula é Haddad” é a mais visível tradução do sertão. A resposta mais frequente e veloz, quando questionados em quem vão votar, é uma só: Lula.
A efetiva transferência de votos, sobretudo no Nordeste, é resumida pelo agricultor Severino Marques da Costa, 52. “Não precisa conhecer esse aí do nome em inglês. Quando a gente apertar o número de Lula na urna, aparece na foto. Aí eu falo: ‘prazer, Adraike’.”
Severino tem cinco filhos. Fala sem parar. Ele faz uma conta simples. “Como era a minha vida quando Lula era presidente? Ah! É o que basta para eu votar nesse aí”, explica.
Decisão teve que ser tomada depois que prefeitura ganhou ação e terreno onde funcionava antena da emissora A Direção da Rádio A Voz do Sertão conseguiu junto a Anatel autorização para deixar de operar temporariamente, a partir do próximo dia 6 de maio – coincidentemente data do aniversário da Capital do Xaxado – até que […]
Decisão teve que ser tomada depois que prefeitura ganhou ação e terreno onde funcionava antena da emissora
A Direção da Rádio A Voz do Sertão conseguiu junto a Anatel autorização para deixar de operar temporariamente, a partir do próximo dia 6 de maio – coincidentemente data do aniversário da Capital do Xaxado – até que seja concluído o processo de migração para o FM. Como são concessões públicas, rádios não podem sair do ar por única definição de seus detentores. A ideia é só voltar agora quando for concluído o processo de migração para FM cuja liberação ainda não foi definida para as rádios de Pernambuco pelo Ministério das Comunicações.
A decisão é técnica e econômica. Segundo Marcos Oliveira ao blog, a emissora até conseguiu uma área na principal serra da cidade, mas foi orientada por técnico da própria Anatel a esperar a migração. “A alegação que nós concordamos é a de que não compensa o investimento agora para, em seguida, ter que realizar novos gastos com outros equipamentos para a versão FM. Já tivemos a aprovação do plano básico da migração é é melhor esperar”, justificou.
A Justiça definiu que o terreno onde fica a antena foi cedido na década de 70 em processo que, mesmo aprovado pela Câmara de Vereadores teve falhas que não garantiram sua legitimidade. O terreno voltou para a Prefeitura, que reivindicou a área para instalação de um CEI – Centro de Iniciação para o Esporte, fruto de convênio do Governo Federal.
Funcionários da emissora ficaram apreensivos com a decisão, mas ouviram da direção que não haverá demissões. Nome de maior repercussão na grade da rádio, Francys Maya apresentará seus programas na Líder do Vale, também do grupo. Outros nomes poderão ser aproveitados até a migração.
A Rádio A Voz do Sertão é a segunda emissora mais antiga do Pajeú, só tendo menos tempo que a Pajeú AM, de Afogados da Ingazeira.
O corpo do fotografo Alexandre Severo, foi velado até o inicio da tarde foi velado no Palácio das Princesas.O cinegrafista Marcelo Lyra foi velado em uma solenidade reservada a família e amigos.
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