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Santa Terezinha: Presidente da Câmara cobra isenção da taxa de iluminação enquanto durar pandemia

Por Nill Júnior

O Presidente da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha, Adalberto Gonçalves de Brito Júnior, o Doutor Júnior, apresentará na próxima sessão da Casa a Indicação 010/2020.

Ela solicita à gestão Vaninho de Danda que elabore Lei Municipal para conceder a isenção temporária e emergencial da contribuição para o custeio dos Serviços de Iluminação Pública (COSIP), para as unidades consumidores cujo consumo de energia elétrica, realizado entre 1º de abril a 30 de junho de 2020, seja inferior ou igual a 220 kwh/mês.

A medida segundo a indicação ajudaria no enfrentamento dos efeitos socioeconômicos da pandemia de Covid-19, podendo prorrogá-la se ocasionalmente perdurar a pandemia.

“Nosso Código Tributário Municipal prevê a cobrança da tarifa de contribuição de iluminação pública nas contas de energia elétrica dos habitantes do nosso município. Mas na atualidade a renda que se adquire, seja por serviços essenciais ou pela doação governamental, deve-se arcar com as despesas para manutenção básica da família, prioritariamente alimentação”, justifica.

“Tal medida se faz urgente e Santa Terezinha precisa de uma gestão eficiente e atenta as necessidades da população, em especial a população mais carente de nosso município”, conclui, acrescentando que o Chefe do Poder Executivo deve assumir o protagonismo das ações de combate à pandemia, seguindo imediatamente a recomendação conjunta do Tribunal de Contas de Estado expedida através do ofício nº. 05/2020.

Outras Notícias

Luis Pereira é empossado na Comissão de Direito à Educação da OAB

O Diretor Acadêmico da FIS, Faculdade de Integração do Sertão, Luis Pereira de Melo Júnior, tomou posse na Comissão de Direito à Educação da Ordem dos Advogados do Brasil Pernambuco. A solenidade aconteceu no último dia 17 na sede da OAB. Na ocasião os membros da Comissão se reuniram com o presidente da seccional, Ronnie […]

O Diretor Acadêmico da FIS, Faculdade de Integração do Sertão, Luis Pereira de Melo Júnior, tomou posse na Comissão de Direito à Educação da Ordem dos Advogados do Brasil Pernambuco.

A solenidade aconteceu no último dia 17 na sede da OAB. Na ocasião os membros da Comissão se reuniram com o presidente da seccional, Ronnie Duarte e apresentaram as atividades desenvolvidas como a criação do projeto “OAB vai à Escola”.

O projeto tem por intuito debater nas unidades de ensino a violência no ambiente escolar, o direito à educação e a elaboração de currículos mais eficientes.  A intenção da Comissão é que essas ações sejam periódicas e que ocorram do litoral ao sertão do estado.

Prefeitura instala pontos de coleta seletiva em Serra Talhada

A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Meio Ambiente, instalou na semana passada os sete primeiros Pontos de Entrega Voluntária – PEVs de materiais recicláveis que irão reforçar a Coleta Seletiva no município. Foram instalados pontos de coleta na sede da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Praça de alimentação do Pátio da Feira […]

A Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Meio Ambiente, instalou na semana passada os sete primeiros Pontos de Entrega Voluntária – PEVs de materiais recicláveis que irão reforçar a Coleta Seletiva no município.

Foram instalados pontos de coleta na sede da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Praça de alimentação do Pátio da Feira Livre, Ginásio Egídio Torres, Colégio Municipal Neto Pereirinha (Malhada), Academia das Cidades do IPSEP, Câmara de Vereadores e CEU das Artes (Caxixola).

São considerados materiais recicláveis o papel (folhas, revistas, papelão, jornais, cartões, cartilhas, envelopes e impressos em geral), plástico (tampas, potes de alimentos, garrafas pet, frascos de produtos de limpeza/higiene, PVC, sacos plásticos, brinquedos e balde) e metais (latas de alumínio, latas de aço (óleo, sardinha, molho de tomate), ferragens, canos, esquadrias e arame).

Em breve outros pontos de coleta voluntária serão instaladas na cidade. Todo material depositado será coletado pela Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Serra Talhada – COOPECAMAREST.

Chuvas interditam mais uma vez o trecho da PE-545 entre Ouricuri e Bodocó

Do blog do Geraldo José A lentidão do Governo de Pernambuco provoca mais um prejuízo para a população sertaneja que tem necessidade de trafegar pela PE-545, em Bodocó, Pernambuco, principal via de acesso entre Ouricuri e o Ceará. As chuvas que caíram no final de semana mais uma vez provocou inundação no trecho do Riacho […]

Fotos: Facebook/Divulgação

Do blog do Geraldo José

A lentidão do Governo de Pernambuco provoca mais um prejuízo para a população sertaneja que tem necessidade de trafegar pela PE-545, em Bodocó, Pernambuco, principal via de acesso entre Ouricuri e o Ceará.

As chuvas que caíram no final de semana mais uma vez provocou inundação no trecho do Riacho do Pequi. A ponte teve sua estrutura física comprometida após o forte impacto das águas provenientes das chuvas que castigaram diversos municípios pernambucanos em abril deste ano. Com a interdição o acesso à cidade se dará pela via alternativa da PE-560, zona rural – (Sítio Estaca) até que a situação seja normalizada.

Em setembro foi iniciada a construção da nova ponte no trecho que se encontra interditado, no km 20 da PE-545, em Bodocó, no Araripe.

Os serviços, iniciados em outubro, estão sendo realizados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado da Secretaria de Transportes. Com as chuvas os serviços tiveram que ser paralisados.

“Seguimos agilizando as ações contra o tempo para finalizarmos tudo antes do prazo previsto de conclusão total das obras, que são 180 dias, para garantirmos o mais rápido possível, segurança e conforto para motoristas e usuários, com melhor mobilidade para população”, enfatizou o diretor-presidente do DER, Silvano Carvalho.

Lideranças e dirigentes partidários inscrevem Carlos Veras (PT-PE) à presidência estadual do PT-PE

Hoje (9), quando se encerraram as inscrições das chapas estaduais para Processo de Eleições Diretas 2025 (PED 2025), lideranças e dirigentes partidários inscrevem o deputado federal Carlos Veras (PT-PE) à presidência estadual do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco. Sua inscrição recebeu assinaturas de grupos e lideranças políticas de destaque e das correntes Construindo um Novo […]

Hoje (9), quando se encerraram as inscrições das chapas estaduais para Processo de Eleições Diretas 2025 (PED 2025), lideranças e dirigentes partidários inscrevem o deputado federal Carlos Veras (PT-PE) à presidência estadual do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco.

Sua inscrição recebeu assinaturas de grupos e lideranças políticas de destaque e das correntes Construindo um Novo Brasil, Esquerda Popular Socialista (EPS) e Socialismo em Construção e militantes independentes, além dos movimentos sindicais e sociais.

O registro de sua candidatura por essas forças simboliza um movimento coletivo plural que acredita ser esse projeto é capaz de atender aos anseios e desafios para o PT diante da conjuntura política local e nacional.

A inscrição foi realizada às 17h na sede o PT-PE e na ocasião, por meio remoto, Veras reafirmou que o seu compromisso é de fortalecer a unidade e a força do partido no Estado.

“Quero liderar um PT que una todas as forças, onde cada militante, cada dirigente tenha voz, espaço e tarefa. A nossa unidade não é de uma tendência ou outra — é de todo o partido. Vamos fazer uma direção viva, combativa e comprometida com o povo de Pernambuco”, afirmou.

De acordo com a lideranças que o representaram na ocasião, sua candidatura representa a construção de um PT plural, democrático e em movimento — presente nas lutas do povo, vibrante nas ruas e forte nas urnas.

A proposta do grupo que o apoia é promover um clima de mobilização em todo o Estado, ampliando o protagonismo do partido e defendendo com firmeza a reeleição do presidente Lula e do senador Humberto Costa.

“Vamos construir um partido ativo e altivo, das bases à direção e fazer o PT pulsar em Pernambuco com a força da nossa história e da nossa militância”, conclui Veras.

Dilma afirma que aguenta pressão e analisa alternativas para evitar impeachment

Do Estadão Conteúdo Sob intenso cerco político, Dilma Rousseff deixou impressionados os ministros com quem conversou nesta semana. Não sem motivo: com uma frieza a toda prova, ela expôs planos de governo para os próximos dias, meses e até para 2018. “Podem ficar tranquilos porque eu aguento bem a pressão. Sou resistente”, disse a presidente, […]

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Do Estadão Conteúdo

Sob intenso cerco político, Dilma Rousseff deixou impressionados os ministros com quem conversou nesta semana. Não sem motivo: com uma frieza a toda prova, ela expôs planos de governo para os próximos dias, meses e até para 2018. “Podem ficar tranquilos porque eu aguento bem a pressão. Sou resistente”, disse a presidente, ainda gripada, em uma das reuniões com a equipe.

Sem tempo, Dilma trocou a leitura frenética de livros pela análise minuciosa de mapas de votação na Câmara, onde uma comissão com 65 deputados vai definir o destino do impeachment. Ampliou o escopo, mirando em mais do que os 171 votos necessários para barrar o processo no plenário, e exibiu habilidade em decorar o Estado de cada parlamentar a ser fisgado

A ordem é abrir o cofre, atender os aliados fiéis, desalojar os “traidores” e dividir o PMDB, que na terça-feira deve oficializar o divórcio do governo. Na estratégia do “tudo ou nada”, Dilma partiu para o varejo das negociações políticas, virou uma espécie de “ouvidora” dos insatisfeitos, coisa que sempre abominou, e montou um gabinete de crise permanente.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a nomeação suspensa como ministro da Casa Civil e aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal para saber se poderá assumir o cargo, atua de longe na coordenação geral dos trabalhos, sem pisar no Palácio do Planalto.

A batalha de comunicação do governo é agora direcionada para “vender” a imagem de Dilma como mulher “guerreira”, que lutou contra a ditadura e hoje enfrenta um “novo modelo de golpe”. Todos os dias, Dilma recebe no Planalto ou mesmo na residência do Alvorada líderes e dirigentes de partidos aliados, além de ministros do PMDB. Pede apoio e promete mudanças.

Deputados do PP e do PR informaram a ela que será difícil manter o aval ao governo se o PMDB desembarcar e alertaram sobre um possível efeito dominó em outros partidos.

“Foi um aviso de que o gato subiu no telhado. A ficha dela caiu, mas, por incrível que pareça, não se abateu”, contou um dos deputados que estiveram com a presidente. “Parece que, se morrer, vai morrer lutando”.

Numa contraofensiva arriscada, o governo decidiu, na quinta-feira, desafiar o vice Michel Temer – que comanda o PMDB e é chamado por petistas de “chefe da facção” -, exonerando o presidente da Funasa, Antônio Henrique de Carvalho Pires, homem de sua confiança.

Nos bastidores, auxiliares de Dilma afirmam que tudo será feito para enfrentar a “conspiração” do grupo de Temer e contemplar com cargos quem pode ajudar a derrubar o impeachment na Câmara. É uma disputa voto a voto, no mais fiel estilo do “toma lá, dá cá”.

Tática semelhante foi usada em dezembro, quando Dilma dispensou o vice-presidente de Fundos e Loterias da Caixa Econômica Federal Fábio Cleto, indicado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como retaliação à atitude do deputado de aceitar o pedido de impeachment.

Em conversas reservadas, Dilma mostra inconformismo com o fato de Cunha, réu no Supremo Tribunal Federal, acusado de corrupção na Petrobras, conduzir o processo que pode levar a seu afastamento. “Eu não cometi nenhum crime para justificar a interrupção do meu mandato. Brigarei até o fim”, diz ela, enquanto a Operação Lava Jato avança sobre o governo.

No PT há quem pregue até mesmo que, em caso de impeachment, Dilma recorra à Organização dos Estados Americanos (OEA). Nesse combate, há ainda táticas de guerrilha que circulam na internet, com ameaças de fim de programas sociais, como o Bolsa Família, se a presidente cair.

Foi após a campanha da reeleição, em 2014, que Dilma terminou de ler a biografia do ex-presidente Getúlio Vargas, escrita pelo jornalista Lira Neto. Não por acaso, outro dia voltou a dar uma espiada no terceiro volume, segundo relato de um ministro. “Tudo a seu tempo”, costumava dizer Getúlio, quando era pressionado.