Sandrinho e Danilo comemoram pesquisa DataTrends na Pajeú
Por Nill Júnior
A pesquisa DataTrends, a segunda desde o início da pré-campanha parece que conseguiu a façanha de ser comemorada pelos dois palanques.
Nesta terça, o programa Rádio Vivo escutou os dois pré-candidatos à prefeitura dizendo o que acharam do levantamento. Danilo Simões e Sandrinho Palmeira disseram a Juliana Lima e Júnior Cavalcanti o que acharam da pesquisa.
Em linhas gerais, os dois comemoraram, adotando o mesmo tom das notas oficiais divulgadas na imprensa nesta segunda.
Mais pesquisas: E é só o começo. Foi apenas o segundo levantamento em parceria com o Blog do Finfa. Os próximos dias devem reservar mais emoções, com a primeira pesquisa Múltipla com Blog Nill Júnior e mais levantamentos registrados, caso oficializados por outros institutos.
A Rádio Pajeú editorialmente divulga e repercute todos os levantamentos da região até a eleição, em parceria com os blogs do Finfa (DataTrends), Nill Júnior (Múltipla) e Blog do Magno (Opinião).
O Rádio Vivo vai ao ar das 5h às 7h da manhã.
Manhã Total : já a Manhã Total às 8h debate “As pesquisas e a política”. Pesquisas influenciam ou não o voto do povo?
O que disseram Sandrinho e Danilo no Radio Vivo, a opinião de Ronald Falabella, do Instituto Múltipla. Os próximos levantamentos. Pesquisa faz diferença em campanha e pré-campanha?
O radialista Geraldo Freire, que há mais de 30 anos é líder de audiência no Recife e região metropolitana, lança neste sábado (11) no hotel Nobile Suites (antigo Quality) em Petrolina-PE, o livro ‘O que eu disse e o que me disseram’. Durante o evento, que ocorre das 9h ao meio dia, o comunicador vai […]
Gerado, quando entregou o livro ao comunicador Anchieta Santos, das Rádios Pajeú, Cidade e correspondente da Primeira Página da Rádio Jornal
O radialista Geraldo Freire, que há mais de 30 anos é líder de audiência no Recife e região metropolitana, lança neste sábado (11) no hotel Nobile Suites (antigo Quality) em Petrolina-PE, o livro ‘O que eu disse e o que me disseram’.
Durante o evento, que ocorre das 9h ao meio dia, o comunicador vai autografar a obra que conta parte importante da sua história e ajuda a entender a trajetória recente da radiofonia pernambucana.
O livro, que tem prefácio de Xico Sá, depoimentos de Ivanildo Vila Nova, Moacir Franco e Jessier Quirino, contou com a ajuda do professor Eugênio Jerônimo e chega ao Vale do São Francisco depois de concorridos lançamentos em Recife e Caruaru. Foi escrito em parceria com o professor Eugênio Gerônimo, que é sertanejo de Iguaracy.
A obra levou 10 anos para ser concluída e relata histórias curiosas e interessantes envolvendo personagens, a exemplo de Miguel Arraes e Dom Helder. Tudo com muita irreverência.
Geraldo Freire é cearense de Caririaçu, mas foi pequeno para Mimoso, Distrito de Pesqueira. Saiu de casa aos dez anos para morar com uma tia em Recife. Já contabiliza 40 anos de jornalismo, 25 destes na Rádio Jornal.
A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde divulgou a programação completa da 26ª Festa da Rapadura. O evento promete reunir milhares visitantes de toda região. A edição 2023 da festa será realizada entre os dias 7 e 10 de dezembro. A quinta-feira (7) será dedicada à noite gospel e palestra com a Pastora Tatiana […]
A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde divulgou a programação completa da 26ª Festa da Rapadura.
O evento promete reunir milhares visitantes de toda região. A edição 2023 da festa será realizada entre os dias 7 e 10 de dezembro.
A quinta-feira (7) será dedicada à noite gospel e palestra com a Pastora Tatiana Duarte.
Na Sexta-feira (8), sobem ao palco Águida Souza, Bauzão das Meninas e Vicente Nery. No sábado (9), Natanael Lima, Fernando Mendes, Fábio Diniz e Alcimar Monteiro.
No Domingo (10), Cristiano Aboiador, Kennedy Brazzil, Solange Almeida e Mateus Fernandes.
A revista “Veja” divulgou, nesta sexta-feira (18), o áudio em que o advogado Cezar Bitencourt afirma que o tenente-coronel Mauro Cid assume que foi “pegar as joias” dadas de presente pela Arábia Saudita ao governo brasileiro. A medida acontece após uma entrevista de Bitencourt ao jornal “O Estado de S. Paulo”, em que o advogado recua e […]
A revista “Veja” divulgou, nesta sexta-feira (18), o áudio em que o advogado Cezar Bitencourt afirma que o tenente-coronel Mauro Cid assume que foi “pegar as joias” dadas de presente pela Arábia Saudita ao governo brasileiro.
A medida acontece após uma entrevista de Bitencourt ao jornal “O Estado de S. Paulo”, em que o advogado recua e indica um suposto erro da “Veja” sobre a questão das joias.
“Ele [Cid] assume que foi pegar as joias. ‘Resolve isso lá’. Ele foi resolver. ‘Vende a joia’. Ele vende a joia”, disse Bitencourt à revista. O áudio comprova que o advogado mentiu ao mudar sua versão.
Segundo a analista de política da CNN Basília Rodrigues, desde que anunciou a suposta confissão de Cid, o celular do defensor não parou de tocar.
Auxiliares do advogado disseram, sob reserva, que ele limitou as ligações porque se viu sob pressão para recuar. Ouça o áudio:
Diante da repercussão negativa da postagem de um vídeo exaltando os atos golpistas de 8 de janeiro, a Deputada Federal eleita Clarissa Tércio apagou a postagem. Ela e o marido, Deputado Estadual eleito Júnior Tércio, compartilharam imagens das cenas de selvageria e crime na Capital Federal. Certamente alertada das implicações, deu um passo atrás e, […]
Diante da repercussão negativa da postagem de um vídeo exaltando os atos golpistas de 8 de janeiro, a Deputada Federal eleita Clarissa Tércio apagou a postagem.
Ela e o marido, Deputado Estadual eleito Júnior Tércio, compartilharam imagens das cenas de selvageria e crime na Capital Federal. Certamente alertada das implicações, deu um passo atrás e, apesar da firmeza de posições que costuma pregar nas redes, inclusive na defesa de tratamentos ineficazes contra a Covid-19, retirou o post.
Em seu lugar, fez uma postagem afirmando: “A Constituição Federal nos garante o direito à livre manifestação, de forma ordeira e pacífica. Em alinhamento com Jair Bolsonaro, somos totalmente contra qualquer ato de violência, vandalismo ou de destruição do patrimônio público, que venha ameaçar a nossa democracia. Orem pelo Brasil”, concluiu, em postura bem diferente de horas atrás.
Nas redes sociais, vários perfis denunciaram os parlamentares. A Deputada Federal Andrea Werner, do PSB de São Paulo propôs: “Vamos fazer uma thread só com parlamentares (de todos os estados e cidades) que estiveram no ato ou apoiaram pelas redes? Que tal? Prints aqui!” Também o Ministério Público Federal estimula denúncias de condutas criminosas de apoio aos atos.
Em ambos os casos, os perfis de Clarissa e Júnior Tércio estão entre os mais denunciados.
Deputada Federal eleita Clarissa Tercio postando vídeo que exalta a invasão terrorista ao congresso nacional.
Após os atentados contra os prédios do Palácio do Planalto, Congresso Nacional e STF (Supremo Tribunal Federal) realizados por terroristas inconformados com a derrota eleitoral de Jair Bolsonaro, a bancada do PSOL requereu ao STF que investigue uma lista de parlamentares bolsonaristas de todo o Brasil.
O casal Tércio está na lista, que ainda tem André Fernandes (PL/CE), Silvia Waiãpi (PL/AP), Magno Malta (PL/ES), Ricardo Barros (PP/PR), Sargento Rodrigues (PL/MG), José Medeiros (PL/MT), Coronel Tadeu (PL/SP), Carlos Jordy (PL/RJ) é Ana Campagnolo (PL/SC).
O pedido de investigação e responsabilização dos parlamentares tem fundamento na participação de autoridades públicas em crimes contra o Estado democrático de Direito tipificados nos artigos 359-L, 359-M e 359-N do Código Penal Brasileiro:
Abolição violenta do Estado Democrático de Direito – Art. 359-L. Tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais: Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 8 (oito) anos, além da pena correspondente à violência.
Golpe de Estado – Art. 359-M. Tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído: Pena – reclusão, de 4 (quatro) a 12 (doze) anos, além da pena correspondente à violência.
Interrupção do processo eleitoral – Art. 359-N. Impedir ou perturbar a eleição ou a aferição de seu resultado, mediante violação indevida de mecanismos de segurança do sistema eletrônico de votação estabelecido pela Justiça Eleitoral: Pena – reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa.
Ameaçou este jornalista de processo por crítica à atuação na pandemia: Em 2020, no auge da pandemia, Clarissa, apoiou o projeto “Doutores da Verdade”, em que profissionais de saúde realizavam caravanas para promover o tratamento e a prevenção do novo coronavírus (covid-19) através da prescrição e distribuição de hidroxicloroquina, medicamento comprovadamente ineficaz, que, ao contrário, matou muita gente levada a acreditar em sua eficácia em lugar de se imunizar.
As ações pelo uso da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, foram amplamente defendidas nas redes sociais da parlamentar. “Eu sempre acreditei que a medicação é uma aliada importante, quando usada precocemente”, defendeu, conforme reportagem do JC de maio de 2020.
Àquela altura, vários estudos como os publicados pelo Journal of The American Medical Association, feito por pesquisadores da Universidade de Albany, em Nova York, apontavam não haver relação entre o uso da cloroquina e a redução da mortalidade causada pela covid-19. Mas a Deputada chegou a dizer que doava parte do seu salário de deputada estadual para comprar a medicação e distribuir nas comunidades que recebiam o projeto.
À Clarissa, chegou um vídeo de um programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, em que este jornalista dizia que ela e outros bolsonaristas que defendiam tratamentos ineficazes contra a Covid-19 deveriam responder criminalmente pelas mortes que ajudaram a provocar e até ir presos. A Deputada usou a fala para auto promoção, ameaçando processar esse jornalista, em caso que teve repercussão estadual. Até hoje, não há nenhuma manifestação jurídica sobre o caso.
Pesquisa no Sistema Sagres confirma pagamentos, que só deveriam ser feitos em casos onde há necessidade de deslocamento. Quando não estava na gestão, licenciada, prefeito a substituiu pela própria mãe Por Anchieta Santos -Especial para o Blog Cada cidade tem sua própria lei que autoriza a concessão de diárias ao Prefeito, ao vice-Prefeito e aos […]
Maevia e as diárias, de acordo com o Sistema Sagres
Pesquisa no Sistema Sagres confirma pagamentos, que só deveriam ser feitos em casos onde há necessidade de deslocamento. Quando não estava na gestão, licenciada, prefeito a substituiu pela própria mãe
Por Anchieta Santos -Especial para o Blog
Cada cidade tem sua própria lei que autoriza a concessão de diárias ao Prefeito, ao vice-Prefeito e aos demais servidores do Poder Executivo, que se deslocarem do município, em caráter eventual ou transitório, para outro ponto do território nacional, para desempenhar atividades relacionadas com o serviço público e de interesse da municipalidade.
A concessão de diárias, destina-se a cobrir despesas de alimentação e hospedagem. Mas em Tavares um fato gravíssimo chama a atenção e foi denunciado por integrante da oposição à produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta.
O Prefeito Ailton Suassuna efetua pagamentos mensais de diárias de R$ 900,00 em valores fixos, como se fosse salário, desde o ano de 2013 até este ano de 2019 à sua irmã, Maevia Pouline Suassuna Porto, Secretária do Controle Interno, às custas do erário municipal. Já se vão R$ 61.500,00 ao longo dos anos, de acordo com o Sagres, do TCE-PB.
A coincidência de valor chama a atenção. Nunca foi pago R$ 899,00 ou R$ 901,00 à irmã de diárias. Em sete anos o valor foi sempre o mesmo, R$ 900,00. Nos meses em que não pode receber as diárias, porque estava afastada durante o período eleitoral, entre agosto e outubro do ano 2016, quem recebeu os R$ 900,00 de diárias foi sua genitora, Isaura Suassuna Porto Dos Santos, que inclusive tem dificuldades de locomoção, como é de conhecimento público, não fazendo jus às diárias.
Segundo o Sagres do TCE-PB, a irmã do Prefeito, Maevia Pouline Suassuna Porto, Secretária do Controle Interno, recebe salário de R$ 3.500,00 mensais. Daí fica o questionamento ao Poder Legislativo Municipal, que recebe para fiscalizar o executivo. Por que de 2013 a 2019 os vereadores calaram diante de tamanha irregularidade? E o que dizem os órgãos de controle?
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