Salgueiro: na Câmara , vereadora diz que gestão Clebel “tira dos pobres para dar aos ricos”
Por Nill Júnior
Na sessão da Câmara de Salgueiro, a vereadora Eliane Alves (PSB) disse que a gestão Clebel tira dos pobres para dar aos ricos, com base em depoimento que ouviu de popular.
“No transporte escolar foram alterados os valores pagos pelo município para R$ 4 milhões e 90 mil, sendo o valor mensal do repasse do transporte escolar de R$ 705 mil.
“Houve um aumento de R$ 170 mil”, reclamou. Apesar disso, reclama a vereadora, o transporte escolar já apresentou falhas no Mandacaru, Pau Ferro, Letras e Conceição das Crioulas”.
Para ela, enquanto aumenta o dinheiro para transportes escolar, os postos de saúde do Município estão sem poder fazer exames preventivos e atendimento odontológico por falta de luvas. Ela relatou também a falta de distribuição de remédios aos pobres do Município.
Disse ainda haver descaso no TFD. “Quando a população reivindica seus direitos estão chamando a polícia para acuá-la”, reclamou. Disse ainda que falta incentivo para o esporte do município, em contrassenso a altos repasses para o Salgueiro Atlético Clube.
E seguiu: “o programa Jovem Aprendiz oportunizou mais de 100 primeiros empregos em 2016, mas em 2017 o programa não foi pactuado pela atual gestão”. Por fim, relatou que não há apoio à cultura e turismo do Município. “Acabou o Motofest e outros eventos, pela falta de incentivo à cultura local, que afeta os pequenos vendedores que dependem destes eventos para complementar sua renda”.
O evento contou com a participação de prefeitos, secretários, técnicos e controladores municipais A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) concluiu com êxito o Seminário de Encerramento de Mandato e Transição, realizado na sede da Amupe, em Recife, nesta quarta-feira (21). O evento, que reuniu prefeitos, secretários, técnicos e controladores municipais, teve como objetivo preparar os […]
O evento contou com a participação de prefeitos, secretários, técnicos e controladores municipais
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) concluiu com êxito o Seminário de Encerramento de Mandato e Transição, realizado na sede da Amupe, em Recife, nesta quarta-feira (21).
O evento, que reuniu prefeitos, secretários, técnicos e controladores municipais, teve como objetivo preparar os agentes públicos para os desafios e responsabilidades do encerramento de mandato, garantindo uma transição de governo organizada e transparente.
O seminário destacou-se pela qualidade das palestras e pela participação ativa dos gestores municipais. Especialistas renomados, incluindo consultores técnicos da Amupe, contadores e servidores do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), abordaram temas essenciais para a gestão pública, proporcionando uma rica troca de experiências entre os participantes.
Mariana Medeiros, Prefeita de Cumaru e 1ª Secretária da Amupe, compartilhou sua experiência pessoal e enfatizou a importância do evento: “Este seminário foi um grande sucesso, e isso é algo que valorizo muito, pois é uma questão pela qual passei em 2016. Sei como é importante ter essa preocupação com a transição de mandato. Junto com a diretoria da Amupe, estamos totalmente comprometidos em dar todo o apoio necessário às prefeituras, aos prefeitos e às prefeitas, para que, neste período de transição, tudo seja feito com excelência”, afirmou. Mariana reforçou o compromisso da Amupe em garantir que cada gestor receba o suporte necessário para uma transição organizada e eficiente.
O presidente da Amupe e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, também destacou a relevância do evento para o municipalismo pernambucano: “Este seminário reforça o papel da Amupe de capacitar agentes para garantir eleições transparentes e organizadas em nossos municípios. Ele é uma oportunidade única para que os servidores públicos municipais se capacitem e adquiram o conhecimento necessário para conduzir suas gestões de forma responsável e eficaz, especialmente em um momento tão crucial como a transição de mandato. Juntamente com o Seminário de Condutas Vedadas aos Agentes Públicos no Período Eleitoral, concluímos uma série de capacitações voltadas para as eleições municipais.”
O seminário faz parte das ações contínuas da Amupe para fortalecer a gestão pública municipal, oferecendo suporte e capacitação aos municípios pernambucanos. Com o sucesso deste evento, a Amupe reafirma seu papel como parceira essencial dos gestores municipais, promovendo a modernização e a transparência na administração pública.
Do Estadão Após meses de discussões acaloradas por senadores e integrantes do governo e idas e vindas do Palácio do Planalto, o Senado aprovou há pouco o projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que desobriga a Petrobras de ser a operadora única e ter participação mínima de 30% na exploração da camada do pré-sal. O […]
Após meses de discussões acaloradas por senadores e integrantes do governo e idas e vindas do Palácio do Planalto, o Senado aprovou há pouco o projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que desobriga a Petrobras de ser a operadora única e ter participação mínima de 30% na exploração da camada do pré-sal. O texto, que segue para a Câmara dos Deputados, recebeu 40 votos a favor, 26 contra e ainda ocorreram duas abstenções após seis horas de debates.
A proposta representa uma derrota para o Executivo na reta final que, ao durante o dia, teve de fazer um recuo sobre a orientação repassada inicialmente à bancada do PT na Casa e preferiu negociar uma proposta tida como redução de danos. Nos últimos dias, a presidente Dilma Rousseff mandou sinais contraditórios a interlocutores diferentes, o que na avaliação dos senadores demonstrou que ela não quis se posicionar sobre a matéria.
Os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, e da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, fecharam um acordo com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator da matéria, para garantir que a estatal tenha ao menos o direito de preferência na participação de futuras licitações. Essa era a mesma linha defendida pelo ministro de Minas e Energia, o senador licenciado pelo PMDB Eduardo Braga, que participou das negociações.
Até o início da tarde, Wagner e Berzoini atuaram para tentar rejeitar o projeto de Serra e manter a atual legislação de dezembro de 2010. Defenderam essa orientação, inclusive, ao líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que foi indicado pelo Planalto hoje para a liderança do governo na Casa. Mas foram premidos a recuar diante da possibilidade de derrota e preferiram discutir um texto alternativo com o próprio relator. E passaram a disparar telefonemas para senadores pedindo apoio à solução negociada.
O texto acordado prevê que Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), considerando o interesse nacional, “oferecerá à Petrobras a preferência para ser o operador dos blocos a serem contratados sob o regime de partilha de produção”. A versão anterior do parecer de Jucá – questionada por senadores do PT – não garantia o direito de preferência, uma vez que dizia que o CNPE “poderá oferecer” à estatal o direito de preferência.
A Petrobras terá 30 dias para se pronunciar após ser notificada pelo conselho. Outra alteração feita por Jucá, acordada com os ministros do Planalto, diz que após a manifestação da empresa, o CNPE vai propor à Presidência da República quais blocos deverão ser operados pela empresa, indicando a participação mínima do consórcio de 30%.
BANANA
A bancada do PT e outros senadores da base aliada independentes tentaram barrar qualquer alteração. Entre os argumentos usados, estavam o de de que o baixo preço do barril de petróleo atualmente não é o ideal para se mudar as regras de exploração e retirar a obrigatoriedade da estatal na exploração e que a mudança representaria a “entrega” de uma riqueza brasileira. “Nós estamos querendo entregar o pré-sal a preço de banana para as multinacionais do petróleo”, crticou Lindbergh Farias (PT-RJ)
Os defensores da mudança, por sua vez, defenderam que a Petrobras está sem recursos suficientes para fazer a exploração na camada do pré-sal. Não existe, afirmam, qualquer tipo de entreguismo na mudança legal em discussão. Para Serra, disse haver uma ignorância grande por parte de quem o ataca em relação ao projeto.
“Ninguém está entregando nada. Ninguém está levando nada embora. Tudo continua nas mãos do poder público. Apenas a Petrobras não é obrigada a investir. Apenas isso. Se ela quiser, em um mês, ela manifesta sua intenção e ela que controlará o posto”, afirmou. Para o tucano, o projeto “ajuda” a estatal petrolífera
O relator do projeto disse que houve um avanço, uma vez que a proposta foi fruto de um acordo que permitirá a estatal se reerguer. “O que nós estamos fazendo aqui é tirar a obrigatoriedade de a Petrobras participar de todos os campos, todas as operações e todas as sociedades”, afirmou Jucá. “Abrimos o mercado, mas resguardamos o filé para a Petrobras, não estamos enfraquecendo-a, pelo contrário, dando condições para que ela efetivamente escolha o que é mais rentável”, completou.
Após a votação, Lindbergh Farias – que recebeu a orientação inicial do governo de ser contra – disse ter se sentido abandonado pelo governo “numa matéria que era estratégica”. Em solidariedade, a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), que tinha uma proposta de emenda à Constituição para manter as atuais regras, fez coro ao petista: “O governo não tinha meu voto, agora não tem o meu respeito”.
O engenheiro responsável pela construtora Ancar, Paulo Gusmão, disse hoje em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que foram retomadas hoje as obras duplicação e revitalização dos acessos a Afogados da Ingazeira, ligando à PE 320. “Os trabalhadores chegaram ontem, prepararam os equipamentos e retomaram o trabalho hoje”, afirmou. Segundo ele, pelo período […]
O engenheiro responsável pela construtora Ancar, Paulo Gusmão, disse hoje em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que foram retomadas hoje as obras duplicação e revitalização dos acessos a Afogados da Ingazeira, ligando à PE 320. “Os trabalhadores chegaram ontem, prepararam os equipamentos e retomaram o trabalho hoje”, afirmou.
Segundo ele, pelo período de paralisação houve danos à base da obra Algumas áreas de acostamento também foram danificadas por conta de retorno feito indevidamente por motoristas. “Vão ser corrigidos esses danos e será colocada a primeira camada de asfalto”, garantiu.
A terceira e última etapa envolverá os trabalhos de camada final de asfalto, acabamento e iluminação. Ele entretanto afirmou que os repasses feitos pelo estado garantem a segunda etapa, restando uma última parcela para a etapa final. “Entretanto, acreditamos que a obra não sofrerá mais interrupções”, disse.
A obra está orçada em quase R$ 5 milhões. O trecho é de 1,58 quilômetros. A obra, iniciada em janeiro de 2017, já deveria ter sido concluída. O prazo final era janeiro deste ano.
Odair José: “70% da classe artística concorda com o que está aí” Em conversa com esse blogueiro, o cantor Odair José, que se apresentou em Afogados da Ingazeira nos 60 anos da Rádio Pajeú, disse que se sente a vontade para se posicionar politicamente diante do atual cenário. “Eu como ser humano e através do […]
Odair José: “70% da classe artística concorda com o que está aí”
Em conversa com esse blogueiro, o cantor Odair José, que se apresentou em Afogados da Ingazeira nos 60 anos da Rádio Pajeú, disse que se sente a vontade para se posicionar politicamente diante do atual cenário.
“Eu como ser humano e através do meu trabalho não me vejo fora disso. Como compositor, não posso ficar alheio ao que acontece no meu tempo. Não posso achar de minha vida um arco-íris quando o resto da população não está vendo isso. Sempre falo para as pessoas que conversava muito com Raul Seixas sobre de que forma a gente poderia fazer um trabalho da importância , do conceito social. A gente vai fazer só música? Vai fazer também, as você não pode ficar alheio ao seu tempo. Eu não saberia”.
Disse achar que a participação da classe artística tá pouca nesse debate. “Mas tá pouca porque infelizmente, 70% da classe artística concorda com o que está aí”.
Na conversa de cafezinho, com o gravador desligado, Odair disse que um dos problemas da política econômica do atual governo é achar que as reformas resolverão tudo, quando o problema está na desigualdade social. Também que os generais que apoiam Bolsonaro e criticam a possível soltura de Lula sabem que estão em uma encruzilhada. “Lula solto é um problema, preso é também. Acharam que a merda viraria pó. Não virou. Não é como antes”, fala, referindo-se ao período em que presos políticos eram mortos no regime.
Se dizendo um “cantor de rádio”, Odair falou muito sobre os episódios que marcaram sua vida no combate à censura. Odair se diz impressionado com o fato de que sente nos dias de hoje um ambiente parecido com o vivido entre os anos 60 e 70, quando foi bastante censurado pelos generais à época, por letras como “Eu vou tirar você desse lugar”, “pare de tomar a pílula” e outras. Por isso, seu disco “Hibernar na casa das Moças ouvindo Rádio”, diz ele, é um “convite à desobediência à essa hipocrisia estabelecida”. Diz que esse ciclo tem tomado o mundo.
“Eles achavam que eu era indecente, que eu falava das coisas que eles não queriam que eles fala”. Levado a um general, perguntando o que era possível para destravar uma letra, ouviu que “o que estava proibido era a ideia”.
Odair é um artista de posição, goste você delas ou não.
Quanto é?
O Desembargador Cláudio Jean Nogueira, empolgado com a pré-candidatura a prefeito de Afogados da Ingazeira, partiu para comprar a rádio local, antiga Transertaneja FM, hoje retransmissora da Rede Brasil, pertencente ao Grupo Inocêncio Oliveira, certamente para reproduzir suas ideias. Ainda perguntou quanto era. Ouviu um “não está a venda” do grupo.
Broxando
Representantes de motéis de Afogados da Ingazeira têm reclamado que o cenário econômico nacional, a espera de aquecimento bancado por Paulo Guedes e Bolsonaro, teve queda importante de movimento. Quem recebeu a notícia diz ao blog que é reflexo que tem afetado um setor importante. Em suma, diz que o Capitão tem feito cair o tesão… Já a turma de Bolsonaro garante que “sobe já”…
DNBanco
Anchieta Patriota, diz que recebeu a notícia de reabertura do BB da Superintendência do Banco na 5ª feira, dia 24, reconstruído onde existia a agência anterior, alvo de ação criminosa em 2018. Já o Presidente da Câmara, Gleybson Martins, disse que a reunião com o Diretor de Governo do Banco do Brasil, Ênio Mathias, em setembro, foi determinante. O banco ainda não informou quando sai o resultado do exame de DNA, mas avisa que quem costuma parir e matar agências é ele mesmo…
Consanguíneos
Matemática da política: quando em determinada gestão o advogado do mandatário ou procurador aparecer mais que o próprio dito cujo, é sinal de que a gestão dele é desmantelada, desacertada, remendada. Nisso, dois desafetos tabirenses são muito iguais: Sebastião Dias e Dinca Brandino. Se são como almas opostas no discurso, nesse tema são praticamente irmãos de sangue.
Índio quer apito
O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, que, dizem alguns, está menos midiático, apareceu em Serra Talhada ao lado de tribos indígenas, quilombolas e ciganos. O MPPE realizou, em Serra Talhada, a 2ª Oficina de capacitação e sensibilização do Projeto Raízes. O objetivo, conhecer as lideranças locais das comunidades tradicionais, conhecer suas demandas e necessidades mais urgentes.
Paralisia política
A foto que viralizou em Serra Talhada, da alegria do encontro de Victor Oliveira e Márcia Conrado, é Fake News, só provando como é fria por momento a política na Capital do Xaxado. porque o que era notícia não era notícia. E ficamos como estamos. Márcia ao lado de Duque em tudo que é agenda, Marquinhos Godoy em stand by, a oposição sem saber se vai de Victor ou Carlão, a terceira via de Marquinhos de novo e a Direita esperando por João Daniel, sem João dizer ser candidato a nada.
Esse…
Bem ao seu estilo, Evandro Valadares defendeu a ida a quase vinte gabinetes de Deputados e Senadores nesse mês em Brasília. O prefeito argumentou que já vem tendo retorno de alguns deles justamente por conta da insistência. “O Deputado vê a gente batendo a porta e diz, esse porra já veio aqui de novo, é insistente. E ajuda…”
Poste ou aposte?
Depois de ser comparado a um poste pelo prefeito Totonho Valadares, o vice-prefeito Alessandro Palmeira estará nesta segunda no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Criticado por aliados por não colocar seu bloco na rua ainda, deve vir com tom mais agressivo desde que teve seu nome alçado à condição de “candidatável” pelo prefeito José Patriota. Deve vir com chumbo grosso.
Frase da semana: “Eu virei para o presidente e falei assim: ‘Resolvi, presidente’. Ele falou assim: ‘Ótimo, graças a Deus’.”
O Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho, falou sobre a posição política da governadora Raquel Lyra nas eleições de 2024. Foi em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Em resumo, disse que a decisão ainda será avaliada. Tanto Danilo Simões quanto Sandrinho Palmeira sinalizam buscar o apoio de Raquel. […]
O Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho, falou sobre a posição política da governadora Raquel Lyra nas eleições de 2024.
Foi em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
Em resumo, disse que a decisão ainda será avaliada. Tanto Danilo Simões quanto Sandrinho Palmeira sinalizam buscar o apoio de Raquel.
Recentemente, a governadora sinalizou que não deve ter grande envolvimento nas eleições municipais e que quer trabalhar com os prefeitos.
Mário também disse que, se demandado, poderá ser candidato a prefeito ou a vice no município, mas só se for para servir à composição política por orientação de Raquel. Ele estrutura o PSDB na cidade.
Ele avaliou as ações da gestão Raquel na região e falou das perspectivas para 2024. Em linhas gerais fez avaliação positiva e prometeu se empenhar em pautas da região como a Estrada Tabira-Água Branca.
Você precisa fazer login para comentar.