Obra bastante aguardada pelos moradores de Salgueiro e várias outras cidades do Sertão pernambucano, a conclusão do Complexo de Polícia Científica de Salgueiro, que conta com IML, foi incluída pela governadora Raquel Lyra no plano do programa Juntos Pela Segurança.
A notícia foi comemorada por aliados da governadora e pela população. Com o IML Salgueiro, haverá descentralização de um serviço só realizado em Petrolina, Caruaru e Recife.
O projeto faz parte do eixo Infraestrutura Civil e Científica, que também prevê a criação da Delegacia da Mulher Móvel, construção de 12 Complexos de Polícia Civil, implantação de 15 novas delegacias e reformas das 25 já existentes, construção da nova sede do Depatri, construção de seis novos Complexos de Polícia Científica, conclusão do Complexo de Polícia Cientifica de Caruaru e reforma do IML de Recife.
O programa, que engloba várias outras ações além destas informadas, foi lançado na Arena Pernambuco com presença da vice-governadora, Priscila Krause, e diversas autoridades públicas do Estado.
De acordo com Raquel, o Governo do Estado já garantiu R$ 1 bilhão para investir na segurança pública, com objetivo de reduzir os homicídios, crimes contra o patrimônio e violência contra mulher em 30% até 2026.
Após a votação da reforma trabalhista na Câmara, os parlamentares agora debatem mudanças nas leis específicas para os agricultores. Entre as alterações propostas estão a permissão de jornada de trabalho de 12 horas, o fim das férias e até a troca de serviço por alimentação ou casa. A proposta já vem gerando reações de diversos […]
Após a votação da reforma trabalhista na Câmara, os parlamentares agora debatem mudanças nas leis específicas para os agricultores. Entre as alterações propostas estão a permissão de jornada de trabalho de 12 horas, o fim das férias e até a troca de serviço por alimentação ou casa. A proposta já vem gerando reações de diversos setores da sociedade. No Senado, o líder da Oposição, Humberto Costa (PT), chamou as mudanças de “abolição da Lei Áurea”.
“O que estão propondo agora para os trabalhadores rurais consegue ser ainda mais perverso do que o que estão tentando fazer com os trabalhadores urbanos Querem que o trabalhador não tire férias, trabalhe ininterruptamente e tenha como moeda de troca comida. Nunca pensei que chegaríamos a esse ponto, mas o que estão querendo fazer com os trabalhadores rurais não é nada menos do que restituir a escravatura no Brasil e pior: fazer com que o trabalho escravo vire lei”, afirmou o senador Humberto Costa.
Para o senador, há uma tentativa crescente de aniquilar os direitos e a voz dos trabalhadores no governo de Michel Temer. “O que vemos é a construção de uma agenda permanente deste governo que aí está para dizimar os trabalhadores. Estão fazendo ressurgir um pensamento de um período remoto da história brasileira em que aceitava o trabalho como algo que feria a dignidade humana, em que o próprio trabalhador era visto como mercadoria e que o mantinha submisso a uma situação de exploração extrema.
O líder oposicionista também defendeu que a mobilização contra as reformas precisa ser permanente. “Na última sexta-feira, paramos o Brasil para dizer que não aceitamos esse projeto. Precisamos continuar a luta em todos os espaços possíveis para dizer que não aceitamos retrocessos e que não descansaremos enquanto estiverem em jogo os direitos dos trabalhadores do nosso país. Só assim conseguiremos virar esse jogo”, afirmou Humberto.
Por André Luis Neste final de semana, quando acontece em Afogados da Ingazeira o Afogareta 2020 e o início da Festa de Janeiro em Iguaracy – ambas com início nesta sexta-feira, a Operação Lei Seca estará atuando na região. Durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM desta sexta-feira (10.01), o coordenador da operação, […]
Neste final de semana, quando acontece em Afogados da Ingazeira o Afogareta 2020 e o início da Festa de Janeiro em Iguaracy – ambas com início nesta sexta-feira, a Operação Lei Seca estará atuando na região.
Durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú FM desta sexta-feira (10.01), o coordenador da operação, André, a apoiadora da X Geres, Janaína Diniz, o coordenador do Detran, Araújo e o Sargento Heleno, falaram sobre a operação que segundo eles, tem o objetivo de fazer a cobertura dos eventos que acontecem na região com a intenção de reduzir o número de acidentes.
“Espero que o pessoal se conscientize antes de ser punido de que beber e dirigir é errado.” Destacou André.
Segundo Janaína, a operação se faz necessária por perceberem um aumento no número de vitimas em relação aos acidentes de trânsito “e uma das principais causas é o consumo de álcool, são as vítimas que não usam proteção, não usam o cinto, e aí acabam indo a óbito ou com sequelas que são pra vinda inteira”, disse Janaína.
Janaína ainda chamou a atenção para o fato de que 70% das pessoas envolvidas em acidentes com a combinação álcool-condução, são homens, com idade de 20 a 39 anos. “Portanto na faixa etária produtiva e que deixam de produzir e muitas vezes de sustentar as suas famílias”, alertou e emendou: “nossa intenção não é repreender e sim que a gente consiga reduzir esse número de óbitos e de vítimas”, destacou Janaína.
Sargento Heleno explicou que a Polícia Militar faz a parte da abordagem e destacou que a operação que atua na região veio completa. “Viemos com os motociclistas. Então nós teremos a parte dos policiais militares que ficarão parados na blitz e a outra parte que estará rodando toda a circunvizinhança da cidade e dentro da cidade para buscar condutores que estejam sob efeito de bebida de alcoólica, conduzindo sem capacete, sem cinto de segurança e outras situações que possam ocasionar algum tipo de problema na parte de trânsito. A policia miliar dá esse suporte na Segurança Pública junto a todo o efetivo da Lei Seca que é composta pela Secretaria de Saúde, Polícia Militar e o Detran”, explicou o Sargento.
Sobre as criticas de que a Operação Lei Seca se trata de uma fábrica de multas do governador Paulo Câmara, inclusive com depoimentos e criticas de parlamentares de Afogados e região, Araújo disse não existir fábrica de multas.
“Existe o condutor infrator e existe o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para estar sendo realizado o procedimento. Já são 8 anos de Operação Lei Seca e a gente sempre tem esse convenio junto a região aqui do Pajeú e o que a gente faz é tentar salvar vidas. Quando a gente vem para realizar operações seja onde for, a gente vem no intuito de colocar o CTB em prática.” Asseverou Araújo.
Questionado sobre o que acontece com o condutor que se recusa a fazer o teste do bafômetro, André explicou que o condutor pode recusar. “Caso se recuse, vai sofrer medida administrativa, que é multa de R$2.934,00, a carteira vai ser recolhida por 48h, o veículo só sai com um condutor habilitado que não tenha bebido e vai ter que fazer o teste no local”, explicou.
Ele ainda explicou que caso o condutor se negue em fazer o teste, mas que a autoridade policial notar que ele esteja visivelmente embriagado, o cidadão pode ser conduzido a delegacia como flagrante de crime de trânsito.
Chamou a atenção a condução por parte da governadora Raquel Lyra. Ela não aparentou incômodo com o grande volume de pessoas que entrou no espaço interno da estrutura da Adutora. Se permitiu fotos com populares e deu atenção. Falou pouco à imprensa em uma rápida coletiva de 4 minutos. Antes de sair para Serra Talhada, […]
Chamou a atenção a condução por parte da governadora Raquel Lyra.
Ela não aparentou incômodo com o grande volume de pessoas que entrou no espaço interno da estrutura da Adutora.
Se permitiu fotos com populares e deu atenção. Falou pouco à imprensa em uma rápida coletiva de 4 minutos.
Antes de sair para Serra Talhada, foi flagrada às selfies com frentistas do posto Cruzeiro.
Ao blog, falou da primeira agenda institucional. “Pé na estrada e o contato com a população, começando a fazer entregas e falando do que estamos enfrentando, quais as possibilidades e oportunidades temos daqui pra frente”.
Foto: Arquivo Rádio Pajeú. Protesto realizado em 2019 Moradores de Afogados da Ingazeira e municípios vizinhos se mobilizam para um protesto nesta sexta-feira (22), com o objetivo de cobrar da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) melhorias no abastecimento de água. A concentração está marcada para às 9h, em frente à Catedral do Senhor Bom Jesus […]
Foto: Arquivo Rádio Pajeú. Protesto realizado em 2019
Moradores de Afogados da Ingazeira e municípios vizinhos se mobilizam para um protesto nesta sexta-feira (22), com o objetivo de cobrar da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) melhorias no abastecimento de água. A concentração está marcada para às 9h, em frente à Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, de onde os participantes seguirão em caminhada até a sede da Compesa na Avenida Artur Padilha.
A líder comunitária Danyele Suênia, uma das organizadoras do movimento, destacou durante entrevista ao repórter Marcony Pereira para o programa Manhã Total da Rádio Pajeú, a insatisfação dos moradores, que enfrentam longos períodos sem água, especialmente em áreas mais altas. “A gente paga nossas contas regularmente, mas não recebe o serviço de forma adequada. É um direito básico, e precisamos de respostas sobre essa má distribuição”, declarou Suênia durante entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
Reclamações recorrentes
A situação de desabastecimento tem afetado diversos bairros de Afogados da Ingazeira, como o Residencial Dom Francisco, onde Danyele mora. Segundo ela, mesmo residindo em uma área baixa, o fornecimento de água é precário. “Na minha casa chegou água na sexta-feira à tarde e à noite já não tinha mais. Imagine o sofrimento de quem mora nas partes altas”, relatou.
O protesto busca pressionar a Compesa por explicações e soluções concretas. Até o momento, a empresa não respondeu às demandas da população ou ao convite para diálogo.
Participação de vereadores
Enquanto a população se organiza para o ato, uma comitiva formada pelos vereadores Vicentinho, César Tenório, Douglas Eletricista e Edson Henrique estão nesta quinta-feira (21) em Recife para cobrar melhorias diretamente à direção da Compesa. A vereadora Gal Mariano afirmou que a visita terá como objetivo reforçar as reivindicações da comunidade e buscar ações efetivas para resolver o problema.
Movimento pacífico
Os organizadores enfatizam que o protesto será pacífico e convidam os moradores de Afogados da Ingazeira e de cidades vizinhas a participar. “Levemos nossos apitos, bacias e nossa voz para exigir nossos direitos, mas com respeito. São mães de família, trabalhadores e pessoas que só querem ter acesso ao básico”, concluiu Danyele.
O protesto será mais um capítulo na luta dos moradores por um abastecimento de água eficiente e justo.
Em novembro de 2019, a população realizou um protesto em frente a Compesa em Afogados. A concentração aconteceu às 08h na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, de onde os manifestantes saíram em passeata com apitos, buzinas de motos e carros e um carro de som até a sede regional da empresa na Avenida Artur Padilha, onde bloquearam a via com motos e carrinhos de picolé.
A informação foi confirmada por Washington Jordão, da Compesa: tecnicamente, a Barragem de Rosário zerou seu volume de água. Ou seja, está a 0% de sua capacidade. Ainda assim, a empresa está conseguindo resgatar a pouca água que resta no chamado volume morto. “A eminência é de colapso”, diz Washington, sem prever a data de […]
Rosário, em foto de maio tirada por Sérgio Coelho. Quadro hoje é muito pior.
A informação foi confirmada por Washington Jordão, da Compesa: tecnicamente, a Barragem de Rosário zerou seu volume de água. Ou seja, está a 0% de sua capacidade. Ainda assim, a empresa está conseguindo resgatar a pouca água que resta no chamado volume morto.
“A eminência é de colapso”, diz Washington, sem prever a data de fim da água que resta. Ele informou que apesar disso, a água que chega às torneiras em Iguaracy, Jabitacá, São José, Ingazeira e Tuparetama tem qualidade garantida. “Estamos tendo o trabalho de engenheiros químicos e laboratoristas. A água atende os padrões de qualidade”.
O racionamento tem sido severo e infelizmente tende a piorar. Em Tuparetama o rodízio tem cinco dias com água e treze sem. São José do Egito, onze com dois sem. E Iguaracy três com água e quatro sem. Ingazeira e Jabitacá, dois com água e quatro sem.
Considere-se que nos dias em que há água nestas cidades, a distribuição é setorizada, não indo para toda a cidade ao mesmo tempo. Por isso, em algumas páreas o rodízio pode ser maior.
Você precisa fazer login para comentar.