Um dia após entregue estação da Transposição, placas soltam em Cabrobó
Por Nill Júnior
G1 Petrolina
Uma estrutura das placas de concreto de uma das estações de bombeamento da Transposição do Rio São Francisco sofreu um rompimento em Cabrobó, no Sertão Pernambucano. O obra foi inaugurada nesta sexta-feira (2) pelo presidente Michel Temer.
De acordo com moradores do local, o rompimento aconteceu logo depois que o presidente entregou a estação de bombeamento 2, do eixo Norte do Projeto de Transposição do Rio São Francisco.
Em nota, a Assessoria de Comunicação do Ministério da Integração informou que uma equipe de engenharia responsável pela obra já está fazendo os reparos, mas não deu prazo para o conserto.
A nota informou ainda que a movimentação das placas de concreto dos canais é uma ação que pode ocorrer durante os acionamentos das bombas, devido a força com que água é liberada.
Na tarde da última quinta-feira (27) o Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Saúde, inaugurou o Laboratório Municipal Dr. Alexandre Machado, localizado no Hospital Maria Silva e vai oferecer de forma gratuita mais de 30 tipos de exames a exemplo de hemograma, tipagem sanguínea, colesterol, glicemia, hemoglobina glicada, triglicerídeos, HIV, hepatite, fezes, urina […]
Na tarde da última quinta-feira (27) o Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Saúde, inaugurou o Laboratório Municipal Dr. Alexandre Machado, localizado no Hospital Maria Silva e vai oferecer de forma gratuita mais de 30 tipos de exames a exemplo de hemograma, tipagem sanguínea, colesterol, glicemia, hemoglobina glicada, triglicerídeos, HIV, hepatite, fezes, urina e vários outros. O Laboratório já começa a funcionar no dia 1º de agosto.
Na oportunidade também foi entregue a ampliação do hospital que ganhou um novo consultório médico, sala de oxigênio, uma sala de observação masculina e outra feminina, sala pediátrica, sala de medicamentos, sala para imobilizar pacientes com fraturas, e novos banheiros.
A solenidade contou com a presença do prefeito Adelmo Moura e do deputado federal Felipe Carreras que destinou várias emendas parlamentares para a saúde e asfaltamento de ruas da cidade.
O evento também contou com a participação do vice-prefeito Chico de Laura, da secretária de Saúde Aline Karina, do presidente da Câmara Júnior de Diógenes, dos vereadores Lailton Brito, Romão de Piedade, Silvanio Lucena, Carlos Nunes, Jordânia Siqueira, do vereador licenciado e secretário de Agricultura Júnio Moreira, secretários e diretores municipais, e a população.
O presidente do PSB, Carlos Siqueira, e o secretário-geral do partido, José Renato Casagrande, informaram neste sábado (20) que a legenda decidiu fazer oposição ao governo e passará a defender a renúncia do presidente Michel Temer. Atualmente, a legenda comanda o Ministério de Minas e Energia. Siqueira e Casagrande deram a informação à imprensa após […]
O presidente do PSB, Carlos Siqueira, e o secretário-geral do partido, José Renato Casagrande, informaram neste sábado (20) que a legenda decidiu fazer oposição ao governo e passará a defender a renúncia do presidente Michel Temer.
Atualmente, a legenda comanda o Ministério de Minas e Energia. Siqueira e Casagrande deram a informação à imprensa após reunião da Executiva Nacional do partido, em Brasília.
Segundo o presidente e o secretário-geral da legenda, o PSB também passará a defender a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para a realização de eleições diretas no caso de vacância do cargo de presidente da República.
A decisão do PSB é anunciada em meio à maior crise política enfrentada por Temer desde que ele assumiu a Presidência da República, causada pelas delações dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, e de Ricardo Saud, diretor da J&F.
Em razão do que foi informado pelos delatores, o ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, autorizou a abertura de um inquérito para investigar o presidente, que nega as acusações.
“Nós nunca fomos governo porque, desde o começo, nos negamos a indicar cargos, muito embora tenha o ministro indicado por setores do partido. Mas a decisão de hoje, primeiro, é sugerir ao presidente que, para facilitar a solução para o nosso país, que ele renuncie o mais rápido possível. Segundo, foi referendado meu ato de já ter assinado o impeachment contra o presidente Temer com outros partidos”, declarou Carlos Siqueira.
“O PSB tomará uma decisão de sugerir a renúncia do presidente, porque ele perdeu as condições de governar o país. (…) Quem conclui que o presidente não tem mais condições de liderar um projeto nacional se coloca de fato na oposição”, disse Casagrande, ex-governador do Espírito Santo, momentos antes de Siqueira fazer o anúncio.
As medidas fazem parte de uma resolução da Executiva, divulgada após a reunião. No documento, o partido diz ser “inevitável, nestas circunstâncias, que o sistema político e a sociedade civil, até mesmo para preservar níveis mínimos de coesão, se ponham em busca de soluções, emergindo neste contexto o que seria a alternativa mais simples e natural, ou seja, a grandeza da renúncia, quando se caracteriza o esgotamento da governabilidade”.
Ministério de Bezerra Filho: Sobre se o chefe da pasta, Fernando Coelho Filho, permanecerá no cargo, Casagrande avaliou que a nomeação foi uma escolha pessoal de Temer, não uma indicação do partido.
Portanto, a decisão de Coelho Filho de permanecer ou deixar o cargo devará caber ao próprio ministro, na avaliação do secretário-geral do PSB.
Ao final da reunião, o presidente nacional do PSB voltou a dizer que a legenda considera importante que o ministro de Minas e Energia deixe o cargo. “Se o partido pediu o impeachment do presidente a quem ele serve, se o partido pede a renúncia de quem ele serve, se o partido pede pressa para que o presidente, que já não tem condições nem políticas, nem morais, nem éticas, nem administrativas de continuar… o que ele [ministro] está fazendo lá? Já deveria ter saído”, afirmou Siqueira.
A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Afogados da Ingazeira através do PNI divulgou, nesta quarta-feira (10), os números da vacinação contra a Covid-19 no município. O boletim específico com os dados da vacinação em Afogados da Ingazeira cita que 434 pessoas já receberam às duas doses no nosso município. Nesta quarta-feira começou a vacinação […]
A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Afogados da Ingazeira através do PNI divulgou, nesta quarta-feira (10), os números da vacinação contra a Covid-19 no município.
O boletim específico com os dados da vacinação em Afogados da Ingazeira cita que 434 pessoas já receberam às duas doses no nosso município. Nesta quarta-feira começou a vacinação da população entre 75 e 79 anos, priorizando, de acordo com as doses recebidas, os de maior idade.
Eis os números – Trabalhadores da Saúde: primeira dose 612; 2ª dose 372; total 984; idosos Institucionalizados: 1ª dose 64; 2ª dose 62; total 126; idosos de 75 a 79 anos: 1ª dose 67; idosos de 80 a 84 anos: 1ª dose, 498; idosos com 85 anos e mais: 1ª 445.
Doses aplicadas – 1ª dose, 1. 686; 2ª dose 434; total 2.120.
Por Andréia Sadi O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não compareceu nesta quinta-feira (28) a evento do Superior Tribunal Militar (STM), que homenageou o presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades, como o vice-presidente Hamilton Mourão, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Na solenidade, que marca os 211 […]
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não compareceu nesta quinta-feira (28) a evento do Superior Tribunal Militar (STM), que homenageou o presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades, como o vice-presidente Hamilton Mourão, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Na solenidade, que marca os 211 anos da Justiça Militar da União, os homenageados receberam a Ordem do Mérito Judiciário Militar, comenda que reconhece pessoas com trabalhos prestados à Justiça Militar.
Segundo o Superior Tribunal Militar, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também estava entre os homenageados com a comenda, no entanto, ele não compareceu à cerimônia. Procurado pelo blog, Maia justificou: “meu cerimonial não colocou na agenda”.
A assessoria do tribunal informou que Maia foi convidado pela terceira vez para a cerimônia, porém não confirmou presença.
A ausência do presidente da Câmara na cerimônia do STM se deu em um momento em que ele está protagonizando uma crise política com Bolsonaro. Nos últimos dias, os dois estão se alfinetando em público. A desavença entre os presidentes da República e da Câmara repercutiu nos mercados financeiros.
Rodrigo Maia passou a manhã desta quinta-feira na residência oficial da presidência da Câmara. No início do dia, ele recebeu Sérgio Moro para um café da manhã no qual trataram o pacote anticrime.
O encontro, confirmado pela assessoria de ambos, aconteceu uma semana após os dois trocarem farpas publicamente em razão da tramitação da proposta. Moro queria que o projeto tivesse tramitação prioritária como a reforma da Previdência, principal medida da equipe econômica de Bolsonaro e defendida por Rodrigo Maia.
Diante das cobranças, Maia chegou a dizer que Moro conhecia “pouco a política” e estava “passando” daquilo que é sua responsabilidade como ministro, além de ter “copiado e colado” pontos do projeto apresentado por uma comissão de juristas liderada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.
Questionado sobre as declarações de Maia, Sérgio Moro respondeu: “A única expectativa que eu tenho, atendendo aos anseios da sociedade contra o crime, é que o projeto tramite regularmente e seja debatido e aprimorado pelo Congresso com a urgência que o caso requer. Talvez alguns entendam que o combate ao crime pode ser adiado indefinidamente, mas o povo brasileiro não aguenta mais. Essas questões sempre foram tratadas com respeito e cordialidade com o senhor presidente da Câmara, e esperando eu que o mesmo possa ocorrer com o projeto e com quem o propôs”.
O encontro entre Maia e Moro na manhã desta quinta foi intermediado pela líder do governo no Congresso Nacional, deputada Joice Hasselman (PSL-SP).
Além da conversa com Moro, Rodrigo Maia vai se reunir nesta quinta-feira com o ministro da Economia, Paulo Guedes. O encontro está previsto para 12h desta quinta. O próprio Maia convidou o ministro da Economia para a conversa.
De O Globo Os delatores do esquema de corrupção na Petrobras e parte das empresas envolvidas já devolveram, através de acordos, o equivalente a um terço dos R$ 7,2 bilhões que comprovadamente foram desviados para pagamentos de propina a políticos e dirigentes da estatal. Em 33 delações premiadas e três acordos de leniência, foram devolvidos […]
Os delatores do esquema de corrupção na Petrobras e parte das empresas envolvidas já devolveram, através de acordos, o equivalente a um terço dos R$ 7,2 bilhões que comprovadamente foram desviados para pagamentos de propina a políticos e dirigentes da estatal. Em 33 delações premiadas e três acordos de leniência, foram devolvidos R$ 2,4 bilhões. O levantamento, feito pelo GLOBO nas 31 ações que correm na Justiça, mostra que o valor obtido por meio de acordos de delação e de leniência, e ainda a título de multa, daria para pagar 31,2 milhões de benefícios do Bolsa Família (pelo valor mais baixo pago aos beneficiários).
Juntas, as três empresas que já assinaram acordos de leniência — Setal, Camargo Corrêa e a holandesa SBM — devolveram R$ 1,64 bilhão, mais da metade do valor recuperado pela Justiça. Entre os delatores, quem mais devolveu dinheiro até agora foi o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, que sozinho entregou US$ 97 milhões, o que corresponde a R$ 381,1 milhões pela cotação do dólar da última quinta-feira. A segunda maior quantia foi devolvida pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa: o equivalente a R$ 101,3 milhões.
Esse dinheiro devolvido fica, inicialmente, à disposição da Justiça. O juiz Sérgio Moro tem determinado que todo o dinheiro confiscado retorne aos cofres dos órgãos lesados. No caso da Petrobras, já foram feitas duas devoluções, que somam R$ 296 milhões. Esses valores estavam em contas de Costa e Barusco no exterior.
— O Ministério Público abriu mão de algumas condenações em troca de muito mais — diz o procurador da República Deltan Dallagnol, um dos porta-vozes da força-tarefa da Operação Lava-Jato e defensor das delações.
Na semana passada, em entrevista ao “Programa do Jô”, Dallagnol disse que o caso Lava-Jato quebrou todos os recordes de devolução de recursos para o país:
— Para se ter ideia, antes do caso Lava-Jato, tudo que foi recuperado no país e entrou nos cofres públicos, em todos os outros casos (de corrupção) juntos, somam menos de R$ 45 milhões.
Dados da Secretaria de Cooperação Internacional do Ministério Público mostram que a Lava-Jato bloqueou no exterior, até 23 de outubro, US$ 433 milhões (R$ 1,7 bilhão) em dinheiro supostamente desviado da Petrobras ou de outros órgãos públicos. Até o momento, US$ 129 milhões (R$ 506,8 milhões) foram repatriados. O restante, o equivalente a R$ 1,1 bilhão segue bloqueado em bancos de Suíça, Luxemburgo e Mônaco, à espera de decisão judicial.
Como Barusco e Costa fizeram delação, o dinheiro voltou mais rapidamente. No caso do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, que não fez acordo, foram bloqueados o equivalente a R$ 90 milhões. Desse valor, voltou ao Brasil apenas a metade. O restante permanece bloqueado lá fora, à espera de novas investigações e decisões judiciais.
Os números podem aumentar. Pelo menos dez réus envolvidos no esquema, além de construtoras, ainda negociam algum tipo de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). Além disso, pelo menos 30 empresas flagradas no esquema de corrupção da Petrobras negociam com a Controladoria Geral da União (CGU) e o MPF um acordo de leniência — negociação que uma empresa faz com órgãos de controle admitindo práticas ilícitas em troca de continuar prestando serviços ao poder público. O acordo envolve o compromisso de adotar sistema de compliance e pagar indenizações pelos danos causados.
Estimativas da Lava-Jato apontam que o rombo nos cofres públicos pode ultrapassar os R$ 15 bilhões. Mais de 700 casos seguem em investigação, com procedimentos instaurados. Metade das 16 empreiteiras acusadas de participar do cartel na Petrobras também segue na condição de investigada, sem denúncia formalizada à Justiça.
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