Rubinho do São João apresenta voto de repúdio contra a Celpe
Por Nill Júnior
O Presidente da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João criticou a Celpe pelo descaso com as comunidades rurais.
Segundo ele, são constantes as quedas de energia na zona rural, causando transtornos e prejuízos aos munícipes do campo.
Um dos exemplos, segundo o vereador, é a comunidade de São João, na qual o mesmo reside. “Há tempos lutamos por uma potencialização da rede”.
Rubinho já enviou ofícios à CELPE e fez um voto de repúdio pelo mal serviço prestado. “O próximo passo será cobrar junto ao Ministério Público”, afirma.
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – 2ª Instância – publicou no Diário da Justiça da União a sentença do Acórdão 2018.000043 onde foi denunciado pelo Ministério Público Federal, com apelação de Ação Civil Pública por ato de Improbidade Administrativa o ex-prefeito Totonho Valadares. Além dele, também eram citados os membros da Comissão Permanente de […]
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – 2ª Instância – publicou no Diário da Justiça da União a sentença do Acórdão 2018.000043 onde foi denunciado pelo Ministério Público Federal, com apelação de Ação Civil Pública por ato de Improbidade Administrativa o ex-prefeito Totonho Valadares.
Além dele, também eram citados os membros da Comissão Permanente de Licitações da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, à época, quanto à aquisição de livros didáticos com dispensa de licitações.
A sentença julgou procedente a demanda de ausência de comprovação do efetivo dano ao erário.
O MPF queria o ressarcimento ao erário correspondente ao valor de R$ 14.855,36 mais pagamento de multa civil, individualmente, no valor do dano. O relator do Processo foi o Desembargador Federal Lázaro Guimarães. A informação foi ao ar hoje no programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, com Anchieta Santos.
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), em discurso na tarde desta quinta-feira (29), voltou a comentar sobre a retirada dos radares das rodovias do Brasil. O parlamentar usou a tribuna para se manifestar e expor sua preocupação com a possibilidade do aumento de acidentes nas estradas e destacou o posicionamento da Polícia Rodoviária Federal diante […]
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), em discurso na tarde desta quinta-feira (29), voltou a comentar sobre a retirada dos radares das rodovias do Brasil. O parlamentar usou a tribuna para se manifestar e expor sua preocupação com a possibilidade do aumento de acidentes nas estradas e destacou o posicionamento da Polícia Rodoviária Federal diante do assunto.
“Sabemos que alguns pardais estão em determinados locais apenas para faturar, mas não podemos, a meu ver, como defensor do trânsito brasileiro, mandar retirar esses pardais das rodovias e, aqui, eu concordo plenamente com a Federação da PRF que tem feito um trabalho maravilhoso de não aceitar passivamente que se retire esses pardais, porque eles ajudam a diminuir essa violência no trânsito brasileiro. Por isso, venho aqui trazer meu protesto contra essa determinação, esse decreto de retirar esses pardais, não aceitamos. Obviamente que colocar um pardal de 40 km em um lugar que se pode andar a 60 km a 100km, apenas para faturar não é o correto, mas retirar esses pardais sem analisar as consequências, não é assim que se faz. Venho trazer meu apoio a querida PRF, as Polícias Militares dos estados, os agentes de trânsito do Brasil e até os guardas municipais”, falou.
Em 15 de agosto, a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários (FenaPRF), manifestou “sua preocupação com a real possibilidade de aumento da violência no trânsito” com a suspensão do uso de radares móveis em rodovias federais, determinada pelo presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com o órgão, a utilização de tecnologias na fiscalização é fundamental para a redução do alto número de acidentes e mortes no trânsito. “Entendemos que a imediata e completa suspensão dos equipamentos de controle de velocidade, sem quaisquer estudos de impacto prévio, pode contribuir para um aumento significativo no número de acidentes decorrentes do abuso da velocidade, gerando o aumento no número de mortos e feridos, vítimas de um trânsito mais violento”, afirma o comunicado.
“As maiores nações do mundo utilizam o controle de velocidade com equipamentos de radar, e diversos estudos demonstram a eficácia do controle de velocidade na redução da mortalidade nas estradas e rodovias”, lê-se no texto, que ainda argumenta que, “nos últimos anos, o trabalho e dedicação de cada policial rodoviário federal, com o auxílio de instrumentos e tecnologias na fiscalização e educação para o trânsito, têm contribuído para a diminuição dos números de acidentes e de vítimas do trânsito nas rodovias e estradas brasileiras”.
Para a FenaPRF, a fiscalização pode e deve ser aprimorada continuamente, sendo necessário o aprofundamento nos estudos para que o controle de velocidade sempre tenha o caráter educativo e que busque unicamente a redução da violência no trânsito, e não se configure como meio arrecadatório. A entidade também diz esperar que a discussão sobre o tema possa envolver toda a sociedade brasileira e que de maneira técnica possamos atingir o objetivo maior da preservação da vida e integridade física dos condutores que transitam diariamente nas rodovias nacionais.
A Polícia Civil de Pernambuco realizou, na manhã desta quinta-feira (3), a 17ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “Pactum Amicis”, nos municípios de Pesqueira, Arcoverde e Alagoinha. A ação, vinculada à Diretoria Integrada Especializada (DIRESP), foi conduzida pelo delegado Jeová Miguel, titular da 3ª Delegacia de Combate à Corrupção (3ª DECCOR), unidade integrante […]
A Polícia Civil de Pernambuco realizou, na manhã desta quinta-feira (3), a 17ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “Pactum Amicis”, nos municípios de Pesqueira, Arcoverde e Alagoinha.
A ação, vinculada à Diretoria Integrada Especializada (DIRESP), foi conduzida pelo delegado Jeová Miguel, titular da 3ª Delegacia de Combate à Corrupção (3ª DECCOR), unidade integrante do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO).
Segundo a nota divulgada pela corporação, a investigação teve início em abril de 2022 e tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada na prática de corrupção ativa e passiva, fraudes em licitação e lavagem de dinheiro.
Como parte da operação, foram cumpridos um mandado de prisão, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de medidas cautelares que incluem suspensão do exercício de função pública, sequestro de bens e valores e bloqueio judicial de ativos financeiros. Todas as ordens foram expedidas pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca de Pesqueira.
Na execução da operação, foram mobilizados 100 policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães. As investigações contaram com o suporte da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DINTEL) e do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), além da participação do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público de Pernambuco (GAECO/MPPE), do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE), da Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social e do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE).
De acordo com a Polícia Civil, os detalhes da operação serão divulgados posteriormente pela Assessoria de Comunicação da corporação.
G1 O advogado José Roberto Batochio, que defende Antônio Palocci, preso na Operação Lava Jato, recorreu da decisão do ministro Luiz Edson Fachin, que determinou o julgamento pelo plenário do STF do mérito do pedido de liberdade do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil. Após rejeitar conceder liminar (decisão provisória) para soltar Palocci, Fachin, […]
O advogado José Roberto Batochio, que defende Antônio Palocci, preso na Operação Lava Jato, recorreu da decisão do ministro Luiz Edson Fachin, que determinou o julgamento pelo plenário do STF do mérito do pedido de liberdade do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil.
Após rejeitar conceder liminar (decisão provisória) para soltar Palocci, Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo, informou que o caso seria julgado pelos 11 ministros do STF no plenário e não pela Segunda Turma. O regimento do STF garante ao relator definir onde o caso deve ser julgado.
Fachin não justificou a mudança, mas anunciou o deslocamento do julgamento após ter sido voto vencido em três julgamentos na Segunda Turma, que decidiu soltar três réus da Lava Jato, entre eles o ex-ministro José Dirceu.
No recurso, um agravo regimental de 21 páginas, a defesa afirma que Palocci está preso desde setembro do ano passado por decisão do juiz Sérgio Moro, do Paraná, mesmo sem existir crime em seu comportamento. Para a defesa, a prisão é “evidente e irrecusável coação ilegal”.
No entanto, frisa o advogado, o recurso é contra a mudança no julgamento, considerada “absolutamente carente de qualquer fundamentação” e contrária ao princípio do juízo natural, que é o direito do réu de ser julgado pelo órgão de justiça competente para seu caso. Para a defesa, o julgamento pelo plenário poderia acarretar “nulidade” no processo.
A defesa cita informações jornalísticas segundo as quais o ministro teria sido avisado de que perderia na Segunda Turma.
Para a defesa, não é aceitável que se indique que o deslocamento do julgamento ocorreu para que o ministro não perca mais.
“Tal fosse procedente, estaríamos diante de uma censura oblíqua aos demais e doutos integrantes da Segunda Turma”, diz o advogado.
Um grave acidente tirou a vida de um homem de 62 anos na PE 320, próximo à fábrica de cimento Pajeú, em Carnaíba. Severino Gomes dos Reis, conhecido como Biroca, morador de Quixaba, morreu ao cair de uma moto quando vinha da casa da filha, na comunidade de Poço Grande, Flores. Guiava a moto um […]
Um grave acidente tirou a vida de um homem de 62 anos na PE 320, próximo à fábrica de cimento Pajeú, em Carnaíba.
Severino Gomes dos Reis, conhecido como Biroca, morador de Quixaba, morreu ao cair de uma moto quando vinha da casa da filha, na comunidade de Poço Grande, Flores. Guiava a moto um cidadão conhecido por Naná, idade não informada.
Relato do repórter Marconi Pereira indica que a versão do motociclista é de que ele teria se assustado com um caminhão e sentido contrário e fez uma manobra brusca, arremessando Severino, que era o carona.
Na queda, ele teve fratura exposta na perna esquerda e perdeu muito sangue. Socorrido para o Hospital Regional Emília Câmara por uma equipe do SAMU, acabou falecendo por volta das 21h30. O corpo já está sendo velado em sua casa na Quixaba. Era casado e tinha seis filhos.
Você precisa fazer login para comentar.