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Roseane Borja comemora desempenho em debate

Por Nill Júnior

Dois dos quatro candidatos à prefeitura de São José do Egito (PE) participaram do debate realizado pela Radio Pajeú e retransmitido pela Cidade FM e pelo Youtube da emissora na manhã desta quarta-feira (4).

Estiveram presentes Roseane Borja (MDB) e Rona Leite (PT). Os candidatos Evandro Valadares (PSB) e Romério Guimarães (PP) não participaram do debate.

O atual prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, que concorre à reeleição, não justificou sua ausência. Romério Guimaraes emitiu nota justificando sua falta por problemas pessoais e familiares.

A candidata a prefeita, Roseane Borja, mostrou descontentamento com a falta dos opositores. “É lamentável. Eu quero expressar nesse momento a minha indignação, a minha raiva, pela falta de respeito dos nossos opositores, Evandro Valadares e Romério Guimarães, que não estão aqui para olhar nos nossos olhos e responder as perguntas que o povo de São José do Egito precisa ouvir. Gestor que foge do debate não merece nosso respeito e nosso voto”, afirmou.

Segundo nota da coordenação de campanha da candidata, Evandro Valadares divulgou que irá fornecer informações em uma entrevista à Rádio Gazeta FM, que ocorrerá no próximo sábado. De acordo com as regras da Legislação Eleitoral, emissoras de rádio e televisão devem seguir restrições ao conteúdo que transmitem sobre candidatos, a exibição de qualquer conteúdo que favoreça não é permitida. Portanto, se houver convite a um candidato, todos os outros devem ser convidados.

“Nós estaremos sábado na rádio! Ou terá espaço para todos, ou não terá espaço para ninguém. Conto com vocês! Faremos um governo para toda a população. Esse é o nosso compromisso”, finalizou Roseane.

O não cumprimento das regras da Legislação Eleitoral pode acarretar a cassação de registro da candidatura, ou diploma de eleito, por uso indevido dos meios de comunicação.

Outras Notícias

Necessidade de mudança é pensamento unânime na Comissão de Reforma Política

Embora ainda necessite de aprofundamento do debate, pelo menos um aspecto da reforma política já é unanimidade entre os 34 deputados que integram a Comissão Especial da Reforma Política da Câmara Federal: a necessidade de levar adiante as mudanças na legislação que rege as eleições, os partidos, o financiamento de campanha e outras questões ligadas […]

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Embora ainda necessite de aprofundamento do debate, pelo menos um aspecto da reforma política já é unanimidade entre os 34 deputados que integram a Comissão Especial da Reforma Política da Câmara Federal: a necessidade de levar adiante as mudanças na legislação que rege as eleições, os partidos, o financiamento de campanha e outras questões ligadas ao sistema político-partidário brasileiro.

Na sessão desta quinta-feira (05) a Comissão Especial ouviu uma explanação do deputado Esperidião Amin (PP-SC), relator da PEC 352, elaborada pelo Grupo de Trabalho de Reforma Política, coordenado pelo ex-deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) no ano passado. A partir daí, os debates avançaram de forma concreta.

O PSB já está colhendo assinaturas para apresentar uma emenda que propõe várias modificações. Entre elas, estabelece o mandato de cinco anos – sem direito à reeleição – para presidente, governadores e prefeitos; determina a coincidência eleitoral, para que somente haja eleições no país de quatro em quatro anos; sugere o financiamento público de campanhas; e extingue as coligações proporcionais.

Vice-presidente da comissão, o deputado Tadeu Alencar (PSB-PE) justificou ponto por ponto as propostas. Ele manifestou sua preocupação com o excessivo poder econômico nas campanhas e defendeu o financiamento público como melhor sistema. “No mundo inteiro, financiamentos privados e de empresas estão ligados à corrupção e, o mais grave, ao caixa dois. Agora, o financiamento público terá que estar acompanhado de limites e mecanismos de controle, para que se possa atingir o que se pretende, que é a igualdade de condições de disputa”, explicou Tadeu Alencar.

Por 251 votos a 233, Câmara livra Temer. Veja como votaram os deputados pernambucanos

Por André Luis Dos 25 deputados pernambucanos, houve um empate. Foram 11 votos pelo não arquivamento das denúncias e 11 pelo arquivamento, os deputados, Adalberto Cavalcanti (Avante), João Fernando Coutinho (PSB) e Ricardo Teobaldo (Pode) se ausentaram da votação. Votaram pelo arquivamento, a favor de Temer, para só responder após o mandato:  Augusto Coutinho (SD) Eduardo […]

Por André Luis

Dos 25 deputados pernambucanos, houve um empate. Foram 11 votos pelo não arquivamento das denúncias e 11 pelo arquivamento, os deputados, Adalberto Cavalcanti (Avante), João Fernando Coutinho (PSB) e Ricardo Teobaldo (Pode) se ausentaram da votação.

Votaram pelo arquivamento, a favor de Temer, para só responder após o mandato: 

  • Augusto Coutinho (SD)
  • Eduardo da Fonte (PP)
  • Fernando Coelho Filho (PSB)
  • Fernando Monteiro (PP)
  • Jorge Côrte Real (PTB)
  • Luciano Bivar (PSL)
  • Marinaldo Rosendo (PSB)
  • Mendonça Filho (DEM)
  • Sebastião Oliveira (PR)
  • Zeca Cavalcanti (PTB)

Votaram para investigação imediata do presidente:

  • André de Paula (PSD)
  • Luciana Santos (PCdoB)
  • Betinho Gomes (PSDB)
  • Daniel Coelho (PSDB)
  • Danilo Cabral (PSB)
  • Gonzaga Patriota (PSB)
  • Jarbas Vasconcelos (PMDB)
  • Pastor Eurico (PHS) – não
  • Silvio Costa (PTdoB) – não
  • Tadeu Alencar (PSB) – não
  • Wolney Queiroz (PDT) – não
Obra de adutora em Brejinho busca ampliar abastecimento de água para zona rural

A Prefeitura de Brejinho deu início à construção de uma adutora que vai levar água do rio São Francisco até as comunidades de Vila de Fátima e Lagoinha, na zona rural do município. A iniciativa, realizada em parceria com a Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA), é coordenada pela Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo e […]

A Prefeitura de Brejinho deu início à construção de uma adutora que vai levar água do rio São Francisco até as comunidades de Vila de Fátima e Lagoinha, na zona rural do município.

A iniciativa, realizada em parceria com a Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA), é coordenada pela Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo e tem como objetivo melhorar o acesso à água potável para mais de 500 famílias da região.

O projeto prevê a implantação de 11 quilômetros de tubulação, com previsão de conclusão até setembro deste ano. Segundo a gestão municipal, os serviços seguem em ritmo acelerado e atendem aos padrões técnicos exigidos para garantir segurança e durabilidade ao sistema.

O prefeito Gilson Bento ressaltou a importância da obra para as comunidades beneficiadas, que enfrentam há anos dificuldades no acesso regular à água. “Vila de Fátima e Lagoinha enfrentam dificuldades históricas no acesso à água potável, e nós estamos mudando essa realidade. São mais de 500 famílias que terão suas vidas transformadas”, afirmou.

Além da adutora, a Prefeitura de Brejinho também executa outras ações voltadas ao abastecimento, como a perfuração de poços, a manutenção de sistemas já existentes e a ampliação da rede em outras localidades do município.

O que diz a prefeitura de Sertânia em nota:

A gestão do Governo Municipal de Sertânia informa que a ocorrência com a roda do ônibus que realiza o transporte do Tratamento Fora de Domicílio (TFD) já foi registrada e o seguro acionado. Não houve vítimas e as 48 pessoas que estavam sendo transportadas não tiveram prejuízo, pois foram acomodadas em outros transportes e levadas […]

A gestão do Governo Municipal de Sertânia informa que a ocorrência com a roda do ônibus que realiza o transporte do Tratamento Fora de Domicílio (TFD) já foi registrada e o seguro acionado.

Não houve vítimas e as 48 pessoas que estavam sendo transportadas não tiveram prejuízo, pois foram acomodadas em outros transportes e levadas à capital. Elas irão retornar para Sertânia ainda nesta quinta, dia 18, por meio de ônibus alugado.

A gestão reafirma que o veículo da ocorrência dessa madrugada passa por manutenção semanal e será substituído assim que for resolvida a liberação pelo seguro.

Prefeitura de Sertânia

Eleições 2024: uma observação pessoal do cenário eleitoral em Arcoverde

Por Djnaldo Galindo* Se existem algumas verdades nas próximas eleições de Arcoverde, dentre elas está a que novamente será uma eleição dura e fortemente polarizada. E desta feita como um elemento totalmente novo, o peso da máquina tão estimado e hipervalorizado, uma vez se concretizando a candidatura do atual prefeito, será quase nulo. Como um […]

Por Djnaldo Galindo*

Se existem algumas verdades nas próximas eleições de Arcoverde, dentre elas está a que novamente será uma eleição dura e fortemente polarizada. E desta feita como um elemento totalmente novo, o peso da máquina tão estimado e hipervalorizado, uma vez se concretizando a candidatura do atual prefeito, será quase nulo.

Como um observador que tem lado, sobre a minha visão pesará sempre a sombra da parcialidade, mas, isso não me incomoda, afinal “parcialidade” é apenas um objetivo utópico e que mesmo com uso dos rigores do método científico, nas Ciências da Humanidade os fatos históricos serão quase sempre uma mera abstração do observador.

Ciente dessa humilde constatação, posso afirmar que até dezembro do ano passado, com um cenário de um prefeito sem chance de reeleição, irrelevante como apoiador e com o pouco eleitorado que lhe restara formando uma maior interseção com o eleitorado de Madalena, tínhamos um cenário de Zeca como franco favorito, pois, muito embora venha de sucessivas derrotas, dispõe de um eleitorado fortemente cristalizado.

Sabendo disso e a partir de um leque de alianças com quatro vereadores de mandato, claramente tentou empurrar Madalena para o isolamento, o que para seu azar não logrou êxito.

Dispondo de grande capilaridade social e capital político, a nossa ex-prefeita foi a campo e – não tenho medo de errar – conseguiu não apenas frustar a tentativa de isolamento político e muito mais que isso, já conseguiu reverter completamente a situação e agora é ela a favorita.

Assim como não se perdem várias eleições por uma única razão, não se vence várias senão evitando-os, além da obra do acaso de nos fazer contar com elementos que não estavam no nosso controle.

Digo isso porque é perceptível nesse cenário de uma governadora desgastada prematuramente e um presidente buscando acertar o ponto da comunicação, colocando as eleições municipais nas cidades pólos um status diferente, além de que a nossa próxima disputa será não entre aqueles que querem reeleger Madalena ou Zeca, mas, ao contrário, daqueles que querem evitar uma reeleição de um dos dois.

Nessa perspectiva conta muito o movimento a ser tomado ao que existe do eleitorado atual prefeito, pequeno, mas importante numa eleição apertada. E em nosso ver isso também favorece Dona Madalena. Nas eleições municipais em cidades do nosso perfil, tão importante quando liderar as intenções de votos é importante dispor de uma eleição crível, não a toa o grosso do marketing de Zeca é sendimentado nessa premissa. Ele sabe que o histórico pesa.

Dona Madalena, vindo numa crescente que salta aos olhos, reacendeu o moral da sua base e assim que esse crescimento vir a público através de pesquisas minimamente idôneas, será de uma força incapaz de segurar. Aguardemos as próximas pesquisas.

*Djnaldo Galindo é formato em História pela AESA e graduando em Ciências Políticas pela Uninter.