Roa volta a esclarecer que aumento para 15 cadeiras na Câmara não terá impacto econômico
Por Nill Júnior
Por Michael Andrade – Itapuama FM
A última edição do programa “Em Pauta”, na Rádio Itapuama FM, foi marcada por um debate sobre a proposta de aumento no número de vereadores em Arcoverde.
O apresentador Juliano César recebeu o vereador Rodrigo Roa, autor da emenda que propõe a ampliação das cadeiras na Câmara Municipal de 10 para 15, conforme prevê a Constituição.
“O artigo 29 da Constituição estabelece que cidades com a população de Arcoverde podem ter até 17 vereadores. Hoje temos apenas 10, enquanto municípios menores da região já contam com mais parlamentares. Precisamos abrir esse debate com a sociedade”, argumentou Roa.
A participação dos ouvintes foi intensa, com mensagens e áudios enviados ao longo do programa demonstrando preocupação com possíveis impactos financeiros. Em resposta, Roa explicou que o orçamento da Câmara permanecerá o mesmo, apenas sendo redistribuído entre os parlamentares. “Não haverá aumento de custos para o município, apenas mais representatividade para a população”, reforçou.
O vereador destacou que o tema ainda será amplamente discutido na Câmara e na comunidade antes de qualquer decisão.
Delegado de Tabira teria solicitado prisão temporária, mas caso ainda não foi apreciado pelo Judiciário O poeta e advogado Dudu Morais se apresentou hoje na 20ª Delegacia Seccional de Afogados da Ingazeira, onde acontece o plantão do fim de semana para depor sobre o homicídio onde figura como autor contra o próprio tio. Em 18 […]
Delegado de Tabira teria solicitado prisão temporária, mas caso ainda não foi apreciado pelo Judiciário
O poeta e advogado Dudu Morais se apresentou hoje na 20ª Delegacia Seccional de Afogados da Ingazeira, onde acontece o plantão do fim de semana para depor sobre o homicídio onde figura como autor contra o próprio tio.
Em 18 de janeiro, Dudu , de 29 anos, matou a tiros o próprio tio Clênio Evandro Cordeiro, de 42, após um desentendimento, na Rua Rosa Xavier.
Com uma perfuração que atingiu o fígado, baço, intestino e pâncreas, Evandro não resistiu e morreu no Hospital Regional Emília Câmara.
Dudu se apresentou acompanhado de um advogado e teria ficado em silêncio no interrogatório.
Como não havia nenhum mandado de prisão contra ele, o advogado e poeta saiu pela porta da frente, com base no prazo expirado do flagrante, conforme o Código de Processo Penal.
Segundo informações a que o blog teve acesso, houve pedido de prisão preventiva feito pelo Delegado de Tabira, Thiago Souza, mas ainda não deliberada pelo Judiciário, o que impede que ele seja preso.
A motivação do crime ainda não é oficial, no entanto, duas versões circulam na cidade de Tabira. A primeira informação é que a vítima Clênio Evandro teria agredido uma irmã de Dudu, sendo a causa do desentendimento que acabou em tragédia.
A segunda versão comentada é que os dois tinham um desentendimento por causa de herança. A Polícia Civil vai investigar o caso.
Uol O coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirmou nesta quinta-feira (28), que a Odebrecht, durante a gestão de Marcelo Odebrecht, herdeiro da família que fundou a maior construtora do país, implementou um sistema profissional de pagamento de propinas. “Se trata de uma sofisticação dos métodos de lavagem de dinheiro, a corrupção foi […]
O coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirmou nesta quinta-feira (28), que a Odebrecht, durante a gestão de Marcelo Odebrecht, herdeiro da família que fundou a maior construtora do país, implementou um sistema profissional de pagamento de propinas. “Se trata de uma sofisticação dos métodos de lavagem de dinheiro, a corrupção foi adotada como modelo de negócio profissional”, afirmou Dallagnol.
A fala do procurador da República foi feita ao explicar uma das denúncias oferecidas pela força-tarefa nesta quinta, e que tem como alvos os funcionários do “departamento de propinas” da Odebrecht, o próprio Marcelo Odebrecht e o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura, que trabalharam nas campanhas eleitorais de Dilma Rousseff (2010 e 2014) e Lula (2006).
Ao todo, foram 12 denunciados nesta acusação, incluindo Maria Lúcia Tavares, ex-secretária da Odebrecht e primeira funcionária da empreiteira a decidir colaborar com as investigações e admitir a existência do setor de pagamentos ilegais da empresa. As descobertas das operações Acarajé e Xepa embasaram a denúncia.
Na acusação, a Procuradoria da República aponta que a Odebrecht, por meio doSetor de Operações Estruturadas, nome oficial do “departamento da propina” e com o apoio de doleiros, teria lavado US$ 6,4 milhões no exterior, equivalendo a R$ 23,5 milhões.
O Ministério Público Federal identificou que este valor foi destinado ao casal de marqueteiros por meio de 45 pagamentos “por fora”, realizados de 24 de outubro 2014, durante o período eleitoral, até 22 de maio 2015. Além do casal de marqueteiros, as investigações da Lava Jato revelaram vários outros destinatários dos pagamentos ilícitos da empresa, que ainda estão sendo apurados e não foram alvos desta denúncia.
Ao explicar o funcionamento do esquema profissionalizado, Deltan apontou que “se adotavam muitas cautelas profissionais para que os pagamentos ilícitos fossem feitos sem serem descobertos”. Tais procedimentos iam desde o software My Web Day, utilizado para a contabilidade da propina, o programa de comunicação entre os funcionários por meio de códigos chamado Drousys e até as cautelas para fazer entregas de dinheiro em endereços diferentes. “Enquanto empresas estruturam sistemas de compliance, eles (Odebrecht) criaram um sistema pelo contrário, para permitir o pagamento de propinas”, afirmou Dallagnol.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender, nesta segunda-feira (12), a aprovação do voto impresso. Segundo o chefe do Executivo, caso o Congresso não aprove a medida, pedirá a contagem de votos em 2022. Bolsonaro alegou ainda que nesta semana apresentaria provas de que as eleições presidenciais de 2014 foram fraudadas, com a suposta vitória […]
O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender, nesta segunda-feira (12), a aprovação do voto impresso. Segundo o chefe do Executivo, caso o Congresso não aprove a medida, pedirá a contagem de votos em 2022.
Bolsonaro alegou ainda que nesta semana apresentaria provas de que as eleições presidenciais de 2014 foram fraudadas, com a suposta vitória de Aécio Neves.
No entanto, Bolsonaro informou que o técnico que faria a demonstração pública foi diagnosticado com covid-19.
“Nós vamos querer a contagem pública dos votos. Isso já é lei. Conversei com a pessoa que ia fazer a demonstração da fraude de 2014 e ela está com covid, bastante debilitada, está tomando um novo medicamento, eu não vou falar para vocês para esse medicamento não ser satanizado, demonizado. Várias pessoas tomaram esse novo medicamento em estado avançado, entubados e se safaram. Se essa pessoa melhorar, eu acho difícil essa semana, mas se ela melhorar, ela virá. Eu convidarei vocês da imprensa, e também as mídias sociais vão transmitir a apresentação dele”, apontou.
Bolsonaro continuou a insinuar fraudes eleitorais, sem apresentar provas.
“Então é algo realmente difícil de não acreditar na possibilidade de fraude. E temos notícia ao longo de municípios pelo Brasil, no interior da Bahia, onde a família inteira votou num candidato e ele acabou no final das contas tendo zero votos. Isso vem acontecendo pelo Brasil, muitas reclamações e você não tem a quem recorrer. Se o próprio ministro do STF diz que é confiável, se você perde uma eleição, você vai recorrer para quem?”, reclamou o presidente.
Mais uma vez, o chefe do Executivo mencionou o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso.
“Essa instância final é o próprio TSE onde está à frente o Barroso. Ele vai dizer que não procede, que as urnas estão certas. Agora a grande verdade é que a população não acredita nesse voto eletrônico como está ai”, acrescentou.
Bolsonaro comentou também a expiração do prazo nesta segunda-feira para apresentar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) as provas das declarações dele de supostas fraudes nas eleições de 2014 e 2018.
“O TSE fez um pedido para mim para apresentar as provas, eu assinei agora há pouco a resposta, pedindo um prazo um pouquinho maior até essa pessoa, que teve coragem, sabendo os riscos, apresentar essa provas. Ele me apresentou isso há seis meses atrás. Lógico que é um especialista. Não é uma pessoa como nós. Nós não entendemos desse assunto. São aquelas pessoas que têm uma mente brilhante”, avaliou Jair Bolsonaro.
O blog traz agora uma publicação inédita em sua história: divulga uma pesquisa de opinião após o pleito, com o resultado já conhecido. Mas como dissemos, há razão de ser. Na semana que antecedeu o pleito, o blog e o Instituto Múltipla divulgariam pesquisas em algumas cidades, fechando os levantamentos nas quatro maiores cidades da região. Uma […]
O blog traz agora uma publicação inédita em sua história: divulga uma pesquisa de opinião após o pleito, com o resultado já conhecido. Mas como dissemos, há razão de ser.
Na semana que antecedeu o pleito, o blog e o Instituto Múltipla divulgariam pesquisas em algumas cidades, fechando os levantamentos nas quatro maiores cidades da região.
Uma delas seria São José do Egito, cuja disputa entre Romério Guimarães e Evandro Valadares era tida como uma das mais acirradas da região. Naquela semana, duas pesquisas haviam sido registradas na cidade. Uma, a PE-03976/2016, realizada dia 28 de setembro, com 350 entrevistados.
A Justiça local entendeu que para a segurança do pleito, melhor que nenhuma das duas fosse publicada, decisão plausível diante do cenário. O Blog recorreu ao TRE. Só nesta sexta (7) conseguiu decisão favorável à sua publicação. Os embargos de declaração foram concedidos revisando negativa ao Mandado de Segurançapelo Desembargador José Raimundo dos Santos Costa.
E acordou fazê-la para mostrar que não havia problemas no seu teor. Pelo contrário, a pesquisa proibida foi a que praticamente cravou o cenário de equilíbrio extremo. O blog chegou a fazer nota cravando esse equilíbrio, pois já tinha a informação do empate matemático do instituto. Curioso é que o resultado psicologicamente teria impacto pró Romério, cuja Coligação ingressou com liminar.
O evento de entrega da Casa de Parto Normal Ilo Pereira de Melo foi marcado por algumas falas e sua repercussão. O maior problema foi o atraso de praticamente duas horas, causado pelo atraso dos ministros Alexandre Padilha e Sílvio Costa Filho, dos Senadores Humberto Costa e Teresa Leitão e do Deputado Federal Fernando Monteiro. […]
O evento de entrega da Casa de Parto Normal Ilo Pereira de Melo foi marcado por algumas falas e sua repercussão.
O maior problema foi o atraso de praticamente duas horas, causado pelo atraso dos ministros Alexandre Padilha e Sílvio Costa Filho, dos Senadores Humberto Costa e Teresa Leitão e do Deputado Federal Fernando Monteiro. Eles estiveram com a governadora Raquel Lyra inaugurando o Hospital da Mulher do Agreste.
O atraso na agenda em Caruaru gerou um efeito dominó e retardou o evento em Serra Talhada. Enquanto Raquel Lyra seguia para Arcoverde, o restante da comitiva ligada ao governo Lula veio à Serra Talhada. O atraso fez muita gente, dentre elas a família do homenageado, gente da imprensa e moradores do bairro esperarem por mais de duas horas (alguns chegaram antes de 12h30) para o evento. A necessidade de retorno a Recife também prejudicou a coletiva de imprensa convocada para as 13 horas.
Nas falas, algumas chamaram a atenção: o Ministro Sílvio Costa Filho saudou o primeiro cavalheiro Breno Araújo e afirmou que, se depender dele, será “futuro Deputado Estadual”.
Quando foi falar, Alexandre Padilha foi interrompido por Dona Buruca, de 81 anos, que em 2022 ganhou repercussão nacional pelo discurso em defesa de Lula. Com o aval do ministro, ela pegou o microfone e fez dois pedidos: um, da Delegacia da Mulher para Serra Talhada, e o segundo, por um IML regional. Padilha afirmou que as demandas tinham que ser encaminhadas ao Governo do Estado, mas que levaria as questões para a governadora Raquel Lyra. “Pense em um terceiro pedido”, afirmou, para deixar claro que não era com eles.
Já a prefeita Márcia Conrado fez um discurso historiando ações em Serra Talhada e destacando o apoio de Fernando, Teresa, Humberto e do governo Lula.
Quando se dirigiu ao público, rebateu críticos, numa mensagem que nos bastidores foi interpretada como endereçada a Luciano Duque, Estadual e desafeto político.
“Sofro críticas injustas de quem quer ganhar palanque porque não tem serviço pra mostrar”, afirmou, pra depois falar na primeira pessoa e dizer que é a primeira mulher reeleita de Serra Talhada e defender Lula e o PT.
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