Revelado nome de servidor que acusa Manoel Enfermeiro de assédio moral
Por Nill Júnior
Renato Carlos da Silva, 38 anos, auxiliar de serviços gerais na Câmara de Serra Talhada, é o servidor que acusa o presidente Manoel Enfermeiro, do PT, de assédio moral.
Segundo Renato, os ataques vêm se repetindo desde o ano passado, mas se intensificaram nos últimos meses. “Ele grita, me chama de porra, me intimida, como se fosse me agredir”, desabafa o servidor, que afirma sofrer abalos emocionais e dificuldades para dormir.
O caso já está nas mãos do advogado Wendel Araújo, que confirmou à nossa reportagem que ingressará com ações judiciais por abuso de autoridade, danos morais e improbidade administrativa.
Procurada, a Câmara de Serra Talhada não se posicionou diante das acusações do servidor. A informação é do Blog do Júnior Campos:
O presidente nacional Bruno Araújo coordenou, nesta terça-feira (22), reunião com os presidentes dos diretórios estaduais do PSDB para ampliar o debate sobre as prévias que vão escolher o candidato tucano à Presidência da República. A intenção é fortalecer ainda mais a democracia interna e a participação dos líderes regionais no processo de eleições primárias. […]
O presidente nacional Bruno Araújo coordenou, nesta terça-feira (22), reunião com os presidentes dos diretórios estaduais do PSDB para ampliar o debate sobre as prévias que vão escolher o candidato tucano à Presidência da República.
A intenção é fortalecer ainda mais a democracia interna e a participação dos líderes regionais no processo de eleições primárias.
“Depois de um intenso e democrático debate sobre as regras, agora vamos partir para a operacionalização das prévias, tendo em vista dois princípios básicos: a acessibilidade, para garantir a participação dos filiados, e a transparência”, afirmou.
Para isso, o PSDB vai, mais uma vez, recorrer às ferramentas digitais: os filiados poderão votar através de dispositivos online, auditáveis e com certificação.
Bruno Araújo explicou ainda que o partido fará consultas aos Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sempre que necessário, para que o processo tenha o máximo de resguardo legal e para que também as campanhas tenham parâmetros que garantam uma disputa equilibrada.
Vítimas, duas mulheres, eram da sede e de Irajaí. Programação junina foi cancelada Um choque entre dois veículos no município de Iguaracy na PE 292 causou pelo menos duas mortes. Ainda não mais detalhes das causas do acidente, mas informações preliminares indicam que um deles invadiu a mão contrária, atingindo o outro veículo, frontalmente. O […]
Vítimas, duas mulheres, eram da sede e de Irajaí. Programação junina foi cancelada
Um choque entre dois veículos no município de Iguaracy na PE 292 causou pelo menos duas mortes.
Ainda não mais detalhes das causas do acidente, mas informações preliminares indicam que um deles invadiu a mão contrária, atingindo o outro veículo, frontalmente. O Ford KA vinha no sentido Afogados-Iguaracy e o Strada acabara de deixar Iguaracy.
As vítimas confirmadas são duas mulheres, Maria Eliete Santos e Elenita Resende, idades não informadas. Equipes do SAMU e Bombeiros foram acionadas, mas não havia muito a ser feito. As imagens de quem esteve no local são fortes, com corpos próximos aos veículos. Há grande movimentação no local.
Eliete era professora e lecionava na EREM Professora Ione de Góis Barros, em Afogados da Ingazeira, onde também residia. Ela se dividia entre Afogados e Iguaracy. Era casada e tinha um casal de filhos. Ela voltava de Irajaí onde participou de um culto, curiosamente por um primo que escapou da morte em um acidente de moto. O carro em que ela seguia teria sobrado na curva voltando para Afogados, segundo familiares.
Já Elenita tinha um quiosque onde vendia lanches, espetinhos e bebidas. Era casada e tinha dois filhos, uma menina de de 10 e um garoto de 8 anos. Era de uma conhecida família de doceiros da cidade.
O acidente ocorreu próximo a um motel a poucos quilômetros da sede, em uma curva acentuada.
Em virtude do choque bastante sentido na cidade, o prefeito Zeinha Torres determinou o cancelamento da programação junina em Jabitacá, definida para hoje e Irajaí, programada para este domingo.
Do Estadão Nas buscas realizadas na casa e nas empresas de Mário Góes – único dos 11 operadores de propina da Diretoria de Serviços da Petrobrás que teve prisão decretada na Operação My Way, nona fase da Lava Lato -, a Polícia Federal encontrou depósitos de R$ 2,5 milhões em uma lavanderia do investigado e […]
Nas buscas realizadas na casa e nas empresas de Mário Góes – único dos 11 operadores de propina da Diretoria de Serviços da Petrobrás que teve prisão decretada na Operação My Way, nona fase da Lava Lato -, a Polícia Federal encontrou depósitos de R$ 2,5 milhões em uma lavanderia do investigado e do ex-gerente de Engenharia Pedro Barusco – delator dos processos.
Considerado um medalhão entre os operadores de propina alvos da My Way, deflagrada no dia 5, o engenheiro naval Mário Frederico de Mendonça Góes foi sócio do ex-gerente de Engenharia na JPA Lavanderia Industrial Ltda, com sede no Rio, entre 2006 e dezembro de 2014 – formalmente até 2009 e depois disso por meio da família.
“Foi apreendida tabela indicativa de depósitos realizados pela empresa Riomarine na conta da empresa JPA Lavanderia Industrial”, registrou o Ministério Público Federal, em parecer em que recomendou a manutenção de prisão de Góes. Ele está detido na custódia da PF, em Curitiba, desde o dia 8.
Pedro Barusco
A Riomarine Empreendimentos Marítimos é a empresa de Góes, aberta em 1987 quando era presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena), que tinha sido citada por Barusco como empresa em que foi registrada uma aeronave de R$ 1,3 milhão comprada pelos dois com dinheiro de propina.
Os depósitos da Riomarine para a JPA Lavanderia ocorreram entre 19 de dezembro de 2006 e 30 de dezembro de 2008 “totalizando o valor de R$ 2.554.100,00″. Investigadores da Operação Lava Jato suspeitam que a empresa foi usada para movimentar dinheiro da propina de Barusco e do ex-diretor de Serviços Renato Duque – indicado do PT no esquema de corrupção na Petrobrás.
Trecho do parecer do MPF que cita sociedade de Mário Góes e Pedro Barusco
Nas buscas que fez na empresa Riomarine, no dia 5, foram encontrados notas fiscais e contratos com sete empreiteiras do cartel alvo da Lava Jato (Andrade Gutierrez, Mendes Júnior, MPE, OAS, Odebrecht, Setal e UTC). Pelo menos R$ 39,7 milhões foram pagos para a Riomarine, entre 2008 e 2014, por supostos serviços de consultoria.
Sem qualquer funcionário no período em que estão concentradas a maior parte das notas (2009 e 2010) nem “relatórios de consultoria ou assessoria que denotassem o efetivo cumprimento” dos contratos milionários”, as suspeitas dos investigadores da Lava Jato são que a Riomarine fosse uma fachada usada para “esquentar” o dinheiro da propina operada por Góes.
“Foram apreendidos apenas, e em grande número, documentos que simplesmente atestam intenso fluxo financeiro entre os ‘clientes’ e a Riomarine, entre ela e seus sócios e outras pessoas jurídicas, a exemplo de cheques, notas fiscais, transferências bancárias, etc.”
O que os investigadores buscam saber é se parte dos R$ 39,7 milhões pagos por empreiteiras do cartel para a Riomarine tem relação com a movimentação financeira entre a empresa de fachada e a lavanderia que tinha como sócio, Barusco.
Barusco deixou a sociedade da JPA Lavanderia no dia 1º de dezembro de 2014. No dia 20, ele prestaria seu depoimento de delação premiada para a Lava Jato. Ao depor, confessou ter recebido propina junto com Duque e apontou o “amigo” Góes como operador de um grupo de empreiteiras, entre elas a maior parte das que repassaram dinheiro para a Riomarine.
“Dentre os documentos apreendidos na sede da Riomarine e na residência de Mário Góes foi possível identificar, de forma bastante contundente, a relação de proximidade entre ele e o ex-gerente de Engenharia da Petrobrás e, atualmente, colaborador da Justiça, Barusco”, informa o MPF.
Góes, segundo os documentos, guardava em sua casa, inclusive, uma nota fiscal no valor de R$ 1.900,00 em nome de Pedro Barusco “relativa à assistência técnica de seu veículo”.
Para a força-tarefa, os documentos encontrados nos endereços de Góes corroboraram “todos os fatos e circunstâncias reveladas por Barusco no âmbito do acordo de colaboração por ele firmado”, quando apontou Góes “como operador responsável pelo repasse de vantagens indevidas realizado pelas empresas contratadas pela Petrobrás”. Ele entregava “malas de dinheiro” para o esquema, segundo o delator.
Com a palavra, a defesa
Os criminalistas Rogério Marcolini, Marco Moura e Lívia Novak, que defendem Mário Góes, sustentam que o cliente está “com 74 anos de idade e saúde precária” e que foi o único entre os 11 nomes apontados pelo ex-gerente Pedro Barusco como operadores de propina que teve prisão cautelar decretada.
A Riomarine, segundo a defesa, foi fundada em 1987 no período que foi presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena) – 1987 a 1989 -, permanecendo hoje como membro permanente do conselho superior da entidade.
“(Góes) jamais se dedicou a atividade de câmbio no mercado negro, não conhece as pessoas referidas e não integra qualquer dos quatro grupos identificados na chamada Operação Lavajato”, informam os advogados.
Fotos: Portal Pajeú Radioweb Com 15 anos de sucesso no Carnaval de Afogados da Ingazeira, o Bloco Tô na Folia fez ontem mais um grande desfile pelas ruas e avenidas de Afogados da Ingazeira. Bonecos gigantes, tabaqueiros, foliões fantasiados fizeram a festa com muita animação. A Cantora Fabiana, a Pimentinha do Nordeste e Trio Elétrico […]
Boneco gigante de Totonho Valadares foi novidade do desfile deste ano
Fotos: Portal Pajeú Radioweb
Com 15 anos de sucesso no Carnaval de Afogados da Ingazeira, o Bloco Tô na Folia fez ontem mais um grande desfile pelas ruas e avenidas de Afogados da Ingazeira.
Bonecos gigantes, tabaqueiros, foliões fantasiados fizeram a festa com muita animação. A Cantora Fabiana, a Pimentinha do Nordeste e Trio Elétrico fizeram a alegria do grande público.
A grande atração foi o boneco do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira Totonho Valadares. Homenagem de familiares, o boneco foi confeccionado na mesma matriz onde são feitos os bonecos gigantes de Olinda.
Por Anchieta Santos A feira de gado da cidade de Tabira no Sertão do Pajeú está entre as maiores do estado de Pernambuco. Objetivando oferecer melhores condições aos participantes do comercio de bovinos, o Governo de Pernambuco através da Secretaria de agricultura iniciou em setembro as obras de construção de um novo Curral do Gado […]
Nilton Mota e o projeto. Socialistas buscam posição do Secretário
Por Anchieta Santos
A feira de gado da cidade de Tabira no Sertão do Pajeú está entre as maiores do estado de Pernambuco.
Objetivando oferecer melhores condições aos participantes do comercio de bovinos, o Governo de Pernambuco através da Secretaria de agricultura iniciou em setembro as obras de construção de um novo Curral do Gado para sediar a feira.
No final de dezembro sem receber uma única parcela de pagamento, a Empresa Construtora paralisou as atividades devolvendo maquinas, liberando os trabalhadores e jogando a responsabilidade no Governo Paulo Câmara.
Dirigentes do PSB como Pipi da Verdura (Presidente) e Marcos Crente (vereador), além da imprensa da região tem procurado sem sucesso o Secretário Nilton Mota para tratar da paralisação da obra. Até o momento ele tem sido bom pra receber as mensagens por telefone e WhattsApp, mas péssimo para responder.
Na cidade de Tabira e região já correm rumores de uma possível manifestação dos boiadeiros (comerciantes de gado) pela retomada da obra, pois o curral antigo foi destruído para a construção do novo.
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