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Retorno às aulas: TCE divulga diagnóstico sobre situação das escolas

Por André Luis

O Tribunal de Contas do Estado divulgou, nesta quinta-feira (17), o resultado de um levantamento feito pela Coordenadoria de Controle Externo para verificar, junto ao Poder Público, as medidas implementadas para garantir o retorno seguro dos alunos às aulas presenciais, baseadas no protocolo estabelecido pelo Governo do Estado.

O diagnóstico abrangeu escolas da rede estadual e municipal de Pernambuco. “O diagnóstico sobre a situação da rede estadual já estava no nosso cronograma, planejado junto à relatora das contas da Secretaria de Educação do Estado, conselheira Teresa Duere”, afirmou Adriana Arantes, coordenadora de Controle Externo do TCE.

“Em relação às escolas municipais, o levantamento entrou no bojo das ações da Operação Eleições, iniciada no final de outubro passado pelo TCE, para verificar o cumprimento, por parte dos gestores, de algumas exigências legais no período eleitoral. Aproveitamos para fazer também essa verificação nas escolas, com o objetivo de garantir o retorno seguro dos alunos e professores na retomada das aulas”, disse ela.   

RESULTADOS – As equipes do Tribunal de Contas entrevistaram gestores e fizeram visitas aos municípios e órgãos públicos do Estado para avaliar vários aspectos, sejam pedagógicos ou de logística, como por exemplo, a estrutura física das escolas, as melhorias feitas, a aquisição de materiais e equipamentos para higienização, e de proteção individual, a preocupação com o distanciamento mínimo entre os alunos, funcionamento da cozinha, banheiros, higienização, entre outros.

Os auditores visitaram 67 escolas de ensino médio da rede estadual, num trabalho que envolveu 42.386 alunos e 2.308 servidores. Do total de escolas do Estado, apenas duas não cumpriam o protocolo definido pelo Governo. 

Em relação à rede de ensino dos 184 municípios pernambucanos, a fiscalização atingiu 513 escolas, correspondendo a 125 mil estudantes e 13 mil servidores. 

O diagnóstico municipal mostra que a maioria das escolas ainda não definiu protocolo com as regras de retorno às aulas presenciais (73,1%), não definiu os critérios para decidir sobre o retorno às aulas (69,2%), não realizou levantamento sobre necessidade de contratação de profissionais (58,6%), sobre custos de adaptações físicas e sanitárias (76,3%), e sobre impacto financeiro nos contatos de merenda, transporte escolar e serviços de manutenção e limpeza (81,1%), entre outros problemas.

Além disso, nas vistorias, constatou-se número insuficiente de pias e problemas na infraestrutura das escolas, como paredes mofadas, pisos deteriorados, móveis quebrados e instalações insalubres e sem condições de uso.

Clique aqui para acessar o diagnóstico.

Todo o conjunto de problemas encontrados está disponível por meio de relatórios que serão apresentados aos prefeitos recém-eleitos, durante o Seminário de Novos Gestores promovido pelo Tribunal de Contas no próximo mês de fevereiro de 2021. 

“O que esse trabalho mostrou foi que muitas dessas escolas já tinham problemas estruturais sérios, mesmo antes da pandemia, e o Tribunal de Contas vai adotar medidas necessárias pra que essa situação seja ao menos minimizada”, afirmou o presidente Dirceu Rodolfo de Melo Júnior.

“Vamos cobrar providências imediatas dos gestores”, disse ele.

O presidente explicou que as medidas a serem adotadas pelos prefeitos serão determinadas pelos conselheiros relatores de cada município. “Eles podem estabelecer prazos para algumas providências, por meio de um Termo de Ajuste de Gestão, emitir Alerta de Responsabilização, ou autorizar instauração de auditorias especiais. Nós vamos também encaminhar os relatórios aos conselhos municipais e estaduais para que a sociedade exerça o controle social e os pais possam acessar essas informações, saber o que falta na escola do seu filho e cobrar também providências dos gestores”, concluiu.

O presidente determinou ainda o envio do diagnóstico aos órgãos parceiros de controle, como Ministério Público Estadual e controladorias, para a adoção de medidas legais compatíveis.

O levantamento foi apresentado nesta quinta-feira à imprensa, por meio de uma entrevista coletiva que contou com a participação do presidente do TCE, conselheiro Dirceu Rodolfo, da coordenadora de Controle Externo, Adriana Arantes, da gerente de auditoria de Educação do Estado, Nazli Lopes, do diretor do Departamento de Controle Municipal, Eduardo Siqueira do gerente da Metropolitana Sul, Elmar Pessoa.

Clique aqui para saber a situação de cada município.

Outras Notícias

Viva o canto torto!

Por Magno Martins Que dor profunda senti, ontem, com a confirmação da morte do cantor cearense Belchior, um dos meus ídolos da MPB, parte inesquecível da minha juventude, um pedaço arrancado do meu coração. Eu sou um rapaz latino-americano e como Belchior, que tinha um canto torto, o meu verso é torto, mas tem muito amor, […]

Por Magno Martins

Que dor profunda senti, ontem, com a confirmação da morte do cantor cearense Belchior, um dos meus ídolos da MPB, parte inesquecível da minha juventude, um pedaço arrancado do meu coração. Eu sou um rapaz latino-americano e como Belchior, que tinha um canto torto, o meu verso é torto, mas tem muito amor, o amor que brotava da sua voz inconfundível.

Fiquei engasgado. Belchior se confunde com a minha geração. Sua voz, seu violão, o banquinho, suas canções derramando amor em cada frase, em cada refrão. Até o seu bigode compunha um figurino bonito, dele próprio, com aquela cara de louco, mas que de loucura só tinha o pensamento no infinito amor, o amor que incendiou minha geração, a geração pós-jovem guarda.

Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes veio lá de Sobral, chão abençoado do Nordeste, celeiro de poetas, cantadores, amantes da noite, da lua, que inspira a música e embala seus feitores. Belchior foi criado no mato, ouvindo vários cantos: o canto do aboio, o canto do vaqueiro, o canto dos repentistas e dos emboladores. Acordava ouvindo o canto do galo. Daí, a sua melodia ser uma mistura de tantos cantos, que aos poucos encantou o País e depois o mundo.

Quem melhor definiu suas proezas musicais, seu talento, foi o cantor Guilherme Arantes: “Belchior, que eu não canso de homenagear de todas as maneiras, foi e sempre será o melhor letrista de canções transformadoras que já existiu”. O canto torto cearense, de tantos desencontros na vida, gravou grandes sucessos.

Curti todos em shows, discos DVDs, em todos os canais possíveis. Velha Roupa Colorida, Apenas um Rapaz Latino-Americano e Como Nossos Pais, esta eternizada na voz de Elis Regina. Meu ídolo foi um dos primeiros cantores de MPB do Nordeste a conseguir destaque nacional, ainda nos anos 1970.

Cantava fazendo poesia. Estava mais angustiado que um goleiro na hora do gol, diz uma das suas melodias. Quando você entrou em mim como um Sol no quintal, embalou em outra canção. Outra bela poesia em forma musical, um de seus maiores sucessos: “As velas do Mucuripe/ Vão sair para pescar/Vou levar as minhas mágoas/Prás águas fundas do mar/Hoje a noite namorar/Sem ter medo da saudade/Sem vontade de casar”.

Aprendi mais de filosofia escutando Belchior do que com qualquer livro. A música dele permite um aprendizado que não é mensurado em nota. Para mim, Belchior não morreu. Ele só terminou de dizer tudo o que queria.

“Eu quero é que esse canto torto/Feito faca corte a carne de vocês”. Viva Belchior! Dos grandes! Minha dor, como cantou ele, é perceber que, apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos.

Para encerrar, Como nossos pais, umas das melhores dele:

“Não quero lhe falar/Meu grande amor/Das coisas que aprendi/Nos discos/Quero lhe contar como eu vivi/E tudo o que aconteceu comigo/Viver é melhor que sonhar/Eu sei que o amor/É uma coisa boa/Mas também sei/Que qualquer canto/É menor do que a vida/De qualquer pessoa/Por isso cuidado, meu bem/Há perigo na esquina”.

Viva Belchior!

Como é perversa a juventude do meu coração, que só entende o que é cruel, o que é paixão.

Covid: veja balanço em pólos do Sertão

A Secretaria de Saúde de Sertânia informou, nesta segunda-feira (13), que três casos foram CONFIRMADOS para Covid-19 no município: dois com realização de testes rápidos e um com exame realizado no LACEN/PE. A cidade chegou a 178 casos confirmados de Covid-19, com 146 recuperados ,quatro óbitos, dois casos em recuperação e 485 descartados. A Secretaria […]

A Secretaria de Saúde de Sertânia informou, nesta segunda-feira (13), que três casos foram CONFIRMADOS para Covid-19 no município: dois com realização de testes rápidos e um com exame realizado no LACEN/PE.

A cidade chegou a 178 casos confirmados de Covid-19, com 146 recuperados ,quatro óbitos, dois casos em recuperação e 485 descartados.

A Secretaria de Saúde de Arcoverde informou que, nesta segunda-feira, 13 de julho, até às 17 horas, foram confirmados 15 novos casos de Covid-19, um óbito e sessenta e sete descartados.

O boletim diário, portanto, fica com 384 confirmados, 42 suspeitos, 711 descartados, 24 óbitos e 197 recuperados.

Vale lembrar, que dentro dos 384 confirmados, estão contabilizados os 24 óbitos e 197 curados. No total, a cidade tem quatro (04) pacientes em UTI e dez (10) em enfermaria.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que hoje foram registrados dois casos positivos e 18 em investigação no município.

Até agora foram 139 casos confirmados, com 89 curados, quatro óbitos e 939 descartados. 

Foram detectados dois pacientes do sexo masculino (61 e 67 anos). Os dois são aposentados.

O paciente de 61 anos está hospitalizado no IMIP após realizar tratamento para outros agravos. Ele era um dos casos que estava sob investigação. O resultado do exame saiu hoje.

Em São José do Egito, a Secretaria de Saúde informa a confirmação de mais 13 casos.  São131 casos confirmados, com 108 curados e 21 em recuperação.  A cidade contabiliza dois óbitos. 

Anunciamos a cura de mais 4 pacientes da COVID 19. Alcançamos a marca de 108 pacientes curados.

“No isolamento UPA/COVID do Hospital Maria Rafael de Siqueira, estão internados dois pacientes nos leitos de UTI. Os pacientes ainda necessitam de cuidados intensivos e suporte respiratório, apresentam evolução, mas ainda sem previsão de alta. Até hoje já foram realizados 557 exames”, diz a nota.

Tabira chegou a 245 casos confirnados de Covid-19.  Desses, 183 recuperados e cinco óbitos. Ainda 358 descartados e nenhum em investigação. 

Nessas 24 horas, 18 tabirenses foram notificados na Quarentena Domiciliar Monitorada e 21 tabirenses concluíram o monitoramento.

A Secretaria informa que com os retornos dos pacientes para reavaliações nas 11 Unidades Básicas de Saúde e Emergência Respiratória, chegaram à marca expressiva de 183 casos recuperados, de cidadãos tabirenses que venceram a COVID 19.

SJE: Secretaria de Saúde abre Centro de Atendimento para sintomas gripais 

Devido ao aumento no atendimento de pessoas que apresentam sintomas gripais, com possibilidade de ser H3N2 ou covid-19, o secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, determinou a abertura do Centro de Atendimento a sintomas gripais já a partir desta quarta-feira (12). O Centro na Estratégia de Saúde da Família  Planalto II, […]

Devido ao aumento no atendimento de pessoas que apresentam sintomas gripais, com possibilidade de ser H3N2 ou covid-19, o secretário de Saúde de São José do Egito, Paulo Jucá, determinou a abertura do Centro de Atendimento a sintomas gripais já a partir desta quarta-feira (12).

O Centro na Estratégia de Saúde da Família  Planalto II, que fica próximo ao Pátio de Eventos e Academia das Cidades, onde haverá médico realizando o atendimento no horário das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30 de segunda a quinta e na sexta das 07h30 as 13h.

Se sentir febre alta e súbita, dor de cabeça, tosse seca, dores musculares e articulares, mal estar, dor de garganta e coriza pode ser gripe H3N2.

Agora se sentir febre, tosse persistente, coriza, espirros, dor de cabeça, e dor na garganta, pode ser Covid-19.

Em ambos os casos é preciso procurar ajuda médica, para evitar que a doença evolua.

Coluna do Domingão

O Rádio de Pernambuco precisa se reencontrar com Pernambuco Mais um carnaval e com ele o debate que sempre bate à nossa porta. O carnaval de Pernambuco vem perdendo espaço na mídia do próprio estado porque está perdendo força, faltam composições, ou porque há uma inversão de valores e invasão “de cima pra baixo” do […]

O Rádio de Pernambuco precisa se reencontrar com Pernambuco

Mais um carnaval e com ele o debate que sempre bate à nossa porta. O carnaval de Pernambuco vem perdendo espaço na mídia do próprio estado porque está perdendo força, faltam composições, ou porque há uma inversão de valores e invasão “de cima pra baixo” do que as emissoras devem tocar?

Em Pernambuco, a folia se espalha por todo o estado de maneira descentralizada. Só em Recife, capital do estado, por exemplo, existem mais de 68 polos de animação e mais de 2.000 apresentações e shows, sendo avaliado positivamente por mais de 90% dos frequentadores. O resultado desse Carnaval tão democrático e inclusivo é o crescente fluxo de turistas nacionais e estrangeiros nos últimos anos, tendo sido visitado por mais de um milhão e 800 mil pessoas no último ano e movimentando mais de R$1.5 bilhão na economia local, com ocupação hoteleira ultrapassando 96,44%.

Porque algo que faz tanto sucesso só é replicado em cerca de 5% das emissoras do estado? Contamos a dedo as emissoras de rádio que cobrem verdadeiramente o carnaval de Pernambuco e dão espaço na sua grade aos ritmos do Estado nesse período. Na grande maioria, os sucessos de verão, músicas que tocam em um ano e são esquecidas tal qual amor de carnaval ganham espaço, sob a alegação de que “é o que o povo gosta de ouvir”, quando é justamente o contrário. Há uma indústria por trás disso impondo essas músicas principalmente para os jovens, com grande colaboração das nossas emissoras. O resultado é terrível na formação cultural, sociológica e até política, pois se a música pode libertar, pode também alienar. E o que é enlatado de cima pra baixo costuma ser de péssima qualidade.

Acompanhamos isso a cada ano, passivos, achando normal. Mas as consequências são terríveis. E também podem sim, ter impactos futuros na própria economia do estado. Imagine o folião que vem de fora conhecer nosso carnaval e se depara com funk, quebradeira, assim sucessivamente. Esse não volta mais.

É uma desculpa esfarrapada dizer também que o frevo não se renova. Muito pelo contrário, há composições novas a cada ano. De fato poderiam haver mais se houvesse espaço nas rádios o ano todo, o que também não acontece. Isso mostra também a força desse ritmo único: imagine resistir tocando só quatro dos 365 dias do ano? É muita resistência, típica de Pernambuco.

Em janeiro, de férias por Alagoas, Sergipe e Bahia, ouvi mais forrós autênticos, inclusive Luiz Gonzaga, no que no sertão em que ele nasceu e cantou, replicando o que ocorre com o frevo no carnaval. O forró que não é forró toma conta da maioria dos prefixos. Imagine a criação de uma Rota do Forró, a partir do vôo da Azul Recife-Serra Talhada. Que ambiente esse turista encontraria a partir das nossas rádios? Aliás, como índios urbanizados, já tem gente deixando o forró pé de serra pra ter que se adaptar ao forró de plástico, pra tentar sobreviver, uma pena.

Não é bairrismo, choro ou lamento de quem está vendo a batalha sendo perdida para o business. É a certeza de estar no lado certo da história, ciente de que o rádio de Pernambuco precisa se reencontrar com um estado rico, único, maravilhoso culturalmente que é Pernambuco.

Estimulada x espontânea

Em Serra Talhada, a dúvida que ficou foi se Luciano Duque acertou ao liberar apenas a pesquisa espontânea para a imprensa sobre a sucessão. Pelo que o blog apurou, o cenário estimulado, com números guardados a sete chaves, mostram Victor e Carlos Evandro bem, Márcia em curva de crescimento por ainda estar ficando conhecida junto ao eleitor, mas em situação pior que na espontânea e Luciano com bom poder de transferência.

Bloco independente

Tem mais um bloco chegando em Floresta: filiado ao NOVO, Lourival, médico obstetra e ginecologista lançou sua pré-candidatura a prefeito de Floresta,  em uma via independente. “Queremos fazer uma revolução na política de Floresta, elevando-a à capital do Sertão de Itaparica, incentivando aos pequenos e grandes empresários”. Promete abrir mão do salário de prefeito e demais regalias do cargo. É primo de Luciano Duque, prefeito de Serra Talhada.

Agora não

Totonho Valadares foi perguntado sobre a saída do seu boneco gigante e de José Patriota no bloco Tô na Folia, na segunda de carnaval. Confirmou que sairão juntos e de mãos dadas tal qual nos anos anteriores, mas deixou escapar: “a gente deve descer de braços dados. Você acha que a gente vai brigar no carnaval? Se tiver que brigar é em outro momento”…

Cadê?

O Deputado Estadual Clodoaldo Magalhães disse em nota que o atual presidente da Câmara dos Vereadores de São Bento do Una, André Valença, em decisão apoiada por ele e pelo presidente da UVB-PE,  Edmilson Henauth – retirou sua candidatura à presidência da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP). Faltou explicar o motivo: faltaram-lhe votos.

Não é quem ganha mais

Uma pergunta interessante é saber quais serão os melhores bombeiros: se os governistas, para com os que não forem ungidos por Luciano Duque ou a oposição nessa disputa Carlos Evandro x Victor Oliveira. Daí pode sair parte da explicação para o resultado final em 2020. Não é só quem ganha mais apoio, pode ser também quem perde menos…

Trio sai, trio volta

As novidades do carnaval: o Tô na Folia se organizou em tempo e recursos recordes e conseguiu manter a tradição do trio elétrico com Fabiana Pimentinha nesta segunda. E o Bloco A Onda deverá se despedir do trio este ano e adotar o modo palco em 2020 segundo Rogério Jr.

Quem é quem no carnaval

Alessandro Palmeira: “Unidos da Vez é minha”. Zé Amaral: “Doido Elétrico só se for pelo mandato”. Márcio Oliveira sobre a candidatura: “foi um rio que passou em minha vida”. José Adarivan: “…com direito a som e Banho de Cisterna”. Carlos Evandro: “Bloco mininu não entra”.

Frase da semana: “o Ministério Público de Serra Talhada é fraco e frouxo”.

André Maio, vereador, levantando a polêmica sobre a atuação do órgão na apuração do suposto cartel do gás na Capital do Xaxado.

Em debate sobre Bolsa Família em Tabira, comerciante foi citada indevidamente

O Debate sobre irregularidades no Programa Bolsa Família no final do ano passado teve como principal legado a iniciativa de MP e Ministério de Desenvolvimento Social através da coordenação do programa de investigar os casos apresentados. Também tornou mais rigorosa nestas cidades a fiscalização para evitar novos episódios. Também despertou um viés fiscalizatório da população, […]

Quem-pode-receber-o-Bolsa-Família-2014-01O Debate sobre irregularidades no Programa Bolsa Família no final do ano passado teve como principal legado a iniciativa de MP e Ministério de Desenvolvimento Social através da coordenação do programa de investigar os casos apresentados.

Também tornou mais rigorosa nestas cidades a fiscalização para evitar novos episódios. Também despertou um viés fiscalizatório da população, que passou a verificar em toda a região com mais atenção a lista dos beneficiários.

Mas também provocou eventuais injustiças. Uma delas, registrada em 25 de novembro do ano passado, quando um Debate em rede para as rádios Pajeú e Cidade FM conduzido por este blogueiro ouviu coordenadores dos Programas Bolsa Família de Afogados e Carnaíba.

No programa, um ouvinte mal intencionado ou desinformado chegou a citar o nome de Aristeia Maria da Silva, residente e domiciliada no centro de Tabira, como sendo supostamente beneficiária.

Só que ela não é e nunca foi cadastrada no programa. A divulgação, mesmo que tendo a citado pelo primeiro nome, gerou mal estar e constrangimento, como não seria diferente.

Aristeia Maria, proprietária de uma farmácia no centro da cidade, é pessoa conhecida em Tabira, detentora de inquestionável  honestidade na sociedade, sobre a qual não pesa nenhum questionamento de ordem ética ou moral. “Sou filha de pais simples, que sempre pregaram valores como honestidade e zelo ao seu nome”, disse, conversando com este blogueiro.

Com a mesma força com a qual denunciamos e continuaremos cobrando instituições ou pessoas lesivas à nossa comunidade, temos obrigação de buscar reparar dano quando, involuntariamente ou não, o cometemos. Fica o registro.