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“Representaram sonhos de uma comunidade”, diz Sidney Cruz com relação a sua votação

Por André Luis

Capitão fechou a série de entrevistas com candidatos ao executivo de Afogados da Ingazeira.

Por André Luis

O Capitão Sidney Cruz (PSC), fechou nesta quarta-feira (18), a série de entrevistas no Debate das Dez da Rádio Pajeú, que ouviu os candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

Sidney, terminou o pleito em terceiro lugar, com 3,08% ou 588 votos, que segundo ele, representam sonhos de uma comunidade que visava a melhoria de todos. “Tudo foi pautado em cima de nossas propostas, que na minha visão transcorreu a nossa candidatura”, afirmou. 

O Capitão reformado do exército, agradeceu aos eleitores que confiaram nas suas propostas, ao seu grupo, que denominou como “guerreiros” e avaliou a candidatura como satisfatória diante do que se propuseram a fazer. Tivemos uma estratégia e sabíamos da questão do poder econômico de nossos adversários e isso foi retratado nas urnas, não cabe aqui a nós nesse momento, falarmos a respeito se é certo ou errado, quem deve julgar é a população, tanto que foi ela que votou e assim transcorreu e as autoridades estavam ali para realizar o seu trabalho”, disse.

“Se pegarmos a questão da Frente Popular, que já vem um bom tempo né? Diria que deu a lógica. A projeção eleitoral de Zé Negão, sinceramente eu gostei em termos de quantitativo, isso é a realidade e pra mim no final deu a lógica”, disse avaliando a eleição de Sandrinho Palmeira e a votação de Zé Negão.

Questionado sobre erros cometidos, ou falta de ações que pudessem contribuir para um número maior de votos, Sidney reconheceu a sua ideologia política pode ter sido um dificultador.

“Todos sabem que eu sou pró-Bolsonaro. Querendo ou não, ainda tem uma resistência. Isso pesou na questão, apesar de termos aqui um grupo considerado de direita, se formos levar em consideração a votação do atual presidente”, destacou.

O Sidney destacou que pela falta de poder econômico, a estratégia usada pelo grupo foi a de apresentá-lo como conhecedor da administração pública, “e assim, levar à população essa experiência, esse conhecimento. Foi assim que procuramos trabalhar”.

O Capitão creditou a sua votação, também ao fato de ser desconhecido pela população. “Se você pegar a questão de pesquisa, a maior rejeição é justamente por não conhecer o Capitão. Desconhecimento do seu trabalho que foi realizado, mas até aí tudo bem, sem problema nenhum, ruim seria se eu tivesse um mandato eletivo e essa rejeição fosse em cima do meu trabalho, coisa que não aconteceu”, destacou.

Questionado, Sidney Cruz respondeu uma de suas abordagens que mais intrigavam a população durante a campanha. O fato de dizer que não era político, mas estava disputando um mandato.

“Político, na questão de que eu sou presidente de um partido e para você se candidatar tem que ser filiado, então, obrigatoriamente, nessa situação. Na questão da identificação com o político, é naquilo que pesa sobre o que representa hoje. É um ser desacreditado. Eu não sou aquela pessoa que fala uma coisa e faz outra, comigo a falsidade não existe, ou é, ou não é, e é justamente nesse parâmetro. Eu sou administrador”, enfatizou.

Completou ele:  a política existe até dentro de casa, com seus filhos, com a sua esposa, com seus vizinhos. Então, tem coisas que lógico, como a questão da governabilidade… eu sou de conversa, eu não sou de tomar decisões sem antes consultar as pessoas, sou de Exército, sou de grupo e dentro desse aspecto, a política impera sim, mas uma política certa, correta, coisas que estando nesse meio, a gente não observa infelizmente”, destacou.

“Acho que ainda é muito cedo pra falar de futuro. Para quem partiu do zero, terminar com 588 votos, eu não sou vereador, não sou vice-prefeito, parti do zero literalmente, com todas as dificuldades, com um partido pequeno, sem recurso é bom que se diga, então nós fomos com a cara e a coragem e volto a dizer o primeiro que se mostrou ao público foi o capitão, de lá para cá muitos caíram pelo caminho e nós fomos até o final dentro de nossas ideias, mas falar sobre futuro nesse momento, eu prefiro pensar no presente, até porque o que vai determinar o futuro aqui do município, será as próximas eleições, tanto pra presidente, como para governador”, avaliou Sidney ao ser questionado sobre se daria continuidade ao projeto.

Capitão Sidney disse que as suas expectativas com relação ao governo de Sandrinho Palmeira, são as melhores possíveis. “Penso que discurso, tem que vir com a prática. Quando nós questionamos algumas situações, é porque na minha visão, poderiam ter sido realizadas de outra forma”, revelou, logo em seguida parabenizando o candidato eleito. “Que Deus o ilumine. Ele e a sua equipe, porque não vai governar sozinho. Que realmente tudo aquilo que está no seu plano de governo, nas suas ideias e nos seus pensamentos, ele consiga passar para a população. Afogados da Ingazeira, na minha visão é uma cidade que tem tudo para crescer aí precisa de gestão”.

“Existem as instituições e elas não seriam irresponsáveis ao ponto de trazer pra cá uma vacina que em nenhum momento tivesse um marco regulatório, passado por um Ministério da Saúde e pela Anvisa. Então, sendo disponibilizado à população… nós temos o velho lema né, “a palavra convence e o exemplo arrasta”, sem nenhuma demagogia, o primeiro braço a ser apresentado na frente da agulha dessa vacina seria o do capitão”, afirmou Sidney ao ser questionado se como gestor municipal tivesse que definir pela aquisição da Coronavac (A vacina chinesa), para a imunização da população.

Outras Notícias

Brejinho realiza ação alusiva ao Setembro Amarelo

Nesta sexta-feira (17), às equipes do Cras, Creas, Serviço de Convivência e Secretaria de Ação Social de Brejinho, desenvolveram uma ação para alertar a população sobre o setembro amarelo-mês de prevenção ao suicídio. A ação foi divulgada nas redes sociais da Prefeitura. Segundo a divulgação: a ação teve como foco a entrega de panfletos explicativos […]

Nesta sexta-feira (17), às equipes do Cras, Creas, Serviço de Convivência e Secretaria de Ação Social de Brejinho, desenvolveram uma ação para alertar a população sobre o setembro amarelo-mês de prevenção ao suicídio.

A ação foi divulgada nas redes sociais da Prefeitura.

Segundo a divulgação: a ação teve como foco a entrega de panfletos explicativos sobre a campanha, entrega de laços amarelos, momento para que as pessoas escrevessem como estavam se sentindo naquele momento e uma caixa para que pudessem pegar uma frase de pensamento positivo. 

Ainda segundo a divulgação: uma equipe se dirigiu pelas principais ruas da cidade fazendo abordagens a população e explicação. Na ocasião, algumas pessoas se emocionaram. Por fim foi realizado um momento com os alunos do 4º ano da escola Municipal São Sebastião.

Silvestre, distrito de Tavares, sofre sem água

Moradores do Distrito de Silvestre, município de Tavares, Paraíba, estão sofrendo com a falta de água constante. Além da falta na rede de distribuição, a comunidade está sofrendo com a falta de carros pipa. “Precisamos apelar para as autoridades de Tavares. Nosso sofrimento está grande com a falta de água”,  diz o ouvinte José Almeida, […]

Moradores do Distrito de Silvestre, município de Tavares, Paraíba, estão sofrendo com a falta de água constante. Além da falta na rede de distribuição, a comunidade está sofrendo com a falta de carros pipa.

“Precisamos apelar para as autoridades de Tavares. Nosso sofrimento está grande com a falta de água”,  diz o ouvinte José Almeida, do Silvestre.

A comunidade não tem água encanada. Os pipas contratados pelo exército não deixaram água mês passado e esse mês só foram uma vez. “Deixam água em umas ruas e outra não. Marcam o cartão e vão embora”. Os pipeiros, diz o denunciante, transferem a responsabilidade para o não pagamento pelo Exército.

“Vamos passar o natal sem água”, lamenta. Algumas famílias dizem não ter como arcar com os custo da água comprada. O Blog entrou em contato com  a Prefeitura de Tavares sobre a questão e aguarda uma resposta. A municipalidade ficou de se manifestar sobre o drama dos moradores.

 

Salgueiro receberá investimento de R$ 196 milhões em complexo de energia solar

O município de Salgueiro, no Sertão pernambucano, está prestes a se tornar um polo de referência na transição energética do Nordeste com o anúncio do novo complexo de geração de energia solar fotovoltaica. Com um aporte financeiro de R$ 196 milhões, proveniente da Sudene por meio do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), será construído […]

O município de Salgueiro, no Sertão pernambucano, está prestes a se tornar um polo de referência na transição energética do Nordeste com o anúncio do novo complexo de geração de energia solar fotovoltaica. Com um aporte financeiro de R$ 196 milhões, proveniente da Sudene por meio do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), será construído o Parque Serrita II.

O investimento total do projeto, que faz parte do Complexo Serrita, soma R$ 392 milhões e é uma iniciativa da Enerfin Brasil, integrante do grupo espanhol Elecnor. O complexo, composto pelos parques Serrita I e Serrita II, representa o primeiro empreendimento de energia solar da empresa no Brasil. A capacidade instalada de 60MW, distribuída igualmente entre os dois parques, contribuirá significativamente para a matriz energética renovável da região.

A energia gerada pelo complexo terá como destino o atendimento de 52 unidades consumidoras em Pernambuco, por meio de uma parceria público-privada. Esse projeto terá capacidade para produzir um consumo médio mensal de 9.303.866,07 kWh/mês. Dentre os beneficiados, destacam-se as sedes das secretarias estaduais e unidades da administração indireta, com a expectativa do governo estadual de obter uma redução de até 25% no custo da energia nos próximos anos.

A transição para fontes renováveis é uma realidade cada vez mais presente no Nordeste, que já lidera a geração de 83% da energia renovável do país. Salgueiro, ao abrigar o Complexo Serrita, contribuirá significativamente para o fortalecimento desse cenário, agregando desenvolvimento econômico e oportunidades para a região. A expectativa é que o projeto comece a produzir energia a partir de dezembro de 2024, consolidando a posição de Salgueiro como protagonista na transição para uma matriz energética mais sustentável.

Se ninguém pedir vistas, placar será de 6×5 contra Habeas Corphus de Lula. Entenda:

Tido como fiel da balança, o voto da Ministra Rosa Weber seguiu o relator Edson Fachin por não reconhecer o mecanismo do Habeas Corphus do ex-presidente Lula. Com o entendimento de Weber, a perspectiva é de um resultado de 6×5 contra o Habeas Corphus, indicando a possibilidade de prisão do ex-presidente. A sessão está no […]

Tido como fiel da balança, o voto da Ministra Rosa Weber seguiu o relator Edson Fachin por não reconhecer o mecanismo do Habeas Corphus do ex-presidente Lula. Com o entendimento de Weber, a perspectiva é de um resultado de 6×5 contra o Habeas Corphus, indicando a possibilidade de prisão do ex-presidente. A sessão está no intervalo.

Antes, três ministros haviam votado contra a concessão do habeas corpus, o relator do caso, Edson Fachin e os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. Apenas um a favor, o Ministro Gilmar Mendes.

A tendência é de permanência do entendimento de  2016, quando por 6 votos a 5, o Supremo decidiu que é possível a decretação da “execução provisória” da sentença – ou seja, a prisão – após condenação em segunda instância, mesmo que o réu ainda tenha condições de recorrer ao STJ e ao STF. Ações em tramitação na Corte, contudo, visam mudar esse entendimento.

Para a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, a preservação da decisão tomada pelo STF em 2016 é importante para combater a impunidade. Ela também defende que o habeas corpus é “incabível” por contrariar decisões liminares (provisórias) do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do próprio STF, que já haviam negado o mesmo pedido.

Segundo o consultor do Blog, advogado Carlos Marques, a única salvação provisória para Lula é o pedido de vistas de um dos Ministros. Restam pela ordem Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia (presidente). A tendência é de que o pedido possa partir por exemplo de Dias Toffoli, tido como “Ministro próximo ao ex-presidente”.

Serra Talhada proíbe fogueiras e fogos de artifício durante período junino

A prefeitura de Serra Talhada emitiu decreto nesta quarta-feira (16), com novas medidas para combater a proliferação da Covid-19 no município durante o período junino. O decreto proíbe a comercialização ou distribuição de lenha destinada à construção de fogueiras juninas, e assemelhados, bem como a respectiva construção, montagem ou queima. Além desta medida, a prefeitura […]

A prefeitura de Serra Talhada emitiu decreto nesta quarta-feira (16), com novas medidas para combater a proliferação da Covid-19 no município durante o período junino.

O decreto proíbe a comercialização ou distribuição de lenha destinada à construção de fogueiras juninas, e assemelhados, bem como a respectiva construção, montagem ou queima.

Além desta medida, a prefeitura proibiu também, a comercialização, distribuição, doação e utilização de fogos de artifício, e assemelhados.

O decreto considera a proximidade dos festejos juninos, período em que, tradicionalmente, se realiza a queima de fogueiras e fogos de artifício.

Considera ainda que a queima de fogueiras e fogos de artifício causa dispersão de fumaça, que é prejudicial à saúde e pode agravar os efeitos das síndromes respiratórias causadas pela Covid-19. Leia aqui a íntegra do decreto.