Real Time PE: No 2º turno, João Campos e Raquel Lyra empatam com 44%
Por Nill Júnior
Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (17) aponta um empate na corrida eleitoral para o governo de Pernambuco no primeiro turno.
João Campos (PSB) e a atual governadora Raquel Lyra (PSD-PE) registram 43% das intenções de voto cada um, de acordo com o principal cenário estimulado.
Na sequência do levantamento, aparecem Renan (Missão), com 3%, e Ivan Moraes (PSOL), com 2%. O grupo formado por Guilherme Fonseca (PSTU), Professor Jeremias do Banco (Democrata), Professora Camila (UP) e Victor Assis (PCO) soma 1% e foram classificados como “Outros”. Votos nulos e brancos representam 4%, mesmo patamar dos indecisos.
Foram ouvidas 1.600 pessoas no estado de Pernambuco entre os dias 12 a 15 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo PE-06056/2026.
Um homem de 36 anos foi assassinado a facadas na noite deste sábado (09), no distrito de Jabitacá. É o segundo homicídio do ano registrado no município de Iguaracy. José Alves Balbino, residia no sítio Pitombeira, zona rural, município de Iguaracy-. O homicídio aconteceu por volta de 22h30. De acordo com relatos policiais, a vítima […]
Um homem de 36 anos foi assassinado a facadas na noite deste sábado (09), no distrito de Jabitacá. É o segundo homicídio do ano registrado no município de Iguaracy.
José Alves Balbino, residia no sítio Pitombeira, zona rural, município de Iguaracy-.
O homicídio aconteceu por volta de 22h30. De acordo com relatos policiais, a vítima havia entrado em luta corporal com o acusado, sendo esfaqueado na região do abdome e pescoço.
Após o crime, o acusado tentou se evadir do local, porém foi detido por policiais militares.
O acusado foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil – DPC de Afogados da Ingazeira, onde foi autuado em flagrante delito. O corpo da vítima foi conduzido ao IML de Caruaru-PE.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (7), em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Transição. O texto eleva o teto de gastos para que o próximo governo possa manter a parcela de R$ 600 do Bolsa Família (atual Auxílio Brasil) e financiar outros programas sociais a partir de janeiro. A PEC da […]
O Senado aprovou nesta quarta-feira (7), em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Transição.
O texto eleva o teto de gastos para que o próximo governo possa manter a parcela de R$ 600 do Bolsa Família (atual Auxílio Brasil) e financiar outros programas sociais a partir de janeiro.
A PEC da Transição é a grande aposta do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para cumprir as principais promessas de campanha. O texto, aprovado em primeiro turno por 64 a 16, prevê ampliação do teto em R$ 145 bilhões para acomodar Bolsa Família e outros programas.
Ainda validade de dois anos para este aumento do Orçamento, 2023 e 2024 e prazo até o fim de agosto para o governo Lula enviar ao Congresso um novo regime fiscal em substituição ao teto de gastos.
Antes de seguir para análise da Câmara dos Deputados, o projeto precisa ser aprovado em segundo turno pelos senadores, o que deve ocorrer ainda nesta quarta.
No plenário do Senado, uma PEC precisa de 49 votos favoráveis para ser aprovada. A sessão desta quarta teve quórum completo: todos os 81 senadores com mandato participaram.
O teto de gastos é uma barreira fiscal que proíbe o governo aumentar despesas acima do que foi gasto no ano anterior acrescido da inflação.
O aumento das despesas obrigatórias (a exemplo dos gastos previdenciários) reduz o espaço para gastos opcionais dentro do teto de gastos. Dessa forma, despesas não obrigatórias, como investimentos e custeio da máquina pública, podem ser bloqueadas.
Um apagão cibernético está provocando atrasos em voos, além de prejudicar serviços bancários e de comunicação ao redor do mundo, nesta sexta-feira (19). O problema estaria relacionado a sistemas que utilizam Windows na empresa CrowdStrike, uma fornecedora de serviços de segurança digital. A Microsoft afirma que a falha já foi resolvida, mas que problemas residuais ainda […]
Um apagão cibernético está provocando atrasos em voos, além de prejudicar serviços bancários e de comunicação ao redor do mundo, nesta sexta-feira (19).
O problema estaria relacionado a sistemas que utilizam Windows na empresa CrowdStrike, uma fornecedora de serviços de segurança digital.
A Microsoft afirma que a falha já foi resolvida, mas que problemas residuais ainda podem ocorrer. Não há indícios de que o apagão esteja relacionado a um ataque hacker.
As companhias aéreas American Airlines, United e Delta — as principais dos Estados Unidos –paralisaram todos os voos. A JetBlue, que opera majoritariamente voos domésticos nos EUA, segue com as operações normais.
O incidente teve origem em um problema global na empresa de segurança cibernética CrowdStrike. Em entrevista à rede americana NBC, o CEO da empresa pediu desculpas.
Em um comunicado, a CrowdStrike confirmou que está ciente de falhas no sistema operacional Windows relacionada ao sensor “Falcon”.
A CrowdStrike é uma empresa que fornece serviços de cibersegurança para algumas das maiores empresas do mundo com o objetivo de encontrar falhas em sistemas digitais e evitar ataques de hackers. Informações iniciais dão conta de que o apagão se originou em sistemas da CrowdStrike que utilizam o sistema operacional Windows, da Microsoft.
No Brasil, o Aeroporto de Viracopos confirmou que o apagão afetou o sistema da Azul Linhas Aéreas, que opera a maior partre dos voos no terminal. Outros aeroportos e companhias disseram que não enfrentam intercorrências significativas.
Um homem de 44 anos foi encontrado morto no sítio Batinga na zona rural de Itapetim. O blog do Marcello Patriota apurou que se trata do ex-presidiário Humberto de Oliveira Alves, conhecido por Gordo. Gordo no início dos anos 2000, foi o autor de uma chacina bárbara que repercutiu no Ventre Imortal da Poesia. Ele […]
Um homem de 44 anos foi encontrado morto no sítio Batinga na zona rural de Itapetim. O blog do Marcello Patriota apurou que se trata do ex-presidiário Humberto de Oliveira Alves, conhecido por Gordo.
Gordo no início dos anos 2000, foi o autor de uma chacina bárbara que repercutiu no Ventre Imortal da Poesia. Ele foi preso pela autoria da morte de 4 pessoas na Região da batinga, um casal, uma mulher e um terceiro homem. O casal era Dona Jovelina e Seu Amaro e a cunhada, irmã de sua esposa Anestina. Os 3 foram mortos a tiros.
Alguns dias depois Gordo numa emboscada matou a tiros Seu Geraldo Guedes, na mesma região do sítio Batinga. Na época Gordo foi perseguido pela polícia, mas conseguiu escapar. Depois de algum tempo foi capturado.
Humberto, o Gordo foi julgado, pegou uma pena de cerca 40 anos de prisão pelos 4 assassinatos, cumpriu cerca de 17 anos em regime fechado. Estava solto em regime de condicional.
Na manhã desta quinta-feira (25) foi encontrado por familiares já sem vida, com várias marcas de tiros, dentro do sítio da família, localizada no município de Itapetim.
O corpo foi recolhido pelo instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia de Caruaru. Segundo populares, o corpo foi cravado de balas, o que o blog apurou é que tinha perfurações de balas no crânio e nas costas. Pelo modus operandi, provavelmente acerto de contas, ou vingança. A Polícia Militar e Civil ainda não tem pistas do autor do crime.
Não foi informado sobre horário de Velório e sepultamento.
G1 Olívio Rodrigues Junior e Luiz Eduardo da Rocha, presos durante a 26ª fase da Operação Lava Jato, deixaram a cadeia, em Curitiba, às 13h de segunda-feira (19), de acordo com a Polícia Federal (PF). A prisão preventiva foi revogada pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela ações da Lava Jato na primeira instância. Com a saída […]
Olívio Rodrigues Junior e Luiz Eduardo da Rocha, presos durante a 26ª fase da Operação Lava Jato, deixaram a cadeia, em Curitiba, às 13h de segunda-feira (19), de acordo com a Polícia Federal (PF).
A prisão preventiva foi revogada pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela ações da Lava Jato na primeira instância. Com a saída dos dois, o ex-presidente Marcelo Odebrecht é o único da empresa a permanecer preso em Curitiba.
A 26ª etapa da Lava Jato teve como alvo o “Setor de Operações Estruturadas” da Odebrecht, que, de acordo com a força-tarefa da Lava Jato, se tratava de um departamento exclusivo para o gerenciamento e pagamento de valores ilícitos.
Luiz Eduardo da Rocha foi um dos diretores do Departamento de Operações Estruturadas da Odebrecht, e Olívio Rodrigues Júnior é apontado pelas investigações como um dos operadores das contas secretas mantidas pelo Grupo Odebrecht no exterior. Ambos respondem por lavagem de dinheiro.
Ao decidir pela soltura de Luiz Eduardo da Rocha e Olívio Rodrigues, o juiz Sérgio Moro relembrou que a prisão foi determinada para interromper o ciclo delitivo e para evitar que os então investigados fugissem.
“No momento, o setor foi, ao que tudo indica, desmantelado e o Grupo Odebrecht, em louvável mudança de postura, comprometeu-se publicamente a mudar suas práticas empresariais. Consta ainda que ambos estariam negociando alguma espécie de acordo de colaboração com o Ministério Público Federal, o que em princípio também diminui o risco à ordem pública”, argumentou o juiz.
A prisão preventiva de Luiz Eduardo da Rocha e Olívio Rodrigues foi substituídas por medidas cautelares. Os dois estão proibidos de deixar o país, por exemplo.
Moro mencionou que o pedido de revogação da prisão foi feito pela defesa e que o Ministério Público Federal (MPF) também se posicionou pela substituição da prisão por medidas cautelares.
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