A primeira rodada da Pesquisa Real Time Big Data do segundo turno ao governo de Pernambuco traz Raquel Lyra (PSDB) com 54% das intenções de voto e Marília Arraes (Solidariedade) com 35%. Os que dizem votar em branco ou nulo são 7% e os indecisos, 4%.
Votos válidos: Raquel tem 61% dos votos válidos, enquanto Marília soma 39%. A candidata do PSDB está à frente em todas as estratificações da pesquisa: por faixa de renda, gênero, religião e nas diversas regiões do Estado.
“Em relação à votação do primeiro turno, em que Marília chegou à frente com uma folga de cerca de três pontos percentuais, Raquel virou o jogo neste início de segundo turno e larga forte”, aponta Lucas Thut Sahd, diretor da Real Time Big Data.
A pesquisa entrevistou por telefone 1.000 eleitores em Pernambuco, entre 8 e 10 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número PE-01923/2022.
da Folha de Pernambuco Além do corpo do ex-governador Eduardo Campos, também serão velados no Palácio do Campo das Princesas os corpos do assessor de imprensa do socialista, Carlos Percol, e do fotógrafo Alexandre Severo. Ainda não foi definido se o velório será no hall de entrada do Palácio, como é feito comumente, ou na […]
Além do corpo do ex-governador Eduardo Campos, também serão velados no Palácio do Campo das Princesas os corpos do assessor de imprensa do socialista, Carlos Percol, e do fotógrafo Alexandre Severo.
Ainda não foi definido se o velório será no hall de entrada do Palácio, como é feito comumente, ou na área externa. A dúvida se deve ao grande número de pessoas que é esperado para se despedir dos três.
Nesta quinta-feira, timidamente, admiradores do ex-governador Eduardo Campos depositam flores na porta do Palácio das Princesas, que permanece fechado. Os preparativos para os funerais já começaram, apesar de ainda não haver uma data prevista para a chegada dos corpos do ex-governador e dos seus assessores para o velório e sepultamento.
Maioria das rádios acusadas de conluio para prejudicar campanha de Bolsonaro em Pernambuco, por exemplo, tem linha editorial alinhada ao presidente e candidato a reeleição. Narrativa sugere bode expiatório em caso de derrota. Tiro saiu pela culatra. Ouça no Nill Júnior Podcast de hoje, analisando os fatos da política pernambucana e do cotidiano. O formato […]
Maioria das rádios acusadas de conluio para prejudicar campanha de Bolsonaro em Pernambuco, por exemplo, tem linha editorial alinhada ao presidente e candidato a reeleição.
Narrativa sugere bode expiatório em caso de derrota. Tiro saiu pela culatra.
Ouça no Nill Júnior Podcast de hoje, analisando os fatos da política pernambucana e do cotidiano.
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Do blog do Magno A ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) confirmou que se reuniu com a irmã, a deputada federal Maria Arraes (SD), e reconheceu a possibilidade de a parlamentar avaliar mudanças no projeto eleitoral, incluindo uma eventual troca de cargo na disputa de 2026. Apesar disso, Marília afirmou que seu projeto político segue sendo […]
A ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) confirmou que se reuniu com a irmã, a deputada federal Maria Arraes (SD), e reconheceu a possibilidade de a parlamentar avaliar mudanças no projeto eleitoral, incluindo uma eventual troca de cargo na disputa de 2026. Apesar disso, Marília afirmou que seu projeto político segue sendo a candidatura ao Senado, ressaltando que decisões sobre a chapa majoritária ainda não foram oficializadas e devem ser tomadas no momento adequado.
Confira a nota na íntegra:
Caro Magno,
Creio que há um evidente açodamento e ansiedade em torno das eleições de 2026. Principalmente, a disputa em relação a um dos cargos que, usualmente, por último era definido: o cargo de senador.
Estamos reunindo e unindo a oposição de Pernambuco, desde 2022, num projeto com verdadeiro alinhamento com o presidente Lula, a democracia e o combate às injustiças sociais: de quem não fica em cima do muro em momentos cruciais do Brasil. Tive a honra de representar esse projeto popular liderado por Lula nas eleições majoritárias de 2020 e 2022 e, em ambas, chegar ao segundo turno de maneira bastante competitiva, acumulando força e capital político.
Hoje, ainda não temos uma declaração oficial de quem seria o candidato ao governo. O que temos é o clamor popular pela candidatura do prefeito João Campos, com quem firmamos uma aliança histórica, política e programática. E essa aliança se converteu numa relação pessoal e política de extremo respeito. Hoje, inclusive, seguiremos juntos ao município da Pedra, para sacramentar o apoio do prefeito Júnior Vaz ao nosso projeto.
Assim como João Campos, jamais emiti uma declaração oficial dizendo que seria candidata a qualquer cargo em específico. Porém, temos o que considero mais importante: o apoio popular, traduzido em diversas pesquisas de opinião, inclusive de institutos nacionais, que nos colocam na liderança absoluta, em todos os cenários. Quanto a isso, agradeço a confiança do povo de Pernambuco e o reconhecimento dos nossos posicionamentos, ao longo de quase 20 anos de vida pública.
A possibilidade de lançamento de meu esposo, André Cacau, médico e biomédico, ou qualquer familiar jamais foi aventada e é totalmente sem nexo. A decisão da deputada Maria Arraes sobre a disputa foi ou será tomada com toda a liberdade e independência que lhe é de direito, pois assim agiu desde seu primeiro dia de mandato. Política é algo sério demais para ser tratada como assunto de família.
Continuo à disposição de contribuir com o projeto e continuo também sendo a única mulher cotada para compor a chapa majoritária de oposição e líder nas pesquisas. Com posicionamento claro e definido de transformarmos o Congresso Nacional em uma verdadeira representação popular.
Decisões sobre disputas majoritárias devem ser tomadas no momento correto, com maturidade, sem ansiedade e, sempre, unindo e escutando o nosso povo e saindo das bolhas de quem inventa teses e teorias sem sair de gabinetes.
Os clientes e correntistas da Caixa prejudicados pela greve de 31 dias dos bancários ganharão tempo extra para acertar as contas com o banco. As agências da instituição financeira nas cidades onde foi encerrada a greve abrirão uma hora mais cedo na segunda e na terça-feira para agilizar o atendimento. Nas cidades onde os bancos […]
Os clientes e correntistas da Caixa prejudicados pela greve de 31 dias dos bancários ganharão tempo extra para acertar as contas com o banco. As agências da instituição financeira nas cidades onde foi encerrada a greve abrirão uma hora mais cedo na segunda e na terça-feira para agilizar o atendimento.
Nas cidades onde os bancos abrem às 10h, os clientes serão atendidos a partir das 9h e, onde o atendimento começa às 11h, a abertura será às 10h.
Na manhã de ontem, bancários de todo o país retornaram ao trabalho, depois de mais de um mês parados. Os trabalhadores da instituições privadas e do Banco do Brasil aceitaram a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e encerraram a greve, que durou 31 dias.
O acordo, válido por dois anos, inédito, prevê 8% de reajuste no salário em 2016, mais abono de R$ 3,5 mil. No vale-alimentação o reajuste proposto é maior, de 15%. O vale-refeição e o auxílio-creche/babá serão reajustados em 10%. Para 2017, haverá a correção integral da inflação acumulada, mais 1% de aumento real nos salários e em todos os benefícios.
Os bancários também conseguiram o abono dos dias parados e o aumento da licença-paternidade de cinco para 20 dias. A licença, entretanto, vale a partir da definição do benefício fiscal pelo governo.
Apesar do acordo, bancários da Caixa Econômica Federal em capitais de sete estados, como Rio de Janeiro, São Paulo, Amapá e Bahia, e em algumas cidades mantiveram a paralisação nesta sexta até a realização de assembleias.
Ex-ministro foi interrogado nesta quarta-feira (6), em Curitiba, em ação que investiga se empreiteira deu como propina um terreno e um imóvel para o ex-presidente. Palocci diz que Lula sabia da compra do terreno. Do G1 Os advogados de Antonio Palocci disseram nesta quarta-feira (6) que, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o ex-ministro afirmou […]
Ex-ministro foi interrogado nesta quarta-feira (6), em Curitiba, em ação que investiga se empreiteira deu como propina um terreno e um imóvel para o ex-presidente. Palocci diz que Lula sabia da compra do terreno.
Do G1
Os advogados de Antonio Palocci disseram nesta quarta-feira (6) que, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o ex-ministro afirmou que o PT tinha uma espécie de “pacto de sangue” com a Odebrecht e que o combinado era o partido receber R$ 300 milhões. Segundo os advogados, Palocci disse ainda que R$ 4 milhões foram dados em dinheiro para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Palocci também afirmou a Moro, segundo os defensores, que Lula sabia da compra de um terreno para o Instituto Lula e de um imóvel vizinho ao apartamento do ex-presidente, em São Bernardo do Campo.
De acordo com os advogados de Palocci, uma das vantagens oferecidas pela Odebrecht para manter o bom relacionamento com o governo da presidente Dilma Rousseff, era a manutenção de uma conta no valor de R$ 300 milhões.
Segundo eles, esse dinheiro poderia ser usado tanto para gastos partidários, quanto para assuntos pessoais do grupo envolvido nas negociações. Conforme a defesa de Palocci, desse montante, pelo menos R$ 4 milhões foram sacados pelo ex-presidente Lula.
“A destinação dos recursos era determinada a partir da cúpula do PT, seja pelo presidente Lula, Paulo Okamotto ou Antonio Palocci. Aí, foram destinados R$ 4 milhões do ex-presidente, questões pessoais de Antonio Palocci. Por exemplo, R$ 4 milhões em espécie que foram retirados para pagamento de gastos do Instituto Lula. Então, isso foi um favorecimento pessoal. Mas também, essa conta foi usada para o pagamento de campanha, seja por caixa dois, seja por caixa oficial”, disse o advogado André Pontarolli na saída da Justiça Federal, onde Palocci prestou depoimento a Moro.
Instituto
“Especificamente no que tange o assunto do Instituto Lula, que é o objeto dessa denúncia, ficou absolutamente claro que esse assunto foi deliberado conjuntamente por um colegiado de pessoas composto por Paulo Okamotto, José Carlos Bumlai, Roberto Teixeira, o próprio Antonio Palocci, que não nega o seu mea culpa, não se exime da sua responsabilidade”, disse Adriano Bretas, outro advogado do ex-ministro.
“Mas que também admite e reconhece que integrava esse colegiado também o ex-presidente Lula, que participou e acompanhou, par e passo, cada passo do andamento dessa operação, que culminou pela compra desse imóvel”, completou Bretas.
Segundo denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Lula recebeu o terreno e o imóvel como vantagem indevida da Odebrecht.
Neste processo, Palocci responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele já foi condenado em outra ação da Lava Jato e está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) na capital paranaense.
A denúncia
Lula foi denunciado neste caso em 15 dezembro de 2016, e o juiz Sérgio Moro aceitou a denúncia quatro dias depois. Segundo o MPF, a Construtora Norberto Odebrecht pagou R$ 12.422.000 pelo terreno onde seria construída a nova sede do Instituto Lula. Esta obra não foi executada.
A denúncia afirma também que Lula recebeu, como vantagem indevida, a cobertura vizinha à residência onde vive. De acordo com o MPF, foram usados R$ 504 mil para a compra do imóvel.
Ainda conforme a força-tarefa, este segundo apartamento foi adquirido no nome de Glaucos da Costamarques, que teria atuado como testa de ferro de Lula. Os procuradores afirmam que, na tentativa de dissimular a real propriedade do apartamento, Marisa Letícia chegou a assinar contrato fictício de locação com Glaucos da Costamarques.
Lula foi condenado no processo sobre o triplex no Guarujá, em São Paulo, a 9 anos e seis meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Além disso, ele também foi denunciado pela Lava Jato no processo que envolve um sítio em Atibaia, no interior paulista.
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