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Casas Bahia fecham portas em cidades de Pernambuco

Por Nill Júnior

As Casas Bahia fechou as unidades de Arcoverde e Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco, em meio a uma nova rodada de redução da estrutura da companhia. Segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico, do Grupo Globo, a empresa fechou 298 lojas e demitiu cerca de 1,9 mil funcionários em todo o Brasil.

Em Arcoverde e Afogados da Ingazeira, funcionários foram surpreendidos com os desligamentos. Conforme relatos, os trabalhadores receberam os valores devidos no momento da demissão e não teriam recebido aviso prévio sobre o fechamento das unidades.

A empresa também prepara uma nova rodada de cortes que pode atingir até 30% do quadro de funcionários, segundo o Valor Econômico. A medida inclui novas demissões e fechamento de lojas enquanto a companhia reduz sua estrutura operacional.

A divulgação dos resultados do segundo trimestre, inicialmente prevista para quarta-feira (12), foi adiada para esta sexta-feira (14). A empresa também marcou uma teleconferência para segunda-feira (17). De acordo com o jornal, a mudança ocorreu para que a companhia concluísse o novo plano de reestruturação. Fornecedores já acompanham o processo e avaliam os possíveis impactos da redução da operação.

Os novos cortes ocorrem após anos de redução da rede física e de reestruturação financeira. Nos 12 meses encerrados em março, o grupo fechou 26 lojas, sendo 12 da Casas Bahia e 14 do Ponto Frio. Ao final de 2025, a companhia tinha 1.042 unidades, contra 1.064 no ano anterior e 1.078 no fim de 2023.

A empresa também enfrenta dificuldades financeiras. No primeiro trimestre de 2026, a Casas Bahia registrou prejuízo de quase R$ 1,1 bilhão, mais que o dobro do resultado negativo registrado no mesmo período de 2025. No ano passado, o prejuízo líquido consolidado não ajustado chegou a aproximadamente R$ 3 bilhões.

Até o momento, não foram divulgados detalhes específicos sobre o número de funcionários desligados nas unidades de Arcoverde e Afogados da Ingazeira.

Outras Notícias

Pressão do Congresso derruba Ernesto Araújo, o chanceler de Bolsonaro

Ministro era considerado entrave na relação com importantes parceiros estrangeiros Mais de dois anos depois de ter proferido seu discurso inaugural como chanceler, quando prometeu alinhar o Ministério das Relações Exteriores aos anseios dos eleitores de Jair Bolsonaro, Ernesto Henrique Fraga Araújo deixou o cargo nesta segunda-feira (29) —sob pressão do Congresso. A reportagem é […]

Ministro era considerado entrave na relação com importantes parceiros estrangeiros

Mais de dois anos depois de ter proferido seu discurso inaugural como chanceler, quando prometeu alinhar o Ministério das Relações Exteriores aos anseios dos eleitores de Jair Bolsonaro, Ernesto Henrique Fraga Araújo deixou o cargo nesta segunda-feira (29) —sob pressão do Congresso. A reportagem é de Ricardo Della Coletta e Gustavo Uribe/Folha de S. Paulo.

Ernesto, que à época de sua posse era um desconhecido diplomata recém-promovido a embaixador, deixa o posto após ter amealhado a aversão de diferentes setores da sociedade e do governo. Das cúpulas do Congresso Nacional aos generais que aconselham Bolsonaro, de grandes empresários a lideranças do agronegócio, todos se uniram nos últimos dias para tirá-lo da Esplanada.

A demissão de Ernesto, um admirador declarado do escritor Olavo de Carvalho, é também um duro golpe na ala ideológica do bolsonarismo, que nos últimos anos conviveu com portas abertas no Itamaraty.

Embora sempre tenha enfrentado resistências por ter promovido uma guinada ultraconservadora no ministério, o destino de Ernesto foi selado após os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), terem se unido à coalizão para afastá-lo do governo.

Em 22 de março, Lira e Pacheco tiveram um encontro em São Paulo com grandes empresários, que não pouparam Ernesto. O chanceler foi chamado de omisso e acusado de executar na política externa o negacionismo de Bolsonaro na pandemia, o que teria feito o Brasil perder um tempo precioso nas negociações por vacinas e insumos para o combate à Covid-19.

Na reunião, a suposta omissão de Ernesto foi apontada como um dos fatores para a situação de calamidade pela qual o Brasil passa, com recordes diários de mortes pelo vírus, risco de escassez de medicamentos e ritmo de vacinação insuficiente para fazer frente aos meses mais duros da doença.

O principal flanco de desgaste de Ernesto em seus meses finais no cargo foi a relação com a China, maior parceiro comercial do Brasil e país exportador da matéria-prima utilizada tanto pelo Instituto Butantan quanto pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) na produção de imunizantes contra o coronavírus.

No domingo (28), Ernesto postou em uma rede social que não teria cedido a um pedido de Katia Abreu, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, para acenar ao lobby chinês em relação ao tema do 5G no país. A acusação gerou forte reação de deputados e senadores, e Katia Abreu chegou a chamar o agora ex-chanceler de marginal. No dia seguinte, houve movimentações para formular um pedido de impeachment e a ameaça de que indicações para postos diplomáticos seriam bloqueadas.

Desde o início de sua gestão, Ernesto promoveu uma política de antagonismo com a nação asiática. Ainda em março de 2019, numa palestra para jovens diplomatas, afirmou que não queria reduzir a política externa brasileira a uma mera questão comercial.

“Queremos vender soja e minério de ferro, mas não vamos vender nossa alma”, disse na ocasião, numa referência às vendas brasileiras à China. Em linhas gerais, Ernesto abraçou a tese de que era preciso proteger o Brasil da crescente influência dos chineses, um país governado por uma ditadura comunista.

Os objetivos do ex-ministro logo se chocaram com os interesses do agronegócio —grandes vendedores para os asiáticos— e da carência do Brasil por investimentos externos em infraestrutura. A relação com Pequim oscilou em 2019, mas atingiu seu ponto mais baixo com a eclosão da crise do coronavírus.

Com a chegada da pandemia em 2020, Bolsonaro decidiu se alinhar ao discurso do ex-presidente dos EUA Donald Trump, segundo o qual o governo chinês teria disseminado o vírus propositalmente. Num bate-boca nas redes sociais entre o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, Ernesto saiu em defesa do filho do presidente.

O então chanceler chegou a enviar a Pequim um pedido para que o diplomata chinês fosse retirado do Brasil —foi ignorado. Desde então, o ministro interrompeu qualquer interlocução com a missão chinesa em Brasília. O rompimento cobrou seu preço meses depois, quando o fornecimento de insumos para as vacinas Coronavac e AstraZeneca foi ameaçado por atrasos na exportação de lotes vindos da China.

Embora interlocutores tenham ressaltado que não é possível afirmar se houve retaliação dos chineses, a falta de canais de comunicação do Itamaraty com a embaixada num momento de crise ficou evidente. Não por acaso, numa sessão no Senado em 24 de março, diversos senadores pediram publicamente a demissão do chanceler, e as rixas com a China foram uma das principais queixas ouvidas pelo ministro.

A revolução conservadora promovida por Ernesto no Itamaraty, no entanto, foi muito além da pauta anti-China. Ele costurou uma aliança com o governo Trump e deu o aval a uma série de concessões aos americanos que, segundo críticos, não vieram acompanhadas de contrapartidas ao Brasil.

Na ONU, rompeu com votos históricos do Brasil em relação ao conflito no Oriente Médio e passou a apoiar Israel em manifestações sobre disputa com palestinos. Apesar dos apelos de diplomatas, ordenou que o Brasil votasse a favor do embargo americano a Cuba, rompendo outro posicionamento tradicional do país.

Em fóruns multilaterais, posicionou o Brasil contra a defesa de direitos sexuais e reprodutivos, numa agenda abertamente anti-aborto e alinhada a governos de viés nacionalista e autoritário, como Hungria e Polônia, e passou a trabalhar em negociações para que menções ao Foro de São Paulo, grupo de partidos de esquerda na América Latina, fossem incluídas em declarações.

Assim, não foi só a pandemia que fez os ventos virarem contra Ernesto.

A eleição no ano passado de Joe Biden como novo presidente dos EUA levantou dúvidas sobre a capacidade de o ministro estabelecer um bom diálogo com a principal economia do mundo. Ernesto ficou marcado entre diplomatas americanos como um entusiasta de Trump, retratado por ele como um defensor de valores ocidentais. Além do mais, publicou uma sequência de mensagens mostrando simpatia pelos invasores do Capitólio nos EUA, o que provocou reações de altos representantes do Partido Democrata.

Na mais contundente resposta, o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado americano, o democrata Robert Menendez, enviou uma carta a Bolsonaro cobrando que ele e Ernesto condenassem de forma veemente os ataques ao Capitólio.

Leitura do pedido de impeachment durou mais de três horas

A leitura do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara começou por volta das 14h e  durou mais de três horas. Ela foi feita pelo primeiro-secretário da Casa, deputado Beto Mansur (PRB-SP). Agora, Eduardo Cunha lê seu parecer. O documento, elaborado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Conceição Paschoal tem […]

Sem título

A leitura do pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara começou por volta das 14h e  durou mais de três horas. Ela foi feita pelo primeiro-secretário da Casa, deputado Beto Mansur (PRB-SP). Agora, Eduardo Cunha lê seu parecer.

O documento, elaborado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Conceição Paschoal tem 80 páginas. Em seguida, Eduardo Cunha lerá seu parecer, onde argumentará por que acolheu o pedido na noite de quarta-feira (2). A leitura do parecer do presidente da Câmara, de 22 páginas, deverá ser mais breve.

Base aliada protocola recurso no STF: O deputado federal Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA) protocolou no início da tarde desta quinta no STF (Supremo Tribunal Federal) o primeiro mandado de segurança contra o pedido de impeachment da presidente aceito ontem pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

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O recurso foi distribuído por sorteio ao ministro Celso de Mello. O argumento do deputado é que Eduardo Cunha deveria ter dado à presidente a oportunidade de apresentar defesa ao Congresso antes de acolher o pedido de impedimento. “Ao fazê-lo sem notificar previamente a presidente para que oferecesse resposta, (Cunha) violou os princípios do devido processo legal, de ampla defesa e do contraditório”.

De acordo com o recurso, o presidente da Câmara dos Deputados deve, ao perceber que a denúncia por crime de responsabilidade preenche os requisitos formais, notificar a presidente da República para responder por escrito à acusação. De acordo com o deputado, somente depois de juntada a resposta ao processo é que Cunha deveria analisar a causa.

Seca coloca todos os municípios do Pajeú em situação de emergência

O Governo de Pernambuco publicou um decreto de emergência por causa da seca. A portaria nº 2.530, do Diário Oficial da União, de 25 de outubro, reconhece a situação crítica em 54 municípios do Agreste e do Sertão do estado. O decreto é importante para que os municípios afetados recebam recursos emergenciais para a redução […]

O Governo de Pernambuco publicou um decreto de emergência por causa da seca. A portaria nº 2.530, do Diário Oficial da União, de 25 de outubro, reconhece a situação crítica em 54 municípios do Agreste e do Sertão do estado.

O decreto é importante para que os municípios afetados recebam recursos emergenciais para a redução dos impactos da estiagem e para manutenção do programa de distribuição de água por carros-pipa.

Entre os municípios que em situação de emergência estão todos do Pajeú: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, Serra Talhada, Solidão, Tabira, Triunfo e Tuparetama.

Estes municípios já tiveram a situação de emergência reconhecida pelo estado em decretos anteriores. Mas como o prazo de validade é de 180 dias, o decreto é republicado ao final do prazo.

Segundo o doutor em meteorologia e analista da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Roberto Pereira, explica que o mês de novembro está dentro da estação seca, em que o volume de chuva é baixo. “O período chuvoso do Sertão é de quatro meses, de janeiro até abril. Até chegar dezembro, não são esperadas chuvas significativas no Sertão”.

De acordo com o meteorologista, o Sertão está vivendo o período mais seco no estado de Pernambuco. “São dias com valores de umidade críticos e que tem que se tomar cuidados com a saúde. As temperaturas são elevadas e alguns açudes sofrem neste período”, destaca.

Serra: Presidente da CDL diz que comércio tem cumprido decreto

Ele acredita que  acredita que haverá uma flexibilização na próxima semana, com abertura de setores como o de móveis e eletroeletrônicos O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Serra Talhada (CDL), Marcos Godoy, declarou, nessa segunda-feira (13), que os empresários serra-talhadenses estão unidos e vão cumprir, até o fim, os decretos que determinam o […]

Max Rodrigues/Farol de Notícias

Ele acredita que  acredita que haverá uma flexibilização na próxima semana, com abertura de setores como o de móveis e eletroeletrônicos

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Serra Talhada (CDL), Marcos Godoy, declarou, nessa segunda-feira (13), que os empresários serra-talhadenses estão unidos e vão cumprir, até o fim, os decretos que determinam o fechamento do comércio não essencial na cidade.

Segundo ele, o decreto assinado pelo governador Paulo Câmara impõe o fechamento das lojas, mas acredita que haverá uma flexibilização na próxima semana, com abertura de setores como o de móveis e eletroeletrônicos. Entretanto, Godoy insistiu em dizer que a prioridade é a vida, e não somente a economia.

“A CDL de Serra Talhada, em parceria com as instituições, tem trabalhado no foco para que as pessoas fiquem em casa e façam este isolamento social e tenham este cuidado todo. Realmente a coisa não é brincadeira e o comércio junto com os empresários de Serra Talhada estão focados, principalmente, na vida das pessoas. O comércio de Serra Talhada vem cumprindo rigorosamente o decreto [que determina o fechamento de lojas]. Até o dia 17 o comércio está fechado e o empresário de Serra Talhada está unido e focado em tudo isso. Quando tudo isso acabar, vamos voltar com mais força, mais coragem e gerando empregos”,disse Marcos Godoy.

Apoio ao Hospam: ainda durante a coletiva do Gabinete de Crise, o presidente da CDL prestou contas de uma ação empresarial em prol do Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam). “A CDL e parceiros já doou ao Hospam 2.800 metros de TNT, 2 mil aventais com manga longa, 15 mil pares de luvas látex, dois ar condicionados e já distribuímos mais de 3 mil máscaras à população”, revelou.

Do Farol de Notícias

Sertânia: prefeitura esclarece episódio entre Asas da América e Fulô de Mandacaru

O Governo Municipal de Sertânia veio por meio desta nota, esclarecer alguns impasse registrado no domingo (28) durante as apresentações da Banda Fulô de Mandacaru e Trio e Banda Asas da América, na 47ª Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos de Sertânia, atrações patrocinadas pela FUNDARPE e PITÚ, respectivamente. “O primeiro ponto a ser esclarecido […]

Fulô no Trio Asas da América

O Governo Municipal de Sertânia veio por meio desta nota, esclarecer alguns impasse registrado no domingo (28) durante as apresentações da Banda Fulô de Mandacaru e Trio e Banda Asas da América, na 47ª Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos de Sertânia, atrações patrocinadas pela FUNDARPE e PITÚ, respectivamente.

“O primeiro ponto a ser esclarecido é sobre a alteração na ordem de apresentações. A primeira atração estava prevista para ser a Banda Asas da América, mas um acordo entre os artistas alterou a ordem dos shows”.

Segundo a nota, outro ponto, é que foi previamente acordado, há vários dias, que as duas apresentações aconteceriam no trio elétrico de Asas da América. “Portanto, fato de conhecimento das duas atrações”, informa.

A nota diz que no momento do show, a banda caruaruense desejou usar alguns recursos, como fogos de artifício e papel laminado, o que, segundo os proprietários do trio elétrico, não seria possível por questões de segurança, o que criou uma insatisfação na produção de Fulô de Mandacaru. “O impasse foi mediado pela organização do evento, garantindo que ao final o público pudesse conferir e prestigiar grandes shows que finalizaram e coroaram o sucesso da Expocose 2019”, conclui.

Mais de 110 mil, diz organização: em sua 47ª edição, a Exposição Especializada em Caprinos e Ovinos de Sertânia foi encerrada neste domingo (28) . A organização do evento estima que mais de 110 mil pessoas tenham passado pelo Parque de Exposições Professor Renato Moraes durante os cinco dias de festa.

A Expocose 2019 começou na última quarta-feira (24), com a parte técnica. Considerada uma das maiores Exposições de Pernambuco e uma das maiores do Nordeste, a Exposição de Sertânia distribui R$ 60 mil em prêmios e atraiu criadores e expositores de vários lugares, o que permitiu um grande volume de vendas, movimentando financeiramente em média R$ 800 mil.

Passaram pelo Parque de Exposições Professor Renato Moraes mais de 100 criadores e cerca de 1.183 animais de diferentes raças, como Anglo Nubiano e Dorper. A programação contou com exposição de caprinos e ovinos, torneio leiteiro, concurso de peso, entre outras atividades.

Além da parte técnica, o evento trouxe grandes atrações musicais que dispuseram de uma mega estrutura de palco, som e iluminação.  Mais de 10 bandas animaram o público. A programação atendeu os mais diversos estilos musicais e contou com artistas locais e nacionais, como Marília Mendonça, Chico Arruda, Calcinha Preta, Nico Batista, Batista e Edson Lima, Santana O Cantador, entre outras.

A Expocose 2019 teve o apoio do: Governo do Estado de Pernambuco, ADAGRO, Embrapa, SEBRAE, APECO, ACOSE, ABSI, ABCAnglo, ABCC, Universidade Federal Rural de Pernambuco, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, FUNDARPE e PITÚ.