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Raquel minimiza canetada: “é natural que a mudança cause inquietação”

Por André Luis

Governadora realizou primeira reunião com os novos secretários

A governadora Raquel Lyra reuniu, na manhã desta quarta-feira (4), os 27 novos secretários. O encontro aconteceu no Palácio do Campo das Princesas e serviu para dar as orientações iniciais e fazer a integração entre eles. A vice-governadora Priscila Krause também esteve presente.

“Essa primeira reunião foi um momento de apresentação para que possamos governar juntos. Pernambuco não vai bem. Este time que está aqui montado tem liderança e capacidade técnica e de montar time para que a gente possa, na ponta, mudar a vida das pessoas para melhor”, afirmou Raquel.

Segundo a sua assessoria: superar a pobreza, combater a fome, construir creches, reduzir as filas de exames e cirurgias e garantir um novo sistema de segurança pública, podendo funcionar de maneira adequada e fazendo Pernambuco gerar oportunidade e chegar na vida de quem mais precisa, são algumas das prioridades da governadora. “Esses são os nossos desafios que estão postos para os próximos anos. O trabalho está só começando”, disse.

A governadora lembrou ainda que é natural que em um momento de transição de governo, chegando um governo novo, os cargos comissionados sejam exonerados. “É um momento de acomodação. Os governos estão passando por isso, inclusive o Federal e o de outros estados. E é natural que essa mudança que me trouxe até aqui cause uma certa inquietação. O que importa é que nós sabemos para onde caminhar. O trabalho está só começando”, afirmou Raquel, acrescentando que os serviços essenciais estão mantidos nas áreas de saúde, educação, segurança, bem como no sistema penitenciário. 

“Este time está pronto, comprometido e qualificado. Ele vai nos ajudar a reconstruir o nosso estado. Vamos trabalhar em conjunto para superar desafios e escrever uma história de oportunidade e mudança na vida do nosso povo”, ratificou Priscila Krause.

“Hoje foi uma reunião muito de alinhamento, de reforço da transversalidade porque os desafios de Pernambuco são muito complexos. O estado hoje, em diversas áreas, tem as piores avaliações do país em política pública. O time se apresentou, e a governadora Raquel reforçou muito o sentido de trabalharmos juntos, todas as áreas, os temas centrais que foram trazidos no Plano de Governo”, reforçou o secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques.

Outras Notícias

O Blog e a História: a recepção a Yane Marques

Em 31 de julho de 2015: nem a perspectiva de chuva afugentou a homenagem dos sertanejos de Afogados da Ingazeira à filha da terra, a pentatleta afogadense Yane Marques, campeã Panamericana em Toronto, no Canadá. Yane ainda coleciona ouro no Pan do Rio, prata no Pan de Guadalajara e bronze nas Olimpíadas de Londres. Yane chegou […]

Em 31 de julho de 2015: nem a perspectiva de chuva afugentou a homenagem dos sertanejos de Afogados da Ingazeira à filha da terra, a pentatleta afogadense Yane Marques, campeã Panamericana em Toronto, no Canadá.

Yane ainda coleciona ouro no Pan do Rio, prata no Pan de Guadalajara e bronze nas Olimpíadas de Londres.

Yane chegou a Afogados com um pequeno atraso, mas nada que prejudicasse a programação. A seu pedido, ela desfilou em uma carro menor e não em caminhão do Corpo de Bombeiros. “Queria ver o povo e que pudessem me ver”.

O carro percorreu as ruas da cidade. Em seguida, o prefeito José Patriota entregou uma homenagem à Yane e houve exibição de um documentário com sua história na Avenida Rio Branco, no centro.

Na chegada à Rio Branco, Yane falou a este blogueiro. “Sempre feliz, né. Essa recepção sempre muito agradável, sempre muito feliz em poder comemorar com todo mundo essas conquistas”. Muita aplaudida, Yane falou do reconhecimento de sua terra. “Esse reconhecimento é muito bacana”.

Perguntada se era muita ambição nossa já cobrar uma medalha no Rio em 2016, a pentatleta disse que não. “Tem que ser assim mesmo. Eu também estou pensando no Rio . Nossas energias estão direcionadas pro mesmo objetivo. Vou fazer meus treinos como tenho que fazer e espero que o resultado seja uma boa consequência”.

TCE julga regular com ressalvas gestão financeira de 2018 do Cimpajeú

Prefeito de Flores recebeu multa e recomendações, mas teve parecer aprovado. O TCE apreciou a Prestação de Contas do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – CIMPAJEÚ,  relativa ao exercício financeiro de 2018, que teve como titular o prefeito de Flores, Marconi Santana. Da análise dos autos foi emitido Relatório de Auditoria que aponta […]

Prefeito de Flores recebeu multa e recomendações, mas teve parecer aprovado.

O TCE apreciou a Prestação de Contas do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – CIMPAJEÚ,  relativa ao exercício financeiro de 2018, que teve como titular o prefeito de Flores, Marconi Santana.

Da análise dos autos foi emitido Relatório de Auditoria que aponta algumas irregularidades. Na lista do TCE, realização de despesa não autorizada, pagamento de despesa sem liquidação de fato, despesas com aquisição de combustíveis sem o devido controle.

Ainda despesas com pagamentos indevidos de encargos financeiros decorrentes de atraso no recolhimento de contribuições previdenciárias ao RGPS/INSS, despesas com locação de veículos cujas prestações de contas não estão instruídas em consonância com a Resolução nº 05/2016 do CIMPAJEÚ.

A Segunda Câmara da Corte de Contas julgou regular com ressalvas a prestação de contas. Ainda multou o prefeito de Flores em R$ 11.755,10. Cabe recurso da multa.

Futuro do PSB é incerto, avaliam especialistas

da Folha de Pernambuco Abalado pela morte trágica do seu principal líder, Eduardo Campos, o PSB foi provavelmente o partido que mais sentiu as turbulências da campanha eleitoral de 2014 e é também a legenda cujo futuro é mais difícil prever. Neste momento, como afirma seu presidente nacional Carlos Siqueira, o caminho do PSB é […]

reuniao

da Folha de Pernambuco

Abalado pela morte trágica do seu principal líder, Eduardo Campos, o PSB foi provavelmente o partido que mais sentiu as turbulências da campanha eleitoral de 2014 e é também a legenda cujo futuro é mais difícil prever. Neste momento, como afirma seu presidente nacional Carlos Siqueira, o caminho do PSB é o de uma “oposição de esquerda”. “Os eleitores nos colocaram na oposição e assim vamos nos manter”, disse o presidente nacional do PSB.

“Neste primeiro momento, eles não têm muita alternativa a não ser se colocar dessa forma”, avalia o cientista político do Insper e colunista do jornal O Estadão de S.Paulo Carlos Melo. “A retórica tem que ser oposicionista, mas ao longo do ano que vem muita coisa pode acontecer”.

Para Melo, desde o momento em que Campos deixou a base de apoio ao governo de Dilma Rousseff (PT), em 2013, esse caminho já se configurava. Com a morte do candidato, o PSB teve de tomar decisões rápidas e acabou sendo levado a apoiar Aécio Neves (PSDB) depois da derrota de Marina Silva no primeiro turno. Isso empurrou o partido ainda mais para o campo oposto do PT, apesar de ter estado próximo do partido de Lula desde 1989.

O PSB passou de seis para três governadores, mas conseguiu crescer a bancada no Congresso Nacional: foi de 24 para 34 deputados federais e de quatro para sete senadores. “O partido cresceu, mas tem um problema sério de direção. Há uma parte ligada ao ex-presidente Roberto Amaral e lideranças no Norte e Nordeste que são petistas, e tem a parte paulista, ligada a Márcio França, e a ala pernambucana que são próximas ao PSDB”, lembra Melo.

Para ele, o partido pode até ficar próximo de outros na oposição a Dilma, como PPS e PSDB, mas corre risco de perder parlamentares que, por terem um alinhamento mais à esquerda, podem sentir que não estão mais ideologicamente representados e optar por trocar de legenda – o que é permitido pela legislação eleitoral. “Mesmo para especialistas, está muito difícil de prever o que vai acontecer com o PSB, só se tiver uma bola de cristal.”

O cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Marco Antonio Carvalho Teixeira também disse considerar incerto o futuro da legenda, especialmente pelo drama da falta de liderança desde a morte de Campos. “Restou um partido sem liderança nacional. A grande aposta deles não existe mais.” Teixeira explica que o PSB há décadas servia como uma linha auxiliar do PT. Com o amadurecimento de Campos, alçou o voo solo mas não podia imaginar que perderia essa figura central, que era ainda jovem. “Para ser uma terceira via de fato, o partido precisa de liderança e é disso que o PSB carece. O grande risco nesse momento é voltar a ser apenas coadjuvante. Se for oposição ser linha auxiliar do PSDB, se voltar a ser governo, se firmar como linha auxiliar do PT.”

Teixeira avalia que o PSB ficou em uma situação peculiar, cresceu num projeto bastante calculado por Eduardo Campos, e agora, sem essa liderança central, é uma legenda média para grande, mas com configuração de partido pequeno. “O PSB é um grande partido, com vocação de nanico”, disse sobre a contradição.

Teixeira lembra também que o filho de Eduardo Campos, João, é um quadro promissor, mesmo que no médio ou longo prazo, já que ele tem 20 anos. “Se em 2016 ele se eleger o vereador mais votado em Recife, por exemplo, ele já ganha projeção”, afirmou. Para ele, investir na construção de uma liderança nacional é o caminho mais seguro para o PSB. “Trazer de fora pode ser um grande risco. Lembremos no que deu com o Garotinho.” Depois de aceitar a filiação do ex-governador do Rio Anthony Garotinho em 2000, o PSB lançou a candidatura presidencial dele em 2002. Garotinho acabou não chegando ao segundo turno da disputa, saiu para o PMDB e agora está no PR.

Evandro confiante no Caminhos de Pernambuco

Blog do Finfa Durante a visita da Secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos do Estado de Pernambuco, que aconteceu na passada, o prefeito da cidade de São José do Egito, Evandro Valadares, ficou satisfeito com o que escutou da secretária. “Ela está a frente de um dos maiores programação de requalificação de estradas da história […]

Blog do Finfa

Durante a visita da Secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos do Estado de Pernambuco, que aconteceu na passada, o prefeito da cidade de São José do Egito, Evandro Valadares, ficou satisfeito com o que escutou da secretária.

“Ela está a frente de um dos maiores programação de requalificação de estradas da história do Estado, o programa Caminhos de Pernambuco, rodovias que corta São José do Egito, serão recuperadas”, registrou.

“É o caso das PE-320, 275 e 264. Essa última saindo da Vila dos Grossos até a divisa do estado com a Paraíba, Fernandha Batista prometeu que em 60 dias as obras de recuperação da rodovia deverão começar para recapeamento total”, disse Evandro.

Governo regulamenta reação a sanções econômicas

Foi publicado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica. A norma estabelece critérios para que o Brasil possa suspender concessões comerciais, de investimentos ou de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem a competitividade do país no […]

Foi publicado nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, o decreto presidencial que regulamenta a Lei da Reciprocidade Econômica. A norma estabelece critérios para que o Brasil possa suspender concessões comerciais, de investimentos ou de propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que afetem a competitividade do país no cenário internacional.

O texto também institui o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, que será responsável por deliberar sobre a adoção de medidas provisórias e acompanhar negociações voltadas à superação dos entraves impostos por terceiros ao Brasil.

O comitê será presidido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e contará com a participação dos ministros da Casa Civil, da Fazenda e das Relações Exteriores. A Secretaria-Executiva ficará a cargo do MDIC, e a participação de outros ministérios poderá ser solicitada conforme a pauta discutida.

O decreto permite ao Brasil adotar contramedidas provisórias, de caráter excepcional e com tramitação acelerada. Os pedidos deverão ser encaminhados à Secretaria-Executiva do comitê, que consultará os demais ministérios e poderá ouvir representantes do setor privado antes de submeter a questão à deliberação.

Essas contramedidas podem ser aplicadas em casos como:

Ações unilaterais que tentem interferir em decisões soberanas do Brasil;

Violações de acordos comerciais que prejudiquem benefícios pactuados;

Requisitos ambientais impostos por outros países que ultrapassem os padrões adotados no Brasil.

Além disso, o decreto regulamenta as contramedidas ordinárias, previstas nos artigos 3º, 9º, 10º e 11º da Lei da Reciprocidade. Nesse caso, os pedidos serão analisados pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e deverão passar por consulta pública antes de serem deliberados pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex). A decisão final caberá ao Conselho Estratégico da Camex.

A atuação do Ministério das Relações Exteriores (MRE) está prevista em todas as fases do processo. Caberá à pasta notificar os países ou blocos econômicos afetados e conduzir as consultas diplomáticas, em articulação com o MDIC e outros órgãos da Camex. O Itamaraty também deverá apresentar relatórios periódicos ao Gecex com informações sobre o andamento das negociações.

A regulamentação reforça a posição do governo federal de responder de forma coordenada e técnica a ações internacionais que prejudiquem os interesses comerciais e econômicos do Brasil.