Raquel Lyra transmite cargo Priscila Krause para cumprir agenda em Boston, na Brazil Conference 2024
Por André Luis
A governadora Raquel Lyra realizou, nesta sexta-feira (5), a transmissão de cargo para a vice-governadora Priscila Krause.
A gestora irá participar da 10° edição do Brazil Conference, na Universidade de Harvard e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), na cidade de Boston, nos Estados Unidos.
No período de 5 a 13 de abril, Priscila Krause assume como governadora em exercício do Estado de Pernambuco.
Durante o evento em Boston, Raquel Lyra irá apresentar o painel “As inovações e os Desafios na Gestão de Pernambuco”. A programação será mediada pelo estudante pernambucano João Vitor Arruda, que é bolsista da graduação nas áreas de Ciência Política e Cinema, pela Universidade de Harvard. Entre os temas que serão abordados pela chefe do Executivo estadual estão o protagonismo feminino na gestão pública e as ações de sua gestão, como os programas Juntos pela Educação e o Morar Bem.
Após o evento, a governadora permanece no país para agenda pessoal acompanhada dos filhos.
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda de campanha neste sábado (22), em Xexéu, na Mata Sul. Durante a passagem pelo município, participou de caminhada, adesivaço, ato político e encontro com lideranças locais. No discurso, João voltou a defender uma eventual atuação conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva […]
O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) cumpriu agenda de campanha neste sábado (22), em Xexéu, na Mata Sul. Durante a passagem pelo município, participou de caminhada, adesivaço, ato político e encontro com lideranças locais.
No discurso, João voltou a defender uma eventual atuação conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caso seja eleito governador e apresentou propostas relacionadas à geração de empregos, abastecimento de água e redução de impostos.
Entre as medidas citadas está a isenção do IPVA para motocicletas de até 180 cilindradas. A proposta já havia sido apresentada anteriormente pelo candidato e, segundo ele, seria aplicada a todos os veículos enquadrados nessa faixa.
João também mencionou a política que denomina “sem água, sem conta”, direcionada a famílias inscritas na tarifa social que enfrentem períodos de rodízio no abastecimento, e defendeu ampliar os efeitos econômicos da atividade do Porto de Suape para outras áreas do Estado.
Na área econômica, o candidato afirmou que pretende estimular a chegada de indústrias e ampliar oportunidades de emprego no interior e na Mata Sul.
Durante a agenda, João voltou a associar sua candidatura à de Lula. “Teremos a oportunidade de fazer um grande trabalho tendo, pela última vez, Lula como presidente e estando ao lado dele”, afirmou.
João foi recebido por Pino Mendes, liderança política local. Também participaram da agenda o candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), o deputado federal Pedro Campos (PSB) e o deputado estadual Junior Matuto (Republicanos).
A passagem por Xexéu fez parte do roteiro de campanha de João Campos pela Mata Sul neste sábado.
Foto: Marlon Diego
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O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), responsabiliza o irmão, José Duque Filho, o Duquinho – diretor do Detran no município –, por uma fake news que se espalhou nas redes sociais, hoje. Datada de 2019, a imagem mostra o gestor reunido com amigos. No entanto, o registro correu a cidade como se fosse […]
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), responsabiliza o irmão, José Duque Filho, o Duquinho – diretor do Detran no município –, por uma fake news que se espalhou nas redes sociais, hoje.
Datada de 2019, a imagem mostra o gestor reunido com amigos. No entanto, o registro correu a cidade como se fosse recente.
Ao comparar uma foto atual com a que viralizou, é possível ver que o cenário difere em ambas. Antes, não havia flores no ambiente.
Luciano Duque explicou ao Blog do Magno que tem cumprido as medidas de isolamento social e está vivendo com o filho em uma chácara mais afastada do centro de Serra Talhada.
Pela calúnia, afirmou que vai processar o irmão, seu adversário político e apoiador do pré-candidato à Prefeitura de Serra pelo Avante, o ex-prefeito Carlos Evandro.
Imagem de Nossa Senhora da Penha antes da procissão. Foto: Bruna VerleneO prefeito Luciano Duque acompanhou a procissão juntamente da primeira dama Karina Rodrigues e a alguns integrantes da sua equipe de governo. Foto: Bruna VerleneO ex-prefeito Carlos Evandro participou da procissão ao lado da sua esposa Socorro Brito. Durante todo o percurso Carlo foi cumprimentado por vários populares. Foto: Bruna VerleneUma verdadeira multidão acompanhou a procissão pelas principais ruas de Serra Talhada. Foto: Bruna VerleneA Rua Enock Inácio de Oliveira ficou tomada pelos fiéis de Nossa Senhora da Penha. Foto: Bruna VerleneFoto: Bruna VerleneImagem de Nossa da Penha aos pés da Igreja Matriz de Serra Talhada. Foto: Bruna VerleneO Bispo Dom Egidio Bisol encerrou as festividades da igreja com o tradicional “Viva Nossa Senhora da Penha”. Foto: Bruna VerleneLouvores a padroeira de Serra Talhada. Foto: Bruna VerleneFoto: Bruna VerleneO cantor Batista Lima fez um momento de louvor e adoração na Praça Sérgio Magalhães. Foto: Bruna Verlene
Não adianta mudar comando. Erro está na formação da PM Esta foi a semana em que caíram o Secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua e o Comandante da PMPE, Coronel Vanildo Maranhão, pela ação desproporcional contra uma manifestação de movimentos de esquerda no Recife. Na ação, cujas imagens de truculência rodaram o país, condenadas […]
Não adianta mudar comando. Erro está na formação da PM
Esta foi a semana em que caíram o Secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua e o Comandante da PMPE, Coronel Vanildo Maranhão, pela ação desproporcional contra uma manifestação de movimentos de esquerda no Recife.
Na ação, cujas imagens de truculência rodaram o país, condenadas por especialistas em segurança e operações dessa natureza, dois pais de família perderam a visão, pelo menos um com imagens que apontam intenção entre a ação, o tiro e o objetivo, acertar o olho, dentre outros vários excessos.
Até o momento, oito policiais militares estão afastados, incluindo o responsável por comandar a operação na rua. O PM que atirou no olho do arrumador de contêiner Jonas Correia de França é um dos afastados. Já o policial que fez o mesmo com o adesivador Daniel Campelo da Silva segue sem identificação.
Infelizmente, é certo dizer que apurar o episódio no Recife é enxugar gelo. O problema vai muito além, na formação dos profissionais de segurança no país e e especificamente em Pernambuco. O estado é um dos conhecidos por entregar praças após abusos físicos, psicológicos e disciplinares por seus superiores.
Isso explica a tradicional transformação daquele jovem que se enche de esperança ao ser aprovado em “outra pessoa” pós formação, em alguns casos, transtornado psicologicamente, diluindo o medo que viveu nos quartéis em violência gratuita, sem humanização, compreensão das desigualdades, conhecimento da própria constituição, milirobotizado.
Claro, não há porque generalizar. Há ótimos quadros de coronéis a praças, com ciência e qualificação para essa realidade. Mas o que ocorreu em Recife mostra em parte das polícias um desvio da percepção real do seu papel. Exemplos não faltam.
E não só em Pernambuco. “Parecia que tava adestrando um cachorro. O soldado é treinado pra ter medo de oficial e só. O treinamento era só mexer com o emocional, era pro cara sair do quartel igual a um pitbull, doido pra morder as pessoas”, disse à Exame o ex-PM cearense Darlan Menezes Abrantes.
“Lá dentro é um sistema feudal, você tem os oficiais que podem tudo e os soldados que abaixam a cabeça e pronto, acabou. Você é treinado só pra ter medo de oficial, só isso. O soldado que vê o oficial, mesmo de folga, se treme de medo”, acrescenta.
Ou seja, o assédio moral é a regra na formação do PM em cursos de curta duração que têm como preocupação principal imprimir a cultura militar no futuro soldado; com pouco aprendizado teórico em temas como direito penal, constitucional e direitos humanos; além da sujeição a regulamentos disciplinares rígidos.
A pesquisa “Opinião dos Policiais Brasileiros sobre Reformas e Modernização da Segurança Pública”, um dos documentos mais completos sobre o tema, publicado pelo Centro de Pesquisas Jurídicas Aplicadas (CPJA), da Escola de Direito da FGV de São Paulo, e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública prova isso.
Foram ouvidos mais de 21 mil profissionais de segurança pública (entre policiais civis, militares, rodoviários federais, agentes da polícia científica, peritos criminais e bombeiros) de todas as unidades da federação, mais da metade deles policiais militares, sobretudo praças (policiais de patentes mais baixas).
Destes, 82,7% afirmaram ter formação máxima de um ano antes de exercer a função, 38,8% afirmaram que já foram vítima de tortura física ou psicológica no treinamento ou fora dele e 64,4% disseram ter sido humilhados ou desrespeitados por superiores hierárquicos. 98,2% de todos os profissionais (incluindo profissionais de outras áreas) que responderam a pesquisa afirmaram que a formação e o treinamento deficientes são fatores muito importantes para entender a dificuldade do trabalho policial.
Apesar dos números alarmantes, o tema ainda é pouco discutido dentro das corporação e fora dela. Em vários estados, inclusive Pernambuco, regimentos internos das polícias militares proíbem expressamente que os policiais se manifestem a respeito da própria profissão.
Esse processo mal gerido também cria bolhas de defesa do militarismo como solução política, como nos policiais que veladamente falam na volta do regime militar ou ameaçam como em Recife e em outras cidades cidadãos críticos ao Bolsonarismo, como nos casos de presos sob argumento de ferirem a Lei de Segurança Nacional, nunca invocada após o regime, por críticas ao presidente Jair Messias.
Resumindo, o que aconteceu em Recife naquele sábado, 29 de maio, é a pontinha do iceberg no debate sobre a polícia que temos e a polícia que queremos…
Ameaça à liberdade
Veladamente, alguns poucos policiais militares da ala bolsonarista não engolem os comentários de Saulo Gomes na Rádio Pajeú, crítico da política do presidente. Chegam até a ameaças sutis, em vez de, democraticamente, argumentar contra. Entre o direito de divergir, prevalece a vontade de calar.
Processo eficaz
Começam a ser relatados processos contra médicos que receitaram hidroxicloroquina a pacientes que morreram por arritmia. No país, estima-se ações milionárias também contra hospitais e o estado, já que o presidente defendeu abertamente remédio ineficaz. Calma, estamos falando de Trump e EUA, segundo a Reuters.
Como antes
Em Arcoverde, o vice-prefeito Israel Rubis confirmou à Coluna que reassume a pasta de Serviços Públicos. O martelo foi batido sexta-feira após definição do prefeito Wellington Maciel. Rubis tinha sido rifado pelo ex-interino, Siqueirinha, que por isso foi apelidado de “Judas” por governistas.
Repetindo o “mito”
Em Serra Talhada, a campanha bolsonarista da vez é assinada pelos Atiradores Esportivos – CACs do município. Com a imagem do presidente, traz a mensagem já dita pelo Capitão: “povo armado jamais será escravizado”.
Cadê assessoria?
O Presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João, tem se encarregado de filtrar a ação de colegas que apresentam requerimentos já votados. Só na última semana foram dois: Erickson Torres, no voto de pesar por Graça Maciel, já aprovado na sessão anterior, e Toinho da Ponte, pedindo vacina pros garis, já aprovado há três meses.
A conta
Evandro Valadares voltou a cutucar João de Maria por não votar o projeto da previdência no município. Lembrou que os R$ 8,4 milhões aplicados na PE 264 representam o valor que São José do Egito perde com o projeto engavetado.
Na parede
O primeiro dia de restrições no Pajeú deu trabalho às autoridades. Em Afogados, ações de fiscalização de Vigilância, PM e MP pegaram um bar com funcionamento integral e cerca de 25 pessoas bebendo no local. Todas foram levadas para a Delegacia.
Frase da semana:
“A senhora não sabe nada de infectologia, nem estudou, doutora…”
Do Senador Otto Alencar (PSD-BA), que é médico, à médica Nise Yamaguchi, defensora de tratamento precoce, ao ouví-la errar a resposta sobre a diferença entre um protozoário e um vírus.
O ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos foi condenado a 17 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo, entre as irregularidades responsáveis pela sentança está a movimentação de milhões de dólares sem origem declarada em uma conta […]
O ex-juiz federal João Carlos da Rocha Mattos foi condenado a 17 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo, entre as irregularidades responsáveis pela sentança está a movimentação de milhões de dólares sem origem declarada em uma conta na Suíça. Ele poderá recorrer em liberdade.
Rocha Mattos foi preso pela Polícia Federal durante a Operação Anaconda, em 2003. Acusado de fazer parte de um esquema de venda de sentenças, ele foi condenado a 12 anos de prisão e ficou quase oito anos na cadeia. Em abril de 2011, foi libertado e passou a cumprir prisão domiciliar. Ele já estava em regime semiaberto, que é quando o preso sai durante o dia para trabalhar e volta apenas para dormir.
Procurado, o advogado do ex-juiz, Daniel Martins Silvestri, disse que ele e Rocha Mattos não foram “oficialmente intimados acerca desta gravíssima notícia”. Ele acrescentou que só poderá analisar o que fará quando tiver acesso à sentença.
De acordo com o MPF, os recursos não declarados foram identificados em três ocasiões distintas. Em 2003, os investigadores encontraram US$ 550,5 mil na casa da ex-mulher dele, Norma Regina Emílio, e o equivalente a R$ 790 mil em contas no Brasil e no exterior, uma delas cedida por um amigo.
Depois, após quebra do sigilo bancário da ex-mulher, foi descoberto um depósito de R$ 116 mil de uma companhia que tinha relações com um empresário absolvido em 2000 pelo então juiz em um processo por crimes contra o sistema financeiro.
O inquérito também revelou movimentações que totalizam mais de US$ 12 milhões em uma conta no banco suíço BNP Paribas, vinculada ao ex-juiz e a sua ex-mulher. As remessas de dinheiro foram feitas sem conhecimento nem autorização da Receita Federal. Diante da falta de comprovação sobre a origem dos recursos, o juiz federal Paulo Bueno de Azevedo, autor da sentença, destacou existirem provas de que os réus cometeram a lavagem ao enviarem as quantias para o exterior.
Além da pena de prisão, Rocha Mattos foi condenado ao pagamento de multa equivalente a 303 salários mínimos. A a ex-mulher e um irmão dela também foram condenados. O ex-cunhado de Rocha Mattos foi sentenciado pela prática de evasão de divisas e teve a pena de prisão de três anos e seis meses substituída por prestação de serviços e pagamento de R$ 10 mil a uma instituição social indicada pela Justiça. Ele também deverá pagar multa no valor de 60 salários. (G1)
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