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Raquel Lyra lança primeira Casa de Passagem do Estado 

Por André Luis

Governadora também assinou convênios com municípios para programa Mães na Creche e Centros de Referência da Mulher 

A governadora Raquel Lyra anunciou, nesta segunda-feira (24), um pacote de ações e investimentos estruturantes durante a celebração dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher. Na cerimônia, realizada no Palácio do Campo das Princesas, a chefe do Executivo anunciou a implantação da primeira Casa de Passagem estadual, destinada ao acolhimento, em caráter emergencial e provisório, de mulheres em situação de violência. 

A gestora também assinou, junto a prefeitos pernambucanos, convênios com municípios para a criação de 30 novos Centros de Referência da Mulher — ampliando a rede para 61 unidades — e para o programa Mães na Creche, que chegará a 77 cidades. Também foi anunciado o lançamento da licitação da Casa da Mulher Brasileira da Região Metropolitana, fruto de parceria com o governo federal, entre outras ações. 

“Nos 21 dias de ativismo da luta contra a violência contra a mulher, Pernambuco lança política pública jamais vista no nosso Estado. Hoje, a gente assina um convênio para a construção de 30 centros de referência de acolhimento a mulheres vítimas de violência, para que a gente possa prevenir, acolher e preservar a vida dessas mulheres. Temos feito muitas parcerias com os municípios e avançamos agora para 77 municípios podendo fazer o programa Mães na Creche. É um programa que a gente garante qualificação profissional de mulheres, mães de crianças que estão na creche. O mais importante de tudo isso é a gente dizer que mulher em Pernambuco não está sozinha”, ressaltou a governadora Raquel Lyra, ao lado da vice-governadora Priscila Krause.

Durante a solenidade, foi anunciada a primeira Casa de Passagem do Estado, local que irá funcionar como etapa intermediária entre o atendimento emergencial e o abrigamento de longa duração para as mulheres vítimas de violência. A unidade funcionará por 24 horas, com equipe multiprofissional, incluindo Serviço Social, Psicologia, Direito e Coordenação Técnica. “Um dia histórico, um dia que a gente materializa a efetivação de muitas políticas públicas para as mulheres. É o Governo de Pernambuco acolhendo as mulheres, mas também fortalecendo cada vez mais a interiorização das ações”, destacou a secretária da Mulher, Juliana Gouveia. 

Também foram assinados os convênios com municípios para a instalação de 30 Centros de Referência da Mulher (CRMs). Com essa ampliação, o Estado passará a contar com 60 unidades, mais o de Fernando de Noronha, totalizando 61 CRMs, com R$ 8,1 milhões em investimentos. Ainda durante a cerimônia, foi assinado o convênio do programa Mães na Creche, um chamamento público destinado a oferecer ações de qualificação profissional para as mulheres em situação de vulnerabilidade social e que possuam filhos matriculados em creches municipais. Ao todo serão oferecidas 315 oficinas para 77 municípios que foram selecionados, totalizando um investimento de R$ 1,25 milhão.

Representando os prefeitos presentes, Paulinha da Educação, de Paudalho, ressaltou a importância das políticas públicas no Estado. “Desde o início dessa minha gestão, eu tenho sentido o impacto das ações do Governo de Pernambuco”, comentou. Presente na solenidade, o deputado estadual Henrique Queiroz Filho afirmou que será um dia que ficará marcado na história. “São projetos jamais vistos e isso é de muito trabalho do Governo de Pernambuco”, frisou. 

Além disso, foi divulgada a licitação da Casa da Mulher Brasileira da Região Metropolitana, iniciativa realizada em parceria com o governo federal e voltada ao atendimento humanizado e multidisciplinar. Durante a solenidade, também foi apresentada a primeira Cartilha em Braile sobre os tipos de violência de gênero, reforçando o compromisso do Estado com a acessibilidade. O material será distribuído a todos os setores responsáveis pelas políticas públicas para mulheres. Lucy Alves, presidente da Associação Caruaruense de Cegos, destacou a importância da ação. “Eu tenho 55 anos e, pela primeira vez, estou representando e recebendo uma cartilha em braile para ensinar às mulheres com deficiência visual os seus direitos. Fomos esquecidas por muito tempo”, ressaltou.

MAIS AÇÕES – Outro destaque foi o anúncio da parceria com a Compesa e com a administradora de condomínios Ability, que passarão a incluir em seus boletos uma mensagem informativa com os principais canais de denúncia, proteção e acolhimento às mulheres vítimas de violência. Também foram abertas as inscrições para o curso de formação destinado às gestoras municipais, realizado em parceria com a Universidade de Pernambuco (UPE), com o objetivo de fortalecer a atuação das secretarias e coordenadorias municipais nas políticas para as mulheres em todo o Estado. Por fim, foi lançado o Circuito Pernambucano de Corridas Femininas, que contará com 12 etapas a partir de dezembro, sendo a primeira corrida no município de Nazaré da Mata.

ATIVISMO – Os 21 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra a Mulher é uma campanha internacional promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e celebrada em diversos países ao redor do mundo. O movimento tem como objetivo mobilizar a sociedade para a conscientização. No Brasil, a campanha teve início no último dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

Acompanharam a agenda os secretários estaduais Joanna Figueiredo (Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência), ⁠Carlos Braga (Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas), ⁠Yanne Teles (Criança e Juventude), Zilda Cavalcanti (Saúde) e Ivete Lacerda (Esportes); os prefeitos Aninha da Ferbom (Nazaré da Mata), Mano Medeiros (Jaboatão dos Guararapes), Dió FIlho (Riacho das Almas), Pollyanna Abreu (Sertânia), Diego Cabral (Camaragibe), Paulo Galvão (Ilha de Itamaracá), Fátima Borba (Côrtes), Orlando Jorge (Limoeiro), Zeca Cavalcanti (Arcoverde), Camila Souza (Iati) e Izalta (Ibirajuba); assim como vice-prefeitos e vereadores de diversos municípios.

Outras Notícias

Sertões do Pajeú e Central tem alerta para chuvas fortes, diz Apac

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) emitiu um alerta para a possibilidade de pancadas de chuva moderadas a fortes em diversas regiões do estado, influenciadas pelo sistema da Zona de Convergência Intertropical. Segundo a APAC, as precipitações podem vir acompanhadas de ventos fortes, trovões e relâmpagos. As áreas mais afetadas devem ser: Mata […]

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) emitiu um alerta para a possibilidade de pancadas de chuva moderadas a fortes em diversas regiões do estado, influenciadas pelo sistema da Zona de Convergência Intertropical.

Segundo a APAC, as precipitações podem vir acompanhadas de ventos fortes, trovões e relâmpagos. As áreas mais afetadas devem ser: Mata Norte; Sertão de Pernambuco, especialmente no Pajeú e Sertão Central; Agreste, com destaque para as regiões Setentrional e Central; Região Metropolitana do Recife, principalmente os municípios ao norte.

Nesta tarde, já há registro de chuvas em cidades como São José do Egito e vento forte em Afogados da Ingazeira. A APAC recomenda que a população fique atenta às atualizações meteorológicas e tome as devidas precauções.

 

Debate na CDH aponta que violência política compromete a democracia

A violência política é uma ameaça à representatividade e à democracia. O alerta foi feito pelos debatedores da audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na tarde desta quinta-feira (17). A audiência foi uma sugestão do presidente da CDH, senador Humberto Costa (PT-PE), que presidiu o encontro virtual. Conforme afirmou […]

A violência política é uma ameaça à representatividade e à democracia. O alerta foi feito pelos debatedores da audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na tarde desta quinta-feira (17). A audiência foi uma sugestão do presidente da CDH, senador Humberto Costa (PT-PE), que presidiu o encontro virtual.

Conforme afirmou Humberto Costa, a violência política pode ser entendida como um ato de violência com motivação política, que vitima principalmente mulheres, negros e a comunidade LGBTQIA+, tendo como consequência, além dos potenciais danos físicos e psicológicos às pessoas atingidas, uma ameaça real às instituições democráticas e à regularidade do processo eleitoral.

Com base em pesquisa realizada pelas organizações Terra de Direitos e Justiça Global, o presidente da CDH informou que, entre janeiro de 2016 e setembro de 2020, houve em média um ato de violência política a cada quatro horas no país. Os principais alvos foram mulheres, negros e comunidade LGBT.

“São ações que buscam silenciar aqueles que, depois de anos de luta, conquistaram um espaço com representação política”, destacou.

Humberto Costa afirmou que a desigualdade de gênero e a intolerância com os negros e com a comunidade LGBT terminam por fomentar a violência política. 

Segundo o senador, esse tipo de violência vem sendo alimentada pelo presidente Jair Bolsonaro, que tem dado seguidas declarações contra minorias. Humberto destacou, no entanto, que há aqueles que lutam por uma representação política mais diversa e democrática.

De acordo com Humberto Costa, a violência política é misógina, racista e homofóbica. Ele disse que é importante publicizar e denunciar esses atos de violência. O senador informou que a CDH tem um canal específico para o recebimento de denúncias, pelo e-mail violenciapolí[email protected]. Ele sugeriu que as comissões de Direitos Humanos do Senado e da Câmara de Deputados realizem diligências para acompanhar situações de violência política.

“É fundamental que o Congresso Nacional não fique em silêncio diante de tantas atrocidades vividas por representantes políticos no país”, declarou o senador.

Luta

Para o senador Fabiano Contarato (PT-ES), vice-presidente da CDH, é preciso sempre lembrar que a Constituição de 1988 registra que “todos são iguais”. Ele admitiu, no entanto, que a prática mostra uma realidade diversa e questionou se o Congresso tem representado, de fato, toda a diversidade da população brasileira. 

Contarato lembrou que, dos Três Poderes, o único que ainda não foi presidido por uma mulher é o Legislativo. Segundo o senador, o trabalho e a luta por uma maior representatividade precisam ser constantes.

“Infelizmente, o Congresso Nacional é preconceituoso, é racista, é homofóbico, é misógino. Isso também é uma violência política”, destacou Contarato.

A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) destacou a luta histórica de mulheres e negros pela representação política. Ela lamentou o “desmonte de políticas públicas” em favor da inclusão de minorias, como os indígenas e a comunidade LGBT. 

A senadora também disse que a flexibilização de normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – DL 5.242, de 1943) atingiu, em grande parte, as minorias do país.

“Não acredito em democracia com racismo e preconceito contra as minorias”, ressaltou a senadora.

Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Carlos Veras (PT-PE), a violência política precisa ser considerada inadmissível em um ambiente democrático. Ele lembrou que representantes políticos são legitimados pela lei e pelo povo. Veras lamentou o clima de ódio na política nos últimos anos e pediu união na luta pela democracia.

“Vamos seguir nessa luta permanente, contra todos preconceitos e contra toda a violência. Quando um representante político é agredido, é uma agressão ao povo”, registrou o deputado.

Minorias

A cientista política Rafa Ella Brites Matoso, representante do Movimento #VoteLGBT, relatou vários casos de violência contra políticos ligados aos direitos da comunidade LGBT. Para ela, é preciso destacar a diversidade sexual em um debate democrático. Rafa Ella lembrou que a expectativa de vida da população trans no Brasil é de apenas 35 anos e cobrou cuidado com essas populações.

“Debater a violência política contra essas populações minoritárias é urgente. É a urgência da vida, da proteção da vida”, declarou Rafa Ella.

Para a pedagoga Iêda Leal, representante Movimento Negro Unificado, os deputados e senadores precisam ter consciência da “oportunidade histórica” de atuar em defesa das minorias do país.

Iêda Leal afirmou que violência política tem a estratégia de eliminar representantes de minorias das instâncias representativas de poder. Ela ainda manifestou solidariedade a todos os brasileiros vítimas de violência e de racismo.

“Sabemos o que é lutar o tempo todo pelo direito de viver. Escravidão não é brincadeira, mas é motivo de muita dor”, apontou a pedagoga.

A jornalista Anielle Franco, irmã de Marielle Franco e fundadora do instituto que leva o nome da vereadora assassinada em março de 2018, lembrou que a morte da irmã é um exemplo claro do ponto a que pode chegar a violência política. 

Segundo Anielle Franco, a morte de Marielle não pode ser “colocada em um pedestal”, pois muitos outros assassinatos ocorrem no cotidiano do país. Ela ainda afirmou que nenhuma mulher pode ser assassinada por decidir entrar para a política.

“O que aconteceu com minha irmã e com muitas outras mulheres é inadmissível. Essa violência política assassinou Marielle e mostra que a democracia brasileira ainda é frágil”, lamentou a jornalista.

A coordenadora Nacional do Fórum Nacional de Mulheres de Instâncias de Partidos Políticos, Miguelina Vecchio, apontou que a violência política já começa nas instâncias partidárias e cobrou um marco legal mais efetivo sobre a participação feminina na política. 

A coordenadora de Incidência Política na organização de direitos humanos Terra de Direitos, Gisele Barbieri, disse que a violência política compromete a democracia brasileira, ao criar barreiras cotidianas para as minorias.

“Em um ano eleitoral, a violência política se torna um desafio para o Congresso e para toda a sociedade brasileira”, registrou.

Interativa

A audiência foi realizada em caráter interativo, com a possibilidade de participação popular. Humberto Costa destacou algumas mensagens que chegaram por meio do portal e-Cidadania. 

Joice Furtado, do Rio de Janeiro, comentou que as mulheres são tratadas como inferiores, mesmo ocupando os mesmos cargos que os homens. Samanta Aragão, também do Rio de Janeiro, pediu mais delegacias de mulheres. Rafael Matos, do Rio Grande do Sul, apontou a violência como um problema cultural e cobrou mais empatia de todos os brasileiros. As informações são da Agência Senado.

Carnaíba: Saúde cria Laboratório da Dor Crônica

A Secretaria Municipal de Saúde de Carnaíba vai oferecer, através do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Primária (NASF), apoio para pessoas acometidas por doenças osteomioarticulares (osteoporose, osteoartrite, artrite reumatóide, artrose, dentre outras). Trata-se do Grupo Laboratório da Dor Crônica que nasce com o objetivo de promover qualidade de vida para essa população. […]

A Secretaria Municipal de Saúde de Carnaíba vai oferecer, através do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Primária (NASF), apoio para pessoas acometidas por doenças osteomioarticulares (osteoporose, osteoartrite, artrite reumatóide, artrose, dentre outras).

Trata-se do Grupo Laboratório da Dor Crônica que nasce com o objetivo de promover qualidade de vida para essa população. Os encontros acontecerão semanalmente e contarão com atividades de hidroginástica, auriculoterapia e orientações nutricionais e psicológicas. 

CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO 

1) Pessoas acometidas por doenças osteomioarticulares; 

2) Ter idade entre 18 e 60 anos; 

3) Ter disponibilidade para se locomover até o local onde serão realizadas as atividades do grupo. 

INSCRIÇÕES: 19 e 20 de janeiro de 2022 

HORÁRIO: 8h às 13h

LOCAL: Sala do NASF na Secretaria Municipal de Saúde 

Obs: Levar o cartão do SUS e laudo que conste que a pessoa tem alguma dessas doenças citadas acima.

Carro da atriz Fabiana Karla é atingido por tiros em Niterói, RJ

A atriz pernambucana Fabiana Karla teve o carro atingido por tiros em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, na noite deste sábado (8). De acordo com informações da 78ª DP (Fonseca), onde o caso foi registrado, as investigações estão em andamento para apurar as circunstâncias do fato. Em nota reproduzida pelo G1, a assessoria da […]

fabiana_karlaA atriz pernambucana Fabiana Karla teve o carro atingido por tiros em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, na noite deste sábado (8). De acordo com informações da 78ª DP (Fonseca), onde o caso foi registrado, as investigações estão em andamento para apurar as circunstâncias do fato.

Em nota reproduzida pelo G1, a assessoria da atriz informou que Fabiana seguia, por volta de 23h, para um evento, com a orientação de um aplicativo de navegação automotiva (GPS), e ao passar pela comunidade do Caramujo, teve o carro cercado por criminosos armados, que dispararam contra o veículo.

A comediante estava acompanhada do marido e da mãe. Ainda de acordo com a assessoria, todos passam bem, e se colocaram à disposição das autoridades para colaborar com a investigação policial.

A assessoria disse ainda que Fabiana não foi reconhecida pelos criminosos, que ela, a mãe e o marido escaparam rapidamente, e que a atriz irá à delegacia “assim que se recuperar do susto”.

A perícia para o veículo, segundo a delegacia, já foi solicitada, e os agentes aguardam os ocupantes do carro para prestarem depoimento. Fabiana está no ar na TV Globo nos semanais de humor “Zorra” e “Tomara que Caia”.

 

Prefeito de Solidão garante pagamento do piso salarial aos professores

O prefeito de Solidão, Djalma Alves anunciou, durante o encontro pedagógico realizado nesta quarta-feira (7), o aumento de 3,62% do Piso do Magistério para os educadores municipais. “Desde o ano de 2017 quando ingressei na minha jornada como prefeito, procuro cumprir com as minhas obrigações, entre elas, a concessão do piso ano após ano. Inicio […]

O prefeito de Solidão, Djalma Alves anunciou, durante o encontro pedagógico realizado nesta quarta-feira (7), o aumento de 3,62% do Piso do Magistério para os educadores municipais.

“Desde o ano de 2017 quando ingressei na minha jornada como prefeito, procuro cumprir com as minhas obrigações, entre elas, a concessão do piso ano após ano. Inicio o ano com a certeza do dever cumprido pagando o reajuste considerando a carreira dos professores aos ativos e inativos com efeitos retroativos ao mês de janeiro”, disse o prefeito, Djalma Alves. 

Com essa medida, a administração municipal reafirma seu compromisso com a educação e o reconhecimento do papel fundamental dos professores na formação das futuras gerações. O aumento do piso salarial representa não apenas um reconhecimento do trabalho desses profissionais, mas também um estímulo para o contínuo aprimoramento da qualidade do ensino em Solidão.