Prefeito de Solidão garante pagamento do piso salarial aos professores
Por André Luis
O prefeito de Solidão, Djalma Alves anunciou, durante o encontro pedagógico realizado nesta quarta-feira (7), o aumento de 3,62% do Piso do Magistério para os educadores municipais.
“Desde o ano de 2017 quando ingressei na minha jornada como prefeito, procuro cumprir com as minhas obrigações, entre elas, a concessão do piso ano após ano. Inicio o ano com a certeza do dever cumprido pagando o reajuste considerando a carreira dos professores aos ativos e inativos com efeitos retroativos ao mês de janeiro”, disse o prefeito, Djalma Alves.
Com essa medida, a administração municipal reafirma seu compromisso com a educação e o reconhecimento do papel fundamental dos professores na formação das futuras gerações. O aumento do piso salarial representa não apenas um reconhecimento do trabalho desses profissionais, mas também um estímulo para o contínuo aprimoramento da qualidade do ensino em Solidão.
Logo após o debate promovido pela Rádio Liberdade de Caruaru, na manhã desta terça (18), o candidato ao governo do Estado pela coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), anunciou, diante de cerca de 200 mototaxistas, que as motocicletas de placa vermelha de até 180 cilindradas também serão isentas de IPVA no seu governo. Armando […]
Logo após o debate promovido pela Rádio Liberdade de Caruaru, na manhã desta terça (18), o candidato ao governo do Estado pela coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), anunciou, diante de cerca de 200 mototaxistas, que as motocicletas de placa vermelha de até 180 cilindradas também serão isentas de IPVA no seu governo. Armando já havia proposto IPVA zero para veículos ciclomotores de até 150 cc.
“A moto não é apenas um meio de locomoção. Para milhares de famílias é uma ferramenta de trabalho. A nossa proposta vai reaquecer a economia em grande parte do Estado, uma vez que mototaxistas e motofretistas formam um contingente numeroso”, afirmou Armando, diante de centenas de profissionais, em frente ao Sest/Senat de Caruaru, onde foi realizado o debate.
Armando aproveitou para rebater críticas de que suas propostas para os proprietários de motos aumentariam o número de acidentes de trânsito. “Vamos intensificar a fiscalização no que diz respeito aos equipamentos de segurança, além de garantir que o Detran trabalhe para orientar os motociclistas, agindo na prevenção dos acidentes e não apenas aplicando multas”, explicou.
Durante duas horas e meia, os candidatos ao governo do Estado discutiram suas ideias e propostas no debate promovido, na manhã desta terça 18, pela Rádio Liberdade de Caruaru, no auditório do Sest/Senat, retransmitido por outras oito emissoras do Estado. O candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, senador Armando Monteiro (PTB), avaliou que “apresentou suas propostas para mudar o Estado e cobrou do governador Paulo Câmara (PSB) as promessas não cumpridas em diversas áreas”.
“Pudemos discutir ideias e confrontar projetos. Pernambuco deseja mudar. Com as propostas que defendemos, Pernambuco vai mudar”, destacou Armando ao fim do debate.
Por André Luis O secretário de Cultura e esportes de Afogados da Ingazeira, Edygar Santos, informou, nesta terça-feira (18), por telefone, ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, sobre os próximos passos da Lei Aldir Blanc, agora que saiu a regulamentação do Governo Federal. Segundo Edygar, o próximo passo é esperar a regulamentação […]
O secretário de Cultura e esportes de Afogados da Ingazeira, Edygar Santos, informou, nesta terça-feira (18), por telefone, ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, sobre os próximos passos da Lei Aldir Blanc, agora que saiu a regulamentação do Governo Federal.
Segundo Edygar, o próximo passo é esperar a regulamentação do Estado, que ele acredita que deve sair nos próximos cinco dias.
“A regulamentação do Estado vai nos dar mais um norte, porque está mais próximo da gente. Após isso, ainda fica faltando cada município criar a sua regulamentação”, explicou.
O secretário informou que uma reunião na próxima quinta-feira (20), às 14h, na AABB, com todos os secretários de Cultura do Pajeú vai refinar os detalhes. “Vamos apresentar também o modelo de edital, nem o Estado e nem o Governo Federal tem ainda um modelo. O Pajeú está avançado nessa questão”, informou.
“Agora vamos começar a discutir o plano de ação justamente para poder enviar para o Governo Federal, para que seja analisado e se aprovado, fazer o envio da verba para o município” explicou Edygar.
O secretário se mostrou preocupado com o prazo dado pelo Governo Federal para encerrar os trâmites e iniciar os pagamentos. ‘Tínhamos uma expectativa de ganhar mais trinta dias de prazo, mas o município vai ter apenas sessenta dias para fazer o repasse. Então é preocupante”, informou Edygar, destacando que o fato de já estarem com o cadastro pronto vai facilitar.
Provocado a falar sobre a previsão da liberação do dinheiro, Edygar disse não ter prazo, mas uma esperança de que saia nos próximos 15 dias.
O secretário também falou sobre a situação do esporte amador no município, que segundo ele, não há previsão de ser liberada a retomada, principalmente no cenário atual de aumento da curva de contágio, sendo inclusive sido levantada a hipótese de regressão no Plano de Convivência com a Covid-19 colocada pelo secretário de Saúde Artur Amorim.
“Acreditamos que esse não é o momento ideal para a volta do esporte amador”, pontuou.
Se as eleições fossem hoje em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, a prefeita Nadegi Queiroz, que disputa a reeleição pelo Republicanos, renovaria o seu mandato com facilidade. De acordo com pesquisa do Instituto Opinião, exclusiva do Blog do Magno, ela teria 40,8% das intenções de voto, sendo reeleita, já que o município, com 114 […]
Se as eleições fossem hoje em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, a prefeita Nadegi Queiroz, que disputa a reeleição pelo Republicanos, renovaria o seu mandato com facilidade.
De acordo com pesquisa do Instituto Opinião, exclusiva do Blog do Magno, ela teria 40,8% das intenções de voto, sendo reeleita, já que o município, com 114 mil eleitores, não tem segundo turno. Em segundo lugar ficaria o ex-prefeito Jorge Alexandre, do Solidariedade, com 13,5%, seguido do candidato do Partido Progressistas, Beto Accioly, com 8,5%.
Mais abaixo, Gustavo Mato, do MDB, pontuou 3,5%, enquanto Roberto Ferraz, do PRTB, aparece em último com 1,3%. Brancos e nulos somam 19,8% e indecisos chegam a 12,6%. No levantamento espontâneo, no qual o entrevistado é estimulado a lembrar o nome do candidato sem o auxílio do cartão com todos os nomes dos postulantes, Nadegi também aparece numa posição bastante confortável: 25,8%. Jorge foi citado por 8,5% dos eleitores, Accioly por 4,5%, Matos por 1,5% e Ferraz por 0,3%. Neste cenário, indecisos sobem para 41,1% e brancos e nulos para 18,3%.
No quesito rejeição, Jorge Alexandre lidera. Entre os entrevistados, 25% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. A prefeita vem em seguida, com 9,8%. Beto Accioly tem rejeição de 8%, Roberto Ferraz de 3.8% e, por fim, Gustavo, 3,3%. Entre os entrevistados, 16,5% disseram que rejeitam todos e 33,6% afirmaram que não rejeitam nenhum dos nomes postos.
A pesquisa foi a campo entre os dias 15, 16 e 17 deste mês, sendo aplicados 400 questionários, com margem de erro de 4,9 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança estimado em 95%.
A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares. O protocolo do registro na justiça eleitoral é o de número PE-06111/2020.
Estratificando a pesquisa, Nadegi tem seus maiores percentuais de intenção de voto entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano escolar (52,8%), entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos (46,8%) e entre os eleitores com renda familiar entre dois a cinco salários (43,2%). Por sexo, entre os entrevistados, 41,5% são homens e 40,1% são mulheres.
Jorge Alexandre, por sua vez, tem suas maiores taxas entre os eleitores com renda familiar acima de cinco salários (20%), entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (16,1%) e entre os eleitores com grau de instrução no ensino médio (14,2%). Por sexo entre os eleitores entrevistados, 16,9% são mulheres e 10,6% são homens.
AVALIAÇÃO DE GESTÃO
A gestão da prefeita Nadegi Queiroz tem aprovação de mais da metade da população. Entre os que aprovam, 52,3% contra 36,3% de desaprovação. O Governo Paulo Câmara não acompanha a boa avaliação da gestora municipal. Segundo o levantamento, mais da metade da população desaprova, exatos 52,3%, enquanto 35% aprovam. Já o Governo Bolsonaro tem aprovação melhor que o governador – 44,8% – e desaprovação menor – 40,5%.
Dono de bancada majoritária com sobras na Câmara, doze de treze vereadores, o prefeito de Afogados da Ingazeira deve não ter situação similar se candidato a Deputado Estadual. Foi o que ficou evidente no Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, que recebeu quatro vereadores para avaliar o ano de 2017 para o Legislativo. […]
Dono de bancada majoritária com sobras na Câmara, doze de treze vereadores, o prefeito de Afogados da Ingazeira deve não ter situação similar se candidato a Deputado Estadual.
Foi o que ficou evidente no Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, que recebeu quatro vereadores para avaliar o ano de 2017 para o Legislativo. Destes, três eram governistas: o presidente Igor Mariano, Daniel Valadares e Raimundo Lima e um oposição, Zé Negão.
Raimundo foi o único que cravou apoio incondicional ao socialista. Disse inclusive ser favorável à candidatura de Patriota a Estadual. Para este cenário ser viável, é necessário que o gestor se desincompatibilize até abril, com a cidade passando a ser gerida por Alessandro Palmeira. “Quando a gente vota, escolhe prefeito e vice. Tenho certeza que Sandrinho fará um bom trabalho”, afirmou.
A posição de Raimundo deverá ser majoritária na Câmara caso Patriota defina ser candidato. Mas não haverá a mesma hegemonia de hoje. Igor Sá Mariano, por exemplo, confirmou já ter dito ao prefeito que caso Aline Mariano dispute vaga na Assembleia, o que está muito próximo de ser confirmado, apoiará a tucana alegando o critério familiar. “Já disse a ele que apoiaremos Aline caso ela seja candidata”, confirmou o vereador, dizendo entretanto, que há muito a ser discutido até lá.
Daniel Valadares, filho do ex-prefeito Totonho Valadares, não escondeu que tem uma relação de proximidade muito grande com o Deputado Waldemar Borges, pré-candidato a reeleição. Perguntado se não ficaria numa saia justa caso Patriota seja candidato, Daniel preferiu dizer que “é prematuro para avaliar diante do atual cenário”. Mas não será novidade se mantiver o voto no socialista e líder do governo Câmara na Alepe. “Mais importante é que a gente decida o que é melhor para Afogados e o Pajeú”, disse.
Já Zé Negão confirmou que manterá os votos nos irmãos Cavalcanti, Zeca e Júlio. A decisão foi reforçada segundo ele pela posição de Zeca Cavalcanti de não votar pela aprovação da Reforma da Previdência. “O PTB pressionou ele dizendo que pode sair do partido, mas ele já disse que não tem só o PTB para ele ficar”, disse. Zé disse haver uma série de emendas do Deputado para Afogados como justificativa para manter o voto.
Da Folha de São Paulo O presidente Michel Temer reforçará a munição do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB-MS), com até R$ 10 bilhões para a finalização de obras em redutos eleitorais de quem votar pela reforma da Previdência. Assessores presidenciais dizem que essa será uma das “armas” para pressionar o Congresso na […]
O presidente Michel Temer reforçará a munição do ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB-MS), com até R$ 10 bilhões para a finalização de obras em redutos eleitorais de quem votar pela reforma da Previdência.
Assessores presidenciais dizem que essa será uma das “armas” para pressionar o Congresso na volta do recesso. O dinheiro sairá da própria economia gerada em 2018 com a eventual aprovação das novas regras da Previdência.
De acordo com o governo, cálculos da equipe econômica indicam que os gastos com benefícios que deixarão de ser feitos imediatamente após a reforma vão gerar uma sobra de R$ 10 bilhões no caixa se a mudança ocorrer ainda em fevereiro.
Ainda segundo o governo, quanto mais a reforma demorar a passar, menor será essa economia gerada. Em março, ela cai para cerca de R$ 7 bilhões. Em abril, R$ 4 bilhões.
Desde meados do ano passado, o governo vinha sinalizando com a liberação de recursos do Orçamento para obras em troca de votos pela a reforma. Mas as promessas sucumbiram diante da queda de receitas em 2017. Desta vez, a proposta é destinar os recursos da reforma às obras, um dinheiro “carimbado”.
Terão prioridade os projetos em andamento que necessitam de pouco dinheiro para serem inaugurados ou entrarem na fase final.
Entre eles estão ajustes finais na duplicação da rodovia Régis Bittencourt, na serra do Cafezal, obra praticamente concluída; a segunda fase da linha de transmissão de Belo Monte; a BR-163, no Pará, os aeroportos de Vitória (ES) e Macapá (AP) e a ponte do rio Guaíba (RS).
O governo trata essas obras como “de campanha” porque podem gerar votos nos municípios afetados. Na avaliação da equipe política do governo, isso faz diferença no momento em que as verbas de campanha estão travadas pelo Orçamento nos dois fundos destinados às eleições.
No entanto, esse dinheiro só pode ser manobrado até junho. A legislação eleitoral proíbe que o governo destine recursos para obras três meses antes das eleições.
Outra pressão para que os parlamentares votem o quanto antes é a ameaça de um congelamento de despesas que pode chegar a R$ 50 bilhões sem a reforma.
Nesse cenário, as obras poderão ter novo corte.
Na equipe econômica há quem diga que os ganhos com a Previdência neste ano seriam de R$ 5 bilhões, independentemente do mês em que a reforma for aprovada.
E que Temer não poderá contar com os recursos vindos da economia com a aprovação da Previdência diante de frustrações de medidas como a venda da Eletrobras, que promete R$ 12,8 bilhões, mas enfrenta resistência no Congresso, e o reajuste dos servidores, que seria adiado para 2019 e pode ser mantido pelo STF.
Campanha
Integrantes da equipe de Temer afirmam que ministros que deixarão o cargo para disputar o governo em seus Estados e outros candidatos a governadores de partidos da base aliada não querem ter de assumir o ônus de, ao vencerem as eleições, fazerem a reforma previdenciária em seu próprio Estado.
Eles preferem que a União aprove a reforma o quanto antes. O texto prevê que os Estados terão até seis meses para implementar suas próprias regras depois de aprovado pelo Congresso. Caso contrário, passa a valer no Estado a regra da União.
Inicialmente, o governo pretendia começar as conversas durante o recesso. Mas Marun desistiu da ideia de rodar o Brasil para reunir deputados no recesso para convencê-los a votar pela reforma.
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